Han-han...han-HAN! (pigarro avisador de entrada em cena)
É fato: o descumprimento do papel natural da mulher foi um fator catastrófico.
Foi-se a família, foi-se o clã, foi-se tudo por água abaixo.
As crianças sem a correta imagem do pai e sem a correta imagem da mãe despencam, cada dia mais, num (igualmente cada vez mais) precoce buracão de abandono físico, afetivo e intelectual. Mais triste e mais brutal, porque trata-se de indefesos.
E o modelo trágico se repete, numa espiral descendente (eu ía dizer "ascendente", pra indicar que a coisa cresce, mas não consegui. Vocês me entendem) de destruição.
Mas, afinal de contas, as feministas sempre contaram com seus grandes aliados masculinos.
A recusa ao cumprimento da verdade biológica foi mútua: e não haveria tantas feministas tão ativas se não houvesse essa contraparte masculina batendo palminhas e achando ótimo e mandando ver.
Pra cada imbecil de qualquer sexo que passa a vida sob a lei do "o que eu quero é ser feliz", tem um outro do sexo oposto fazendo a mesma coisa. E dane-se o resto, aí incluídas as pobres crianças.
O que tem como EFEITO ÓBVIO a crescente infantilização da humanidade: podem olhar, e verificar. Emocionalmente, fisicamente, sob qualquer prisma, há uma crescente infantilização, e uma valorização do "ser criança", "agir como criança", "permanecer criança", "não crescer", "negar responsabilidades", "nunca assumir compromissos, ou desrespeitá-los", etc.
E a imagem física neutra, não diferenciada sexualmente, cada dia prevalece um pouco mais: para que fique claro, explícito, o não-crescimento desejável. Como era de se esperar, mesmo.
O éfebo a se confundir com a ninfeta, ambos não terminados ainda, não plenos ainda: ainda no limbo que precede a diferenciação completa.
A recusa à maturidade, tanto intelectual quanto física.
O monumental aumento da homossexualidade tem uma de suas grandes explicações exatamente aí.
A imagem da VITAL companheira do homem, a que esmaga a serpente com o pé nu, em seu pleno direito e esplendor - foi RECUSADA, inclusive e principalmente pelo feminismo. Mas por muitos homens, também e igualmente.
O feminismo impôs uma idiotice que tenta ser um homem com outro corpo, sob uma lógica parva de que mulher "é igual" a homem, que todas devem abrir mão de seus padrões e tendências naturais e confortáveis pra "virar" (no sentido de "ser como") um homem, agir dentro dos mesmos padrões que são dele, e - conseqüência LÓGICA, competir com ele: o feminismo DETONA, DESTRÓI e ATACA o Feminino - que é seu COMPLETO OPOSTO, e seu pior inimigo.
E detona, destrói e ataca o Feminino, é claro, pela mesma matriz tática perversa que fundamenta o gramscismo: a de NEGAR o Feminino e de DISTORCÊ-LO até transformá-lo em seu contrário.
O princípio Masculino e o princípio Feminino hão de sempre, numa maravilhosa evidência da Bondade Transcendente, procurar um ao outro, e ser de fato reais companheiros na vida.
Mas, enquanto isso, na confusão imbecil vigente, o caos continua, e as crianças pagam - até que o círculo, finalmente, se feche láááá no fundo do despenhadeiro. Infelizmente.
Acho que as mulheres têm uma queda mais acentuada para a religiosidade de maneira geral.
Ou vai dizer que nunca reparou que a presença feminina é dominante nas igrejas? Grupos de oração e devoção também são coisas muito mais associadas a mulheres.
Não é mera coincidência. O sufrágio feminino ajudou a causar a expansão do Estado. Isso é inegável .Se isso em si serve como argumento contra o sufrágio feminino, aí é outra questão. E se serve como argumento hoje, é ainda outra questão. Agora é tarde demais.
podia servir como argumento contra o sufrágio feminino antes dele existir. Mas os que eram favoráveis a ele (como Vargas) poderiam argumentar que seria falacioso afirmar que o sufrágio feminino iria aumentar o Estado, pois afirmar isso seria tentar prever o futuro.
