postei este topico para o relato de professores que ja tiveram de lidar com o lixo do livro de Historia do Schimidt que so agora está sendo excluido. Ainda tenho aulas que os alunos receberam este material porco e desde o inicio do ano havia avisado que iria mostrar tudo diferente do que estava ali. Sei que muitos alunos me acharam "exotico" mas agora viram que estava com a razao e ate me aplaudiram em sala. Ensinei a eles como saber interpretar um livro comunista. O comentario do Jabor na CBN tb esta bom, embora ele seja um gd safado ao esconder informações sobre o Olavo ser o principal escritor brasileiro na atualidade a ter informado sobre esta situação a pelo menos dez anos atras.
Professores que conheceram livro do MEC
Em dez anos, 20 milhões de alunos usaram livro polêmico
São Paulo - A coleção de livros didáticos Nova História Crítica, do autor Mario Schmidt, já foi usada nos últimos dez anos por mais de 20 milhões de estudantes no país. O livro foi rejeitado neste ano pela avaliação do MEC (Ministério da Educação) e tem sido acusado de veicular propaganda ideológica.
Segundo a Editora Nova Geração, responsável pela publicação, foram comprados e distribuídos a escolas de todo o país 9 milhões de exemplares nos últimos anos. Como o governo só compra livros didáticos a cada três anos, o exemplar deve ser repassado para os colegas mais novos duas vezes, ou seja, é usado por três alunos.
São Paulo - A coleção de livros didáticos Nova História Crítica, do autor Mario Schmidt, já foi usada nos últimos dez anos por mais de 20 milhões de estudantes no país. O livro foi rejeitado neste ano pela avaliação do MEC (Ministério da Educação) e tem sido acusado de veicular propaganda ideológica.
Segundo a Editora Nova Geração, responsável pela publicação, foram comprados e distribuídos a escolas de todo o país 9 milhões de exemplares nos últimos anos. Como o governo só compra livros didáticos a cada três anos, o exemplar deve ser repassado para os colegas mais novos duas vezes, ou seja, é usado por três alunos.
Incoerência metodológica
A coleção, com livros para alunos de 5ª a 8ª séries, menciona que a propriedade privada aumenta o egoísmo e o isolamento entre as pessoas e que o MST (Movimento dos Sem-Terra) se tornou um importante instrumento na luta pela justiça social no Brasil. Além disso, critica o acúmulo de capital da burguesia e faz elogios ao regime cubano.
"O problema do livro do Schmidt é que ele não propõe um debate historiográfico, além das incorreções e do preconceito", afirma o professor de metodologia de ensino de história da pós-graduação da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, Alexandre Godoy.
A coleção, com livros para alunos de 5ª a 8ª séries, menciona que a propriedade privada aumenta o egoísmo e o isolamento entre as pessoas e que o MST (Movimento dos Sem-Terra) se tornou um importante instrumento na luta pela justiça social no Brasil. Além disso, critica o acúmulo de capital da burguesia e faz elogios ao regime cubano.
"O problema do livro do Schmidt é que ele não propõe um debate historiográfico, além das incorreções e do preconceito", afirma o professor de metodologia de ensino de história da pós-graduação da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, Alexandre Godoy.
Ministério do Encentivo (homenagem ao Noço lider..ahuaha) ao Comunismo...
não esperava outra coisa.
não esperava outra coisa.