Polícia estoura clínica de aborto em Goiânia
Plantão | Publicada em 21/09/2007 às 08h34m
GloboNews TV
GOIÂNIA - A polícia estourou uma clínica clandestina de aborto, em Goiânia. O médico responsável, Antonio Carlos da Silva, que é reincidente no crime, foi preso com outras seis pessoas. A polícia acredita que ele fizesse, pelo menos, dois abortos por dia.
A polícia monitorou a movimentação na clínica durante dois meses. Para ter certeza que o local funcionava como uma clínica clandestina de aborto, duas agentes foram até lá, se passando por cliente e acompanhante. O acerto foi filmado por uma microcâmera da polícia. A estufa de esterilização ficava na cozinha e a sala de cirurgia era improvisada em um dos cômodos da casa.
Esta não é a primeira vez que Antonio Carlos foi preso. Em 2003, o médico foi flagrado preparando uma jovem para o aborto, em uma clínica em que ele mantinha na mesma região. O médico chegou a ser cassado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), mas conseguiu anular a decisão na Justiça.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/09/21/297821379.asp
Plantão | Publicada em 21/09/2007 às 08h34m
GloboNews TV
GOIÂNIA - A polícia estourou uma clínica clandestina de aborto, em Goiânia. O médico responsável, Antonio Carlos da Silva, que é reincidente no crime, foi preso com outras seis pessoas. A polícia acredita que ele fizesse, pelo menos, dois abortos por dia.
A polícia monitorou a movimentação na clínica durante dois meses. Para ter certeza que o local funcionava como uma clínica clandestina de aborto, duas agentes foram até lá, se passando por cliente e acompanhante. O acerto foi filmado por uma microcâmera da polícia. A estufa de esterilização ficava na cozinha e a sala de cirurgia era improvisada em um dos cômodos da casa.
Esta não é a primeira vez que Antonio Carlos foi preso. Em 2003, o médico foi flagrado preparando uma jovem para o aborto, em uma clínica em que ele mantinha na mesma região. O médico chegou a ser cassado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), mas conseguiu anular a decisão na Justiça.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/09/21/297821379.asp