Mas a partir da década de 1950, certa sociologia foi abandonando esse tipo de raciocínio para começar a dividir o Brasil entre brancos e não-brancos, um pulo para chegar aos que hoje dividem o Brasil entre brancos e negros, afirmando que negro é todo aquele que não é branco. Nos trabalhos de Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Oracy Nogueira e, mais adiante, Carlos Hasenbalg, se a idéia era "fazer ciência", o resultado sempre foi uma ciência engajada, a favor de negros explorados contra brancos racistas. A idéia que jazia por trás era que a imagem que tínhamos de nós mesmos acabava por ser maléfica, perversa com os negros. Era como se o ideal de nação a que me referi tivesse como objetivo o seu contrário: idealizar uma nação sem racismo para melhor exercer o racismo. O papel da ciência, "para o bem dos negros", seria desmascarar isso, tirando o véu da ideologia e substituindo-a pela realidade do racismo. Esse raciocínio levava, porém, ao paroxismo de permitir a suposição de que um racismo explícito é melhor do que um racismo envergonhado, esquecendo-se de que o primeiro oprime sem pudor, enquanto o segundo, muitas vezes, deixa de oprimir pelo pudor.
A tática continua a mesma: dividir para conquistar. Onde antes havia apenas irmãos e irmãs, todos iguais espiritualmente e filhos do mesmo Deus, a mente humana para conquistar.
inclusive editei um mega-volume de uma revista de bioquimica canadense dedicada a Am Latina, em 2006 e 2007, com mais de 100 artigos de biólogos latinos!
Ele tá brincando com você.É que alguns estudantes da PUC-RS chamaram o diogo mainardi de traira da america latina durante uma palestra da qual ele estava participando lá.
Eu sou traira da AL. Eu jurei fidelidade a bandeira do meu pais e não à da AL ( se é que isso existe). Também sou nacionalista e não compactuo nada com essa promiscuidade com governos totalitários vizinhos ao nosso país.
Se ser patriota e não entreguista é ser "traira da AL" eu sou com muito orgulho.
Brasil acima de tudo.
Hoje no jornal televisivo local da rede globo daqui da minha cidade, o reitor da Universidade Federal veio explicar o regime de cotas que está sendo implantado na mesma. Diante da reação estupefta da apresentadora explicou:
"_É reservada 40% das cotas para alunos negros."
"_Mas para todos os alunos negros?", provocou a apresentadora.
"_Não!", respondeu o energúmeno, "apenas para os alunos negros que estudaram em escola pública."
Foi impossível segurar a gargalhada.
Quer dizer, que o aluno negro que pagou escola particular a vida inteira, além de ser "discriminado" por ser negro, ainda foi um aluno malcriado por desejar uma educação melhor?
A apresentadora fez um segundo de silêncio diante da resposta, o bastante para exprimir com eloquência todo o absurdo deste regime de cotas.
Todos aqueles que são favoráveis a esse malfadado regime de cotas nada mais são do que canalhas NAZI-FACISTAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!