O governo petista não consegue mais parar de provocar as Forças Armadas. Um livro recentemente lançado pelo governo federal - Direito à Memória e à Verdade - acusa os militares de assassinatos e torturas. O livro faz o balanço dos 11 anos de trabalho da Comissão de Mortos e Dasaparecidos Políticos. Nenhum comandante das três Forças compareceu ao lançamento, mas ficou registrada a advertência do ministro Nélson Jobim, de que reações, mesmo que isoladas, não serão bem-vindas. "- Não haverá indivíduo que possa a isso reagir e, se houver, terá resposta".
Entre outras coisas, a obra acusa que, na medida em que determinado agente do Estado sabe para onde foram levados muitos desses corpos e nada revela, persiste, pelo silêncio, praticando o crime de ocultação de cadáver até os dias de hoje.
Não me canso de dizer que o governo federal está preparando o terreno para revogar a Lei da Anistia.
Gerações sofreram com as atrocidades cometidas por um estado arbitrario que em nome da ordem violou tantas normas dos direitos humanos.
Suas palavras se encaixam perfeitamente na descrição do Estado cubano.
A esquerda afirma que espera a abertura dos arquivos da ditadura, mas parece esquecer que quem está no poder é ela. Portanto, não determinou a abertura até agora porque vai ficar tirando dividendos financeiros e políticos do período 1964/1985. Se a questão é passar a limpo a história, pois então que contem a história por inteiro e não pela metade. A luta armada não tinha por finalidade a defesa de um ideal democrático. Os próprios militantes da esquerda desprezavam o conceito de democracia. Esta afirmação não é minha, mas da historiadora Denise Rollemberg, mestre em história social pela Univesidade Federal Fluminense.
"Não se resistiu pela democracia, pela retomada do status quo pré-golpe. Ninguém estava pensando em reconstituir sistema partidário ou reempossar João Goulart no cargo de presidente. A ditadura do proletariado era o objetivo da esquerda e a democracia era considerada um conceito burguês".
Aarão Reis, também professor de história da UFF e ex-guerrilheiro do MR-8, se referiu assim à ação da esquerda:
"As esquerdas radicais se lançaram na luta contra a ditadura, não porque a gente queria uma democracia, mas para instaurar o socialismo no país por meio de uma ditadura revolucionária, como existia na China e em Cuba. Mas, evidentemente, elas falavam em resistência, palavra muito mais simpática, mobilizadora, aglutinadora. Isso é um ensinamento que vem dos clássicos sobre a guerra". (Jornal O GLOBO, 29/03/2004, pág. 8).
Será que a obra lançada pelo governo fala isso?
Bom, eu todo o mundo aqui sabe que se depender de mim eu mato meia dúzia sem nem piscar, pra defender o bem. "Meia-dúzia" é força de expressão, é claro.
Dependerá das possibilidades.
E se não for assim, na minha opinião não há nenhuma chance de vitória para o mencionado BEM.
Mas estou falando em meu nome pessoal, por favor!
Tenho a maior admiração por quem pensa diferente, até. Só estou sendo honesta, porque disso também não abro mão. !
Bom, existe um juramento feito à bandeira do meu pais e eu pretendo mante-lo. Para o que os militares precisarem, estou ai a disposição para defender o meu pais.