Com alguma freqüência vemos, por um lado, os membros da comunidade dos haters, e de outro alguns desta, queixarem-se de insultos ou palavras mais agressivas dirigidas no calor de discussões.
No caso de Olavo de Carvalho, já foi objeto até mesmo de comentários a profusão de palavrões proferidos durante o true outspeak, ao discorrer sobre algum tema.
Mas poucos notam que a mais insultuosa acusação que Olavo pode fazer a alguém, a qual, se percebida, justifica todos os impropérios eventualmente dirigidos ao incauto acusado, é a de agir com malícia.
A malícia, com efeito, é a expressão mais plena da insinceridade do discursante, a demonstração de sua má intenção, da agenda oculta que o move, e que, com razão, não pode ser combatida no campo polido das argumentações lógicas.
Portanto, os insultos não decorrem de qualquer argumento explicitado na discussão, mas da perceptível intenção malévola dos que o manejam, de maneira a pôr o interlocutor, e a comunidade, e o próprio Olavo de Carvalho, sob suspeição.
É do ensinamento do mestre que nesse nível não há discussão possível. E é por isso que nas freqüentes reedições de tópicos do tipo “como debater com esquerdistas” sempre se chega à invariável conclusão de que a partir de certo ponto o debate é impossível, pois é da natureza do pensamento esquerdista (ou, mais propriamente, do comunista), o uso da malícia indissociável de seu discurso, já que sua intenção não é dialogar, mas seduzir ou neutralizar o adversário (não que seja necessário, como jocosamente sugeriu o Uriel, metralhar o esquerdista enquanto se gargalha sadicamente...).
No caso de Olavo de Carvalho, já foi objeto até mesmo de comentários a profusão de palavrões proferidos durante o true outspeak, ao discorrer sobre algum tema.
Mas poucos notam que a mais insultuosa acusação que Olavo pode fazer a alguém, a qual, se percebida, justifica todos os impropérios eventualmente dirigidos ao incauto acusado, é a de agir com malícia.
A malícia, com efeito, é a expressão mais plena da insinceridade do discursante, a demonstração de sua má intenção, da agenda oculta que o move, e que, com razão, não pode ser combatida no campo polido das argumentações lógicas.
Portanto, os insultos não decorrem de qualquer argumento explicitado na discussão, mas da perceptível intenção malévola dos que o manejam, de maneira a pôr o interlocutor, e a comunidade, e o próprio Olavo de Carvalho, sob suspeição.
É do ensinamento do mestre que nesse nível não há discussão possível. E é por isso que nas freqüentes reedições de tópicos do tipo “como debater com esquerdistas” sempre se chega à invariável conclusão de que a partir de certo ponto o debate é impossível, pois é da natureza do pensamento esquerdista (ou, mais propriamente, do comunista), o uso da malícia indissociável de seu discurso, já que sua intenção não é dialogar, mas seduzir ou neutralizar o adversário (não que seja necessário, como jocosamente sugeriu o Uriel, metralhar o esquerdista enquanto se gargalha sadicamente...).