ANESTESIA DE GRAMSCI: A DOSE E O EFEITO TINHAM LIMITES... MAS NINGUÉM PREVIU!
23/10
por Rebecca Santoro
A semana começa bem, obrigada, principalmente para o jornalismo brasileiro, que parece começar a dar os primeiros e pequenos sinais de que a veia profissional dos homens que estão por trás dessa gigante institucional chamada mídia está pulsando cada vez irresistivelmente mais forte, trazendo de volta às redações a figura do herói que não tem medo de correr atrás da verdade – melhor ainda se ela bater diretamente de frente com a ditadura do politicamente correto e com as falsificações esquerdopatas da realidade.
Há pelo menos 3 anos eu venho insistindo que, "essencialmente distante da natureza humana", como todo comunista, Gramsci (ícone da teorização do atual método de implantação revolucionária) não foi capaz de considerar o aspecto intrínseco da inteligência e da bondade humanas (duas características que conduzem o homem na busca da verdade e do bem) ao teorizar sobre como envenenar as sociedades livres com o vírus da revolução socialista, através do aparelhamento do estado e da mídia e finalmente da lavagem cerebral imposta aos estudantes de todos os níveis.
Todo comunista, no fundo, quer brincar de Deus. Negando-O, para si mesmo e para os outros, o faz, ainda que inconscientemente, talvez para não ter que sentir culpa das atrocidades e dos atentados que sabe que terá que cometer contra tudo e contra todos para impor sua própria visão de mundo sobre a realidade – e sobre as prováveis outras visões desse mesmo mundo que outras pessoas terão. Aliás, é por isso que a mentalidade comunista acabará (mais cedo ou mais tarde) entrando para o hall das doenças mentais, cujos maiores sintomas são a incapacidade do "doente" de lidar com a realidade, de conseguir distinguir-se do próprio Deus que nega existir, de conseguir vislumbrar o outro como diferente e de não conseguir estabelecer distinção coerente entre verdade e mentira ou entre certo e errado – tudo é relativo, conforme a conveniência.
23/10
por Rebecca Santoro
A semana começa bem, obrigada, principalmente para o jornalismo brasileiro, que parece começar a dar os primeiros e pequenos sinais de que a veia profissional dos homens que estão por trás dessa gigante institucional chamada mídia está pulsando cada vez irresistivelmente mais forte, trazendo de volta às redações a figura do herói que não tem medo de correr atrás da verdade – melhor ainda se ela bater diretamente de frente com a ditadura do politicamente correto e com as falsificações esquerdopatas da realidade.
Há pelo menos 3 anos eu venho insistindo que, "essencialmente distante da natureza humana", como todo comunista, Gramsci (ícone da teorização do atual método de implantação revolucionária) não foi capaz de considerar o aspecto intrínseco da inteligência e da bondade humanas (duas características que conduzem o homem na busca da verdade e do bem) ao teorizar sobre como envenenar as sociedades livres com o vírus da revolução socialista, através do aparelhamento do estado e da mídia e finalmente da lavagem cerebral imposta aos estudantes de todos os níveis.
Todo comunista, no fundo, quer brincar de Deus. Negando-O, para si mesmo e para os outros, o faz, ainda que inconscientemente, talvez para não ter que sentir culpa das atrocidades e dos atentados que sabe que terá que cometer contra tudo e contra todos para impor sua própria visão de mundo sobre a realidade – e sobre as prováveis outras visões desse mesmo mundo que outras pessoas terão. Aliás, é por isso que a mentalidade comunista acabará (mais cedo ou mais tarde) entrando para o hall das doenças mentais, cujos maiores sintomas são a incapacidade do "doente" de lidar com a realidade, de conseguir distinguir-se do próprio Deus que nega existir, de conseguir vislumbrar o outro como diferente e de não conseguir estabelecer distinção coerente entre verdade e mentira ou entre certo e errado – tudo é relativo, conforme a conveniência.