Eu acho tudo isso uma palhaçada: dia do branco, do preto, do amarelo, do índio...
Brasília: Projeto cria o "Dia do Branco"
P*ta palhaçada! É pra isso que eles recebem salário?
Eu vou te contar...
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sou a favor de haver no calendário escolar um dia do branco, outro do preto e outro do índio. não vejo nada de mais nisso. são as 3 raças que compõem o Brasil.
sou a favor de haver no calendário escolar um dia do branco, outro do preto e outro do índio. não vejo nada de mais nisso. são as 3 raças que compõem o Brasil.
Não existem raças. Nem a religião nem a genética acreditam nisso. Somente as mentes endemoniadas usam desses conceitos para dividir as pessoas.
Quais raças existem?
Melhor do que criar estas datas seria abolir todas elas. Quando e' que vamos parar com esta palhacada de separar as pessoas atraves da cor da pele?
Ah, so mais uma coisa: nao precisamos de mais um feriado, o que precisamos e' trabalhar mais, pois ainda ha muito por fazer para termos um pais mais descente. E' isso ai! AF.
Ah, so mais uma coisa: nao precisamos de mais um feriado, o que precisamos e' trabalhar mais, pois ainda ha muito por fazer para termos um pais mais descente. E' isso ai! AF.
O pior nisto tudo não é a criação das datas em si, o pior é:
MAIS UM FERIADO NACIONAL?
Pra quê isso? E depois somos taxados como um povo que não gosta de trabalhar e temos que engolir em seco e ficar quietos.
MAIS UM FERIADO NACIONAL?
Pra quê isso? E depois somos taxados como um povo que não gosta de trabalhar e temos que engolir em seco e ficar quietos.
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o "dia do índio" seria um pretexto pra falar das tribos indígenas, dos tupis, seus costumes, e dos caboclos.
o "dia do negro" (ou do "africano"), um pretexto pra falar dos yorubás e gêge-nagôs e dos mulatos (História do Brasil).
o "dia do branco" (ou do "europeu"), um pretexto pra falar dos colonizadores, os portugueses e outros grupos importantes na História do Brasil (holandeses, italianos e alemães).
um "dia do amarelo" não se justificaria, porque os asiáticos só chegaram ao Brasil no final do século 19 e deram uma contribuição ínfima (if any) à cultura brasileira.
é interessante que todo mundo sabe que samba, macumba, pagode etc têm origem africana mas quase ninguém sabe que as festas juninas com suas quadrilhas etc têm origem européia (portuguesa).
tem gente que pensa que os "rodeios" brasileiros são imitação de rodeios americanos, ignorando que essas tradições também existem na península ibérica de onde foram trazidos.
o "dia do índio" seria um pretexto pra falar das tribos indígenas, dos tupis, seus costumes, e dos caboclos.
o "dia do negro" (ou do "africano"), um pretexto pra falar dos yorubás e gêge-nagôs e dos mulatos (História do Brasil).
o "dia do branco" (ou do "europeu"), um pretexto pra falar dos colonizadores, os portugueses e outros grupos importantes na História do Brasil (holandeses, italianos e alemães).
um "dia do amarelo" não se justificaria, porque os asiáticos só chegaram ao Brasil no final do século 19 e deram uma contribuição ínfima (if any) à cultura brasileira.
é interessante que todo mundo sabe que samba, macumba, pagode etc têm origem africana mas quase ninguém sabe que as festas juninas com suas quadrilhas etc têm origem européia (portuguesa).
tem gente que pensa que os "rodeios" brasileiros são imitação de rodeios americanos, ignorando que essas tradições também existem na península ibérica de onde foram trazidos.
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isso já foi discutido, ad nauseam, aqui: /CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2561533186282233423&kw=racismo+james+watson (tópico sobre o James Watson)
na final das contas é uma mera questão terminológica. Mesmo se fosse consenso científico a inexistência de raças, ainda assim isso não desautorizaria o uso da palavra "raça" na linguagem comum, afinal o vocabulário técnico não se sobrepõe à norma culta. Ou seja, ninguém fala que perdeu "massa" quando emagrece; e ninguém fala que tem a "massa" de 70 kg; o que se diz é que se perdeu "peso" e que se tem 70 kg de "peso", embora na terminologica da Física esse não seja o termo empregado.
quando falamos em "raças", todo mundo entende muito bem do que estamos falando (de biotipos geográficos perfeitamente distingüíveis e bem definidos - negros, caucasianos e asiáticos sendo os três principais e mais visíveis).
se não gostam do termo, substituam-no por "biotipo geográfico", "etnia", "tipos humanos", "grupos humanos" ou qualquer outro eufemismo.
eu fico imaginando uma moça dizendo que precisa perder peso e aí chega o Toth e outros chatos "corrigindo" e explicando-lhe que ela precisa perder massa e não peso...
isso já foi discutido, ad nauseam, aqui: /CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2561533186282233423&kw=racismo+james+watson (tópico sobre o James Watson)
na final das contas é uma mera questão terminológica. Mesmo se fosse consenso científico a inexistência de raças, ainda assim isso não desautorizaria o uso da palavra "raça" na linguagem comum, afinal o vocabulário técnico não se sobrepõe à norma culta. Ou seja, ninguém fala que perdeu "massa" quando emagrece; e ninguém fala que tem a "massa" de 70 kg; o que se diz é que se perdeu "peso" e que se tem 70 kg de "peso", embora na terminologica da Física esse não seja o termo empregado.
quando falamos em "raças", todo mundo entende muito bem do que estamos falando (de biotipos geográficos perfeitamente distingüíveis e bem definidos - negros, caucasianos e asiáticos sendo os três principais e mais visíveis).
se não gostam do termo, substituam-no por "biotipo geográfico", "etnia", "tipos humanos", "grupos humanos" ou qualquer outro eufemismo.
eu fico imaginando uma moça dizendo que precisa perder peso e aí chega o Toth e outros chatos "corrigindo" e explicando-lhe que ela precisa perder massa e não peso...
De onde você tirou que isso que você citou é raça?
Pior é italiano vindo de Piemonte ser chamado de escravo branco, em referência aos sicilianos e napolitanos, huahuahua.
Fazendo coro: isso é uma palhaçada.
De fato, raças não existem e, como o Uriel comentou, pode-se falar em raça humana - e não biotipo - da mesma forma em que se fala peso de um corpo - e não massa. É um desvio terminológico.
Porém, esse desvio no vocabulário, ou permitiu o uso da "raça" para classificar pessoas, ou foi conseqüência dessa classificação... não sei. Ou seja: falar é raça traz uma carga de conotações subjascentes que pode ajudar a distorcer uma análise ou um debate de forma a subjulgar grupos humanos por seus tipo raciais. O que é de uma idiotia atroz!
De fato, raças não existem e, como o Uriel comentou, pode-se falar em raça humana - e não biotipo - da mesma forma em que se fala peso de um corpo - e não massa. É um desvio terminológico.
