E revista Veja desta semana traz, nas suas "amarelas", uma entrevista com a bióloga Mayana Zatz - sob o título "É preciso salvar vidas". A dra. Mayana, vo melhor estilo inversor, trnaforma um genocídio em massa numa salvação em massa.
Quando o entrevistador comenta que a pesquisa com células tronco embrionárias contraria o princípio constitucional da inviolabilidade da vida e da dignidade da pessoa, pula em cima com implacável cinismo: "Inviolável é a vida de inúmeros pacientes que morrem prematuramente ou estão confinados a uma cadeira de rodas." A dra. Mayana, agora, é quem julga quais são as vidas invioláveis e quais são as violáveis. Os critérios são dela, pelo que vejo.
Logo em seguida, a dra. Mayana sai-se com uma de fazer corar de vergonha um cientista sério e, suponho eu, um estudante decente de segundo grau: 'Não existe um consenso sobre quando começa a vida." Existe, sim, dra Mayana: e a senhora sabe perfeitamente que existe. A ciência DIZ que o embrião está vivo. A ciência DIZ, SIM, que o ovo humano ESTÁ VIVO, e não morto ou em algum inexistente "estado intermediário" entre a vida e a morte. Se a senhora "resolveu" que este embrião vivo "não é uma pessoa", tese da orangada imoral, pelo menos tenha a decência de dizer isso. Não se esconda atrás da covardia de aparecer com uma estupidez que a senhora sabe perfeitamente que É MENTIRA, e ainda por cima uma mentira dita em nome da ciência, que diz o EXATO CONTRÁRIO!
Isso não tem nada a ver com "cada religião tem um consenso diferente". A senhora não está aqui para analisar consensos religiosos: a senhora trate de se ater aos conceitos da ciência, que diz que o embrião, tenha a idade que for, ESTÁ VIVO!!!!!E da FORMA QUE ENTENDEMOS A VIDA, também. A ciência só entende de UM jeito, dra. Mayana - embora a sra. pareça estar querendo impingir a todos o seu jeito imoral - anti-científico, já que justamente vai na contramão do entendimento da ciência.
A dra. Mayana comenta que, por U$1,000.00, nos próximos dez anos será possível sequenciar o genoma de qualquer um, e descobrir as mutações que esta pessoa carrega. Vê - meio de alto, é verdade - que existe uma "questão ética" com o que se "vai fazer com essas informações, que talvez sejam usadas para rejeitar um candidato a emprego ou influir no custo do plano de saúde", embora SAIBA, como aliás diz, que há "inúmeras mutações que carregamos e nunca vão se manifestar".
E a dra. também concorda que será possível selecionar embriões para gerar crianças mais inteligentes ou com determinadas características físicas. Bypassando torpemente o xis da pergunta, nos informa que ela pessoalmente "acha um absurdo manipular um embrião (o tal que anteriormente ela considerava "morto" por categoria, já que "não estava vivo" , e a ciência, como eu aponto, não conhece e não conceitua nenhum estado intermediário entre "vivo" e "morto") para que tenha olhos azuis, por exemplo". Não nos informa o que pensa de outras manipulações.
De qualquer forma, diz que as células -tronco, resultantes da morte dos embriões, "servem para curar e salvar, e não para fazer experiências exóticas".
A dra Mayana está se fazendo de boba. Assassinar embriões não tem desculpa, e matar um inocente indefeso é inadmissível, mesmo que seja para "curar e salvar" outro alguém. Eu diria que não é só "uma experiência exótica", mas mais que isso: eu diria que é uma experiência da máxima imoralidade, e espero que, por esta razão, continue a ser ilegal no Brasil.
Se a dra. Mayana é, ao arrepio da ciência, quem "nos informa" que o embrião "não está vivo" pelos conceitos dela, e inventa uma "nova ciência", que vai na contramão da ciência que existe - o sr. André Petry, algumas páginas depois, se arvora em ser o porta-voz das religiões, afirmando que, pelas pesquisas daquele infame grupelho de bruxas excomungadas chamado "Católicas em defesa da vida", 95% dos católicos e 94% dos evangélicos concordam em que a pesquisa com células-tronco é uma "atitude em defesa da vida".