é mais ou menos como a questão do aborto.
sim, o aborto contribuiu estatisticamente para a diminuição da criminalidade. Isso é um fato (premissa). Mas isso em si justifica o aborto? aí já é outra questão.
o Brasil foi um dos primeiros países do mundo ocidental a ter sufrágio feminino. Vejam em que ano isso ocorreu em Portugal. Ou na Suíça. Façam uma comparação com o serviço militar obrigatório (no mundo ocidental só existe para mulheres, que eu saiba, em Israel - que não é exatamente um país "ocidental").
vamos tentar analisar a cousa de forma fria e objetiva, à distância..
" As crianças sem a correta imagem do pai e sem a correta imagem da mãe despencam, cada dia mais, num (igualmente cada vez mais) precoce buracão de abandono físico, afetivo e intelectual. Mais triste e mais brutal, porque trata-se de indefesos."
Parabéns doutora: sua análise foi perfeita. Quanta falta nos faz o patriarcado e o matriarcado.
Uriel, o aborto é indefensável. Se menos crianças nascem em condições aterrorizantes, isso não significa NENHUMA DIMINUIÇÃO nas circunstâncias aterrorizantes.
Significa que estão sendo assassinados aqueles que nasceriam e compartilhariam de tais circunstâncias, justamente criando uma ilusão HORRIPILANTEMENTE MEDONHA de que as mencionadas circunstâncias aterrorizantes "diminuiram". Não sei se me faço entender. Mas sei que estou certa.
O Mal não é destruído nem mesmo se for estéril - o Mal se propaga talvez até mais por este exato motivo.
Sei que estou pushing hard, e ouso pensar que devo push harder.
Acontece, e devemos todos fazer isso. É mandatório.
Creio que a questão do voto estritamente masculino estava mais ligada ao fato de ser um voto "da família", que se manifestava através do seu líder natural. Isso fica mais claro quando percebemos que a idade mínima era ainda maior (25 anos) e religiosos e soldados rasos não votavam.
Concordo. Porém isso não muda o fato de que o aborto diminuiu a criminalidade. Diminuiu sim (fato). Mas ainda assim permanece indefensável moralmente. Um fato não é uma opinião. Esse é um cacoete brasileiro típico.
da mesma forma, o sufrágio feminino contribuiu sim para a expansão do Estado (fato).
se isso vale como argumento contra o sufrágio feminino, aí é outra questão.
a minha comparação com o aborto foi meramente retórica e "didática".
o sufrágio feminino (e universal) é um dos itens do manifesto fascista de Mussolini (vou citar em inglês, não tenho o original em italiano):
For the political problem: We demand:
a) Universal suffrage polled on a regional basis, with proportional representation and voting and electoral office eligibility for women.
b) A minimum age for the voting electorate of 18 years; that for the office holders at 25 years.
c) The abolition of the Senate.
(Manifesto da Luta Fascista, 1919)
um autor conservador-libertarian cristão (a quem devo essa citação acima) comentou (sobre sufrágio feminino e fascismo):
"As with National Socialism and Communism, it is easy to see that far from being a right-wing ideology, fascism is simply another variant of leftist worship of the State. I found the first plank in the above platform to be particularly amusing, as last week on my blog, Vox Popoli, a five-day debate sparked by a post on the historical consequences of women's suffrage caused some hysterical leftists to label me a fascist."
Link: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=39164
"1. There is no evidence that women voting has been a positive development in any nation in the world. Should someone like to submit some for once, I'd be happy to examine it."
