Como não achei o link para o texto a seguir no Blog do Júlio Severo, reproduzo na íntegra o texto que ele traduziu e adaptou do site http://lifesitenews.com/:
Federação Americana de Pediatras: “É certo os pais darem surras”John-Henry Westen
WASHINGTON, DC, 3 de dezembro de 2007 (http://lifesitenews.com/) — A Federação Americana de Pediatras (FAP), uma associação médica nacional de médicos e profissionais da área de saúde autorizados e especializados no cuidado de bebês, crianças e adolescentes, divulgou sua posição oficial acerca do uso de surras por parte dos pais, bem no momento em que a assembléia legislativa de Massachusetts começa a considerar um projeto de lei que proíbe essa forma de disciplina por parte dos pais.
Apesar da evidência científica indicando que castigos físicos razoáveis aplicados pelos pais são benéficos para os filhos, a ONU vem forçando as nações a proibir os pais de usar a surra como forma de disciplina. Essa interferência nos direitos dos pais é uma das questões que tem causado muito alarme acerca da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças.
A FAP examinou com cuidado as pesquisas disponíveis acerca do castigo físico e conclui, em sua posição oficial sobre o assunto, que surras disciplinares aplicadas por pais podem ser eficientes quando utilizadas de modo apropriado. “É claro que os pais não devem se apoiar exclusivamente em surras disciplinares para efetuar controle sobre a conduta de seus filhos”, diz a posição oficial recentemente divulgada. “A evidência indica que pode ser uma parte útil e necessária de um plano disciplinar bem-sucedido”.
O Dr. Den Trumbull, principal autor da declaração, explicou: “Quando uma criança desafia a instrução do pai ou da mãe, uma surra é uma das poucas opções que os pais podem considerar para corrigir a conduta errada”. O Dr. Trumbull acrescentou: “Dar surra pode ser mais adequado com crianças de 2 a 6 anos, e quando tipos mais brandos de correção fracassaram”.
A FAP criou um folheto para os pais intitulado “Recomendações para uso dos pais em surras disciplinares”. As recomendações aconselham que surras “só devem ser usadas quando a criança recebe pelo menos tanto incentivo e elogio por boa conduta quanto correção por conduta problemática”. As recomendações também dizem que “formas mais brandas de disciplina, tais como correção verbal, conseqüências lógicas e naturais, e pausas devem ser usadas inicialmente, seguidos por uma surra quando a desobediência persiste”.
“O pai ou a mãe não deve administrar uma surra quando sente vontade ou quando está fora de controle”, adverte o documento, observando que “uma surra sempre deve ser motivada por amor, com o propósito de ensinar e corrigir, e não com o propósito de vingança ou retaliação”.
As recomendações também apresentam as idades em que as surras são adequadas. “Uma surra é imprópria antes dos 15 meses e é geralmente não necessária até depois de 18 meses. Será menos necessária depois dos 6 anos de idade e raramente será usada depois dos 10 anos de idade”, diz o documento.
Além de sua posição oficial, a FAP publicou uma análise extensa da literatura científica sobre o assunto de castigo físico e seu uso na disciplina.
Depois os manés da paraoficial me chamam de louco!
Louco é o pai ou mãe que hoje em dia deixa os filhos mandarem e desmandarem dentro de casa, todos eles apoiados por essa psicologia cretina, de que bater nos filhos pode deixá-los revoltados e etc, etc...
Quem espanca crianças é covarde e fdp.Não posso apoiar de forma alguma tamanho absurdo.
Dar uns tapas(na perna ou no traseiro) e por de castigo uma criança até uns 9 anos é até valido,mas surras=crime e sempre foi ilegal...
Caio, eu também não apóio surras no sentido de espancamento. Sou a favor de palmadas e castigo também.
Creio que o pessoal que escreveu o artigo não estava fazendo apologia à agressão ou talvez tenha havido um erro de tradução por parte do Júlio.
