Sempre que se apontam os crimes da esquerda, passados e presentes, lá vêm os neo-relativistas (que nada têm de “neo”, uma vez que defendem algo bem antigo) com a sua ladainha:
- “E o que dizer da história da Igreja Católica?
- “E o que dizer do capitalismo?
- “E o que dizer da colonização da América” (como sabem, um neo-relativista pensa que é índio)?
Nas universidades brasileiras, jovens são verdadeiramente molestados por esse tipo de abordagem de seus professores petralhas. Os estudantes pressentem que o vagabundo está disposto a justificar os crimes da esquerda, mas, muitas vezes, por falta de experiência política, falta-lhes uma boa resposta. Afinal, estão lidando com especialistas em farsa. Vamos enfrentá-los.
Os estudantes precisam estar culturalmente armados para combater esses professores petralhas. Só Deus sebe o que vi em sala de aula em meus tempos de escola...
Só como adendo à discussão sobre a invasão petralha no ensino fundamental privado, lembram do meu comentário sobre a escola da minha neta, que adotava a famigerada cartilha de doutrinação comuna "Nova História Crítica" no ensino de História?
Depois do artigo do Ali Kamel, como vocês sabem, o MEC retirou o livreco de sua lista, reconhecendo, depois de nove anos, que se tratava de um livro "cheio de erros".
Pois bem: o dito colégio (particular) já avisou aos pais de seus alunos (fiquei sabendo por outros, pois minha neta não estuda mais lá) que CONTINUARÁ A ADOTÁ-LO! Um desses pais perguntou COMO? Pois se o próprio MEC já disse que está cheio de erros!!!!! - e a resposta foi que a professora FAZ QUESTÃO!!!!! !
indo nesta direção, em conjunto com o site http://www.escolasempartido.org/ , a comunidade Escola Sem Partido ( [url]/Community.aspx?cmm=57972[/url] ) está lançando a campanha para que as escolas coloquem em cada sala de aula um cartaz com os "Deveres do Professor", para que os alunos possam cobrar dele a conduta ética adequada.
Se você é aluno, pai ou professor consciente, leve esta idéia para a sua escola.
Cartaz dos Deveres do Professor
DEVERES DO PROFESSOR
- O professor não abusará da inexperiência, da falta de conhecimento ou da imaturidade dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para a corrente política ou ideológica de sua preferência.
- O professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas e religiosas, ou da falta delas.
- O professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula.
- O professor não incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.
- Ao abordar temas controvertidos, o professor apresentará aos alunos, de forma justa -- isto é, com a mesma profundidade e seriedade --, as diversas versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito do mesmo assunto.
- O professor deve conhecer os argumentos e teorias de que discorda tão bem quanto aqueles em que acredita, a fim de poder apresentá-los como o faria um seu defensor.
- O professor não promoverá em sala de aula debates preordenados a corroborar a "verdade" ou a "superioridade" de determinada corrente política ou ideológica.
- O professor não criará em sala de aula uma atmosfera de intimidação capaz de desencorajar a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus, nem permitirá que tal atmosfera seja criada pela ação de alunos sectários.
- O professor não utilizará o magistério para propagar idéias e juízos de valor incompatíveis com os sentimentos morais e religiosos dos alunos.
Eu não garanto que tirarão, Jeová.
Não tive muito apoio na minha reclamação em janeiro.
Quando saiu o artigo do Kamel, alguns pais que me conheciam telefonaram porque se lembraram da minha briga, agora se declarando "indignados".
Mas na época, ficaram mudos feito postes. Então, não acredito muito que tirem os filhos de lá. O Ali Kamel disse a mesmíssima coisa que eu disse, por que raios ninguém me apoiou lá atrás?
Eu acho tudo isso uma catástrofe anunciada e mais que programada, sabem.
Que tal pedir para o pessoal da Globo entrevistar essa professora e perguntar por que ela "FAZ QUESTÃO!!!!!" de adotar esse livro??????
Aqui o jornal que faz parte da rede Globo, está entrevistando um monte de pessoas ligadas a educação devido ao livro de educação física do Requião, e ao menos na minha pós os professores estão mais moderados...
Também há outro problema: se tirar as crianças da escola de professores comunistóides, elas não vão dar as respostas "certas" na hora do vestibular.
Alguns pais já estão tendo que ensinar às crianças: "Olha, a resposta certa é essa assim, assim, mas na hora da prova você vai ter que escrever isso e isso porque o professor é um socialista burro e idiota."
Pergunte ao seu professor de estorinhas o que ele tem a dizer sobre o genocídeo de Holomodor (1932-33), promovido pelo regime soviético onde cerca de 15 milhões de ucranianos morreram de fome devido a coletivização da produção agrícola e das propriedades. Coletivização não é exatamente o sonho do socialismo?
Leva o nariz de Pinochio postiço (e as orebas de burro também) para ele e peça para ele explicar aonde a coletivização das propriedades e da produção agrícola ( a bandeira do MST e da Pastoral da terra) não é socialismo.
