Norma McCorvey, a ex-"Jane Roe" da infame disputa judicial "Roe vs Wade" cuja decisão permitiu abortos em todo o país, declarou seu apoio ao Ron Paul
McCorvey hoje é cristã (portanto pró-vida) e gerencia a "Crossing Over Ministry" e dá palestras defendendo a vida das crianças ainda não nascidas.
http://www.lifenews.com/nat3644.html
Na época da disputa, ela alegava que sua gravidez fora resultado de um estupro, mas hoje ela confessa que mentiu a mando dos abortistas, dentre eles, duas advogadas inescrupulosas, Sarah Weddington e Linda Coffee.
Apesar da disputa, ela nunca fez o aborto pois o processo durou 3 anos, mas deu sua filha para adoção.
Numa sessão de autógrafos de seu primeiro livro em 1994, ela foi abordada pelo ativista pró-vida Flip Benham e, um ano depois, se converteu ao Cristianismo e anunciou que havia se tornado uma defensora do movimento pró-vida ("Operation Rescue").
Em seu livro "Won by Love", ela conta que viu um poster mostrando o desenvolvimento progressivo de uma criança de 10 semanas no útero e se emocionou vendo os olhos da criança em formação.
Em 2005, ela pediu à Corte Suprema para rever a decisão tomada em 1973, argumentando que haviam novas evidências de que o aborto prejudicava mulheres, mas teve sua petição negada.
McCorvey hoje é cristã (portanto pró-vida) e gerencia a "Crossing Over Ministry" e dá palestras defendendo a vida das crianças ainda não nascidas.
http://www.lifenews.com/nat3644.html
Na época da disputa, ela alegava que sua gravidez fora resultado de um estupro, mas hoje ela confessa que mentiu a mando dos abortistas, dentre eles, duas advogadas inescrupulosas, Sarah Weddington e Linda Coffee.
Apesar da disputa, ela nunca fez o aborto pois o processo durou 3 anos, mas deu sua filha para adoção.
Numa sessão de autógrafos de seu primeiro livro em 1994, ela foi abordada pelo ativista pró-vida Flip Benham e, um ano depois, se converteu ao Cristianismo e anunciou que havia se tornado uma defensora do movimento pró-vida ("Operation Rescue").
Em seu livro "Won by Love", ela conta que viu um poster mostrando o desenvolvimento progressivo de uma criança de 10 semanas no útero e se emocionou vendo os olhos da criança em formação.
Em 2005, ela pediu à Corte Suprema para rever a decisão tomada em 1973, argumentando que haviam novas evidências de que o aborto prejudicava mulheres, mas teve sua petição negada.