Sabem o movimento que invadiu a faculdade de direito do Largo de São Francisco e a sede da CVRD em Belo Horizonte? É a denominada "Jornada de Lutas pela educação".
Eis as propostas:
JORNADA NACIONAL EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PUBLICA
1. Pela erradicação do analfabetismo;
2. QUEREMOS ESTUDAR: garantia do acesso da classe trabalhadora a educação publica de qualidade e socialmente referenciada em todos os níveis. Fim do vestibular e dos processos excludentes de seleção para ingresso;
3. Implementação de políticas de ações afirmativas capazes de reverter o processo histórico de exclusão, com gratuidade ativa(?) e políticas de assistência estudantil para garantir a permanência;
4. Ampliação do investimento público da educação pública para no mínimo 7% do PIB (Seria bom fazer a soma aritimética pra checar se as pretensões batem com o orçamento);
5. Em defesa da expansão de vagas com garantia de qualidade e abertura de concursos para professores e técnico-administrati vos e infra-estrutura adequada;
6. Autonomia das universidades frente às ingerências de governos e mantenedoras(ver item 10).
7. Em defesa de uma formação universitária baseada no tripé ensino, pesquisa e extensão(ver item 8) e contra a mercantilização da educação e da produção do conhecimento;
8. Por uma avaliação institucional de educação superior socialmente referenciada, com participação dos estudantes, profissionais da educação e movimentos sociais, sem caráter produtivista, meritocrático e punitivo;
9. Gestão democrática, com participação paritária de estudantes, técnico-administrati vos e docentes em todos os níveis de decisão das instituições e sistemas de ensino; (Os faxineiros dos Departamentos de Física vão apitar na ementa?)
Eis as propostas:
JORNADA NACIONAL EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PUBLICA
1. Pela erradicação do analfabetismo;
2. QUEREMOS ESTUDAR: garantia do acesso da classe trabalhadora a educação publica de qualidade e socialmente referenciada em todos os níveis. Fim do vestibular e dos processos excludentes de seleção para ingresso;
3. Implementação de políticas de ações afirmativas capazes de reverter o processo histórico de exclusão, com gratuidade ativa(?) e políticas de assistência estudantil para garantir a permanência;
4. Ampliação do investimento público da educação pública para no mínimo 7% do PIB (Seria bom fazer a soma aritimética pra checar se as pretensões batem com o orçamento);
5. Em defesa da expansão de vagas com garantia de qualidade e abertura de concursos para professores e técnico-administrati vos e infra-estrutura adequada;
6. Autonomia das universidades frente às ingerências de governos e mantenedoras(ver item 10).
7. Em defesa de uma formação universitária baseada no tripé ensino, pesquisa e extensão(ver item 8) e contra a mercantilização da educação e da produção do conhecimento;
8. Por uma avaliação institucional de educação superior socialmente referenciada, com participação dos estudantes, profissionais da educação e movimentos sociais, sem caráter produtivista, meritocrático e punitivo;
9. Gestão democrática, com participação paritária de estudantes, técnico-administrati vos e docentes em todos os níveis de decisão das instituições e sistemas de ensino; (Os faxineiros dos Departamentos de Física vão apitar na ementa?)