O jornal A Gazeta do Iguaçu, de Foz do Iguaçu-PR publicou nessa sexta 17/04 um editoria em que aborda o Foro de São Paulo e a atuação de Marco Aurélio Garcia. Acho que isso é um fato significativo, uma exceção dentro do Panorama da imprensa nacional que esconde a existência do Foro de São Paulo. O link do jornal é
http://www.gazeta.inf.br/
O texto do editorial transcrevo a seguir.
Poder paralelo existe?
Em julho de 1990, 48 partidos e organizações sociais da América Latina e do Caribe atenderam a um convite do Partido dos Trabalhadores do Brasil para irem a São Paulo debater a nova conjuntura internacional pós queda do Muro de Berlim e as conseqüências da implantação de políticas de cunho neoliberal pelos governos latinos.
Participaram da reunião organizações não governamentais e representantes de movimentos armados de esquerda da América do Sul. No encontro, que denominaram Foro de São Paulo, seus líderes declararam que a partir daquela reunião trabalhariam com o objetivo de promover a integração econômica, política e cultural da região. Mas sem aval, sem direito de consultar os povos dos respectivos países passaram a impor a política de esquerda, sobrepondo-se à soberania dos Estados.
Coincidência ou não, através de indicações do seu acessor especial, Marcos A. Garcia, o presidente Lula tem realizado tratados com outros governantes da América Latina dentro daquela idéia. Garcia discretamente pertence ainda a um núcleo de líderes que se reúne separadamente – quando pode – com: Dario Machado e Marta Hanecker, de Cuba; Yun Lin Nie, da China; Pham Nhu cuong, do Vietnã; Mohamed Latifi, do Irã; Like Seppo Ruotsalainen, da Finlândia; Alan Woods, da Inglaterra; Pierre Zarka, da França, que em comum defendem o comunismo até as últimas instâncias e juntos têm os mesmo sentimento de ódio aos Estados Unidos e a tudo o que representa a verdadeira democracia ocidental.
http://www.gazeta.inf.br/
O texto do editorial transcrevo a seguir.
Poder paralelo existe?
Em julho de 1990, 48 partidos e organizações sociais da América Latina e do Caribe atenderam a um convite do Partido dos Trabalhadores do Brasil para irem a São Paulo debater a nova conjuntura internacional pós queda do Muro de Berlim e as conseqüências da implantação de políticas de cunho neoliberal pelos governos latinos.
Participaram da reunião organizações não governamentais e representantes de movimentos armados de esquerda da América do Sul. No encontro, que denominaram Foro de São Paulo, seus líderes declararam que a partir daquela reunião trabalhariam com o objetivo de promover a integração econômica, política e cultural da região. Mas sem aval, sem direito de consultar os povos dos respectivos países passaram a impor a política de esquerda, sobrepondo-se à soberania dos Estados.
Coincidência ou não, através de indicações do seu acessor especial, Marcos A. Garcia, o presidente Lula tem realizado tratados com outros governantes da América Latina dentro daquela idéia. Garcia discretamente pertence ainda a um núcleo de líderes que se reúne separadamente – quando pode – com: Dario Machado e Marta Hanecker, de Cuba; Yun Lin Nie, da China; Pham Nhu cuong, do Vietnã; Mohamed Latifi, do Irã; Like Seppo Ruotsalainen, da Finlândia; Alan Woods, da Inglaterra; Pierre Zarka, da França, que em comum defendem o comunismo até as últimas instâncias e juntos têm os mesmo sentimento de ódio aos Estados Unidos e a tudo o que representa a verdadeira democracia ocidental.