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Deu confronto em POrto Alegre

Iniciado por ailton em 24/08/2007 · 10 mensagens

ailton#1
Pelegos da CUT atacaram 20 manifestantes que tentavam vaiar Lula em Porto Alegre

Ameaçados pelas vaias de 20 integrantes do Movimento Luto Brasil, 300 pelegos sindicais e ativistas lulistas resolveram atacar os manifestantes esta tarde, em frente ao prédio-sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), na Avenida Assis Brasil, zona norte da capital.

. Ao chegar ao local para mostrar seu descontentamento com a condução das diversas crises que assolam o país, os integrantes do Movimento Luto Brasil foram acuados por cerca de 300 pessoas identificadas com bandeiras e camisetas de movimentos sociais, do Partido dos Trabalhadores e outros que integram a base governista. Em seguida houve um princípio de tumulto, resultando em empurrões, faixas rasgadas e quebra de estandartes do Movimento.

. A Brigada Militar interveio, primeiramente afastando os grupos e, depois, escoltando o pessoal do Luto Brasil para fora da área ao redor da Fiergs. “Acabamos por optar pela retirada pois tememos pela nossa segurança. Era um pessoal que estava querendo briga, mesmo”, disse um dos integrantes do Luto Brasil, Emiliano Rosenfield. Depois disso, um reforço policial foi providenciado pela Brigada Militar.

http://www.polibiobraga.com.br/

Já começou....
marco_6#2
como vai repercutir?
leone_2#3
Vejam o que aconteceu em Pedro Osório.

http://www.puggina.org/sabendo/news.php?detail=n1187032993.new

Parece que de agora em diante quem não for vermelho será tratado a pauladas e pedradas.
leone_2#4
MST em Pedro Osório - Marta Fernandes de Sousa Costa
Sábado, Agosto 11, 2007