Porém, esse desvio no vocabulário, ou permitiu o uso da "raça" para classificar pessoas, ou foi conseqüência dessa classificação... não sei. Ou seja: falar é raça traz uma carga de conotações subjascentes que pode ajudar a distorcer uma análise ou um debate de forma a subjulgar grupos humanos por seus tipo raciais. O que é de uma idiotia atroz!
Então continue falando que existem raças e seja feliz tendo orgulho de ser ignorante e racista
Seguindo a sua linha de raciocínio é a mesma coisa que tentar corrigir alguém que acha que a terra é plana apenas porque o que a sua vista atinge da superfície do planeta vê tudo plano. Oras, se o que se vê da superfície do planeta é plano, logo a Terra é plana e todos entendem perfeitamente isso. É o apelo do "senso comum". Chato é quem vai contra essas babaquices convencionais.
Seguindo a sua linha de raciocínio é a mesma coisa que tentar corrigir alguém que acha que a terra é plana apenas porque o que a sua vista atinge da superfície do planeta vê tudo plano. Oras, se o que se vê da superfície do planeta é plano, logo a Terra é plana e todos entendem perfeitamente isso. É o apelo do "senso comum". Chato é quem vai contra essas babaquices convencionais.
A Roseana Sarney não é do DEM.
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Moderação, posso mandar o Toth ir tomar no c*?
Posso?
Moderação, posso mandar o Toth ir tomar no c*?
Posso?
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"A função do Estado Socialista é essa, fazer com que haja cada vez mais grupos pedindo direitos, para que ele crie cada vez mais dispositivos e inche cada vez mais."
ou seja, começa com dia do branco, preto e índio. Daqui a pouco haverá dia do amarelo, do polinésio, do esquimó, do verde, do laranja.. e feriados oficiais, quotas, direitos etc.
pode até ser que isso ocorra.
Mas não há uma necessidade lógica que chegue a isso.
essa falácia é conhecida, se não me engano, como "falácia do declive escorregadio".
"se aprovarmos uma lei que dá proteção especial a mulheres e idosos, então daqui a pouco será aprovada uma lei que dá proteção especial a canhotos, outra a gagos, a jovens, a empregadas domésticas, corintianos.. e então virá o Estado totalitário socialista!"
ou, "se a justiça pune quem agride fisicamente homossexuais daqui a pouco até piadas inofensivas contra gays serão punidas com cadeia e depois todo mundo vai ser obrigado por lei a ser gay! Começa assim!"
Bom, não necessariamente.
é o tipo de argumento conservador/reacionário caricatural.
"A função do Estado Socialista é essa, fazer com que haja cada vez mais grupos pedindo direitos, para que ele crie cada vez mais dispositivos e inche cada vez mais."
ou seja, começa com dia do branco, preto e índio. Daqui a pouco haverá dia do amarelo, do polinésio, do esquimó, do verde, do laranja.. e feriados oficiais, quotas, direitos etc.
pode até ser que isso ocorra.
Mas não há uma necessidade lógica que chegue a isso.
essa falácia é conhecida, se não me engano, como "falácia do declive escorregadio".
"se aprovarmos uma lei que dá proteção especial a mulheres e idosos, então daqui a pouco será aprovada uma lei que dá proteção especial a canhotos, outra a gagos, a jovens, a empregadas domésticas, corintianos.. e então virá o Estado totalitário socialista!"
ou, "se a justiça pune quem agride fisicamente homossexuais daqui a pouco até piadas inofensivas contra gays serão punidas com cadeia e depois todo mundo vai ser obrigado por lei a ser gay! Começa assim!"
Bom, não necessariamente.
é o tipo de argumento conservador/reacionário caricatural.
Concordo com o Caio. Sou a favor de um "mandartomarnocuzódromo", se vocês fizerem muita questão. Nos moldes dos "fumódromos". Pra não ficar uma brigalhada nos tópicos... !
vou limando o canivete e limpando a carabina....caramba. Fico longe daqui e de repente começa um brigueiro das pencas.....gente brigando feito galo garninzé....
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Identidade racial (ou étnica), mesmo que identidade mestiça, também faz parte da identidade nacional. Isso é bem verdade em países racialmente homogêneos. Mas não se esqueçam de que o culto da mestiçagem também é um culto racial. Pois é o culto da mistura de raças. é tão "racista" quanto o culto da pureza da raça. ambos dizem respeito à raça.
Identidade racial (ou étnica), mesmo que identidade mestiça, também faz parte da identidade nacional. Isso é bem verdade em países racialmente homogêneos. Mas não se esqueçam de que o culto da mestiçagem também é um culto racial. Pois é o culto da mistura de raças. é tão "racista" quanto o culto da pureza da raça. ambos dizem respeito à raça.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.
O que interessa, que relevância tem, o fato de tal ou qual marcador predominar, de tal ou qual fenótipo existir, cacilda? Eu não quero saber disso, eu também acho que o interesse dos caras é dividir, fazer picadinho, estilhaçar toda a humanidade em grupinhos dominaveizinhos se odiandinho uns aos outros, e portanto presa fácil!
Mas que coisa! Vai-se separar por mais o quê, altura, quantidade de cabelo, tamanho de nariz? Não, porque não tem a menor diferença, né não? No minuto em que se entra nesse negócio, vale qualquer coisa: cor é um atributo como tamanho de nariz também é, e quantidade de cabelo idem, e tamanho de pé, e orelha de abano ou sem ser de abano, e por aí vai! Cruzes! Deus me livre!
A escravidão não é má porque negros foram escravos, como parece que essa estúpida ministra pensa - a escravidão é má porque é má, e brancos e amarelos foram e são escravizados também, e mestiços de todas os tipos possíveis, só a parva ignorante é que não sabe, pelo visto, ou finge que não sabe!
É um ABSURDO que o Estado queira "classificar" as pessoas! O que se luta para que não seja feito passou aqui a ser uma "atribuição estatal", raios! Metida a "legítima", ainda por cima! Só por isso essa caterva dessa petralhada já merecia ser jogada no último dos infernos, sinceramente! Fazer da humanidade um rebanho de reses marcadas, separadas pela cor do pelo ou pelo tamanho dos cornos é coisa de orango! ! Sim, eles existem: mas é por sua livre vontade e por sua livre escolha que o são, os renegadores da consciência.
Esta é a ÚNICA separação entre os homens, criada por sua vontade, e por cujas conseqüências pagarão, AMÉM!
Mas que coisa! Vai-se separar por mais o quê, altura, quantidade de cabelo, tamanho de nariz? Não, porque não tem a menor diferença, né não? No minuto em que se entra nesse negócio, vale qualquer coisa: cor é um atributo como tamanho de nariz também é, e quantidade de cabelo idem, e tamanho de pé, e orelha de abano ou sem ser de abano, e por aí vai! Cruzes! Deus me livre!
