Paulo Henrique Amorim dá tiro no próprio pé durante audiência do processo contra Diogo Mainardi
Saiu na revista Consultor Jurídico: http://conjur.estadao.com.br/static/text/62367,1
O PHA deu chilique diante da juíza e tentou demonstrar que já não tem a credibilidade que teve um dia e que a culpa disso seria de Mainardi. Mainardi apontou que o prestígio de PHA é o mesmo de sempre e a evidência é que PHA ganha 5 vezes mais.
“Eu não o processo quando você me chama de caluniador e fascista em seu blog”, disse Mainardi a Amorim. “Ou a minha credibilidade não é atingida quando você escreve que eu sou fascista?”, questionou.
“Mas isso é opinião, não matéria de fato”, respondeu Amorim.
“Então, o que você diz é opinião e o que eu digo é fato? Ok, assino embaixo”, ironizou Mainardi.
Amorim citou o fato de a Veja imprimir 1 milhão de revistas e de o livro do colunista, "Lula é Minha Anta", já ter vendido 55 mil exemplares e de o programa Manhatan Connection, no qual Mainardi é um dos debatedores, ter audiência “qualificada”.
“Ele tem influência e disse a todos que eu escrevo a soldo”, afirmou. Para se vitimizar, Amorim fez a única coisa que não gostaria de fazer: reconheceu o sucesso do inimigo.
Mainardi também resolveu falar de soldo: “E ainda assim você ganha cinco vezes mais do que eu”.
Amorim respondeu: “Mas aí é problema de incompetência”.
O advogado Alexandre Fidalgo, um dos que representam o colunista de Veja, perguntou: “Acusação de incompetência é fato ou opinião?”
Em uma das leituras, protestou: “Ele disse que eu sou amigo de Luiz Gushiken”.
Mainardi retrucou: “Mas ser amigo do Gushiken é ofensa?”.
Amorim deixou a audiência para viajar para os EUA, um país, segundo ele, “onde quem escreve isso vai para a cadeia”. Pediu desculpas à juíza pela atitude nervosa e as elevações de voz, e justificou: “Reagi dessa maneira porque nunca antes fui ofendido dessa maneira”.
Mainardi foi gentil: “Obrigado, pelo espetáculo!"
Saiu na revista Consultor Jurídico: http://conjur.estadao.com.br/static/text/62367,1
O PHA deu chilique diante da juíza e tentou demonstrar que já não tem a credibilidade que teve um dia e que a culpa disso seria de Mainardi. Mainardi apontou que o prestígio de PHA é o mesmo de sempre e a evidência é que PHA ganha 5 vezes mais.
“Eu não o processo quando você me chama de caluniador e fascista em seu blog”, disse Mainardi a Amorim. “Ou a minha credibilidade não é atingida quando você escreve que eu sou fascista?”, questionou.
“Mas isso é opinião, não matéria de fato”, respondeu Amorim.
“Então, o que você diz é opinião e o que eu digo é fato? Ok, assino embaixo”, ironizou Mainardi.
Amorim citou o fato de a Veja imprimir 1 milhão de revistas e de o livro do colunista, "Lula é Minha Anta", já ter vendido 55 mil exemplares e de o programa Manhatan Connection, no qual Mainardi é um dos debatedores, ter audiência “qualificada”.
“Ele tem influência e disse a todos que eu escrevo a soldo”, afirmou. Para se vitimizar, Amorim fez a única coisa que não gostaria de fazer: reconheceu o sucesso do inimigo.
Mainardi também resolveu falar de soldo: “E ainda assim você ganha cinco vezes mais do que eu”.
Amorim respondeu: “Mas aí é problema de incompetência”.
O advogado Alexandre Fidalgo, um dos que representam o colunista de Veja, perguntou: “Acusação de incompetência é fato ou opinião?”
Em uma das leituras, protestou: “Ele disse que eu sou amigo de Luiz Gushiken”.
Mainardi retrucou: “Mas ser amigo do Gushiken é ofensa?”.
Amorim deixou a audiência para viajar para os EUA, um país, segundo ele, “onde quem escreve isso vai para a cadeia”. Pediu desculpas à juíza pela atitude nervosa e as elevações de voz, e justificou: “Reagi dessa maneira porque nunca antes fui ofendido dessa maneira”.
Mainardi foi gentil: “Obrigado, pelo espetáculo!"