Projeto de lei em tramitação no Congresso pretende combater o aborto em gestações resultantes de estupro - prática permitida no Brasil desde o Código Penal de 1940 - com base em um pagamento pelo Estado de um salário mínimo para a mulher durante 18 anos. A idéia, conhecida como "bolsa-estupro", pretende, nas palavras de um dos autores do texto, o deputado Henrique Afonso (PT-AC), "dar estímulo financeiro para a mulher ter o filho".
Eu apoio a iniciativa do governo financiar a mulher q tiver coragem de assumir a gravidez q seja fruto de estupro
O governo financia pois é de certa forma culpado pelo crime ter ocorrido
Agora o que assusta são essas entidades abortistas serem frontalmente contra a iniciativa e ainda criar esse nome absurdo de "bolsa-estupro" que foi prontamente aceita pela mídia nacional.
Quando o governo oferece dinheiro para pessoas que cumpram certos requisitos, é óbvio que surgirão mais pessoas com esses requisitos.
O governo vai pagar para as estupradas e o resultado é que vai fazer com que apareçam mais "estupradas" que provavelmente vão servir de massa para uma campanha feminista de demonização do sexo masculino e tirania politicamente correta.
Teve um prefeito esquerdista desses que queria incentivar a população no combate à uma praga de ratos, então ele criou uma campanha em que a prefeitura oferecia dinheiro para cada rato morto depositado.
O resultado é que o povo começou a fazer criação de ratos em cativeiro para o abate.
Fernando não foi um prefeito esquerdista, o que vc acabou de relatar foi um caso na cidade do Rio de Janeiro, à época de Oswaldo Cruz e a modernização do saneamento sa cidade.
Algumas instituições religiosas tinham um dispositivo que era uma espécie de roda onde mães levavam os filhos que porventura não pudessem criar, seja por falta de dinheiro ou por ser um filho não aceito por ela ou sua familia. Colocava-se o bebê ali na calada da noite e girava uma espécie de gaveta giratória na entrada do mosteiro e dava-se meia volta e as religiosas abrigavam a criança. Isso acabou entrando em desuso e acredito que pelas leis atuais sejam proibidas. Mas era com certeza a felicidade de um abandonado. O que se tem hoje?... Lares públicos infectos, atendentes aborrecidas com os filhos dos outros que tem que cuidar, crianças criadas sem amor, maus tratos e a espera de uma adoção sempre duvidosa, etc.
As religiosas recebiam essas crianças por caridade cristã, amor a Deus e por uma criatura filha deste. O governo as recolhe por ser uma obrigação social do Estado.
Qual vocês escolheriam para abrigá-los (se fosse o caso...) ou a um filho seus?
Compreendendo as razões humanísticas de alguns aqui em defender uma bolsa para mulheres grávidas por estupro, acredito que vocês estejam cometendo um erro em nome de outro. O avanço do Estado assistencialista já está no limite do suportável. Eu apoio qualquer iniciativa que diminua o tamanho Estado e seu ateísmo declarado. Sou contra qualquer iniciativa que faça o Estado avançar ainda mais na sociedade. Sou contra essa lei. Aborto é um crime em qualquer circunstância e um pecado aos olhos de Deus. Podemos estar querendo, embora inconscientemente, comprar a consciência das mulheres, comprar uma vida humana. E com o dinheiro do contribuinte. Quem quiser fazer caridade que faça, aliás isso é um dever de um cristão, mas sem leis e sem o Estado. Vamos tentar fazer as coisas do modo antigo que sempre deu certo ou se errou menos.
Essa lei é por outro lado discrimininatória, porque faz supor que apenas as mulheres pobres é que são vítimas de estupro e não tenham nenhum pingo de amor cristão em seus corações e muito menos decência, e caso fiquem grávidas não podem se manter e isso basta como motivo para o aborto. Essa lógica que uma mãe sem o pai não pode sustentar ou criar um filho faz crer que vivemos em um mundo sem caridade, sem amor ao próximo. Vai ficar assim sem dúvida, na medida que substituirmos a irmandade natural da sociedade pelo governo com seus atributos cada vez mais santificados que só eram dignas do Criador: a onisciência, a onipotência e a onipresença.
Essa idéia é tão satânica quanto a descriminalização do aborto. Tenência irmãos. Vocês, nem eu, não somos Deus e muito menos o Estado o É. Antes pelo contrário, isso nós sabemos muito bem.