A escravidão não é má porque negros foram escravos, como parece que essa estúpida ministra pensa - a escravidão é má porque é má, e brancos e amarelos foram e são escravizados também, e mestiços de todas os tipos possíveis, só a parva ignorante é que não sabe, pelo visto, ou finge que não sabe!
É um ABSURDO que o Estado queira "classificar" as pessoas! O que se luta para que não seja feito passou aqui a ser uma "atribuição estatal", raios! Metida a "legítima", ainda por cima! Só por isso essa caterva dessa petralhada já merecia ser jogada no último dos infernos, sinceramente! Fazer da humanidade um rebanho de reses marcadas, separadas pela cor do pelo ou pelo tamanho dos cornos é coisa de orango! ! Sim, eles existem: mas é por sua livre vontade e por sua livre escolha que o são, os renegadores da consciência.
Esta é a ÚNICA separação entre os homens, criada por sua vontade, e por cujas conseqüências pagarão, AMÉM!
Pela parte que me toca, "Dia do Branco", "Consciência Negra", "Momento da Amarelice", todas essas coisas - é pra pegar, embrulhar no mesmo saco e botar tudo no lixo. É tudo parte do mesmíssimo embrulhão racista.
É, pois é. Depois que a noção de indivíduo foi anulada pela orangada, e o desejável é que ninguém a rigor seja alguém, e sim "produto de um contexto", "órgão de um sistema", depois que a orangada arrancou do homem sua unicidade - tão óbvia, meu Deus, tão EVIDENTE!!!!! - virou isso aí.
O comunismo escracha bem seu propósito: que se acabem os indivíduos, só existem "classes"! Somos um coletivo, não somos mais nós mesmos, simplesmente. É proibido que sejamos.
O Olavo tem razão, é o Imbecil Coletivo, o próprio, o monstrengo composto do rebutalho de milhões de desindividualizados. E esse disforme ente múltiplo se levanta, o poderoso estupor acéfalo que muge junto, baba junto, sem que nenhum dos que o compõem consiga jamais se perceber como "eu" - e seja apenas um pedaço de monstrengo, um naco de sua carne, uma célula dele. E se aparecer algum que dê o menor sinal de não ser isso, será destruído pela própria massa parva.
Nem sei se ainda haverá o domador da besta, o que a domina pela força do chicote.
Talvez este seja o destino final do orango: vagar assim, tropegamente massificado e coletivizado, por um universo do qual não percebe o sentido, como um velho dinossauro cego à beira da extinção final.
Se não é um pesadelo, não sei o que é.
Mas está bem ali, na nossa frente.
O comunismo escracha bem seu propósito: que se acabem os indivíduos, só existem "classes"! Somos um coletivo, não somos mais nós mesmos, simplesmente. É proibido que sejamos.
O Olavo tem razão, é o Imbecil Coletivo, o próprio, o monstrengo composto do rebutalho de milhões de desindividualizados. E esse disforme ente múltiplo se levanta, o poderoso estupor acéfalo que muge junto, baba junto, sem que nenhum dos que o compõem consiga jamais se perceber como "eu" - e seja apenas um pedaço de monstrengo, um naco de sua carne, uma célula dele. E se aparecer algum que dê o menor sinal de não ser isso, será destruído pela própria massa parva.
Nem sei se ainda haverá o domador da besta, o que a domina pela força do chicote.
Talvez este seja o destino final do orango: vagar assim, tropegamente massificado e coletivizado, por um universo do qual não percebe o sentido, como um velho dinossauro cego à beira da extinção final.
Se não é um pesadelo, não sei o que é.
Mas está bem ali, na nossa frente.
Dia da consciÊncia negra.
Que coisa mais imbecil... É isso?
Feriado nacional?
Muito preconceituoso....
Que coisa mais imbecil... É isso?
Feriado nacional?
Muito preconceituoso....
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"É um ABSURDO que o Estado queira "classificar" as pessoas!"
as corporações policias americanas trabalham com as categorias de caucasiano, negro e asiático, entre outras, e funciona muito bem.
um exemplo concreto: nos EUA quase todos os "serial killers" são homens brancos homossexuais que têm entre 20 e 30 anos de idade. Não sei porquê. há esse fenómeno social. o serial killer típico tem esse perfil. Não é preconceito contra brancos, é um facto.
houve pois um caso de assassinatos atribuídos a um serial killer e a polícia (em Baton Rouge) e o FBI obtiveram DNA do criminoso e fizeram uma lista de suspeitos: todos com o perfil de serial killer, isto é, brancos. Mas o DNA deles não coincidia com o DNA coletado.
então um especialista pelo DNA do criminoso determinou que o criminoso era da raça negra e não branco. com base nesse dado re-fizeram a lista de suspeitos e então conseguiram pegar o criminoso certo. E vocês querem discutir semântica aqui.
"É um ABSURDO que o Estado queira "classificar" as pessoas!"
as corporações policias americanas trabalham com as categorias de caucasiano, negro e asiático, entre outras, e funciona muito bem.
um exemplo concreto: nos EUA quase todos os "serial killers" são homens brancos homossexuais que têm entre 20 e 30 anos de idade. Não sei porquê. há esse fenómeno social. o serial killer típico tem esse perfil. Não é preconceito contra brancos, é um facto.
houve pois um caso de assassinatos atribuídos a um serial killer e a polícia (em Baton Rouge) e o FBI obtiveram DNA do criminoso e fizeram uma lista de suspeitos: todos com o perfil de serial killer, isto é, brancos. Mas o DNA deles não coincidia com o DNA coletado.
então um especialista pelo DNA do criminoso determinou que o criminoso era da raça negra e não branco. com base nesse dado re-fizeram a lista de suspeitos e então conseguiram pegar o criminoso certo. E vocês querem discutir semântica aqui.
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vejam:
"In early March, 2003, investigators turned to Tony Frudakis, a molecular biologist who said he could determine the killer's race by analyzing his DNA. They were unsure about the science, so, before giving him the go-ahead, the task force sent Frudakis DNA swabs taken from 20 people whose race they knew and asked him to determine their races through blind testing. He nailed every single one.
Still, when they gathered in the Baton Rouge police department for a conference call with Frudakis in mid-March, they were not prepared to hear or accept his conclusions about the killer.
"Your guy has substantial African ancestry," said Frudakis. "He could be Afro-Caribbean or African American but there is no chance that this is a Caucasian. No chance at all."" (...) "In fact, he was certain that the Baton Rouge serial killer was 85 percent Sub-Saharan African and 15 percent native American.
"This means we're going to turn our investigation in an entirely different direction," Frudakis recalls someone saying. "Are you comfortable with that?"
"Yes. I recommend you do that," he said (...)
"The task force followed Frudakis' advice and, two months later, the killer was in custody."
