O João Ubaldo já mencionou muito a propósito que Jobim "vive fazendo pose de General MacArthur, e só falou até agora do tamanho das poltronas...". Mas, na hora em que acha interessante, o sujeito age:
Manda quem pode. Obedece quem não tem juízo histórico. O “general” Nelson Jobim desferiu ontem mais um ataque à honra militar. O ministro da Defesa impôs o “silêncio obsequioso” aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os militares estão proibidos de se pronunciar sobre o livro-relatório "Direito à Memória e à Verdade". Lançada ontem pelo presidente e comandante-em-chefe Lula da Silva, a obra relata casos de 479 mortos e desaparecidos, entre os anos de 1961 e 1988, na repressão a adversários políticos da dita-dura militar. A Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça recomenda punição aos “militares criminosos”.
Nelson Jobim vetou a presença dos chefes militares na cerimônia de ontem, no Palácio do Planalto. O ministro da Defesa ainda ordenou como os militares devem tratar o episódio. “Estamos num processo efetivo de conciliação e que as Forças Armadas Brasileiras recebem este ato como um ato absolutamente natural. Não haverá indivíduo que possa a isto reagir. Se houver, terá resposta”. Os militares da ativa devem obedecer às ordens dos chefes Lula e Jobim. Já os militares da reserva devem usar o teatro de operações livre da Internet para mais uma batalha de Itararé contra o governo.
Sem os militares na festinha, o presidente da República resolveu fazer média com os familiares de mortos e desaparecidos políticos. Lula prometeu criar uma comissão para obter dos atuais militares informações sobre os restos mortais de opositores mortos pela ditadura militar (1964-1985). Lula só pediu que sua decisão fosse mantida em reserva, para não atrapalhar as novas negociações sobre informações da repressão política que os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) estabelecerão com os comandantes militares.http://alertatotal.blogspot.com/
Manda quem pode. Obedece quem não tem juízo histórico. O “general” Nelson Jobim desferiu ontem mais um ataque à honra militar. O ministro da Defesa impôs o “silêncio obsequioso” aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os militares estão proibidos de se pronunciar sobre o livro-relatório "Direito à Memória e à Verdade". Lançada ontem pelo presidente e comandante-em-chefe Lula da Silva, a obra relata casos de 479 mortos e desaparecidos, entre os anos de 1961 e 1988, na repressão a adversários políticos da dita-dura militar. A Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça recomenda punição aos “militares criminosos”.
Nelson Jobim vetou a presença dos chefes militares na cerimônia de ontem, no Palácio do Planalto. O ministro da Defesa ainda ordenou como os militares devem tratar o episódio. “Estamos num processo efetivo de conciliação e que as Forças Armadas Brasileiras recebem este ato como um ato absolutamente natural. Não haverá indivíduo que possa a isto reagir. Se houver, terá resposta”. Os militares da ativa devem obedecer às ordens dos chefes Lula e Jobim. Já os militares da reserva devem usar o teatro de operações livre da Internet para mais uma batalha de Itararé contra o governo.
Sem os militares na festinha, o presidente da República resolveu fazer média com os familiares de mortos e desaparecidos políticos. Lula prometeu criar uma comissão para obter dos atuais militares informações sobre os restos mortais de opositores mortos pela ditadura militar (1964-1985). Lula só pediu que sua decisão fosse mantida em reserva, para não atrapalhar as novas negociações sobre informações da repressão política que os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) estabelecerão com os comandantes militares.http://alertatotal.blogspot.com/