Ou pior ainda: eu tenha me enganado com o conteúdo do artigo e postado minha opinião.
Desde quando que apanhar surras de quem vc ama
necessita e depende , faz algum bem ?
Obviamente que cada criança desenvolvera um tipo
de personalidade em reação a este acontecimentos
algumas , ponderam submeter-se a esta autoridade
escondendo seus sentimentos , fingindo pra si mesmo
que nao esta acontecendo ... e mais tarde ,ela repetira
este padrão de comportamento com todo o tipo de autoridade
, e relacionamentos afetivos , na melhor da hipóteses...
na pior ... é preciso dar uma olhada na ala psiquiatra de algum
hospital ..
Existem varias teorias ...
Cal Rogers diz:
..........."Quando a criança começa a tomar consciência do Self, desenvolve uma necessidade de amor ou de consideração positiva. Esta necessidade é universal, considerando-se que ela existe em todo ser humano e que se faz sentir de uma maneira contínua e penetrante. A teoria não se preocupa em saber se é uma necessidade inata ou adquirida. Uma vez que as crianças não separam suas ações de seu ser total, reagem à aprovação de uma ação como se fosse aprovação de si mesmas. Da mesma forma, reagem à punição de um ato como se estivessem sendo desaprovadas em geral.
O amor é tão importante para a criança que ela acaba por ser guiada, não pelo caráter agradável ou desagradável de suas experiências e comportamentos, mas pela promessa de afeição que elas encerram. A criança começa a agir da forma que lhe garante amor ou aprovação, sejam os comportamentos saudáveis ou não para ela.
As crianças podem agir contra seu próprio interesse, chegando a se perceber em termos destinados, a princípio, a agradar ou apaziguar os outros. Teoricamente esta situação poderia não se desenvolver se a criança sempre se sentisse aceita e houvesse aprovação dos sentimentos mesmo que alguns comportamentos fossem inibidos. Em tal situação ideal a criança nunca seria pressionada a se despojar ou repudiar partes não atraentes mas autênticas de sua personalidade."
Nunca bati em meus filhos e nem me passou pela cabeça fazer isso.
Deu tudo muito certo falando, mesmo.
E claro que quando eram tão pequenininhos que não entendiam direito o que eu dizia, aí mesmo é que seria impensável bater neles.
Eu tenho horror de ver alguém mais fraco apanhar de alguém mais forte. Embora ache que o Estado não tem que dar MEIA palavra na vida privada de cada um de nós, confesso que particularmente eu me meto, e já fiz isso com um estranho no meio da rua que estava espancando um garotinho. Agredi o homem com tanta fúria que eu mesma me espantei, mais até do que o homem.
Não sei se adiantou, acho que não. Mas foi simplesmente impossível não fazer aquilo.
Eu nem pensei nada, era como se estivesse numa outra dimensão e batendo no homem em câmera lenta. Me lembro da sensação até hoje. Espanquei deveras... Mas o homem era (muito) maior que eu, e suponho que não reagiu de susto.
Não vi nada na matéria defendendo espancamento infantil, mas não tenho nada contra disciplina física não. Muitas vezes é o tipo de castigo que constrói caráter quando nada mais resolve.
Eu sou quatro anos mais velho que meu irmão. Quando éramos pequenos, ele deu para ficar impossível, querendo brigar, bater em todo mundo. Uma vez meu pai viu meu irmão partir para cima de mim e começar a me bater, e eu só ficava me esquivando e me protegendo, com medo de machucá-lo. Meu pai nos separou, me deu um tapão no rosto e me disse para nunca mais deixar meu irmão me bater. Aí eu entendi que não estava ajudando em nada deixanodo ele fazer o que quisesse. Foi uma das lições mais estranhas e memoráveis que guardo de meu pai. Ele nunca foi violento, mas sempre soube se impor, inclusive com umas palmadas quando necessário. Nós três nos amamos e nos damos muitíssimo bem até hoje.