FONTE:
http://www.wired.com/science/discoveries/news/2007/1…rentPage=all
------------
se alguém quiser, traduzo.
vejam:
"In early March, 2003, investigators turned to Tony Frudakis, a molecular biologist who said he could determine the killer's race by analyzing his DNA. They were unsure about the science, so, before giving him the go-ahead, the task force sent Frudakis DNA swabs taken from 20 people whose race they knew and asked him to determine their races through blind testing. He nailed every single one.
Still, when they gathered in the Baton Rouge police department for a conference call with Frudakis in mid-March, they were not prepared to hear or accept his conclusions about the killer.
"Your guy has substantial African ancestry," said Frudakis. "He could be Afro-Caribbean or African American but there is no chance that this is a Caucasian. No chance at all."" (...) "In fact, he was certain that the Baton Rouge serial killer was 85 percent Sub-Saharan African and 15 percent native American.
"This means we're going to turn our investigation in an entirely different direction," Frudakis recalls someone saying. "Are you comfortable with that?"
"Yes. I recommend you do that," he said (...)
"The task force followed Frudakis' advice and, two months later, the killer was in custody."
FONTE:
http://www.wired.com/science/discoveries/news/2007/1…rentPage=all
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se alguém quiser, traduzo.
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O Toth fique com a wikipedia, o politicamente correcto, a Globo e a Super Interessante. Eu fico com a revista Nature e com os estudos científicos sérios.
O Toth fique com a wikipedia, o politicamente correcto, a Globo e a Super Interessante. Eu fico com a revista Nature e com os estudos científicos sérios.
Eu citei a Wikipedia em português porque a versão do Aurélio já é mais politicamente correta do que a da própria Wikipedia, uma vez que o Aurélio já pressupõe que a existência de raças é um fato ( quando não é ). Muito embora eu concorde que a Wikipedia em português realmente seja o “lixo dos lixos” ( e nisso você está certo), mas nesse caso em particular a definição é até prestável e se aproxima bem de outras fontes:
Oxford English Dictionary: racism is a belief or ideology that all members of each race possess characteristics or abilities specific to that race, especially to distinguish it as being either superior or inferior to another race or races.
Merriam-Webster's Webster's Dictionary: belief that race is the primary determinant of human traits and capacities and that racial differences produce an inherent superiority of a particular race, and that it is also the prejudice based on such a belief
Macquarie Dictionary: the belief that human races have distinctive characteristics which determine their respective cultures, usually involving the idea that one's own race is superior and has the right to rule or dominate others.
Oxford English Dictionary: racism is a belief or ideology that all members of each race possess characteristics or abilities specific to that race, especially to distinguish it as being either superior or inferior to another race or races.
Merriam-Webster's Webster's Dictionary: belief that race is the primary determinant of human traits and capacities and that racial differences produce an inherent superiority of a particular race, and that it is also the prejudice based on such a belief
Macquarie Dictionary: the belief that human races have distinctive characteristics which determine their respective cultures, usually involving the idea that one's own race is superior and has the right to rule or dominate others.
Todas as definições de sérias de racismo partem do princípio de que racismo é uma crença e não um ramo da ciência. Racismo não é ciência, muito embora tenha havido no passado ( e no presente ) tentativas de legitimar visões racistas da realidade como “fato científico” (darwinismo, nazismo e socialismo).
Um aparte: quando eu citei Super Interessante alguma vez nessa comunidade como fonte? Os últimos exemplares de Super Interessante que eu comprei foram ainda no final dos anos 80, quando nem internet ainda existia e lá se vão quase 20 anos ( a Constituição do Brasil tinha acabado de ser aprovada) . Me mostre um link, um post meu aqui ou em qualquer lugar do orkut onde eu tenha citado a Super Interssante como fonte? Prove isso ou passe por mentiroso. Agora, falando em fontes duvidosas, e aquelas suas fontes sobre Skull and Bones e “ o verdadeiro “ Saddam Hussein fugindo para a Rússia?
As diferenças de DNA entre os seres humanos são mínimas para que possa corroborar uma teoria racista com base em DNA. Vamos ver o que diz Francis S Collins ( o pai do projeto Genoma humano e maior autoridade no assunto ) em seu célebre livro “A linguagem de Deus” (aproveitando que estou com saco e tempo por causa do feriadão, vou copiar um trecho do livro que eu COMPREI e LI sobre o assunto, não puxei de link nenhum nem de sites estilo Twilight Zone):
Um aparte: quando eu citei Super Interessante alguma vez nessa comunidade como fonte? Os últimos exemplares de Super Interessante que eu comprei foram ainda no final dos anos 80, quando nem internet ainda existia e lá se vão quase 20 anos ( a Constituição do Brasil tinha acabado de ser aprovada) . Me mostre um link, um post meu aqui ou em qualquer lugar do orkut onde eu tenha citado a Super Interssante como fonte? Prove isso ou passe por mentiroso. Agora, falando em fontes duvidosas, e aquelas suas fontes sobre Skull and Bones e “ o verdadeiro “ Saddam Hussein fugindo para a Rússia?
As diferenças de DNA entre os seres humanos são mínimas para que possa corroborar uma teoria racista com base em DNA. Vamos ver o que diz Francis S Collins ( o pai do projeto Genoma humano e maior autoridade no assunto ) em seu célebre livro “A linguagem de Deus” (aproveitando que estou com saco e tempo por causa do feriadão, vou copiar um trecho do livro que eu COMPREI e LI sobre o assunto, não puxei de link nenhum nem de sites estilo Twilight Zone):
(pág 130)
Surpresas da primeira leitura do genoma Livros inteiros têm sido escritos acerca do Projeto Genoma Humano ( na verdade, talvez até em excesso). Talvez escreva o meu qualquer dia e, espero, com discernimento suficiente para evitar alguns dos pronunciamentos desanimados de muitas das atuais descrições populares. Não é minha finalidade neste livro, contudo, estender-se ainda mais nessa experiência extraordinária; antes, pretendo refletir sobre como uma compreensão moderna da ciência poder harmonizar com uma crença em Deus.
Com relação a isso, é interessante observar com atenção o genoma da humanidade, e compará-lo aos genomas de vários outros organismos cujas sequências foram até agora desmembradas. Quando se examina a vasta extensão do genoma humano, 3.1 bilhões de letras do código DNA arranjadas ao longo de 24 cromossomos, várias surpresas aparecem imediatamente.
Uma delas surge quando se verifica que o genoma é realmente pouco usado para codificar a proteína. Apesar de as limitações dos métodos experimentais e de cálculos ainda não fornecerem uma estimativa precisa, há apenas cerca de 20 mil a 25 mil genes que decodificam proteínas no genoma humano. A quantidade total de DNA utilizado por esses genes para decodificar proteínas soma-se a um ínfimo 1,5% do total. Após uma década esperando encontrar pelo menos 100 mil genes, muitos de nós ficamos pasmos ao descobrir que Deus escreve histórias muito curtas sobre a humanidade. Isso foi algo especialmente chocante, dado o fato de que os cálculos de um gene para outros organismos mais simples, como minhocas, moscas e plantas, parecem estar quase na mesma série, por volta de 20 mil. (...)
