"Sem nem precisar ler o artigo"?!?
Bem, eu não lancei o tópico acreditando nesta ou naquela opção. Postei o tópico simplesmente porque me faltam elementos para saber qual opção é a correta. E acreditei que alguém pudesse ter esses elementos. Alguém, por exemplo, leu o livro sugerido pelo professor? Alguém, por exemplo, leu o link sugerido (que contém links em que supostamente o crítico baseou seu post)?
O fato de uma pessoa acertar sempre não significa que ela continuará acertando sempre -- com todo respeito que tenho a alguém a quem considero um mestre genial -- e se entendi alguma coisa do que o professor ensina, é bom que eu encare escritos, idéias e teorias não como verdades absolutas, mas como objetos a serem investigados e esmiuçados, a exemplo do que ensina, aliás, o
http://www.gropius.hpg.ig.com.br/mfs.htm, de Mário Ferreira dos Santos (segundo o próprio Olavo, o maior filósofo brasileiro).
Daí surge uma questão, um pouco mais séria: na impossibilidade de trilhar os mesmos caminhos, realizar os mesmos estudos e leituras das pessoas cujos escritos nós lemos, isto é, na impossibilidade de seguir à risca o
http://www.gropius.hpg.ig.com.br/mfs.htm, qual a atitude mais correta? Acreditar nesses escritos, tomando a autoridade do autor e as estatísticas de acertos como critério de juízo? Aceitar o que leio, justamente porque me faltam elementos para duvidar daquilo que me é mostrado?
É possível para um simples mortal acumular o conhecimento e ter acesso às informações precisas para compreender tudo à sua volta? Ou há ferramentas que tornam esse acúmulo de informações dispensável e tornam seguras a observação e a compreensão das idéias e teorias mais diversas?