Em frente ao salão paroquial da cidade de Pedro Osório,RS, aguardávamos a abertura do portão de acesso à audiência pública solicitada pelo Ouvidor Agrário Nacional, com o objetivo de debater a Reforma Agrária.Representantes de entidades do comércio, da indústria e do agronegócio, que de maneira alguma são contra a Reforma Agrária, lá estavam para questionar a forma como ela vem sendo conduzida, pois municípios como Herval, com enorme área desapropriada entre 1994 e 1999, figuram entre os que mais empobreceram no RS, no período de 1994 a 2004.Por outro lado, há exemplos de reforma agrária bem sucedida, como a do Banco da Terra (Arapã), ao lado do Assentamento Novo Pedro Osório (MST), que não gera conflitos, trazendo o desenvolvimento socioeconômico, de maneira sustentável.Embora os portões da audiência ainda estivessem fechados, lá dentro estavam integrantes do MST, gritando que saíssemos dali, que só os seus iriam entrar, pois a “audiência era do povo”. De repente, um outro grupo de sem-terra, que se dirigia para o Fórum, surpreendendo a todos, virou a esquina em direção aos produtores rurais, que aguardavam em frente ao salão paroquial. Numa formação militar em forma de cunha, abriram caminho entre os produtores rurais, empunhando bandeiras e taquaras ponteagudas. Ficamos, eu e outros, prensados entre o portão de ferro e a massa de sem-terras que entrara no meio dos produtores rurais. Eu me segurava no portão, já de frente para o conflito. Lá de dentro, um homem tentava desprender a minha mão, enquanto uma sem-terra me sacudia, gritando que saísse dali. Ao redor, cidadãos eram empurrados, para que não entrassem no recinto da audiência. Quando o presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos fez menção de entrar, foi violentamente jogado de volta. Um integrante do MST atingiu com um tijolo o rosto de um produtor de 73 anos, próximo a mim.
leone_2#5
O segundo produtor caiu, também com um tijolo no rosto. Um veterinário, atingido por um golpe nas costas, virou-se para reagir e ficou sem ação, quando viu que a arma utilizada era um bebê nas mãos de uma mulher.Seguiu-se violento confronto, com tijolos jogados de dentro do prédio e mastros de bandeira estocados através das grades. A Brigada Militar interveio, os produtores se afastaram, mas os tijolos continuaram sendo arremessados de dentro do prédio, enquanto os militares eram impedidos de controlar a situação, com a massa humana formada pelos sem-terras tentando fechar os portões.A muito custo, a Brigada Militar conseguiu dominar a situação. A audiência foi suspensa. O Ouvidor Agrário, protegido pela Polícia Federal, entrou no salão paroquial e ouviu o MST, mas em nenhum momento ouviu o outro lado, os cidadãos e produtores rurais posicionados na calçada em frente. Aos de fora, ficou a nítida impressão de que o nome de Audiência Pública acobertava na verdade uma audiência privada onde INCRA, MST e Ouvidoria falariam a mesma língua, sem permitir o exercício da democracia. Uma audiência “pública” com convites direcionados, cujas regras não foram divulgadas, que não respeitava a ordem de chegada, “organizada” sem preocupação com a segurança e com os portões controlados pelo MST.Ninguém me contou, eu estava lá e vi o tipo de democracia que começa a se instalar no Brasil.
leone_2#6
09/08/2007 - Audiência Pública - Rodrigo Natto da Silva
09/08/2007 - 14h34 Audiência Pública proposta por Incra acaba em pancadaria
por Rodrigo Netto da Silva
Como começar uma matéria de grande impacto sem ser jornalista ou ter conhecimento sobre tal, meu maior medo é de não ser imparcial, porque ambos os lados envolvidos defendem suas teses e tem a sua visão sobre o fato, por isso me dou ao direito de relatar os fatos que presenciei e trazê-los a vocês para que cada um julgue como achar conveniente. Na manhã de hoje barreiras da Brigada Militar na entrada da cidade davam o tom a Audiência Pública proposta pelo Incra na cidade de Pedro Osório. As barreiras propostas pela BM eram pra evitar que os participantes de ambos os lados chegassem até o Salão Paroquial com outras intenções a não ser o de debater. Ao contrário do que alega o MST ambos os lados foram vistoriados, não só eles como todos os veículos que entravam na cidade inclusive o de moradores, nada passou pelas barreiras sem antes ter sido revistado pelos PMs. Segundo a BM foram apreendidos nas revistas facões, machados e foices. O movimento MST transitou tranqüilamente pelas ruas da cidade dirigindo-se até o local da audiência, lá já se encontravam os “Ruralistas” aguardando a abertura dos portões do Salão Paroquial. Pois foi justamente nesse momento que aconteceu o fato lastimável, pois a marcha do MST avançou em direção dos ruralistas, querendo adentrar o local. Porém o portão estava fechado ainda e com ambos os lados se empurrando não demorou muito para que começassem as agressões. Aos gritos de “Abre, abre, abre!!” o MST forçou e conseguiu entrar no Salão Paroquial, usando crianças como escudo, ao chegarem no portão formaram uma barreira humana com os braços trançados o que permitiu a entrada de todos.
leone_2#7
Até o momento o número de Brigadas no local era insuficiente para conter os ânimos, sendo que tentavam a todo instante acabar com as agressões. No momento que já estavam no interior do pátio, tentaram fechar o portão obstruindo todo o acesso ao local. Com a chegada da BM os policiais militares foram direto para o portão para deixar livre o acesso. Novo confronto agora MST x BM, de um lado os manifestantes do MST tentando proibir a entrada, de outro os militares querendo entrar e restabelecer a ordem no prédio. Muitos feridos de ambos os lados, a maioria dos feridos tentavam colocar um cadeado no portão fato repelido com energia pelos policiais. Atacando com o material disponível, mastro de bandeiras, pedaços de cadeiras que foram quebradas do salão, assim como as mesas, além de tijolos inteiros e em pedaços que eram jogados por cima do muro na direção da Brigada e dos ruralistas, os manifestantes tentaram por vários minutos bloquear a ação dos brigadianos, porém os policiais militares conseguiram entrar no salão e após algumas prisões restabelecer a ordem e a calma. Nossa equipe entrou junto com a BM e não vimos nenhuma agressão dentro do Salão Paroquial, lá apesar das discussões havia apenas a tentativa de ver toda a calma restabelecida. O Conselheiro Tutelar Antônio “Chaveiro” chegou ao local e pediu para ver se havia crianças fato que foi impedido pelos integrantes do MST. Várias autoridades chegaram ao local e após uma conversa demorada entre o Dep. Est. Marcon que no momento representava os manifestantes do MST e a autoridade que representava o governo estadual, ficou decidido a saída dos feridos para tratamento na Santa Casa do município. Os feridos entre eles mulheres e crianças foram levados pela Brigada Militar em um micro ônibus acompanhados ainda de um outro Conselheiro Tutelar, o Sr. André Bandeira. Os detidos foram encaminhados para a Delegacia de Pedro Osório, onde estavam sendo ouvidos.
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Um grande número de repórteres e advogados ficavam na frente da delegacia. Segundo a Brigada Militar o número de feridos foi de 13 pessoas e 6 pessoas foram detidas. A audiência pública foi suspensa, certo mesmo é que o ambiente está tenso com várias versões rolando de boca em boca deixando tudo ainda pior. Para garantir a segurança foi solicitado o reforço e uma companhia de Operações Especiais de Porto Alegre que chegou na cidade no início da tarde. Novas notícias em breve serão adicionadas.

O site é http://www.pedroosorio.net/
ailton#9
marco_6#10

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