(...) Outra característica notável do genoma humano vem da comparação entre membros diferentes da nossa espécie. No nível do DNA, somos todos 99,9% idênticos.
Surpresas da primeira leitura do genoma Livros inteiros têm sido escritos acerca do Projeto Genoma Humano ( na verdade, talvez até em excesso). Talvez escreva o meu qualquer dia e, espero, com discernimento suficiente para evitar alguns dos pronunciamentos desanimados de muitas das atuais descrições populares. Não é minha finalidade neste livro, contudo, estender-se ainda mais nessa experiência extraordinária; antes, pretendo refletir sobre como uma compreensão moderna da ciência poder harmonizar com uma crença em Deus.
Com relação a isso, é interessante observar com atenção o genoma da humanidade, e compará-lo aos genomas de vários outros organismos cujas sequências foram até agora desmembradas. Quando se examina a vasta extensão do genoma humano, 3.1 bilhões de letras do código DNA arranjadas ao longo de 24 cromossomos, várias surpresas aparecem imediatamente.
Uma delas surge quando se verifica que o genoma é realmente pouco usado para codificar a proteína. Apesar de as limitações dos métodos experimentais e de cálculos ainda não fornecerem uma estimativa precisa, há apenas cerca de 20 mil a 25 mil genes que decodificam proteínas no genoma humano. A quantidade total de DNA utilizado por esses genes para decodificar proteínas soma-se a um ínfimo 1,5% do total. Após uma década esperando encontrar pelo menos 100 mil genes, muitos de nós ficamos pasmos ao descobrir que Deus escreve histórias muito curtas sobre a humanidade. Isso foi algo especialmente chocante, dado o fato de que os cálculos de um gene para outros organismos mais simples, como minhocas, moscas e plantas, parecem estar quase na mesma série, por volta de 20 mil. (...)
(...) Outra característica notável do genoma humano vem da comparação entre membros diferentes da nossa espécie. No nível do DNA, somos todos 99,9% idênticos.
Claro, 0,01% de diferença é o suficiente para que muitas pessoas que julgam ter conhecimento sobre a ciência saiam por ai em aventuras de Sherlock Holmes ou julguem certas as diferenças meramente visuais entre amarelos, negros e brancos (“flat earthers”).
http://afrobras.org.br/index.php?option=com_content&…168&Itemid=2
Claro, como disse o Uriel, o assunto foi discutido “ad nauseam”
Antes dessas tentativas quixotescas de associar características genéticas com o crime ( que lembram as tentativas de Richard Dawkins te incriminar os deistas através da genética como portadores de uma síndrome que em tese compromete a vida da própria espécie) existiu o lombrozionismo, ou a tentativa de associar as características visuais dos suspeitos de crimes com um perfil criminoso científico com base em certos aspectos fisiológicos, se é que podemos chamar assim.
http://afrobras.org.br/index.php?option=com_content&…168&Itemid=2
Claro, como disse o Uriel, o assunto foi discutido “ad nauseam”
Antes dessas tentativas quixotescas de associar características genéticas com o crime ( que lembram as tentativas de Richard Dawkins te incriminar os deistas através da genética como portadores de uma síndrome que em tese compromete a vida da própria espécie) existiu o lombrozionismo, ou a tentativa de associar as características visuais dos suspeitos de crimes com um perfil criminoso científico com base em certos aspectos fisiológicos, se é que podemos chamar assim.
Claro que Lombrosio e a sua teoria foram para a lata do lixo da ciência, caso contrário tipos como o Uriel já estariam sendo investigados pela polícia apenas por possuir uma aparência criminosa ( como alguém mesmo já afirmou aqui o Uriel tem cara de mafioso ou nazista, que seja). Gostaria que a moral que você usa para julgar o mundo fosse aplicada em você Uriel? Ou você tem moral dupla? Acredito que sim, pois você mesmo já escreveu aqui nessa comunidade que tem certos “problemas” para aceitar o cristianismo. Seria esse um deles? Para quem disse que foi salvo do nazismo lendo “Nietzsche” ( eu, por exemplo, nunca precisei ser salvo do nazismo). Justo Nietzsche que tanto influenciou o nazismo ( http://www.amazon.com/Nietzsche-Prophet-Nazism-Super…p/1420841211) com suas idéias a respeito do Super-homem e chegou a escrever um livro entitulado “O anti-Cristo”. Suponho que estivesse bem longe do nazismo e próximo do cristianismo, essa coisa de se achar uma referência do bem e do bom pensamento acima dos demais réles da espécie:
Assim começa o anti-Cristo ( com mais saco ainda de copiar do que eu tenho aqui em casa):
“Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendem o meu “Zaratustra”: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? – Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.
As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido – conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas – e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação – nascida da força – para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo – acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...
Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? – O resto é somente a humanidade. – É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma – em desprezo...
“Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendem o meu “Zaratustra”: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? – Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.
As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido – conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas – e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação – nascida da força – para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo – acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...
Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? – O resto é somente a humanidade. – É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma – em desprezo...
