Ali Kamel critica outro livro didático esquerdista
Ali encabeça uma campanha excelente, mas é o tal negócio: o "guia" do MEC está TODO, INTEIRO, contaminado.
Eu só discordo dele (Ali Kamel) quando diz que este livro que ele criticou hoje no Globo não é tão ruim quanto o "Nova História Crítica"- palavra de honra que eu achei até pior, se é que tal coisa é possível.
Eu só discordo dele (Ali Kamel) quando diz que este livro que ele criticou hoje no Globo não é tão ruim quanto o "Nova História Crítica"- palavra de honra que eu achei até pior, se é que tal coisa é possível.
É ótimo que o Ali Kamel esteja encabeçando essa campanha, eu sou professor e acho que o problema é tão grave que vai demorar muito tempo pra mudar. Mas o fato de haver a discussão é um início e serve também para as pessoas começarem a compreender mais o perigo do esquerdismo e também entender o que é a estratégia de Antônio Gramsci que vem sendo posta em marcha. Isso deverá estimular a que vá aumentando a oposição ao governo Lula e contra a esquerda.
Serve apenas pra isso mesmo, porque acreditar que em pouco tempo vai se conseguir tirar a doutrinação esquerdista das escolas é uma ilusão. Primeiramente vai demorar pra serem tirados os livros didáticos esquerdistas e substituídos por outros e depois, mesmo se fosse possível fazer isso rápido, a grande maioria dos professores dos cursos de história, geografia, sociologia, filosofia está intoxicada de marxismo e esquerdismo e mesmo que o livro didático não faça propaganda da esquerda e do PT eles fariam em sala de aula, diriam que o livro não critica o capitalismo porque a educação está dominada pela burguesia e coisas assim. Só quando as universidades se tornarem mais pluralistas, o marxismo perder força, é que vão surgir mais professores dispostos a não fazer propaganda política do comunismo e do PT nas escolas.
Serve apenas pra isso mesmo, porque acreditar que em pouco tempo vai se conseguir tirar a doutrinação esquerdista das escolas é uma ilusão. Primeiramente vai demorar pra serem tirados os livros didáticos esquerdistas e substituídos por outros e depois, mesmo se fosse possível fazer isso rápido, a grande maioria dos professores dos cursos de história, geografia, sociologia, filosofia está intoxicada de marxismo e esquerdismo e mesmo que o livro didático não faça propaganda da esquerda e do PT eles fariam em sala de aula, diriam que o livro não critica o capitalismo porque a educação está dominada pela burguesia e coisas assim. Só quando as universidades se tornarem mais pluralistas, o marxismo perder força, é que vão surgir mais professores dispostos a não fazer propaganda política do comunismo e do PT nas escolas.
[url]/Community.aspx?cmm=39312247[/url][url]/Community.aspx?cmm=8333310[/url]
A estupidez humana, etc.
A estupidez humana, etc.
Josué, gostaria de ser otimista, mas não vou me iludir se é claro pra mim que é impossível isso ocorrer rápido. Ainda mais por ser professor, ver de dentro como as coisas são, só posso dizer que vai demorar a mudar. Ninguém deve desanimar por causa disso, cada um deve fazer o que pode para que vá mudando aos poucos.
Parabéns, Kamel!
Achei bonitinho o "História crítica".
Vocês também não tem uma visão crítica da realidade? Eu tenho: mas não aquela que a esquerda gostaria de ouvir. Será que eles topam o "debate"?
Vocês também não tem uma visão crítica da realidade? Eu tenho: mas não aquela que a esquerda gostaria de ouvir. Será que eles topam o "debate"?
Nem tente, Toth.
Topam e é um sacrifício.
Pra começar o debate não é debate; os caras não têm argumentos e você acaba tendo que explicar pro sujeito rigorosamente TUDO o que está sendo "debatido", porque ele não tem noção de nada. Fica de pé fincado num besteirol desvinculado da realidade e você lá, tentando explicar o mínimo pro infeliz.
O que você acha que é crítica ele acha que é "visão maniqueísta" ou um desses termos. O que ele chama de crítica é doutrinação comunista. O cara retorce e vira do avesso todos os conceitos. Aliás, ele também não sabe o que é conceito: todos pra ele são preconceitos.
É um verdadeiro suplício.
Torra paciência de santo, imagina a minha, que sempre foi meio precária... !
Eu já desisti, graças a Deus.
Topam e é um sacrifício.
Pra começar o debate não é debate; os caras não têm argumentos e você acaba tendo que explicar pro sujeito rigorosamente TUDO o que está sendo "debatido", porque ele não tem noção de nada. Fica de pé fincado num besteirol desvinculado da realidade e você lá, tentando explicar o mínimo pro infeliz.
O que você acha que é crítica ele acha que é "visão maniqueísta" ou um desses termos. O que ele chama de crítica é doutrinação comunista. O cara retorce e vira do avesso todos os conceitos. Aliás, ele também não sabe o que é conceito: todos pra ele são preconceitos.
É um verdadeiro suplício.
Torra paciência de santo, imagina a minha, que sempre foi meio precária... !
Eu já desisti, graças a Deus.
