O vilão da vez agora é o PROCON, a SS tupiniquim:
Procon reclama de racismo em propaganda de maionese
A Fundação Procon de São Paulo vai notificar a Unilever, que produz a maionese Hellmann's, para que seja tirada do ar campanha publicitária do produto. Na visão do Procon, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, as propagandas da maionese são discriminatórias.
A publicidade retrata um grupo tribal de origem africana, cujos homens são negros e canibais, preparando um "banquete" com um homem branco. A "caça" oferece aos canibais uma folha de alface com maionese, e acaba sendo poupado.
Na opinião do Procon, o anúncio fere o Código de Defesa do Consumidor, que considera abusiva a publicidade discriminatória de qualquer natureza, principalmente a que contribui para alimentar a segregação racial.
Segundo a Diretora Executiva do Procon-SP, Eunice Prudente, uma vez caracterizada como publicidade abusiva e discriminatória, a mensagem passa a infringir o Código de Defesa do Consumidor e a Lei de Diretrizes de Bases da Educação (LDB), que estabelece uma nova compreensão da importância histórica, artística, cultural e de civilização das nações africanas.
"Não se deve tolerar, em hipótese alguma, publicidades que ferem os direitos dos afrodescendentes. O fornecedor deve se ater que ao produzir, difundir e veicular esse tipo de publicidade discriminatória ele está contrariando o direito básico do consumidor no que diz respeito à Educação", disse Eunice.
A Unilever não se pronunciou sobre a reclamação do Procon
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNotic…74622&idtel=
Procon reclama de racismo em propaganda de maionese
A Fundação Procon de São Paulo vai notificar a Unilever, que produz a maionese Hellmann's, para que seja tirada do ar campanha publicitária do produto. Na visão do Procon, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, as propagandas da maionese são discriminatórias.
A publicidade retrata um grupo tribal de origem africana, cujos homens são negros e canibais, preparando um "banquete" com um homem branco. A "caça" oferece aos canibais uma folha de alface com maionese, e acaba sendo poupado.
Na opinião do Procon, o anúncio fere o Código de Defesa do Consumidor, que considera abusiva a publicidade discriminatória de qualquer natureza, principalmente a que contribui para alimentar a segregação racial.
Segundo a Diretora Executiva do Procon-SP, Eunice Prudente, uma vez caracterizada como publicidade abusiva e discriminatória, a mensagem passa a infringir o Código de Defesa do Consumidor e a Lei de Diretrizes de Bases da Educação (LDB), que estabelece uma nova compreensão da importância histórica, artística, cultural e de civilização das nações africanas.
"Não se deve tolerar, em hipótese alguma, publicidades que ferem os direitos dos afrodescendentes. O fornecedor deve se ater que ao produzir, difundir e veicular esse tipo de publicidade discriminatória ele está contrariando o direito básico do consumidor no que diz respeito à Educação", disse Eunice.
A Unilever não se pronunciou sobre a reclamação do Procon
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNotic…74622&idtel=