No fundo o racismo acomoda bem ambas as visões. Tanto a visão de que o “mal está lá fora” ( eu sou o bem, o “puro”, o homem extraordinário como afirmaria Raskólnikov no célebre “Crime e Castigo” ) e que o mundo pode ser consertado, de alguma maneira, “limpo” desse mal que infecta os inferiores (ver Richard Dawnkins e mimetismo). Jogando os males e as diferenças entre os homens para a mera percepção visual ou material (ver lombrozionismo) após a devida relativização e extermínio da moral ( o mal não está dentro dos homens ) teremos finalmente o império dos Super-homens, homens dotados eles mesmos de uma capacidade extraordinária de julgamento que os pobres homens vulgares nunca terão (ver Che Guevara, a fria e seletiva máquina de matar). Aliás, o próprio Olavo já falou sobre essa distinção que o socialista faz dele como um “ente” pertencente a um nível superior na escala humana o faz um racista. E, claro, todo racista está a meio passo andado da esquerda pois a idéia de que raças existem e os homens evoluem através da seleção dos melhores e mais fortes ( Charles Darwin ) é extremamente atraente para a esquerda em geral ( nazistas e socialistas ). Miguel Allende chegou a empregar a eugenia no Chile ( http://veja.abril.com.br/080605/p_094.html ). A diferença é que o socialismo explora a luta racial ( entre diferenças raças ) como um apêndice da luta de classes onde uma estaria inevitavelmente inserida dentro da outra ( brancos ricos oprimindo negros proletários). Aliás o darwinismo foi antes de tudo um dos grandes fermentos nos quais cresceu o socialismo ( http://www.amazon.com/First-Darwinian-Left-Socialism…p/1873797370 ). Ao dividir a sociedade em contrastes raciais o socialismo aparece posteriormente como o grande sanador dos males que ele mesmo ajudou a criar (exemplo: o Estado brasileiro agora dividido entre negros e brancos, posteriormente será obrigado a adotar medidas mais enérgicas para refrear o mal que ele mesmo ajudou a criar ). Típica da prática anti-Cristã que visa dividir para depois lucrar
Eu adimiro os EUA como nação. Adimiro a generosidade do povo americano. Existem coisas maravilhosas nos EUA, mas apontar o bom convívio racial dos EUA como um “exemplo” já é algo que beira a demência. Afora o simples ódio racial que levou a formação de seitas secretas como a Ku Klux Klan, Panteras Negras e outras abominações, a eugenia já era praticada nos EUA mesmo antes da Alemanha de Hitler. Quando Hitler começou a enviar judeus aos fornos na Alemanha muitos cientistas nos EUA ficaram verdadeiramente maravilhados com o avanço da Alemanha nessa área pois “já estavam fazendo lá o que eles gostariam de fazer nos EUA”. A igreja condenou as práticas eugênicas que na época eram vistas como a “conqueluxe” do progresso ( http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&s…ia1&lang=bra )
Finalizando: somente pode ser racista aquele que não acredita na imortalidade da alma dos homens e na sua origem espiritual. O racismo é, além do socialismo, um dos pilares sobre os quais se apóia a esquerda. Uma pessoa que ache que é anti-esquerda sendo racista é tão anti-esquerda como o nazismo foi.
Finalizando: somente pode ser racista aquele que não acredita na imortalidade da alma dos homens e na sua origem espiritual. O racismo é, além do socialismo, um dos pilares sobre os quais se apóia a esquerda. Uma pessoa que ache que é anti-esquerda sendo racista é tão anti-esquerda como o nazismo foi.
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Macquarie Dictionary: the belief that human races have distinctive characteristics which determine their respective cultures, usually involving the idea that one's own race is superior and has the right to rule or dominate others.
Racismo seria portanto a crença de que algumas raças são superiores e têm o direito de dominar outras. A própria definição de racismo citada por você já pressupõe a existência de raças, caso você não tenha percebido.
você é que é race-denier. E você usa argumentos cientificistas quando já expliquei a diferença entre norma culta e terminologia do jargão técnico da Biologia e outras ciências (naquele exemplo de "peso" e "massa"). E mesmo na própria Ciência essa questão ainda é controversa. Alguns cientistas defendem a inexistência de raças. Outros defendem a existência delas. Como por exemplo o Dr. George W. Gill, Professor da University of Wyoming, que é antrópologo forénsico do Laboratório de Criminalística de seu Estado. Vou colocar um link aqui embaixo pela última vez. talvez dessa vez você o leia.
[ ATENÇÃO - ATENÇÃO - LINK]
http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/race.html
Does Race Exist?
A proponent's perspective
by George W. Gill
http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/gill.html
------------------------
acho que você se refere à questão do QI para com isso me acusar de racista.
Pois é, eu também acredito que o QI médio feminino é menor do que o masculino (há estudos que mostram isso).
E acredito que o QI asiático médio é maior do que o branco (novamente há estudos). Mas isso não justifica que asiáticos dominem e escravizem brancos, por exemplo.
Repito-me: o problema moral do racismo está em suas conclusões e não em suas premissas.
De modo que não sou racista, nem mesmo de acordo com a definição do Macquarie Dictionary, citado por você.
se o sou, sou-o pela metade e o sou da mesma forma que George Washington também o era e muitos outros grandes homens que eram virtuosos.
Macquarie Dictionary: the belief that human races have distinctive characteristics which determine their respective cultures, usually involving the idea that one's own race is superior and has the right to rule or dominate others.
Racismo seria portanto a crença de que algumas raças são superiores e têm o direito de dominar outras. A própria definição de racismo citada por você já pressupõe a existência de raças, caso você não tenha percebido.
você é que é race-denier. E você usa argumentos cientificistas quando já expliquei a diferença entre norma culta e terminologia do jargão técnico da Biologia e outras ciências (naquele exemplo de "peso" e "massa"). E mesmo na própria Ciência essa questão ainda é controversa. Alguns cientistas defendem a inexistência de raças. Outros defendem a existência delas. Como por exemplo o Dr. George W. Gill, Professor da University of Wyoming, que é antrópologo forénsico do Laboratório de Criminalística de seu Estado. Vou colocar um link aqui embaixo pela última vez. talvez dessa vez você o leia.
[ ATENÇÃO - ATENÇÃO - LINK]
http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/race.html
Does Race Exist?
A proponent's perspective
by George W. Gill
http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/gill.html
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acho que você se refere à questão do QI para com isso me acusar de racista.
Pois é, eu também acredito que o QI médio feminino é menor do que o masculino (há estudos que mostram isso).
E acredito que o QI asiático médio é maior do que o branco (novamente há estudos). Mas isso não justifica que asiáticos dominem e escravizem brancos, por exemplo.
Repito-me: o problema moral do racismo está em suas conclusões e não em suas premissas.
De modo que não sou racista, nem mesmo de acordo com a definição do Macquarie Dictionary, citado por você.
se o sou, sou-o pela metade e o sou da mesma forma que George Washington também o era e muitos outros grandes homens que eram virtuosos.
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"Gostaria que a moral[sic] que você usa para julgar o mundo fosse aplicada em você Uriel?"
que moral? em momento algum falei em moral, apenas em dados estatísticos e factos da natureza. Que moral você retira daí? E não é uma questão de "gostar" ou não gostar. você é um Romântico.
mas acho que entendi o que você quis dizer. Vou pois responder: ela já é aplicada em mim. Diariamente.
quando a polícia parou um ônibus na periferia dentro do qual eu estava e ordenou que todos os homens ficassem do lado de fora com as mãos encostadas na parede do veículo para serem revistados enquanto as mulheres assistiam tudo sem serem revistadas e enquanto um senhor de cabelo branco não foi revistado (eu fui), compreendi que isso fazia sentido. Pois perder-se-ia muito tempo revistando-se todos, de modo que faz mais sentido concentrar a atenção nos "grupos de risco" (jovens do sexo masculino. Não há muitos marginais armados idosos nem do sexo feminino. Por questões hormonais)
ora, o Mal existe independentemente dos hormônios, mas se manifesta de formas diferentes em seres com altos níveis de testosterona.
quando estou caminhando à noite numa calçada e a moça na minha frente que imagina estar sendo seguida por mim fica atenta e ligeiramente apreensiva, eu compreendo. Não sou um estuprador, mas compreendo.
entenda: os homens têm em média mais testosterona do que as mulheres. Por isso tendem a ser mais agressivos. Isso no entanto não justifica o genocídio de todos os homens como algumas feministas radicais ("racistas" de gênero) defendem ou fantasiam. ( http://www.amazon.co.uk/Completed-Hothead-Paisan-Hom…p/1573440841 )
mas é um fato.
se eu fosse, por exemplo, uma mulher asiática e não um homem branco de 1 metro e 93 centímetros de altura, provavelmente eu não seria "discriminado" diariamente como eu sou (inclusive pela polícia).
acho tudo isso justo e compreensível.
