Oh, meu comentário é que qualquer coisa que se escreva como piada vira verdade em três tempos, infelizmente!
Há anos eu propus que Luifináfio desse os diplomas logo de uma vez, sem curso nenhum, para as tais "minorias excluídas". É gay? Toma seu diploma. É prostituta? Taqui o diploma. Negros, índios, favelados, sei lá. Ipso facto diplomados.
O Estado teria uma "comissão" pra decidir a distribuição dos diplomas, segundo os critérios daquele desqualificado que é reitor da UnB, por exemplo.
O segundo passo seria, evidentemente, botar na cadeia quem não aceitasse o tal diploma. Por crime de "discriminação".
Aí é isso aí, como diria meu irmão. Virou verdade. Nem me espanto mais.