Não sei se alguém ja comentou sobre isso mas lá vai:
BRUXELAS (AFP) — A União Européia completará na quinta-feira, à meia-noite, o fim da Cortina de Ferro, ao ampliar o espaço Schengen à Europa Central, permitindo, deste modo, os deslocamentos sem controles fronteiriços, em uma zona de 24 países.
A partir de 21 de dezembro, à 00h00, será possível ir de Estônia até Portugal, sem mostrar o passaporte, ou fazer fila nos pontos de passagem fronteiriços.
Para os Estados-membros da UE procedentes do ex-bloco comunista, é uma decisão muito simbólica, "o último vestígio da Cortina de Ferro que cai", segundo o ministro tcheco do Interior, Ivan Langer.
Para seu colega alemão, Wolfgang Schäuble, trata-se simplesmente do "final de um processo que começou com a queda do Muro de Berlim, em 1989".
Ao todo, nove países que entraram na UE em 2004 (Estônia, Lituânia, Letônia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia e Malta) se somam ao espaço Schengen, integrado até o momento por 13 países do bloco, além de Noruega e Islândia. No final de 2009, Chipre e Suíça devem chegar ao seleto clube, do qual não fazem parte Reino Unido e Irlanda.
De fato, após dois anos de esforços, os nove Estados em questão cumpriram as duas condições necessárias para a supressão dos controles nas fronteiras internas.
A primeira era uma avaliação positiva da segurança em suas fronteiras externas terrestres, marítimas e aeroportuárias, que se transformam nas do espaço Schengen.
Com a ajuda financeira e técnica da UE, esses países tiveram de reforçar, consideravelmente, a vigilância, os controles feitos nas fronteiras e as condições de entrega de vistos.
A Eslovênia, por exemplo, fechou dezenas de pontos de passagem com a Croácia e recrutou 1.885 policiais para vigiar os 670 km de fronteira comum.
BRUXELAS (AFP) — A União Européia completará na quinta-feira, à meia-noite, o fim da Cortina de Ferro, ao ampliar o espaço Schengen à Europa Central, permitindo, deste modo, os deslocamentos sem controles fronteiriços, em uma zona de 24 países.
A partir de 21 de dezembro, à 00h00, será possível ir de Estônia até Portugal, sem mostrar o passaporte, ou fazer fila nos pontos de passagem fronteiriços.
Para os Estados-membros da UE procedentes do ex-bloco comunista, é uma decisão muito simbólica, "o último vestígio da Cortina de Ferro que cai", segundo o ministro tcheco do Interior, Ivan Langer.
Para seu colega alemão, Wolfgang Schäuble, trata-se simplesmente do "final de um processo que começou com a queda do Muro de Berlim, em 1989".
Ao todo, nove países que entraram na UE em 2004 (Estônia, Lituânia, Letônia, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia e Malta) se somam ao espaço Schengen, integrado até o momento por 13 países do bloco, além de Noruega e Islândia. No final de 2009, Chipre e Suíça devem chegar ao seleto clube, do qual não fazem parte Reino Unido e Irlanda.
De fato, após dois anos de esforços, os nove Estados em questão cumpriram as duas condições necessárias para a supressão dos controles nas fronteiras internas.
A primeira era uma avaliação positiva da segurança em suas fronteiras externas terrestres, marítimas e aeroportuárias, que se transformam nas do espaço Schengen.
Com a ajuda financeira e técnica da UE, esses países tiveram de reforçar, consideravelmente, a vigilância, os controles feitos nas fronteiras e as condições de entrega de vistos.
A Eslovênia, por exemplo, fechou dezenas de pontos de passagem com a Croácia e recrutou 1.885 policiais para vigiar os 670 km de fronteira comum.