Concordo que sem poder recorrer a tais castigos só se salvam os pais que tiverem a sorte de ter filhos de índole pacífica. O resto vai acabar ficando refém das crianças.
David, nessa estou com você. O Julio Severo está coberto de razão. Aliás, a Biblia está coberta de razão.
Para começar, educação de filhos deve ser baseada em 4 coisas que os pais devem dar aos filhos: AMIZADE (seja o melhor amigo de seu filho, dando atenção, tempo, e carinho. Converse muito); INSTRUÇÃO (ensinar a ser honrado, temer e confiar em Deus, fugir do mal, além de tudo o que é moralmente bom); EXEMPLO (o filho aprende com seu exemplo. No TO da semana passada, o Olavo falou muito bem disso. Aquilo foi excepcional) e DISCIPLINA (correção através de castigo físico). Sobre essa última, há algumas coisas que precisamos saber:
I - a disciplina é um ATO DE AMOR, não de raiva, ódio ou vingança. Quem ama, corrige. Aquele que espanca, espanca por qualquer coisa, menos por amor. Ao contrário, a disciplina é algo feito com paciência, com calma e serenidade. Faz a criança se sentir amada.
II - a disciplina é uma ORDEM DE DEUS. Vejam: "Castiga a teu filho enquanto há esperança, mas não te exceda a ponto de matá-lo" (Provérbios de Salomão 19:18); "Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." (Provérbios 23:13 e 14); "A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela." (Provérbios 19:18); "A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe" (Provérbios 29:15).
III - os pais não disciplinam por diversas razões, destacando-se duas: PREGUIÇA e HUMANISMO. Essa omissão tem gerados pequenos tiranos nos lares, crianças que querem comandar a casa, crescem sem controle, não conhecendo o significado da palavra AUTORIDADE. O advento do PSICOLOGISMO e do POLITICAMENTE CORRETO só pioraram o quadro;
IV - quando se deve disciplinar? Sempre que desobedece aos pais (obediência aos pais é princípio bíblico, há inúmeros textos); sempre que mente; sempre que tratar os outros com crueldade, desprezo ou malícia (crianças fazem muito isso); sempre que faz manha, gritaria, cara feia, reclamação.
V - como disciplinar? Nunca na frente dos outros; conversar antes (explicar o motivo); sem ira, gritos ou ameaças contra a criança; calma e tranqüilidade; aplicar a vara (deve doer. Se não, é em vão); não permitir que esperneie ou se rebele contra a disciplina; ao final, deve haver consolação, abraços, beijos, oração, confissão a Jesus. A criança deve reconhecer seu próprio pecado (crianças são são “inocentes”, como alguns humanistas pensam – é só lembrar de como você era). Se ofendeu alguém, deve pedir perdão à pessoa.
Aos que são contra a disciplina, sugiro que rasguem suas bíblias para serem coerentes, pois isto há-de ser menos irritante para mim do que a relativização do texto.
Do ponto de vista jurídico, AINDA não é crime. Tecnicamente seria lesão corporal, havendo a incidência de uma excludente: o ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL, o dever legal de EDUCAR. Isto afasta o crime. Não sei até quando, pois a patrulha está aí.
1) Sem querer voltar à pendenga astrológica mas já voltando, os significadores do pai em astrologia são o Sol (inteligência, exemplo, orientação) e Saturno (disciplina, correção, limites).
2) Acreditem em mim, às vezes a melhor coisa que uma criança pode receber é um tapa na bunda. Palavra de filho e pai de três.
3) No entanto, acho que em determinados casos, a surra (no sentido de espancamento) brutal e aleijante deve ser, não só tolerada, como até incentivada, mesmo após a vida adulta. Por exemplo, os pais do Hugo Chaves, do Lula e do Renan Calheiros deveriam ser munidos de armas não letais e forçados a dar quantas surras forem necessárias, ainda hoje, para correção de suas crias.
Bom, eu tive sorte, então. Ninguém fez por merecer uma palmada.
