Acompanho os artigos da psicanalista Regina Navarro Lins há muitos anos, desde que assinava o Jornal do Brasil. Nunca li um único texto da referida senhora onde ela não atacasse: o cristianismo, por ser "repressor", especialmente o papa João Paulo II (que segundo ela era "responsável" por milhões de mortes por "proibir" o uso do preservativo); a fidelidade conjugal, o "mito" do amor romântico etc.
De uns tempos para cá ela criou a expressão "poliamor" para designar o que seria em seu entender o "sexo do futuro". Ou seja, promiscuidade sexual desenfreada agora é "poliamor" (não sei se a psicanalista sabe, mas amor é uma coisa e sexo é outra). Julga que no futuro as pessoas serão bissexuais, porque as fronteiras entre masculino e feminino "tendem a desaparecer".
Esqueçam o monumental legado que a filosofia deixou à humanidade. Não leiam Sócrates, Platão, Mário Ferreira dos Santos, Max Scheler, Viktor Frankl e outros. Estes homens perderam tempo inutilmente achando que o importante é a transcendência. Se tivessem lido a doutora Regina saberiam que o sentido último da vida humana é: sexo promíscuo, bissexualidade, traição, desprezo aos valores cristãos, sacanagem dia e noite em suma. Deu vontade de trair? Vai fundo, "a natureza deve prevalecer sobre a cultura". A busca incessante por sentido existencial deve ser abandonada, afinal não tem a mínima importância. O negócio é igualar a sexualidade humana à dos animais. Finalmente alguém descobriu o sentido da vida!
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2007/…27716535.asp
De uns tempos para cá ela criou a expressão "poliamor" para designar o que seria em seu entender o "sexo do futuro". Ou seja, promiscuidade sexual desenfreada agora é "poliamor" (não sei se a psicanalista sabe, mas amor é uma coisa e sexo é outra). Julga que no futuro as pessoas serão bissexuais, porque as fronteiras entre masculino e feminino "tendem a desaparecer".
Esqueçam o monumental legado que a filosofia deixou à humanidade. Não leiam Sócrates, Platão, Mário Ferreira dos Santos, Max Scheler, Viktor Frankl e outros. Estes homens perderam tempo inutilmente achando que o importante é a transcendência. Se tivessem lido a doutora Regina saberiam que o sentido último da vida humana é: sexo promíscuo, bissexualidade, traição, desprezo aos valores cristãos, sacanagem dia e noite em suma. Deu vontade de trair? Vai fundo, "a natureza deve prevalecer sobre a cultura". A busca incessante por sentido existencial deve ser abandonada, afinal não tem a mínima importância. O negócio é igualar a sexualidade humana à dos animais. Finalmente alguém descobriu o sentido da vida!
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2007/…27716535.asp