Recentemente, no artigo 'A lògica da destruição', Olavo atribui a Hegel a desconstrução da teoria de Platão sobre o mundo das idéias. Então cita como Marx adota essa idéia e tira proveito dela, ao demonstrar a inexistência de um mundo permanente além do mundo dos fenômenos transitórios; já que isso acaba com a preocupação em descrever o futuro socialista. O que importa é apenas o processo constante revolucionário.
No entanto, no artigo 'A Superioridade Moral das Esquerdas, ou: o Rabo e o Cachorro' que consta no livro 'O Imbecil Coletivo I', Olavo explica que os marxistas julgam a história por meio de um mundo das Idéias, além das ações do dia-a-dia, realizadas por entes corpóreos. Devido a isso, podem atribuir a outras classes características permanentes. Por exemplo: a burguesia é considerada má enquanto uma classe social, independentemente das ações individuais de cada burguês.
Portanto, gostaria de saber qual a ligação entre esses dois textos e considerando o antagonismo da teoria de Platão e Hegel, de que modo se dá a análise histórica pela esquerda revolucionária.
No entanto, no artigo 'A Superioridade Moral das Esquerdas, ou: o Rabo e o Cachorro' que consta no livro 'O Imbecil Coletivo I', Olavo explica que os marxistas julgam a história por meio de um mundo das Idéias, além das ações do dia-a-dia, realizadas por entes corpóreos. Devido a isso, podem atribuir a outras classes características permanentes. Por exemplo: a burguesia é considerada má enquanto uma classe social, independentemente das ações individuais de cada burguês.
Portanto, gostaria de saber qual a ligação entre esses dois textos e considerando o antagonismo da teoria de Platão e Hegel, de que modo se dá a análise histórica pela esquerda revolucionária.