É afirmar que este tipo de agressão pode continuar acontecer
é natural um homem nao ter controle de sua sexualidade , obrigar alguém
a ter relações contra sua vontade , e natural descarregar suas necroses
sobre um inocente que nao tem nada haver com sua vida ...
afinal o governo depois da um jeito....
O estado se reveste de " caridoso" .....
PUTZ ! Pra mim isto cheira muito mal
Não, estou dizendo , que ajudar alguém que nao tem como
sustentar uma criança ,e pensa em abortar , nao e isso ...
Lembro de um caso , onde Pe Leo em cadeia de TV disse
que um moça estava pensando em aborto , que o procurasse
em Bethânia que ele ajudaria a ter esta criança e ficaria com
a criança...
Pois a moça o procurou , foi pra Bethania , acabou tendo
o filho e ficando com a criança e ficando em Bethania consagrando sua
vida a servico daqueles jovens drogrados e prostituídos ...
Atos isolados , corajosos como este e uma situação
cada um de nós tem milhares de oportunidade no dia a dia
de ajudar a alguém ....mas como o Olavo escreveu
em um artigo , sobre negar ajuda
ao amigo de desempregado ....
É tao claro a perversidade destas leis ....
alimenta uma sociedade hipócrita , egoísta e sem Deus!
"Depois vem o Diogo Mainardi dizendo que poderíamos doar de volta o Acre à Bolívia, mas eles não devolveriam os dois cavalos...
Os acreanos ficam bravos sem razão!
Olha o nível do deputado deles.
Se bem que tem desconto por ser do PT (que não é lá grandes coisas em nenhum estado)."[2]
...esse tipo de comentário, em comunidade de quem se trata, é preocupante pelo seguinte:
1- o sr diogo mainardi, que o homenageado por esta comunidade já criticou por cuidar de coisas "provincianas", manipula descaradamente dados estatísticos e históricos para justificar suas opiniões irascíveis; essa dos "cavalos" é clichê histórico: o Brasil COMPROU o Acre!
2-"olha o nível do deputado deles"....bem, poderia citar o "motor financeiro" do Brasil que é o Estado de São Paulo, o qual elege um deputado de mais alto nível moral, probo etc, o sr Paulo Maluf, um exemplo de político para os eleitores do resto do país!
3-o projeto do deputado nada mais é do que a defesa da vida, contra o aborto como bem faz e defende o sr olavo de carvalho; é um projeto, deve ser discutido e não ridicularizado....a questão envolve religião, família, crime(o aborto é crime!) etc....
Essa contradição é a mesmo de quem prega o combate ao fumo e quer liberar as drogas.
Se você pegar o total de grávidas por estupro verá que ele é insignificante, quase inexistente. Os malefícios do cigarro também são bem menores que os das drogas. O formidável Mundo Novo em construção nunca esteve tão acelerado.
Esse projeto parece mais um estímulo ao estupro! Ou melhor, ao "estupro", já que, como nosso colega comentou, aparecerão mais mulheres "estupradas" por aí.
"Abortar por falta de dinheiro vai virar justificável."
No país da malandragem e onde o politicamente correto pega muito fácil, esse será mais um argumento raso que pegará na campanha pró-aborto.
Gostaria de trazer um dado à discussão no que diz respeito à comprovação do estupro. Não existe laudo de exame de corpo de delito de estupro. A afirmação pode parecer estapafúrdia, mas explico: Os exames feitos nos institutos de medicina legal podem atestar que uma mulher teve recentemente relação sexual genital, através do exame de corpo de delito de conjunção carnal, mas os peritos do IML não podem atestar que a mulher foi estuprada, ainda que apresente marcas de violência pelo corpo.
Pode soar horrivelmente machista, mas não se trata disto. Existe uma regra de ouro na medicina legal: nenhum perito pode afirmar categoricamente num laudo aquilo que ele não puder provar com base em conhecimentos técnico-científicos. E os peritos não podem afirmar com certeza científica (e o IML serve exatamente para fazer afirmações baseadas em conhecimentos científicos) que a violência teve correlação com a conjunção carnal.
Tal correlação surge da experiência de vida em sociedade, não do trabalho da ciência. A correlação violência-conjunção carnal só pode ser feita posteriormente em juízo, quando então dados extra-científicos poderão avaliados. Assim, não existe perícia criminal de estupro, somente de conjunção carnal (expressão jurídica muito simpática para designar a relação sexual genital entre homem e mulher).