Só existe um motivo que me faria sair do sério e perder as estribeiras, e é que os meus pequeninos tivessem mentido. Porque mentir sempre foi proibido.
De resto, nem quando eu fui chamada ao colégio pra tomar uma providência contra o Diogo, que estava protestando contra não me lembro mais o quê.
Mas ele estava protestando educadamente, como foi ensinado a fazer. E, infelizmente para o colégio, o protesto era justo - DISSO eu me lembro.
É verdade que a aba do boné estava virada pra trás. Mas eu não achei que isso valesse uma palmada.
Federação Americana de Pediatras: “É certo os pais darem surras”
Gostaria de saber com foi a palavra inglesa para indicar "surras". Surra, qualquer um sabe, tem a conotação de algo violento, não de palmadas. Apenas como relato deste internauta:levei um bocado de palmadas de minha mãe e de meu pai e isto estragou completamente meu caráter (virei advogado).
Agora sem piadinha: Procurei a notíciano http://www.lifesite.net/ mas não a encontrei. Em compensação encontrei uma notícia muitíssimo interessante:
OTTAWA, November 21, 2007 (http://lifesitenews.com/) - Ken Epp, Conservative Member of Parliament for Edmonton-Sherwood Park, introduced in the House of Commons today a Private Members Bill that would allow criminal charges to be laid in the death or injury of an unborn child when the child's mother is the victim of a crime.
"This is all about protecting the choice of a woman to give birth to her child," said Mr. Epp. "It is about condemning the actions of those who would take it upon themselves to criminally assault a pregnant woman and the child she wants and loves, destroying that child against her will."
Known as the Unborn Victims of Crime Act, Bill C-484 is a response to repeated calls from the families of murdered pregnant women-and from the public at large- to recognize unborn children as crime victims when they are injured or killed during the commission of an offence against their mothers.http://www.lifesite.net/ldn/2007/nov/07112104.htm
Pelo projeto, quem causar a morte da criança no útero durante uma agressão à mãe se sujeita a uma pena mínima de 10 anos até prisão perpétua. Diz a lei: It is not a defence to a charge under this section that the child is not a human being.
Não tenho filhos. Já achei que bater fosse bom, às vezes acho que pode ser ruim.
Surras nem pensar.
Cada vez mais fico convencido de que tem coisas bem piores do que "tapas" no sentido da punição.
E no sentido da correção, palavras são palavras, nem vou compará-las com palmadas.
Acho que só em situações-limite, se você precisar acordar, despertar, dar um "choque" por algum motivo incontornável. Em situações muito, muito excepcionais.
Filipe, eu concordo com você. São situações limite, mesmo; e, mesmo assim, valem - pelo menos lá em casa - duas regras: 1) palmada é de mão e na bunda; 2) nada de bater para "aliviar a tensão" (dito assim parece cruel, e é porque é cruel, mesmo); a palmada é uma forma de CORRIGIR O FILHO, não de satisfazer o pai. Tem gente que usa isso como descarga.
Quem não disciplina está correndo risco de ter um filho se tornando vagabundo (lato sensu). Disciplinar (corretamente) é reduzir esse risco a zero, conforme as Escrituras. Como disse, crianças não são inocentes. Nascem com o pecado. Fazem manha com menos de um mês de idade. Choram para conseguir coisas, embora não saibam falar. Crescem cheias de vontades. Mesmo engatinhando, quando advertidas sobre não colocar o dedinho na tomada, sua natureza a fará ir lá quando você tiver virado as costas. Mentirão na primeira oportunidade quando precisarem de se defender contra algo que foi descoberto, mesmo que nenhum louco as tenha ensinado a mentir. Os pais serão capazes de descobrir apenas uma pequena porcentagem dos "delitos". É por isso mesmo que temos de ser implacáveis nessa pequena porcentagem, corrigindo exemplarmente, pois haverá um mundo de delitos do qual não tomaremos conhecimento (a menos que a criança aprenda a confessar). Conforme ela cresça, mais longe estará dos seus olhos. Vai brincar no play, vai para a escola, sair com a galera. Prenda-a a você não por imposição, mas por amor, sendo seu melhor amigo, de modo que possa se abrir com você a respeito de tudo. Não exagere no rigor. Saiba mostrar, também, o que é misericórdia, embora na maior parte das vezes você tenha de exercer a justiça paterna.
