Um relatório preparado por um investigador das Nações Unidas afirma que o terrorismo palestino é "conseqüência inevitável" da ocupação israelense e pode ser comparado à resistência ao nazismo e à luta contra o apartheid, o antigo regime de segregação racial da África do Sul. A comparação enfureceu a diplomacia israelense, que considerou o documento uma espécie de luz verde da organização ao terror.
O documento preparado por John Dugard, investigador independente da ONU para o conflito entre Israel e os palestinos, será apresentado no dia 17 de março no Conselho de Direitos Humanos da organização. Em um de seus trechos mais polêmicos, Dugard diz que é preciso lembrar o "contexto histórico" ao analisar a violência palestina.
"A história está repleta de exemplos de ocupações militares às quais se resistiu com violência, atos de terror. A ocupação alemã foi resistida por muitos países europeus durante a Segunda Guerra", exemplifica, sem distinguir ações contra militares das que atingem civis.
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Trato a ONU a pontapés há muito tempo. Na Primeira Leitura, essa mega-ONG de inúteis e depravados ideológicos merecia combate permanente. Aquilo não é uma Organização de Nações Unidas, mas uma espécie de covil de interesses de ditadores terceiro-mundistas, coadjuvado por funcionários idiotas vindos do Primeiro Mundo, que vêem virtudes verdadeiramente revolucionárias em tiranos e terroristas.
O delinqüente poderia ter comparado, sei lá, a situação à resistência dos argelinos anticolonialistas, notáveis também pelo uso da violência. Não perderia nada em delinqüência teórica, mas, ao menos, não exibiria o ânimo da provocação torpe. A comparação com o nazismo — que tinha como prática o extermínio de judeus e como uma das metas a sua erradicação — é simplesmente inaceitável.
O documento preparado por John Dugard, investigador independente da ONU para o conflito entre Israel e os palestinos, será apresentado no dia 17 de março no Conselho de Direitos Humanos da organização. Em um de seus trechos mais polêmicos, Dugard diz que é preciso lembrar o "contexto histórico" ao analisar a violência palestina.
"A história está repleta de exemplos de ocupações militares às quais se resistiu com violência, atos de terror. A ocupação alemã foi resistida por muitos países europeus durante a Segunda Guerra", exemplifica, sem distinguir ações contra militares das que atingem civis.
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O delinqüente poderia ter comparado, sei lá, a situação à resistência dos argelinos anticolonialistas, notáveis também pelo uso da violência. Não perderia nada em delinqüência teórica, mas, ao menos, não exibiria o ânimo da provocação torpe. A comparação com o nazismo — que tinha como prática o extermínio de judeus e como uma das metas a sua erradicação — é simplesmente inaceitável.