Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Influência Gramsciana nas empresas privadas

Iniciado por rafael_9 em 02/10/2007 · 15 mensagens

rafael_9#1
Tem coisa mais Marxista que "Responsabilidade Social"?

E agora ainda tem a "Responsabilidade Ambiental", daqui a pouco as empresas vão estar fazendo tudo, menos gerar lucros, motivador principal dos investimentos.
inocncio#2
Eu conheço muitos ditos "líderes empresarias" que repetem os jargões comunistas melhor que os próprios comunistas. Hoje a noite eu vou reproduzir aqui o texto do presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica defendendo todas as teses da ONU e inclusive a tese de que devemos ser "globalmente responsáveis pois o aquecimento global é um fato ... blablablá".
inocncio#3
Eu tive a grande sorte de uma vez acompanhar a conversa de uma "estagiária" do Banco Real na área de "responsabilidade ambiental" no ônibus. Ela conversava com outro rapaz (típico aluno da USP, sujo, cabelo grande, chinelo de dedo, camiseta do Bob Marley e uma bolsinha de ombro estilo "vamos para a rave"). A conversa era mais ou menos assim:

- Putz meu, meu trampo está muito dez. A gente "ajuda as empresas" a entrarem na "realidade do mercado global", pois uma empresa que não for "socialmente responsável e globalmente inseridade dificilmente vai conseguir viver na globalização".

A conversa era bem assim, sem tirar nem por nada. Agora fico imaginando que tipo de imbecil ( e empresário adora ser imbecil, acreditem ) cai num conto de fadas desse.
inocncio#4
É aquela velha história de botar o dinheiro acima de tudo. Como eu já disse antes e repito: dinheiro não resolve nada se você não tiver força interior.
O empresário se gaba da riqueza que possui mas não entende lhufas do que faz. Por isso dependem de "gurus", "consultores" e "livretos de auto-ajuda" que só servem para botar minhoca na cabeça dessa gente e, claro, sugar o dinheiro do idiota. Conheci dezenas de consultores que cobravam horrores apenas para dizer aos empresários aquilo que eles queriam ouvir. O empresário brasileiro odeia concorrência, odeia livre-mercado e pudesse se apegaria até onde desse ao Estado para dele tirar vantagens. Um prato cheio para a esquerda. Conheci pouquíssimos que conseguiram crescer com as próprias pernas.
Você veja a quantidade de empresários que frequentam essa comunidade mesmo como é minúscula. É possível que tenha muito mais empresários em comunidades de esquerda do que aqui. Não é um contra-senso? É pura síndrome de Estocolmo: grudar no saco de quem quer a sua destruição. O que o empresário ganha com isso? A curto prazo ganha umas migalhas atiradas de cima da mesa do governo. A longo prazo estão cavando a sua destruição.
priscila#5
Eu detesto reler o que escrevo. Sou muito agressiva!
Espero que o post que originou a resposta tenha merecido, mas sei lá.
Desculpe, Aurélio.
Nem me lembro mais por que escrevi desse jeito.
Acho que podia ter sido mais delicada, ou menos bruta.
inocncio#6
Somos todos responsáveis