"Gostaria que a moral[sic] que você usa para julgar o mundo fosse aplicada em você Uriel?"
que moral? em momento algum falei em moral, apenas em dados estatísticos e factos da natureza. Que moral você retira daí? E não é uma questão de "gostar" ou não gostar. você é um Romântico.
mas acho que entendi o que você quis dizer. Vou pois responder: ela já é aplicada em mim. Diariamente.
quando a polícia parou um ônibus na periferia dentro do qual eu estava e ordenou que todos os homens ficassem do lado de fora com as mãos encostadas na parede do veículo para serem revistados enquanto as mulheres assistiam tudo sem serem revistadas e enquanto um senhor de cabelo branco não foi revistado (eu fui), compreendi que isso fazia sentido. Pois perder-se-ia muito tempo revistando-se todos, de modo que faz mais sentido concentrar a atenção nos "grupos de risco" (jovens do sexo masculino. Não há muitos marginais armados idosos nem do sexo feminino. Por questões hormonais)
ora, o Mal existe independentemente dos hormônios, mas se manifesta de formas diferentes em seres com altos níveis de testosterona.
quando estou caminhando à noite numa calçada e a moça na minha frente que imagina estar sendo seguida por mim fica atenta e ligeiramente apreensiva, eu compreendo. Não sou um estuprador, mas compreendo.
entenda: os homens têm em média mais testosterona do que as mulheres. Por isso tendem a ser mais agressivos. Isso no entanto não justifica o genocídio de todos os homens como algumas feministas radicais ("racistas" de gênero) defendem ou fantasiam. ( http://www.amazon.co.uk/Completed-Hothead-Paisan-Hom…p/1573440841 )
mas é um fato.
se eu fosse, por exemplo, uma mulher asiática e não um homem branco de 1 metro e 93 centímetros de altura, provavelmente eu não seria "discriminado" diariamente como eu sou (inclusive pela polícia).
acho tudo isso justo e compreensível.
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vou explicar melhor, pois sei que você às vezes tem dificuldade para entender as coisas.
o pensamento racista é o seguinte: "algumas raças têm QI médio inferior, portanto podem ser dominadas e escravizadas"
o problema moral está na parte depois da palavra portanto.
Já a premissa é uma questão factual: ou é verdade ou não (não é questão de juízo nem de opinião). E estatisticamente é verdade. E parece haver uma relação causal (fatores genéticos).
Isso não sou eu que afirmo, mas vários estudos - os quais já linkei aqui inúmeras vezes.
também há estudos que mostram que o homem em média tem o hemisfério direito do cérebro mais desenvolvido do que a mulher. é melhor qualificado portanto para cálculos matemáticos, navegação etc. Uma feminista pode bater o pezinho e dizer "isso é injusto, é imoral!". Mas fazer o quê? vá reclamar com a Natureza...
acho que o imoral é quem confunde a premissa com uma determinada conclusão falaciosa, sinceramente. A igualdade é um dogma para eles pela seguinte razão: eles têm medo de acreditar na inferioridade (intelectual) de alguns grupos, pois se eles acreditarem nisso se sentirão autorizado a oprimir e desprezar esses grupos.
ora, Pedro tem um QI de 180. Joaquim tem um QI de de 90. Isso dá a Pedro o direito de escravizar Joaquim? Isso torna Pedro uma pessoa melhor do que Joaquim? Claro que não. Mas na cabeça deles talvez sim. Então eles rejeitam a premissa por medo da conclusão. E o erro está na conclusão e não na premissa.
Por exemplo, noto que você não é muito brilhante. Mas mesmo assim o respeito como ser humano em toda sua dignidade, pois você pelo menos tem (ou aparenta ter) um bom coração. Há aqui mesmo nessa comunidade gênios malignos e imorais, cheios de ódio no coração. Não é seu caso.
saudações cordiais
vou explicar melhor, pois sei que você às vezes tem dificuldade para entender as coisas.
o pensamento racista é o seguinte: "algumas raças têm QI médio inferior, portanto podem ser dominadas e escravizadas"
o problema moral está na parte depois da palavra portanto.
Já a premissa é uma questão factual: ou é verdade ou não (não é questão de juízo nem de opinião). E estatisticamente é verdade. E parece haver uma relação causal (fatores genéticos).
Isso não sou eu que afirmo, mas vários estudos - os quais já linkei aqui inúmeras vezes.
também há estudos que mostram que o homem em média tem o hemisfério direito do cérebro mais desenvolvido do que a mulher. é melhor qualificado portanto para cálculos matemáticos, navegação etc. Uma feminista pode bater o pezinho e dizer "isso é injusto, é imoral!". Mas fazer o quê? vá reclamar com a Natureza...
acho que o imoral é quem confunde a premissa com uma determinada conclusão falaciosa, sinceramente. A igualdade é um dogma para eles pela seguinte razão: eles têm medo de acreditar na inferioridade (intelectual) de alguns grupos, pois se eles acreditarem nisso se sentirão autorizado a oprimir e desprezar esses grupos.
ora, Pedro tem um QI de 180. Joaquim tem um QI de de 90. Isso dá a Pedro o direito de escravizar Joaquim? Isso torna Pedro uma pessoa melhor do que Joaquim? Claro que não. Mas na cabeça deles talvez sim. Então eles rejeitam a premissa por medo da conclusão. E o erro está na conclusão e não na premissa.
Por exemplo, noto que você não é muito brilhante. Mas mesmo assim o respeito como ser humano em toda sua dignidade, pois você pelo menos tem (ou aparenta ter) um bom coração. Há aqui mesmo nessa comunidade gênios malignos e imorais, cheios de ódio no coração. Não é seu caso.
saudações cordiais
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O Brasil também perde pra Uruguay, Argentina, Colombia, Chile e até para o Peru e Suriname.
O Brasil também perde pra Uruguay, Argentina, Colombia, Chile e até para o Peru e Suriname.
Minha homenagem ao dia da "consciência" racial:
http://www.youtube.com/watch?v=mwy5uqemp6c&eurl=http…82508&sm=upd
http://www.youtube.com/watch?v=mwy5uqemp6c&eurl=http…82508&sm=upd
Por exemplo, noto que você não é muito brilhante. Mas mesmo assim o respeito como ser humano em toda sua dignidade, pois você pelo menos tem (ou aparenta ter) um bom coração. Há aqui mesmo nessa comunidade gênios malignos e imorais, cheios de ódio no coração. Não é seu caso.