A maioria dos que defendem a agressão às crianças são solteiros. Tenho 3 filhos e sei que qualquer tipo de violência é desnecessária, mas conversar é mais trabalhoso e também mais gratificante.
Palavras não resolvem NADA. Não se enganem. A Bíblia manda usar a VARA (ou algo equivalente), que servirá como instrumento de justiça. Diante disso, temos duas alternativas: obedecer à Bíblia ou ignorá-la, aderindo a um humanismo psicologizante, à filosofia do "castigo", da "conversa"...
Devemos saber discernir se a atitude da criança é apenas coisa de criança ou se procede de um coraçãozinho mau. Por exemplo, não deve haver correção em casos de acidente, como quebrar um copo, isto seria absurdo. Mas se a criança joga propositadamente o copo no chão por pirraça, aí sim é caso de disciplina. Não por causa do copo, claro, mas para que haja arrependimento por parte da criança.
Falando agora de adultos, a respeito da conveniência de uma boa surra, vá tentar convencer um Lula, um Chávez, com palavras. O Olavo não os pede "emprestado" por dez minutos dentro de uma sala? Olha, algumas pessoas adultas só acordam apanhando (literalmente). Conheço um pastor de João Pessoa-PB em cuja igreja havia uma mulher que vivia sendo espancada pelo marido bêbado. Aparecia constantemente com hematomas, olho roxo e tal. Após procurar o sujeito diversas vezes para CONVERSAR, advertindo-o, o pastor ficou farto daquilo, pois as surras persistiam. Tomou então uma atitude drástica: falou com dois policiais federais que conhecia para que dessem uma "lição" no cara. Quando os policiais começaram a surrá-lo, o pastor começou a se arrepender, pois não sabia que a surra seria tão severa. Depois daquela surra milagrosa, o sujeito não só parou de espancar a mulher e beber como também se converteu, e hoje é um dos líderes da igreja naquela cidade. Isso já faz anos, o cara endireitou-se pra valer. Aquela surra o despertou de um sono moral bem profundo, coisa que as palavras não conseguiram.
1-“A maioria dos que defendem a agressão às crianças são solteiros. Tenho 3 filhos e sei que qualquer tipo de violência é desnecessária, mas conversar é mais trabalhoso e também mais gratificante.”
2 - “Recorrer a exemplos da sua vida cotidiana é um recurso que revela limitações. Estas questões não são respondidas pelo senso comum”
I - Paulo, você consegue perceber que os seus dois posts (principalmente nas partes em negrito) são contraditórios?
II - Imaginemos uma situação limite. Dois dos seus filhos estão brigando. Você conversa, adverte, e a briga não para. Você se mete para separá-los e um deles bate EM VOCÊ. Qual seria a sua saída?
III - Se estas questões não são resolvidas pelo senso comum, nem por atitudes extraídas da experiência concreta - e, imagino, não o seriam pela religião, já que a sua opinião é contrária às das religiões mais "comuns" - como seriam resolvidas?
1 - não estou defendendo agressão, mas disciplina. Para saber a diferença, leia com atenção os meus posts, antes de entrar aqui com argumentos de vento.
2 - falei de amizade, conversa, atenção, o tempo todo. Disse que temos de ser os melhores amigos dos nossos filhos. Além disso, se você leu direito, deve ter percebido que explicitei o modo como a disciplina deveria ser feita: com conversa prévia, explicando o motivo; e posterior, com beijos, abraços e carinhos. Não é só para bater e pronto.
3 - não sei se você é cristão. Mas, se for, deveria vender sua Bíblia a um sebo ou colar na capa uma etiqueta com a seguinte inscrição: RELATIVIZADA.