São assustadoras as previsões relativas ao aquecimento da Terra, que poderá ser de seis graus centígrados caso não se contenha o avanço do efeito estufa. Os dois últimos relatórios das Nações Unidas sobre o tema, reunindo o sábio consenso das mais lúcidas mentes e especialistas de todo o mundo, prenunciam o risco iminente de fome e sede para milhões de pessoas, num planeta flagelado por seus próprios donos.
No Dia Internacional do Meio Ambiente, 5 de junho, Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), salientou que a data, em 2007, “enfoca os desafios enfrentados pelas pessoas e pelo ecossistema do Ártico e da Antártica como resultado de uma rápida mudança ambiental e climática. Fazendo isto, também forma um vínculo com um mundo maior, onde geleiras estão diminuindo e o aumento de eventos climáticos extremos está desencadeando estiagens e avalanches mais frequentes”.
O especialista lembra, na verdade, com muita pertinência, que a região polar é “um espelho dos impactos acelerados, fazendo uma varredura em toda a Terra das liberações dos gases do efeito estufa da atmosfera”. Explica, ainda, que essas regiões, aparentemente remotas, “ilustram bem a interconectividade de toda a vida no Planeta”. De fato, observa, estamos mutuamente dependentes e ligados a paisagens e ecossistemas próximos e distantes de nós. Os fenômenos no Ártico e Antártica podem ser sintomas de que o clima da Terra está começando a alertar sobre o real perigo pelo aquecimento.
inocncio#7
Todas essas constatações evidenciam, com meridiana clareza, que não se pode mais ficar apenas no discurso, como se preconiza agora, com a proposta de estabelecimento de soluções em um prazo de 50 anos. Concordar com tal tese - que interessa a países com economia forte, tecnologia atrasada, ousadia comercial e desprezo pelo ambiente e também a algumas poucas nações desenvolvidas que renegaram o Protocolo de Kyoto - significa assinar a sentença de morte dos ecossistemas terrestres. É preciso, sim, seguir o que recomendam os relatórios da ONU: estancar as emissões de gases do efeito estufa e investir algo em torno de 3% do PIB mundial em saneamento e recuperação ambiental.
A boa notícia é que o problema tem solução, ficando, apenas, na dependência da vontade política de alguns governos. Enquanto isso, contudo, a iniciativa privada, incluindo as entidades de classe, não podem ficar de braços cruzados, à espera da decisão dos gabinetes oficiais e de complexos acordos multilaterais. É preciso arregaçar as mangas e ir à luta pela preservação do Planeta, numa imensa corrente cívica de proteção à natureza. Produção limpa, práticas ecologicamente corretas e consciência ambiental são essenciais em todos os setores de atividade.
O sistema Abigraf foi um dos pioneiros nessa luta em favor da natureza. Há tempos a entidade tem difundido conceitos de produção ambientalmente correta, incluindo a elaboração de cartilhas, orientação técnica às gráficas e acordos com instituições como a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e Cetesb ( Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo). Lembrar essas iniciativas do setor é muito importante neste momento. Afinal, todos são responsáveis pela reversão das mudanças climáticas e pela proteção da vida.

