A campanha assume mesmo uma premissa muito discutível. Além disso, a meu ver, a premissa de que o homossexualismo é inato é falha, frágil e mesmo preconceitusa.
A premissa de que as predisposições a determinadas condutas sexuais dos indivíduos são inatas leva, necessariamente, à seguinte reflexão:
Dado que o recém nascido não teve ainda qualquer interação social ou cultural com meio ambiente, capaz de lhe promover influências no nível consolidado de suas estruturas psicológicas, temos que atribuir o suposto "homossexualismo" inato ou bem à genética ou bem a realidades sobrenaturais que teriam infundido, ambas ou individualmente, a predisposição no pequeno indivíduo para isto ou aquilo.
A biologia molecular só tem demonstrado o oposto: a impossibilidade de qualquer identificação de um "gene" gay, bem como de quaisquer "genes" que "codifiquem" comportamentos sociais determinados e específicos.
Supor uma religião na qual o indivíduo tenha sido, no seio da vida, banhado inexoravelmente com o comportamento homossexual é uma aberração do ponto de vista lógico histórico e teológico já que a quase totalidade das religiões mais difundidas e antigas, de variadas tradições étinicas e culturais, condenam, com diversas matrizes de severidade, o homossexualismo em suas doutrinas ou sacramentos.
Sei que há religiões de todo tipo, mas me refiro às tradições morais-religiosas mais consolidadas, já que a campanha deles é púlbica, provavelmente paga com o dinheiro do contribuinte, direta ou indiretamente.
Supor um determinismo genético já gerou muita maldade, chacina e assassinato no mundo. Os "defensores dos gays" (se isto o fossem, já que sabemos que não são) deveriam ser os primeiros a saber disto.
Religiões excêntricas podem existir, mas não podem subentender seus preceitos teológicos e morais à população geral com dinheiro do Estado, e mesmo com dinheiro privado, devem assinar as afirmações, para que se forem tomadas por universais, o sejam por conta de quem ouve e não de quem fala.
A premissa de que as predisposições a determinadas condutas sexuais dos indivíduos são inatas leva, necessariamente, à seguinte reflexão:
Dado que o recém nascido não teve ainda qualquer interação social ou cultural com meio ambiente, capaz de lhe promover influências no nível consolidado de suas estruturas psicológicas, temos que atribuir o suposto "homossexualismo" inato ou bem à genética ou bem a realidades sobrenaturais que teriam infundido, ambas ou individualmente, a predisposição no pequeno indivíduo para isto ou aquilo.
A biologia molecular só tem demonstrado o oposto: a impossibilidade de qualquer identificação de um "gene" gay, bem como de quaisquer "genes" que "codifiquem" comportamentos sociais determinados e específicos.
Supor uma religião na qual o indivíduo tenha sido, no seio da vida, banhado inexoravelmente com o comportamento homossexual é uma aberração do ponto de vista lógico histórico e teológico já que a quase totalidade das religiões mais difundidas e antigas, de variadas tradições étinicas e culturais, condenam, com diversas matrizes de severidade, o homossexualismo em suas doutrinas ou sacramentos.
Sei que há religiões de todo tipo, mas me refiro às tradições morais-religiosas mais consolidadas, já que a campanha deles é púlbica, provavelmente paga com o dinheiro do contribuinte, direta ou indiretamente.
Supor um determinismo genético já gerou muita maldade, chacina e assassinato no mundo. Os "defensores dos gays" (se isto o fossem, já que sabemos que não são) deveriam ser os primeiros a saber disto.
Religiões excêntricas podem existir, mas não podem subentender seus preceitos teológicos e morais à população geral com dinheiro do Estado, e mesmo com dinheiro privado, devem assinar as afirmações, para que se forem tomadas por universais, o sejam por conta de quem ouve e não de quem fala.