02 de Novembro de 2007 | 08:59
Três empresas desistiram de firmar convênios para doar recursos a um centro que reúne ONGs do padre Júlio Lancelotti depois que o religioso se viu às voltas com casos de extorsão e pedofilia. Em reportagem publicada em sua edição desta sexta-feira, o jornal Folha de S. Paulo relata que a presidente do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, irmã Judith Elisa Lupo, revelou na quinta-feira a informação.
De acordo com ela, os três doadores, que repassariam cerca de 16.000 reais por mês ao centro – do qual o padre é conselheiro – voltaram atrás de sua decisão e guardaram as carteiras no bolso. A quantia deve fazer falta ao centro, cujas despesas anuais são estimadas em 1,1 milhão de reais. O Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto reúne 58 entidades assistenciais. Duas delas – a Casa Vida 1 e a Casa Vida 2 – são dirigidas pelo padre Júlio.
"Teve gente que contribuía e deixou [de doar]. Algumas pessoas estão acreditando nessas calúnias", disse a irmã, durante um ato público em apoio ao religioso realizado na frente da casa dele. "O padre é bom captador de recursos, mas essa história comprometeu a imagem. Antes, bastava ele ir à TV que choviam donativos", completou a religiosa.
O caso - Júlio Lancelotti se enrolou com a polícia depois que decidiu denunciar que era vítima de extorsão de um jovem que conhecera como interno da Febem. Questionado a respeito da origem do dinheiro que era forçado a dar ao ex-interno – algo entre 56.000 e 700.000 reais, diferença abismal ainda não explicada – o padre não soube responder a contento. Para piorar, passou a enfrentar também acusações de pedofilia. O caso está longe de terminar.
http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newst…=currentDate
Três empresas desistiram de firmar convênios para doar recursos a um centro que reúne ONGs do padre Júlio Lancelotti depois que o religioso se viu às voltas com casos de extorsão e pedofilia. Em reportagem publicada em sua edição desta sexta-feira, o jornal Folha de S. Paulo relata que a presidente do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, irmã Judith Elisa Lupo, revelou na quinta-feira a informação.
De acordo com ela, os três doadores, que repassariam cerca de 16.000 reais por mês ao centro – do qual o padre é conselheiro – voltaram atrás de sua decisão e guardaram as carteiras no bolso. A quantia deve fazer falta ao centro, cujas despesas anuais são estimadas em 1,1 milhão de reais. O Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto reúne 58 entidades assistenciais. Duas delas – a Casa Vida 1 e a Casa Vida 2 – são dirigidas pelo padre Júlio.
"Teve gente que contribuía e deixou [de doar]. Algumas pessoas estão acreditando nessas calúnias", disse a irmã, durante um ato público em apoio ao religioso realizado na frente da casa dele. "O padre é bom captador de recursos, mas essa história comprometeu a imagem. Antes, bastava ele ir à TV que choviam donativos", completou a religiosa.
O caso - Júlio Lancelotti se enrolou com a polícia depois que decidiu denunciar que era vítima de extorsão de um jovem que conhecera como interno da Febem. Questionado a respeito da origem do dinheiro que era forçado a dar ao ex-interno – algo entre 56.000 e 700.000 reais, diferença abismal ainda não explicada – o padre não soube responder a contento. Para piorar, passou a enfrentar também acusações de pedofilia. O caso está longe de terminar.
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