Alfried Karl Plöger
Presidente da Abigraf Regional SP
presiar,volta e meia em,abigraf.org.br
inocncio#8
Lindo né? Comovente?
Eu gostei do tom "profético" com o respaldo dos "especialistas". Essa é a parte que mais debocha da inteligência alheia. Aquela "aura" triunfal de "nós somos o bem e você deve nos seguir. Nós te salvaremos".
Sr Karl quer salvar o planeta com o dinheiro dos outros bobos que escutam o que ele diz, claro. Dinheiro dele nessa história será que entra? Difícil.
inocncio#9
Encontra-se em pleno desenvolvimento a maior operação psicológica da história, para convencer os habi-tantes do planeta de que a média das temperaturas na superfície da Terra estão aumentando, perigosamente, devido a uma suposta impropriedade de comportamento da humanidade.
Tal campanha é viabilizada pela massificação da opinião pública com verdadeiro terrorismo noticioso, vei-culado por um conluio da mídia mercenária e sem compromisso com a verdade.
Tem, ainda, como respaldo, um forjado consenso sobre essa fictícia emergência climática antropogênica, consenso, este, obtido de alguns cientistas internacionais, especialmente escolhidos, que não hesitaram em negociar a própria dignidade.
No decorrer dos milênios, as variações climáticas no Planeta Terra têm sido episódicas e aleatórias. Assim, tivemos, intercalados, períodos quentes e frios, sem qualquer vinculação com as atividades humanas.
No século X, a Terra viveu uma elevação de sua temperatura média, quando a Revolução Industrial ainda estava longe de ter início e, em seguida, já nos séculos XVII e XVIII, foi identificado um sensível resfriamento global, que chegou a suscitar, até meados do século XIX, a perspectiva alarmista de um novo período glacial.
Não seremos nós, pobres mortais, portanto, que iremos modificar o funcionamento deste complexo Universo.
No Brasil, os grandes veículos de comunicação têm desempenhado o lamentável papel de difusores remu-nerados de catastróficas previsões. Informações meteorológicas e programas especiais são divulgados na forma sensacionalista de propaganda subliminar, exibindo números falseados, onde as estimativas de temperaturas máxi-mas são ressaltadas e as mínimas, desvalorizadas. Artifício semelhante é empregado com os períodos de estiagem e de chuvas.
inocncio#10
A grande vedete desse movimento é o suposto acúmulo de resíduos de carbono na atmosfera, provenientes da eventual queima de materiais orgânicos e fósseis, entre outros, nas instalações industriais produtivas, a ponto de se pretender criar uma nova commodity – os “créditos de carbono”, que serão mais acumulados pelos que menos indústrias tiverem. Ou seja – em lugar do “padrão ouro”, agora, o “padrão carbono” – uma forma cínica de financiar a estagnação dos países emergentes.
Na realidade, este é o ápice de um processo manipulado com o objetivo de restringir o crescimento econô-mico mundial, como forma de preservar a posição hegemônica dos países principais e de conter o desenvolvimento dos demais, congelando assim essa relação de aspecto.
Tal campanha visa a assumir o controle das medidas desenvolvimentistas das “nações secundárias” e das suas reservas de recursos naturais estratégicos, por uma bem orquestrada ação de entidades supranacionais e de organizações não governamentais, capitaneadas por personalidades, convenientemente selecionadas, entre as quais, Al Gore e outros.
O Clube de Aeronáutica, como representante social de parcela da família militar, estatutariamente também, dedicado a defender os legítimos interesses da nacionalidade, vem denunciar esse movimento traiçoeiro que traz, em seu bojo, objetivos atentatórios à soberania brasileira e à própria saúde do planeta, neles sobressaindo, ainda, a intenção de impor controle internacional às iniciativas de desenvolvimento sustentável do País, com destaque, na região amazônica.
No momento, em que crises internas variadas agridem a Sociedade, esta, desatenta, não consegue perceber os riscos iminentes que se desenham nos horizontes nacionais, com a proliferação de verdadeira paranóia ambientalista.
inocncio#11
O Estado Brasileiro não poderá deixar-se subjugar por essa invasão externa de sua privacidade institucional, e deverá exercer o dever de adotar urgentes medidas investigatórias, no seu mais alto nível, com vistas a desmistificar essa campanha insidiosa, financiada por um venal suborno de alcance planetário, de origens não claramente identificadas, que coloca os grandes órgãos de comunicação de massa, do País, prostrados de joelhos, a serviço de interesses alienígenas.
Perigo, sim, para o nosso Sistema Solar não será o eventual aquecimento de seus planetas, mas, com certeza, o inexorável resfriamento do “Astro Rei”, que já terá começado a alguns bilhões de anos...

Ten.-Brig. Ivan Frota.

Presidente do Clube da Aeronáutica
inocncio#12
E ai? Quem está trabalhando para o seu próprio interesse usando dinheiro alheio para "supostamente" salvar o meio-ambiente?
Será que a ONU está preocupada com a soberania nacional?
Em resumo: o que a Abigraf, que é uma entidade que "supostamente" defende os interesses dos empresários do setor gráfico ganha com esse discursso moldado aos interesses globalistas?
renan_6#13
Uma vez na minha última agência antes da atual (trabalho com publicidade) eu "ousei" repassar diversos links anti-alarmismo de aquecimento global para meus colegas e chefes... fui ridicularizado quase que unanimente.
uriel#14
Priscila, fez bem.

tem mais é que xingar esse pessoal do Aureliano mesmo. "não é gramsciana, é judaica". Ora!

tem é que mandar ir pra aquele lugar mesmo.

participei brevemente da comunidade "Protocolos dos Sábios de Sião" onde debatem alguns desses anti-semitas. apontei algumas contradições. Depois de umas duas semanas expulsaram-me e apagaram todos os meus posts, de modo que vários tópicos ficaram incompreensíveis.

são uns maníacos.
uriel#15
.

cheguei à conclusão de que fazer isso é besteira.
no comitê em que trabalhava recebia (em 2006) quase que diariamente e-mails encaminhados de colegas de trabalho com propaganda petista, lulista, contra as privatizações etc.

repassei uma ou duas vezes algum email no mesmo sentido.. (por exemplo, um link da notícia sobre quando Lula beijou a mão de Jader Barbalho em público..)

as reações foram de estranheza e desconforto. Disse: "parem de me enviar emails com a sua propaganda que então não envio nenhum mais com a "minha" propaganda".

‹ Voltar para a lista de tópicos