As hordas satânicas jamais descansam mesmo. Christopher Hitchens acaba de lançar seu novo livro: "Deus Não É Grande".
O jornalista e escritor Christopher Hitchens, para quem não sabe ou lembra, é o sujeito (na verdade, uma pequena fração de um homem) que atacou, entre outros, Madre Teresa. Um dos mais ativos ateístas, ele é trotskista e era abertamente defensor do comunismo. Parece que a esquerda também o detesta, e dizem que ele é como um Jabor, que ataca pra todos os lados para garantir seu melhor Scotch todas as noites. Ele é um ferrenho defensor do iluminismo.
Uma coisa é evidente no seu novo livro: nem pra isso ele serve mais. Antigamente ele até escrevia bem, e usava argumentação séria (embora canalha e deturpada) e dados relevantes para apoiar suas canalhices. Ou seja, era um canalha que fazia bem o seu trabalho. Mas em seu último livro, ele parece ter usado um ghost writer. Parece a argumentação de certos liberotários que passaram por aqui. Um tatibitati ridículo, como quando ele diz que percebeu o mal da religião quando sua professora da escola lhe disse que Deus era bom por fazer a plantas verdes, que eram uma cor que não cansa a vista. Ele segue dizendo que isso mostra como a religião é ruim, já que ele sabe o que é fotossíntese e etc. Esse argumento não está nem no nível dele. Talvez nem de alguns liberotários blogueiros.
Ou ainda este "incrível" argumento: "Se você ler Hawking sobre o “horizonte de eventos”, aquela teórica borda do “buraco negro” sobre a qual seria possível se debruçar e ver o passado e o futuro (a não ser pelo fato de que não se teria, lamentavelmente e por definição, “tempo” suficiente), ficarei surpreso se você ainda se interessar por Moisés e seu pouco interessante “arbusto em chamas”."
Mas é um homem bastante lido, e aproveitando o momento mundial, seu livro pode, infelizmente, angariar alguns adeptos. Mais um servo do mal fazendo um trabalho raso para enganar alguns desprevenidos.
O jornalista e escritor Christopher Hitchens, para quem não sabe ou lembra, é o sujeito (na verdade, uma pequena fração de um homem) que atacou, entre outros, Madre Teresa. Um dos mais ativos ateístas, ele é trotskista e era abertamente defensor do comunismo. Parece que a esquerda também o detesta, e dizem que ele é como um Jabor, que ataca pra todos os lados para garantir seu melhor Scotch todas as noites. Ele é um ferrenho defensor do iluminismo.
Uma coisa é evidente no seu novo livro: nem pra isso ele serve mais. Antigamente ele até escrevia bem, e usava argumentação séria (embora canalha e deturpada) e dados relevantes para apoiar suas canalhices. Ou seja, era um canalha que fazia bem o seu trabalho. Mas em seu último livro, ele parece ter usado um ghost writer. Parece a argumentação de certos liberotários que passaram por aqui. Um tatibitati ridículo, como quando ele diz que percebeu o mal da religião quando sua professora da escola lhe disse que Deus era bom por fazer a plantas verdes, que eram uma cor que não cansa a vista. Ele segue dizendo que isso mostra como a religião é ruim, já que ele sabe o que é fotossíntese e etc. Esse argumento não está nem no nível dele. Talvez nem de alguns liberotários blogueiros.
Ou ainda este "incrível" argumento: "Se você ler Hawking sobre o “horizonte de eventos”, aquela teórica borda do “buraco negro” sobre a qual seria possível se debruçar e ver o passado e o futuro (a não ser pelo fato de que não se teria, lamentavelmente e por definição, “tempo” suficiente), ficarei surpreso se você ainda se interessar por Moisés e seu pouco interessante “arbusto em chamas”."
Mas é um homem bastante lido, e aproveitando o momento mundial, seu livro pode, infelizmente, angariar alguns adeptos. Mais um servo do mal fazendo um trabalho raso para enganar alguns desprevenidos.