Richard Dawkins disse recentemente que ele é um "cristão cultural" (assim como há quem se intitule "judeu cultural" e "muçulmano cultural") e que gosta de cantar canções de Natal como todo mundo e que não quer acabar com as tradições Cristãs e nem eliminar o Cristianismo da história.
"Se há alguma ameaça a isso, eu penso que você a encontrará em religiões rivais e não dos ateus."
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/politics/7136682.stm
Dinesh D'Souza, que já derrotou Dawkins em debate, especula se Dawkins finalmente aprendeu um pouco de história e mudou de idéia, passando a reconhecer a intolerância dos ateus que querem destruir o Cristianismo e a ameaça do barbarismo islâmico.
Em "The God Delusion", Dawkins retratou o Deus de Abraão como perverso, avarento, caprichoso e genocida. Dawkins até mesmo criticou Jesus por supostamente falar rispidamente com Sua mãe.
No entanto, se o Deus Cristão fosse tamanho monstro, que sentido faria para Dawkins abraçar a influência cultural Dele?
Dinesh faz gozação, mostrando como Dawkins é incoerente. Seria como alguém dizer "Hitler era um maníaco assassino, mas eu sou um nazista cultural. Não, eu não aceito os pontos específicos da doutrina nazista, mas eu gosto do que o fascismo fez para moldar a cultural alemã. Deixemos os pontos específicos do programa de Hitler, mas também mantenhamos a cultura nazista e as imagens do Fuhrer em nossa moeda e nossos monumentos."
Dinesh suspeita que Dawkins reconheceu que até mesmo os valores que os ateus alegam esposar - como a dignidade individual, a ciência como empreendimento autônomo, a dignidade das mulheres, a abolição da escravatura, e a compaixão como virtude social - só existem no Ocidente graças ao Cristianismo, que é um ponto que Dinesh vem martelando em todos os debates com esses ateus.
"Se há alguma ameaça a isso, eu penso que você a encontrará em religiões rivais e não dos ateus."
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/politics/7136682.stm
Dinesh D'Souza, que já derrotou Dawkins em debate, especula se Dawkins finalmente aprendeu um pouco de história e mudou de idéia, passando a reconhecer a intolerância dos ateus que querem destruir o Cristianismo e a ameaça do barbarismo islâmico.
Em "The God Delusion", Dawkins retratou o Deus de Abraão como perverso, avarento, caprichoso e genocida. Dawkins até mesmo criticou Jesus por supostamente falar rispidamente com Sua mãe.
No entanto, se o Deus Cristão fosse tamanho monstro, que sentido faria para Dawkins abraçar a influência cultural Dele?
Dinesh faz gozação, mostrando como Dawkins é incoerente. Seria como alguém dizer "Hitler era um maníaco assassino, mas eu sou um nazista cultural. Não, eu não aceito os pontos específicos da doutrina nazista, mas eu gosto do que o fascismo fez para moldar a cultural alemã. Deixemos os pontos específicos do programa de Hitler, mas também mantenhamos a cultura nazista e as imagens do Fuhrer em nossa moeda e nossos monumentos."
Dinesh suspeita que Dawkins reconheceu que até mesmo os valores que os ateus alegam esposar - como a dignidade individual, a ciência como empreendimento autônomo, a dignidade das mulheres, a abolição da escravatura, e a compaixão como virtude social - só existem no Ocidente graças ao Cristianismo, que é um ponto que Dinesh vem martelando em todos os debates com esses ateus.
