PMs do Rio usam cruzes em protesto na praia de Copacabana
Em meio a crise, policiais lembram os oficiais mortos entre 2004 e 2007
Rodrigo Viga Gaier, Reuters
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RIO - A praia de Copacabana amanheceu nesta sexta-feira, 1º, com 586 cruzes fincadas na areia, em mais um ato de protesto de policiais militares que reivindicam aumentos salariais e melhores condições de trabalho.
As cruzes, algumas com quepes da Polícia Militar pendurados, foram espalhadas pelos manifestantes nas primeiras horas da manhã, em alusão aos policias da corporação mortos no Estado entre 2004 e 2007.
"Queremos prestar uma homenagem aos nossos heróis sociais, queremos mostras para a sociedade o preço da vida de um policial militar", disse o presidente a Associação de Militares e Oficiais da PM, Dílson Ferreira de Anaide, durante protesto na praia.
"Ganhamos menos de 30 reais ao dia, menos do que ganha uma faxineira por dia de trabalho", acrescentou o coronel.
Em meio a crise, policiais lembram os oficiais mortos entre 2004 e 2007
Rodrigo Viga Gaier, Reuters
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RIO - A praia de Copacabana amanheceu nesta sexta-feira, 1º, com 586 cruzes fincadas na areia, em mais um ato de protesto de policiais militares que reivindicam aumentos salariais e melhores condições de trabalho.
As cruzes, algumas com quepes da Polícia Militar pendurados, foram espalhadas pelos manifestantes nas primeiras horas da manhã, em alusão aos policias da corporação mortos no Estado entre 2004 e 2007.
"Queremos prestar uma homenagem aos nossos heróis sociais, queremos mostras para a sociedade o preço da vida de um policial militar", disse o presidente a Associação de Militares e Oficiais da PM, Dílson Ferreira de Anaide, durante protesto na praia.
"Ganhamos menos de 30 reais ao dia, menos do que ganha uma faxineira por dia de trabalho", acrescentou o coronel.