A maioria das mulheres se comportam atualmente de acordo com a parte que foi cabida a elas pela sociedade, surge então o estereótipo da fofoqueira da janela, da dona-de-casa mau humorada, a gostosona sensual, todos esses padrões são facilmente encontrados em qualquer meio. Ortega y Gasset dizia que se sentia entristecido ao "ver a humildade com que hoje a mulher, destronada, procura insinuar-se e ser tolerada na sociedade dos homens". Nesse caso, o interessante é que os próprios homens, em termos gerais, ao mudarem a perspectiva de mundo; uma valorização do corpo varonil, a exaltação da beleza, etc, deformaram a posição da mulher e sua real importância. O mesmo autor cita que as épocas são intercaladas de momentos de masculinidade e feminilidade, como exemplo mostra a alta e baixa idade média, uma época de rudeza nos tratos e comportamento, e depois o esplendor das cortes européias, com homens finos e elegantes, trajes grossos trocados por vestes leves, muitas vezes inspiradas nos desenhos femininos, com isso pretende mostrar como funciona a real influência feminina.
o Brasil foi um dos primeiros países do mundo ocidental a ter sufrágio feminino. Vejam em que ano isso ocorreu em Portugal. Ou na Suíça. Façam uma comparação com o serviço militar obrigatório (no mundo ocidental só existe para mulheres, que eu saiba, em Israel - que não é exatamente um país "ocidental").
vamos tentar analisar a cousa de forma fria e objetiva, à distância..
Com todo respeito, meu amigo, vc está errado. Não foi o sufrágio feminino que gerou o alargamento do Estado, mas o sufrágio universal mesmo, já que a nova mentalidade concebia o Estado como panacéia para problemas sociais. E por falar em mulheres, elas representavam o eleitorado mais conservador deste processo. Um pouco antes da guerra civil espanhola, por exemplo, o grosso do eleitorado feminino era genuinamente conservador e ultracatólico, e os socialistas se arrependeram de elevar o sufrágio a elas, precisamente pq o voto delas somavam contra os partidos de esquerda.
Mas eu adorei a sinceridade, Leonardo! Muito elogiosa, por sinal!
O esgotamento dentro de um universo estúpido também tem equivalente no pensamento masculino, ou, melhor dizendo: TODO o pensamento humano está comprometido. O termo "imbecil coletivo" que o Olavo cunhou (e pelo qual tenho especial carinho, porque foi através do livro que leva este título que eu tomei conhecimento de que o Olavo existia, acreditem!) é da mais absoluta precisão.
E sim, eu concordo: o conservar é muito Feminino.
Completamente essencial, e inclui desde o cuidado na transmissão de valores fundamentais até fazer compota da maneira certa. Palavra de honra: é de fio a pavio, mesmo, e está na nossa natureza. !
Que o aborto diminui a criminalidade NÃO é um fato, como demonstrou o Fernando no seu post na primeira página deste tópico. Trata-se de uma afirmação cuja fonte é o Freakanomics, contestável.
Por outro lado, a grande maioria dos comunistas que eu conheço (e eu conheço o bastante suficiente para que não me acusem de utilziar minha própria ignorância como argumento) são homens. Aliás, a grande maioria das pessoas engajadas politicamente são homens. Mulheres tendem a ser mais apolíticas.
Acho que a contribuição das mulheres na política não é exatamente a de votar em alguém por ser interventor e tal. Por serem apolíticas, mulheres acabam votando em políticos fisiológicos, clientelistas, demagógicos, com discurso fácil e bonito, e estes sim tendem aumentar o Estado, até como forma de aumentar sua rede de corrupção pelos meandros da burocracia e do excesso de dinheiro público.
"Isso é plágio, Pri. A Igreja vem dizendo isso faz um tempão.
E por falar nisso, em que pé está sua "conversão"??? Já está usando o mesmo discurso que o papa... " [2] [e para o alto e avante ]
"Com todo respeito, meu amigo, vc está errado. Não foi o sufrágio feminino que gerou o alargamento do Estado, mas o sufrágio universal mesmo"
O sufrágio universal em geral e também o feminino em específico.
