O jornal judaico-argentino independente “A Voz e a Opinião” começou a distribuir um pacote de informações que anuncia a proximidade da violência terrorista em toda a América Latina. De que se trata?
Trata-se nem mais nem menos que de uma manobra do presidente venezuelano Hugo Chavez, com o intuito de permitir que agentes do grupo fundamentalista iraniano Hezbollah abram filiais da organização em toda a América Latina, inclusive na Argentina.
Em um gesto sem paralelo desde a conquista espanhola do continente, Chavez importou “missionários” xiitas do Irã que se dedicam a converter os índios da Amazônia ao islamismo. – começando pela tribo dos Guajiros. A conversão traz com ela a adaptação às regras violentas do fundamentalismo: toda a tribo Wayuu tornou-se muçulmana, as mulheres usam o véu e os homens praticam tiro com fuzis Kalashnikov, alguns se fazem fotografar com o cinturão suicida carregado de bombas e o governo venezuelano se encarrega de divulgar as imagens via Internet.
Fotos de crianças indígenas vestidas à maneira islâmica, a quem foi ensinada a ideologia do ódio e o suposto paraíso que aguarda aos que se imolam em nome de Alá foram denunciadas pelo jornalista boliviano José Brechner.
Outro dado aterrador surge dessas informações: a Hezbollah já abriu sedes – tendo sua base na Venezuela – em vários países, inclusive na Argentina. Quem quiser conhecer mais detalhes da ante-sala do inferno que Hugo Chavez está implantando na América Latina, pode consultar o seguinte endereço virtual:
http://groups.msn.com/ autonomiaislamic awayuu/general. msnw.
Clicando no link Hezbollah na América Latina podem ser lidas algumas das frases emblemáticas do terrorismo islâmico que Chavez importou para esta parte do continente: “...Uma religião que não prega a guerra contra a opressão é uma religião incompleta”, ou “as massas oprimidas... deverão se assegurar de que a vitória de Deus é certa e os opressores, mais cedo ou mais tarde, serão aniquilados”.
Trata-se nem mais nem menos que de uma manobra do presidente venezuelano Hugo Chavez, com o intuito de permitir que agentes do grupo fundamentalista iraniano Hezbollah abram filiais da organização em toda a América Latina, inclusive na Argentina.
Em um gesto sem paralelo desde a conquista espanhola do continente, Chavez importou “missionários” xiitas do Irã que se dedicam a converter os índios da Amazônia ao islamismo. – começando pela tribo dos Guajiros. A conversão traz com ela a adaptação às regras violentas do fundamentalismo: toda a tribo Wayuu tornou-se muçulmana, as mulheres usam o véu e os homens praticam tiro com fuzis Kalashnikov, alguns se fazem fotografar com o cinturão suicida carregado de bombas e o governo venezuelano se encarrega de divulgar as imagens via Internet.
Fotos de crianças indígenas vestidas à maneira islâmica, a quem foi ensinada a ideologia do ódio e o suposto paraíso que aguarda aos que se imolam em nome de Alá foram denunciadas pelo jornalista boliviano José Brechner.
Outro dado aterrador surge dessas informações: a Hezbollah já abriu sedes – tendo sua base na Venezuela – em vários países, inclusive na Argentina. Quem quiser conhecer mais detalhes da ante-sala do inferno que Hugo Chavez está implantando na América Latina, pode consultar o seguinte endereço virtual:
http://groups.msn.com/ autonomiaislamic awayuu/general. msnw.
Clicando no link Hezbollah na América Latina podem ser lidas algumas das frases emblemáticas do terrorismo islâmico que Chavez importou para esta parte do continente: “...Uma religião que não prega a guerra contra a opressão é uma religião incompleta”, ou “as massas oprimidas... deverão se assegurar de que a vitória de Deus é certa e os opressores, mais cedo ou mais tarde, serão aniquilados”.