Olha ai o resultado:
Para cada aluno que tem consciência das idiotices que os professores falam, outros 500 acreditam em tudo. E esse aluno consciente vai se dar mal no vestibular ou em alguma prova.
Acho que não é exagero dizer que no Brasil, todo o ensino público e privado está dominado pela esquerda.
Efraim, você não podia ter me sugerido isso. Na minha curiosidade, procurei no Google pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, abri o de Matemática do Ensino Fundamental (apenas 5ª - 8ª) e o que estou lendo são absurdos atrás de absurdos, sempre falando no tal de "pensamento crítico" (que de crítico não tem nada).
O que encontrei nesse documento são um monte de bagagens, é uma pena saber que esses são objetivos do governo ao ensinar minha matéria favorita.
Mas me deu ânsia de vômito ao ver o PCN de Geografia DO Ensino Fundamental (apenas 5ª - 8):
"CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE GEOGRAFIA
Geografia no ensino fundamental
(...)
É inegável a contribuição do marxismo para o aluno compreender e explicar o processo
de produção do espaço. É por meio dele que se poderá chegar a compreender as
desigualdades na distribuição da renda e da riqueza que se manifestam no espaço pelas
contradições entre o espaço produzido pelo trabalhador e aquele de que ele se apropria,
tanto no campo como na cidade. Nesse sentido, categorias do marxismo como relações
sociais de produção, modos de produção, meios de produção, forças produtivas, formação
social, são fundamentais para revelar ao aluno condições concretas do seu cotidiano na
sociedade."
Estive comparando o tempo que eu era aluno, e até que não faz muitos anos, com o aprendizado que hoje recebe minha filha no ensino médio. Não posso dizer que o ensino melhorou ou piorou de lá para cá, mas uma diferença se nota. Nas áreas humanas e sociais a doutrinação é evidente, por outro lado, os alunos são obrigados a opinar sobre os mais diversos assuntos os quais nem mesmo um adulto bem informado teria facilidade em fazer. Por experiência própria vejo que isso causa um estresse desnecessário, desumano e sem nenhum efeito pedagógico significativo, a não ser eles escreverem redações cheias de erros históricos ou sem fundamentação na realidade. Nem preciso dizer a vocês que tenho que auxiliá-la, mesmo considerando minhas limitações em determinados temas. Isso deve causar decepção aos professores. Quando em uma redação a grande maioria escreveu/opinou a favor do aborto em uma redação minha filha foi exceção. Na última semana a redação era sobre violência, em vez de deixar ela se apegar em lugares-comuns sobre as origens da violência, tal como preconceito, pobreza, racismo etc, atacamos o problema nas suas verdadeiras origens.. Isso deve causar desgosto no seu professor esquerdista, mas ele ainda está para ver, pois pretendo fazer uma análise detalhada do conteúdo da apostila adotada, que provavelmente foi elaborada por ele, com a conivência da escola e tomar providencias.
Mas resumindo, no meu tempo os temas propostos para as redações dos alunos eram bem mais simples e de domínio de nossas cabeças ôcas e tinham por finalidade exercitar o aluno para escrever bem e não dar soluções para os problemas da sociedade. Hoje em dia o aluno fala e palpita sobre coisas que fazem uma pequena ou nenhuma idéia e ficam a repetir o que os professores falam (e aí entra a doutrinação) ou o q ue eles houvem na televisão ou lêem nos jornais, que todos nós sabemos não serem fontes confiáveis.
Ou seja, além da doutrinação descarada, a pseudo-educação brasileira visa formar "palpiteiros profissionais". Lastimável. Já falei que o ensino oficial é crime puro e simples?
"Hoje em dia o aluno fala e palpita sobre coisas que fazem uma pequena ou nenhuma idéia e ficam a repetir o que os professores falam (e aí entra a doutrinação) ou o q ue eles ouvem na televisão ou lêem nos jornais"
É verdade. Esses dias houve um debate sobre globalização na aula de filosofia, e um dos argumentos mais altos contra ela foi "que a Internet pode ser usada para o mal". Outro chegou até a citar que um dos males da globalização eram as "montagens [de fotos]". Para ver o entendimento sobre o assunto. Ninguém fazia idéia do que era o lado político da globalização e a supressão das soberanias nacionais causada por ela. Os únicos males citados no "debate" eram "as empresas capitalistas que querem lucro" e "os pedófilos que podem usar a Internet para o mal".
Os únicos males citados no "debate" eram "as empresas capitalistas que querem lucro" e "os pedófilos que podem usar a Internet para o mal".
Dá para entender a preocupação dos esquerdistas com a Internet. Os motivos citados para justificar os "males" da Internet são tão pueris que chegam a serem risíveis. Não entendo como uma aula de filosofia, ou seja do que for, trate um assunto em um nível tão baixo.
Podia ter um "aluninho" nessa aula para contestar o professor na questão do "lucro" e fazer ele provar cientificamente que o lucro das empresas causam mal para a população. E que ele provasse, mesmo empiricamente, onde o socialismo criou uma sociedade justa e igualitária, desde que essa igualdade não fosse por baixo. Quanto a pornografia infantil e outro crimes que a Internet serve como ferramenta para sua prática, seria espantoso se não ocorresse. Esse tipo de argumento é mesmo que propusessemos que não se fabricassem mais automoveis para se evitar mortes no trânsito.