4 - boa sorte com seus filhos. Que a falta de disciplina não os arraste para o mundo.
As crianças tem de ser levadas a Cristo. Cada pai é o sacerdote do lar. A disciplina é sua penitência. Um ato de AMOR, não de raiva, ira ou vingança, como disse.
Agora vejo que o cara é ateu. Sinceramente, o que um ateu faz nesta comunidade?
Só se é ateu da boca pra fora, para aparentar superioridade. Lá no fundo esses cara sabem que existe algo, sentem que há uma transcendência. Misericórdia para nós todos, amigo. Que Deus se revele pra você como um tapa na cara, como aconteceu comigo.
Eles brigam com frequência e nunca precisei agredi-los. Eles nunca me agrediram, pois não tem este exemplo. Te respondo com uma citação do filósofo lituano Emmanuel Levinas: "O verdadeiro problema para nós ocidentais não se restringe tão só em recusar a violência, mas em nos indagar sobre uma uma luta contra a violência que - sem se esvair na não-resistência ao Mal - possa evitar a instituição da violência a partir dessa luta. A guerra contra a guerra por acaso não perpetua aquilo que se encarregou de abolir, para com a consciência tranquila consagrar a guerra e suas virtudes viris?" Esta é a questão perpetuar um ciclo de violência. Eu compreendo, pois recusar o poder, no senso comum, é um escândalo.
Paulo, tive de recorrer a um argumento, não falácia, ad hominem. Fiz isso para mostrar que parei com você. No outro post, supus que fosse cristão. Depois vi que não falamos a mesma língua. Não há possibilidade de debate frutífero entre interlocutores que estão em patamares diferentes. Meus argumentos são baseados em minhas observações do mundo (coisas auto-evidentes) e fundados na Bíblia, na teologia cristã. Como você não considera isto válido, não há o que debater.
Paulo, sem entrar em pendengas religiosas, vamos voltar para os filhos (eu também tenho três). O que você está dizendo é que - graças a Deus - nunca precisou dar um tapa neles porque eles nunca chegaram nesta situação. Mas se chegassem, você daria?
Eu digo isso porque já dei tapa em filho, mas sempre como último recurso, e (parece clichê) dói mais em mim. Como dói ter que dizer não ( a vontade de qualquer pai é fazer TODAS as vontades do filho, eu acho); mas eu faço os dois.
Mais parece uma loteria, gente. Tenho amigos que dizem que nunca apanharam dos pais, outros que, como eu, apanharam. E, lembrando das mais fortes que levei, foram todas merecidas. A mais antiga que lembro, foi com 5 anos, quando tinham recém pintado as paredes do apartamento. Meu irmão e eu pintamos as palmas das mãos com caneta bic vermelha e as imprimimos na parede branquinha! Levamos uma surra na bunda de tênis adidas (eu lembro ainda, era branco com duas faixas azuis e uma vermelha!). Ora, digam: não foi merecida???? Engraçado que hoje em dia tenho uma raiva de quem picha muros...
Mas havia um castigo inesquecível: se eu fizesse alguma coisa indevida, era condenada a ficar no quarto, proibida de ler. Senão eu não ligava a mínima de ficar no quarto lendo. Era um castigo bastante severo.
O principal motivo para esse castigo era o fato de eu pegar a bicicleta e ir para o aterro do Flamengo, que estava sendo construído na época, e era perigoso ( eu morava no Flamengo, na época) - eu estava terminantemente proibida de ir lá, mas muitas vezes não resistia. Aí cansei de esquecer da hora e só aparecer em casa depois que já estava escuro e todo mundo preocupado. Mas havia outros motivos, de que eu não me lembro mais. Agora que estou pensando no assunto, acho que a maioria tinha a ver com o fato de eu não ter, como não tenho até hoje, muita "noção de hora".
Cada criança e tem um tipo de reação a agressão ..