"o grosso do eleitorado feminino é conservador"
Há controvérsias. E anti-comunista não é necessariamente a mesma coisa que conservador.
Por exemplo, mulheres tendem a ser sempre anti-guerra, por se preocuparem com os filhos e maridos (instintos maternais). E a serem mais emotivas.
o sufrágio universal e a "democracia" (eleições) são apenas uma bela idéia progressista que infelizmente foi disseminada pela maçonaria e pelos liberais.
o sistema eleitoral funciona bem nos EUA porque lá há uma tradição conservadora anglo-saxônica.
É o mesm ocaso da Suíça (que tem até voto direto mas com extremo federalismo - "cantões" pequenos que são quase Cidades-Estados - e uma sociedade militarizada onde todos os homens são soldados. Não por acaso um dos últimos países ocidentais a ter sufrágio feminino)
e notem também que a maioria dos Estados europeus que têm eleições (tanto Repúblicas quanto Monarquias) são parlamentaristas, isto é, são Estados nos quais o povo não elege diretamente o chefe de Estado.
se eu morasse em um principado, emirado (como Duai) ou ditadura onde não há eleições diretas ou não há eleições nunca (para o governo federal) , eu confesso que não me importaria muito com isso, desde que essa ditadura zelasse pela ordem, não cobrasse impostos muito altos e respeitasse as liberdades individuais de consciência, propriedade etc. De que adianta viver em um lugar democrático onde há eleições que elegem tiranos que nos cobram tributos injustos e não respeitam a propriedade e outros direitos?
não é que eu seja "contra" as eleições em si. Simplesmente não as idolatro.
Mas eu acabei desviando o assunto e "enchi a tela". Peço desculpas. Crei um novo tópico: /CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2553631900295175944&na=4Eleições e sufrágio universal
algumas pessoas questionaram a relação entre sufrágio feminino e expansão estatal. Independentemente de opiniões pessoais, é um fato histórico, como o demonstraram John Lott e Vox Popoli http://freedomnomics.blogspot.com/search?q=suffrage
Vox Popoli dá alguns exemplos:
Mussolini defendia em seu manifesto o sufrágio feminino. Chegou ao poder em 1922 e concedeu o sufrágio feminino em 1925. Um país com uma forte tradição de armas como a Suíça, aprovou legislação de controle de porte de armas pouco tempo após o advento do sufrágio feminino.
3. History shows that the women's vote is inextricably tied to a substantive loss of individual freedom. Only 22 years after women received the right to vote in Switzerland, that country passed an amendment to its constitution giving the federal government the right to pass legislation relating to firearms. Within four years, legislation had passed requiring permits for weapons purchases, permits for bearing arms in public and banning handguns, in direct contradiction of its centuries-old militia tradition, and now the militia system itself is under attack by the SDP, the Swiss Socialist Party.
"Uriel afirmou: "fascistas sempre são a favor do sufrágio feminino". E você, Uriel? É contra ou a favor?"
Brasilero sempre se interessa mais em saber a opinião pessoal do debatedor do que analisar a questão objetivamente. Ademais, você me citou mal. Eu disse que fascistas sempre são a favor do sufrágio feminino em específico e do sufrágio universal em geral - o que certamente é muito interessante, pois contraria o mito de que o sufrágio universal garante a liberdade (e portanto fascistas deveriam ser contra)
é muito fácil para nós todos hoje arregalar olhos diante da mera idéia da não existência de sufrágio feminino. We take it for granted. É preciso analisar o contexto histórico e social.
