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PM paulista já abaixa a cabeça para os GLBTs

Iniciado por inocncio em 25/11/2007 · 4 mensagens

inocncio#1
E assim, de pouquinho em pouquinho, vão sendo presos os "porcos selvagens". Hoje eles querem tratamento diferenciado. Amanhã "dár-se-ão" o direito de exigir de qualquer um que se curve as suas vontades.

Operação Arco-Íris (retirado da revista Veja São Paulo de 28 de Novembro de 2007)

Uma vez por semana, o comando da Polícia Militar do centro destaca trinta policiais para a discussão de assuntos polêmicos na rotina do patrulhamento. Eles assistem a uma palestra e, depois, participam de um debate. Desde o início do ano, o tema recorrente desse encontro tem sido a diversidade sexual . A idéia é estabelecer um padrão de qualidade no atendimento policial à comunidade GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e transgênicos). Em julho passado, os primeiros sinais do resultado desse trabalho apareceram durante um encontro nacional que reuniu mais de 200 travestis e transexuais de todo o país, na região central. Para evitar incidentes, a PM montou um esquema de segurança para os convidados da convenção e pôs em prática uma espécie de cartilha de boas maneiras. “Travestis preferem o tratamento no gênero feminino”, afirma o coronel Álvaro Camilo, comandante do policiamento do centro. “Por isso, o termo correto a ser usado em uma abordagem é senhora ou cidadã”.
inocncio#2
Para chegar a conclusões como essa, o coronel Camilo reuniu representantes de grupos voltados para a defesa da diversidade sexual. Alguns deles deram palestras aos PMs. Outros contribuíram com informações para o planejamento do esquema de segurança de grandes eventos, como a Parada do Orgulho GLBT, realizada na Avenida Paulista. “Muitos travestis elogiaram a postura dos policiais durante o encontro nacional”, conta Dimitri Sales, assessor jurídico da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual da prefeitura. Apesar do progresso, ele ressalta que o diálogo entre a autoridade policial e os gays precisa evoluir. “Ainda não estamos num mar de rosas, mas a situação melhorou”. Para a antropóloga Regina Facchini, o desafio é quebrar o preconceito: “Quando há uma vítima do grupo GLBT, a tendência é tratar o assunto com menos seriedade”. O coronel Camilo reconhece a dificuldade, mas avisa que já houve um primeiro passo na direção da mudança. “O policial hoje não deve usar nenhum tipo de jargão, apelido, alcunha, para não criar problema”.

Fábio Brisolla
inocncio#3
http://www.olavodecarvalho.org/semana/070326dc.html(...) Em comparação com a perseguição anticristã no mundo, a suposta discriminação dos gays é, na melhor das hipóteses, uma piada. Ao longo dos últimos cem anos, nas democracias capitalistas, nenhum homossexual jamais sofreu, por ser homossexual, humilhações, perigos e danos comparáveis, por exemplo, aos que a militância gay enlouquecida vem impondo ao escritor evangélico brasileiro Júlio Severo pelo crime de ser autor do livro O Movimento Homossexual . Não posso por enquanto contar o caso em detalhes porque prejudicaria o próprio Júlio, a esta altura metido numa encrenca judicial dos diabos. Mas, garanto, é uma história assustadora.

A discriminação e marginalização dos homossexuais é real e grave nos países islâmicos e comunistas, especialmente em Cuba, mas as alianças políticas do movimento gay fazem com que ele prefira se manter calado quanto a esse ponto, descarregando suas baterias, ao contrário, justamente em cima das nações que mais mimam e protegem os homossexuais.
inocncio#4
Interessante que o "tema recorrente das reuniões da PM paulista" seja discutir os tratamento "diferenciado aos gays" (senhoritas ou cidadãs) quando o PCC ainda não foi desarticulado (muito pelo contrário) e a criminalidade assusta cada vez mais a população de São Paulo.

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