Claro se em outros momento o pai /mãe tem uma relação
de amor sincera , permitem que ela vai aos poucos descobrindo-se
e crescendo em sabedoria e graça...um surra por um descont role
do pais , pode passar desapercebida.
Mas todos nós ao receber agressão , verbal , física ou
emocional , reagimos com a raiva ...quando a raiva não e permitida
vai crescendo o ódio ...a criança nao concebe odiar pai e mãe , pq
ela necessita deles , e uma relação inconsciente de dependência
brutalll
entao ela transfere este ódio em ódio de si mesma...pq ela nao
e boa suficiente para ser amada , precisa punir a si mesmo
muitas crianças começar a encontrar formas de ferir-se...
normalmente as meninas enterram este ódio de si , e as conseqüências
so vão aparecer na adolescência e ou na fase adulta com a depessão
os meninos , extravasam na escola com amigos brigando
batendo ,.. , bate em qualquer
um ...
O caso de menino gay, e mais pela ausência do pai , na fase certa que
ele precisaria da figura masculina ,para afirmar sua masculino
e acredito também pela contaminaçao espiritual em que vivemos hoje
o Inimigo sugere e como e permitido ser gay, a sociedade diz que e natural a pessoa
acredita que tem que ser...o mesmo com meninas ...
O que coloquei aqui , e o que estudei em psicologia e observação
das crianças com quem trabalho....
Como tudo avança rápido , pode ser que tenha outras teorias
diferentes.
A criança precisa sim de disciplina . Precisa de rotina .
Precisa de tempo para ficar consigo mesma sem interferência
do adulto ,nao sozinha , mas com o adulto perto dando
segurança mas ela brincando com seus brinquedos ....
Digo isso pq tem pai /professor que interage d+
com a criança pequena...
Basta observar com ela esta bem , neste estar elaborando
suas próprias experiências por meio da fantasia , do imaginário
e contemplação ....
Algo que se perdeu , foi os pais conversarem assuntos de adulto
longe das crianças ....
Vc criança pequenas , reproduzindo falas preconceituosas
ou falas de critica quanto a aspecto que ela nao notaria ainda
As crianças criada sem Deus , sem experiencia de oraçao
sem que os pais rezem por ela , elas começam desde cedo
a ter as doenças que o Pe Paulo explica , naquele vídeo
doenças espirituais , que so apareceriam depois dos 30
e e terrível ver crianças com 6 anos amargas , falando
como se fosse uma velha rabugenta....
São muitas as conseqüências de um sociedade paga
e sem deus ...
Talvez seja por isso que Deus suscitou tantas comunidades
com carisma
de cura interior ....
Sofro na minha alma estes tempos , de joio , de falta de valores
essenciais , mas minha dor maior e ver as crianças , sendo
tratadas como sao hoje,e isto em desde a classe alta
ate as mais pobres....
Uma sociedade Egolatria poderia amar e proteger
as crianças ?
Só resta mesmo jesus aparecer a Irmã Faustina e dizer
que sua Misericórdia esta sendo derramada ...por um tempo
e que este tempo terá fim , pq o Filho do Homem voltara
para o Julgamento....
Só queria lembrar que não se trata de uma receita de bolo. Cada criança é um mundo, nunca sabemos como será aquela criaturinha que Deus nos entrega como presente. Presente que tem um encargo: Deus te dá, mas pede que você o devolva como um discípulo de Jesus.
o que mais magoa uma criança não saõ as palmadas ou qualquer outro tipo de correção que os pais possam lhe aplicar (com exceção aos espancamentos - óbvio), mas é a indiferença dos pais que hoje em dia não querem perder mais um segundo do seu precioso tempo para educar e deixam as crianças ao léu, senhoras de si mesmas que não têm a menor noção do que fazer de suas vidas, aventurando-se pelo mundo virtual e real, e sendo doutrinandas em todos os aspectos por adultos cananlhas mais interessados em aproveitar dessa brecha dada pelos pais egoístas.