Esse link que colaram aqui nesse tópico http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?do=Wm14a…UT09WnhQMko=
da bela matéria do Ali Kamel, que pega leve, é elegante até demais, mas ainda assim tem meu aplauso, hospeda um articulista muito conhecido dos leitores do Olavo.
Dêem uma olhadinha para a esquerda da tela e vejam quem assina o artigo "O Coletivismo de Rousseau". Pelo título e pela alcunha do "gramaticus", fica fácil saber.
hehehehe
Ganha um doce.
Abraços,
f.
da bela matéria do Ali Kamel, que pega leve, é elegante até demais, mas ainda assim tem meu aplauso, hospeda um articulista muito conhecido dos leitores do Olavo.
Dêem uma olhadinha para a esquerda da tela e vejam quem assina o artigo "O Coletivismo de Rousseau". Pelo título e pela alcunha do "gramaticus", fica fácil saber.
hehehehe
Ganha um doce.
Abraços,
f.
É, apesar de tudo, o Spamta ajuda a liquidar esquerdalhas por aí...
É só dar um dinheiro que eles fazem qualquer negócio. Eu não me surpreederia em ver o Spanta no blog do PT se dessem uma grana para ele ficar do lado de lá.
O problema da maioria dos liberais é esse: como não tem alma, topam tudo por dinheiro.
O problema da maioria dos liberais é esse: como não tem alma, topam tudo por dinheiro.
.
acho que pela primeira vez concordo com o "Massa Sofrida".
o Reinaldo Azevedo (e até mesmo o Diogo Mainardi) perde muito de sua credibilidade por não criticar suficientemente o PSDB.
a CPMF foi criada pelos tucanos. O MST foi criado e engorda pelo governo de FHC. A proposta do desarmamento surgiu durante o governo FHC (apenas um episódio trágico no qual uma marginal fez uma mulher de refém dentro de um ônibus).
A altíssima carga tributária subiu muito durante o governo de FHC. o conteúdo marxista nos currículos escolares do MEC surgiu durante o governo tucano. E assim por diante.
FHC passou a faixa pra Lula com orgulho professoral mesmo (palavras dele mesmo. e de Lula).
acho que pela primeira vez concordo com o "Massa Sofrida".
o Reinaldo Azevedo (e até mesmo o Diogo Mainardi) perde muito de sua credibilidade por não criticar suficientemente o PSDB.
a CPMF foi criada pelos tucanos. O MST foi criado e engorda pelo governo de FHC. A proposta do desarmamento surgiu durante o governo FHC (apenas um episódio trágico no qual uma marginal fez uma mulher de refém dentro de um ônibus).
A altíssima carga tributária subiu muito durante o governo de FHC. o conteúdo marxista nos currículos escolares do MEC surgiu durante o governo tucano. E assim por diante.
FHC passou a faixa pra Lula com orgulho professoral mesmo (palavras dele mesmo. e de Lula).
Realidade descrita por uma funcionária da Saraiva:
- Jovem só lê o que é indicado pelos professores. De outra forma, só com um mega-marketing.
- Editoras dependem das escolas adotarem os livros e não sobreviveriam dependendo só do público (poucos lêem).
- Os professores querem receber tudo mastigado: querem apenas livros com material de apoio, suplementos e encartes para os professores
- Há professores que adotam um título sem sequer lê-lo.
- Livros com literatura de verdade, que exigem mais do leitor, não têm chance nas escolas.
- Têm chance apenas os livros simples, distantes da verdadeira literatura, que abordam os "temas transversais" exigidos pelos professores: ecologia, multiculturalismo, ética, saúde, orientação sexual, trabalho e consumo (estes dois últimos devem ser codinome para marxismo).
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=23196122&tid=2541666572384952125&start=1[/url]
- Jovem só lê o que é indicado pelos professores. De outra forma, só com um mega-marketing.
- Editoras dependem das escolas adotarem os livros e não sobreviveriam dependendo só do público (poucos lêem).
- Os professores querem receber tudo mastigado: querem apenas livros com material de apoio, suplementos e encartes para os professores
- Há professores que adotam um título sem sequer lê-lo.
- Livros com literatura de verdade, que exigem mais do leitor, não têm chance nas escolas.
- Têm chance apenas os livros simples, distantes da verdadeira literatura, que abordam os "temas transversais" exigidos pelos professores: ecologia, multiculturalismo, ética, saúde, orientação sexual, trabalho e consumo (estes dois últimos devem ser codinome para marxismo).
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=23196122&tid=2541666572384952125&start=1[/url]
"História Crítica" é um eufemismo para "História com viés esquerdista". Um dos traços que eu já notava, desde os meus tempos de escola, era que os meus professores, todos ardorosos defensores da História Crítica, rejeitavam a idéia de "heróis" na História, ao mesmo passo que morriam de admiração por Che Guevara, Ho Chi Minh, Lenin e Thomas Münster.
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os jovens também lêem "O Código DaVinci".
os jovens também lêem "O Código DaVinci".
O nome certo é "Cocôdigo Da Vinci".
[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=52704132&tid=5365766775848123389&na=4[/url]