Na Suíça, onde todo homem é soldado, a idéia de liberdade e de cidadania está fortemente associada ao porte de armas e defesa da pátria. Como esse serviço militar (part-time) vitalício não é obrigatório às mulheres, elas não votavam. A Suíça foi portanto um dos últimos países europeus a ter sufrágio feminino. E nem por isso deixa de ser historicamente um dos países com mais liberdade.
não acho que o sufrágio feminino em si garanta nada ou que necessariamente represente um avanço - tendo-se em vista uma sociedade patriarcal tradicional na qual a maioria das mulheres não trabalha (e essa era a realidade no mundo inteiro até 1960). Não é o caso hoje em dia.
de modo que seria uma estupidez monstruosa querer abolir o sufrágio feminino hoje. De modo que, respondendo à sua pergunta, Felipe, sou totalmente a favor de que as mulheres instruídas votem hoje. Sou contra sim o sufrágio universal, isto é, contra o voto analfabeto (seja masculino ou feminino) e o voto de presidiários.
Mas reconheço que se vivesse em outra época, na qual as mulheres não tinham o papel social que têm hoje, eu não necessariamente seria um defensor entusiasmado do voto feminino. É bem provável que eu nem visse a idéia com bons olhos.. E você?
A maioria dos países europeus e ibero-americanos adotou o voto feminino após a II Guerra Mundial, bem na época de ouro do Welfare State, que durou até os anos 70, quando entrou em colapso, primeiro na Escandinávia (onde começou primeiro), e depois no resto do continente.
Mas creio ser uma engenhosidade associar os dois fatos.
Há muitos outros fatores que podem explicar o aumento da influência do Estado, antes de apontar o "dedo" da escolha das mulheres, até porque há muitos outros fatores que devem ser considerados.
1. A maioria das mulheres, na década de 50, era de casadas. E as que não eram, foram ou queriam ser. Ou seja, inclinações mais conservadoras que o voto operário tradicional. Talvez por isso os social-democratas nunca insistiram muito no voto feminino, que acabou tradicionalmente como uma bandeira da classe média.
2. No imediato pós-guerra (quando das legislações que permitiram o voto feminino), ainda existia uma enorme popularidade da União Soviética e dos partisans, aclamados como a força que derrotou Hitler. Isso teve influência forte nas leis sociais.
3. Até os anos 60, as reivindicações das mulheres estavam muito distantes das bandeiras comportamentais da esquerda. O movimento feminista praticamente inexistia.
4. Nessa época, mesmo os partidos conservadores consentiam com parte do programa de proteção do Estado e sua atividade na área produtiva. Isso deu mais força ao Welfare State.
5. Ainda hoje o voto feminino pende para assuntos mais ligados à família. Foram elas que elegeram Sarkozy.
Para mim a desgraça começou com a República, pois os ideais republicanos se confundem e muito, com os ideais socialistas, e ou comunistas, já a Monarquia é muito mais estável, de valores muito mais sólidos e permanentes, e muito mais conservadora do que essa merda de República. O avanço do Estado nada mais é do que o avanço dos valores e das premissas de esquerda, que são tidas como incontestáveis, pois são politicamente corretas, ou seja, uma coisa vai desencadeando a outra, e o resultado final é sempre o mesmo; a imposição ao conjunto da sociedade da prevalência de valores "libertadores e democráticos que são claro; sempre aqueles defendidos pela esquerda". Confunde-se socialismo com justiça social, e comunismo com libertarismo, conceitos absolutamente opostos e contraditórios entre si. Com relação ao sufrágio feminino realmente eu não tenho idéia de se esse fato em si contribuiu ou não para a expansão do Estado, teria que me informar melhor a respeito do assunto.
E por falar em mulheres, elas representavam o eleitorado mais conservador deste processo. Cardeal
Um professor meu de História (marxista), sobre História do Ceará, certa vez, disse que a intenção do sufrágio feminino foi aumentar o eleitorado "conservador", já que a proporção de mulheres que iam para a Igreja era bem maior e tal. Falou que aqui, na época, havia umas ligas das mulheres bem conservadoras e tal.
O problema é que o "conservadores" aí é Vargas, Plínio Salgado e etc. Essas mulheres, fascistas ou filo-fascistas, adoravam o Estado grande, assim como os padres da Igreja Católica sempre gostaram.
O conservador católico tende a adorar um paternalismo político.