Mas voltando a questão central da preocupação dos comunas com a Internet. O fato é que por culpa do capitalismo se criou uma rede virtual onde qualquer pessoa com poucos recursos tem acesso quase infinito às informações e, melhor ainda, uma pessoa com boa vontade, interesse e muito pouco dinheiro pode ser um divulgador de informações e opiniões sobre determinado campo de interesse. É o caso, por exemplo, de blogs como da Graça Salgueiro. Me digam onde ela poderia divulgar suas pesquisas?... Quem a subsidiaria para ela ter uma publicação ou divulgar seu material na mídia impressa?...
É por essas e por outras que os esquerdistas não gostam da Internet, ou querem que ela seja de uso restrito. A circulação de informação honesta circula a baixíssimo custo (novamente por culpa da ganância capitalista). Todos aqui sabem que a Internet é um subproduto da Guerra Fria. Acabou sendo uma bomba de efeito retardado que o pessoal Ministério da Defesa americano nem sonhava que iriam criar.
"Podia ter um "aluninho" nessa aula para contestar o professor na questão do "lucro" e fazer ele provar cientificamente que o lucro das empresas causam mal para a população."
O professor não se meteu no debate, só mediou. E se tivesse falado algo do tipo, não haveria nenhum aluno para contestar, pois todos já estão doutrinados. Felizmente percebi a tempo que as coisas não eram bem do jeito que me foi ensinado.
A situação da educação do Brasil é terrível. Como nem as escolas particulares escapam, a única solução que eu vejo é a legalização do homeschooling.
Já que isso não vai acontecer, volto meus olhos para os EUA, onde estão banindo homeschooling em alguns estados. Lamentável.
"Esse tipo de argumento é mesmo que propuséssemos que não se fabricassem mais automóveis para se evitar mortes no trânsito."
Li uma vez na seção das cartas enviadas no jornal Zero Hora um leitor sugerindo algo do tipo.
Eu não quis fazer nenhuma críticas aos alunos. Usei o termo "aluninho" por considerar que eles estão bem mais investidos de bom senso que seus "grandes" mestres. Quanto a se opor ao que diz um professor em sala de aula ou em um debate, bem sei da dificuldade que um aluno tem em fazer. Seja por despreparo natural da fase estudantil, seja por constrangimento.
ßëñðë®, entendi o que quis dizer. Só me expressei meio mal na resposta.
Caio, ao ler seu post, me lembrei dessa leitura recomendada no site do Olavo ("O mal é o que sai da boca do intelectual de esquerda", por Alceu Garcia): http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0153.htm
Com o advento da Internet, os homens estão fazendo mau uso dessa tecnologia. Baixa pornografia, pratica a pedofilia, comete fraudes e muitas outra ilegalidades. Nesse caso o povo vai ficar sem o brinquedo Até quando o ser humano vai ser tratado como um debil mental ou uma criança?... O fim das liberdades individuais está próximo. Mesmo que deixemos de lado a questão primária do acesso a rede que assusta o Estado e onde se faz a única frente ao pensamento esquerdista. Justificas-se a limitação de acesso a ela porque que meia dúzia de indivíduos fazem o que não deve. Todos terão que pagar por eles?
Estão proibindo álcool nas rodovias e nos estádio. Mais um exemplo de cerceamento da liberdade, seja de vender ou consumir um produto legal. A lista de proibições é enorme. Vivemos sob uma pseudo liberdade, assim como praticamos uma pseudo democracia. Na questão de inconstitucionalidade de leis ou normas vigentes o problema também é sério.
Agora me lembrei de uma coisa engraçada e gostaria de registrar aqui. No supermercado Wal Mart de minha cidade os carrinhos de compras tem um cartaz que diz. É proibido menores de idade conduzindo carrinhos que tenham em seu interior bebidas alcoolicas. Isso que é preocupação (não sei se do ECA ou por iniciativa do supermercado) com a possibilidade de um grave acidente de carrinhos no interior do mercado, conduzidos por menores de idade alcoolizados
Meu pai fala algo de certa forma semelhante, mas ele comenta sobre o trabalho infantil, que quando ele tinha minha idade ia ajudar o pai na agricultura (≠ de trabalho escravo). Hoje isso daria cadeia.
Quanto a questão da bebida nas estradas, eu sou contra a proibição das vendas, mas não posso negar que isso acaba reduzindo o número de acidentes. Mas acho que existem outros meios que não interferem na liberdade das pessoas.
Eu também sou contra dirigir automóvel bêbado, mas se analisarmos a coisa mais a fundo, veremos que para o Estado é mais fácil proibir que fiscalizar e educar os cidadãos. Essas regulamentações a longo prazo, visando o homegeinização da sociedade com proibições e normas de conduta impostas, vai provocar o domínio absoluto do Estado sobre o indivíduo. Essa deveria ser a nossa preocupação maior.