Uriel, você respeita a minha dignidade porque no fundo compartilhamos a mesma natureza. Nenhum homem é melhor nem pior do que outro homem. Bom mesmo, somente Deus, como o próprio Cristo disse.
Não podemos dividir os homens em raças pois, se assim o fizéssemos, estaríamos dividindo a natureza humana em diferentes categorias e a natureza humana é essencialmente a mesma. Todos são filhos do mesmo Deus perfeito. Se disséssemos que existe uma raça A e uma raça B, os membros da raça A poderiam se dar o direito de alegar descendência divina sobre os elementos da raça B.
Inclusive essa foi uma das fontes de inspiração do nazismo, seguindo a teosofia que pregava uma "evolução" espiritual baseada em diferentes "raças". Na linha de criação proposta pela teosofia a raça "ariana" (se não me engano a quarta raça) seria a mais evoluída espiritualmente e um dos objetivos do nazismo era exatamente recuperar essa "pureza" perdida através da biologia e da eugenia.
Uriel, você respeita a minha dignidade porque no fundo compartilhamos a mesma natureza. Nenhum homem é melhor nem pior do que outro homem. Bom mesmo, somente Deus, como o próprio Cristo disse.
Não podemos dividir os homens em raças pois, se assim o fizéssemos, estaríamos dividindo a natureza humana em diferentes categorias e a natureza humana é essencialmente a mesma. Todos são filhos do mesmo Deus perfeito. Se disséssemos que existe uma raça A e uma raça B, os membros da raça A poderiam se dar o direito de alegar descendência divina sobre os elementos da raça B.
Inclusive essa foi uma das fontes de inspiração do nazismo, seguindo a teosofia que pregava uma "evolução" espiritual baseada em diferentes "raças". Na linha de criação proposta pela teosofia a raça "ariana" (se não me engano a quarta raça) seria a mais evoluída espiritualmente e um dos objetivos do nazismo era exatamente recuperar essa "pureza" perdida através da biologia e da eugenia.
! Bom, eu já discordo. Há homens melhores e homens piores, e homens muitíssimo bons e homens vilíssimos. E nada disso depende absolutamente de coisíssima alguma além de suas consciências. Nem de sua razão, nem de sua cor, ou raça, ou o que for. Depende de seu self, de quem escolheram ser.
O dia do branco em princípio eu só acho pateta, não acho mais nada. Acho a mesma coisa do que, por exemplo, o dia das pessoas com um metro e setenta de altura, ou o dia das pessoas com orelha de abano. É estúpido, não faz sentido. Parece um desenho animado que eu vi com os meus netos, chamado "O Dia do Pudim de Tapioca".
Mas apesar da coisa não fazer sentido em si, a caterva aproveita pra injetar nela o vilíssimo propósito de estabelecer identidades a esmo, pra depois declarar umas inimigas das outras. É aí que a coisa pega.
Mas apesar da coisa não fazer sentido em si, a caterva aproveita pra injetar nela o vilíssimo propósito de estabelecer identidades a esmo, pra depois declarar umas inimigas das outras. É aí que a coisa pega.
A vaidade é o pecado predileto do demônio. Existe até um filme sobre o assunto. Homens brilhantes normalmente caem nessa armadilha.
O primeiro passo para que um homem adote uma moral dupla é ele se achar "bom" (ruim, é o mundo lá fora). É esse o perigo que a mente humana traz ao homem. A vaidade, o ego, o "conhecimento" (em oposição à sabedoria) cegam a capacidade do homem de se posicionar em relação aos demais. Nenhum homem é "bom". Bom, somente Deus porque a bondade dele imana para todos.
Sendo o próprio homem uma referência do "bem" ( e não Deus) a consequência natural é querer julgar o mundo com uma régua e a si mesmo com outra. O segundo passo é esquecer a consciência e dizer adeus aos valores que os outros homens devem seguir (ele não).
O primeiro passo para que um homem adote uma moral dupla é ele se achar "bom" (ruim, é o mundo lá fora). É esse o perigo que a mente humana traz ao homem. A vaidade, o ego, o "conhecimento" (em oposição à sabedoria) cegam a capacidade do homem de se posicionar em relação aos demais. Nenhum homem é "bom". Bom, somente Deus porque a bondade dele imana para todos.
Sendo o próprio homem uma referência do "bem" ( e não Deus) a consequência natural é querer julgar o mundo com uma régua e a si mesmo com outra. O segundo passo é esquecer a consciência e dizer adeus aos valores que os outros homens devem seguir (ele não).
Marcos 10:18
"E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus."
"E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus."
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eu preferia o Toth quando ele não era cristão.
eu preferia o Toth quando ele não era cristão.
Oh, Toth, então eu não vou saber distinguir entre o Bem e o Mal? !
Me interna, nesse dia!
Não foi isso que Jesus quis dizer, no meu entendimento - o que Ele quis dizer é que não há medida humana que se compare à divina, ou seja, não é dado a nós conhecer a Verdade inteira, por nossa natureza. Não que não a devemos buscar.
É preciso SEMPRE saber a diferença entre o Bem e o Mal, eu preciso o tempo inteiro escolher!
Caso contrário eu despenco num buraco medonho, onde o mais santo dos homens é idêntico ao maior dos monstros, e me abstenho do uso da minha preciosa consciência! E sem consciência eu perco a minha condição de filha de Deus, a minha condição humana - que não é torpe ou desimportante, e sim sagrada, pela graça de Deus.
Bom, socorro. Não vamos discutir religião. Não agora, não tão cedo. .
Me interna, nesse dia!
Não foi isso que Jesus quis dizer, no meu entendimento - o que Ele quis dizer é que não há medida humana que se compare à divina, ou seja, não é dado a nós conhecer a Verdade inteira, por nossa natureza. Não que não a devemos buscar.
É preciso SEMPRE saber a diferença entre o Bem e o Mal, eu preciso o tempo inteiro escolher!
Caso contrário eu despenco num buraco medonho, onde o mais santo dos homens é idêntico ao maior dos monstros, e me abstenho do uso da minha preciosa consciência! E sem consciência eu perco a minha condição de filha de Deus, a minha condição humana - que não é torpe ou desimportante, e sim sagrada, pela graça de Deus.
Bom, socorro. Não vamos discutir religião. Não agora, não tão cedo. .
Eu concordo que o homem não é a referência do Bem; é claro que a referência do Bem é Deus! E justamente porque Ele é Bom nos criou à Sua imagem e semelhança, e nos deu a capacidade de percebê-Lo, e de portanto por esta percepção podermos escolher ser bons ou não ser bons.
Senão seríamos o quê? Orangos, é claro! ! (só pra descontrair).
Senão seríamos o quê? Orangos, é claro! ! (só pra descontrair).