NUNCA a inversão foi tão patente: o GENOCÍDIO EM DEFESA DA VIDA!!!!!
Com uma estupidez de fazer inveja a um orantotango, o sr. Petry inverte as premissas de forma a fazer parecer que quem é contra o genocídio está chamando a ciência de assassina e os geneticistas de homicidas. Pois saiba que é o senhor, sr. Petry, quem está fazendo isso! é o senhor que - INVERTENDO o que diz a ciência, pretende fazer dela uma assassina. Mas a ciência não diz e nunca disse o que o senhor está aí berrando aos quatro ventos que ela diz, sr. Petry: diz o exato contrário. Quem será visto como homicida, portanto, não é a ciência - e sim os que a contradizem para justificar suas intenções vis.
Tanto o ovo humano está VIVO, que os srs. querem se aproveitar dele, e manipulá-lo, e matá-lo se for preciso. Eu lhe mostro um ovo MORTO, sr. Petry: pergunte aos seus "cientistas" se ele serve para pesquisa. Eles, os canalhas, vão lhe dizer a diferença entre o embrião que querem usar e um embrião MORTO, de morte natural. Eles sabem, como eu sei. E vê se o sr. aprende a saber. Pergunte a eles, aos que dizem que o embrião "não está vivo", se um embrião morto por causas naturais serve para as pesquisas deles, e pergunte por que não, sr. Petry! Se o sr. não for um orango estúpido, é capaz de entender, depois de tão contundente "descoberta", que o embrião que eles querem NÃO PODE ESTAR MORTO, porque justamente TEM QUE ESTAR VIVO!!!!!
(De Priscila Garcia para colunadopetry,volta e meia em,abril.com.br)
hehehe.. não queria estar na pele de Petry depois de sua carta, Pri...
Parabéns!!! Vc é demais!! SE houver resposta, por favor, brinde-nos postando aqui na comunidade... rsrsrs
Não é essa "doutora" da USP (bióloga) a mesma que está recebendo uma grana preta de órgãos internacionais para fazer as pesquisas com embriões humanos?...
E as tais "católicas pelo direito de decidir", hein, gente? De onde saíram essas canalhonas? Eu nunca vi nenhuma, mas se passar por alguma cuspo em cima! ! Palavra!
PS: Muitos beijos, mana Kit! Bom te ver!
Se o Petry me responder, eu boto aqui. Da outra vez, há alguns anos, ele me respondeu. Era sobre o mesmo assunto. Vamos esperar pra ver...
Priscila, a dra. Mayana é a nova musa da imprensa brasileira. Em outros tópicos já chamei a atenção que quando se trata de fazer uma entrevista sobre CT embrionárias, a imprensa somente convida a dra. Mayana, jamais algum cientista contrário a tal prática.
Como nossa imprensa é porca mesmo, martela na cabeça do público que somente a Igreja é contrária ao uso de embriões humanos em pesquisas. Omite que há cientistas contrários, omite que há barreiras técnicas imensas para o uso de CT embrionárias em tratametos, omite que o uso de CT embrionárias causa tumores, omite sempre que pode que o uso de CT adultas é que pode realmente trazer esperanças, enfim, trata-se de empulhação pura e simples.
O público vem sendo induzido a acreditar que a Igreja "obscurantista e retrógrada" está impedindo que a ciência boazinha e iluminada encontre a cura de várias doenças.
Nesta entrevista concedida à revista Médico Repórter" pela Prof.ª Alice Teixeira Ferreira, 62 anos, a especialista discute a questão da pesquisa com células-tronco embrionárias.
Alice Teixeira é médica formada na Escola Paulista de Medicina, pesquisadora na área Biomédica há 40 anos. Livre-docente de Biofísica da UNIFESP/EPM, há 15 anos desenvolve pesquisa em Biologia Celular, tentando esclarecer os complexos mecanismos de sinalização celular, que levam desde a divisão/multiplicação até a morte celular. É também coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Bioética da UNIFESP e professora de Bioética no Curso Biomédico nesta Universidade.
Que argumento científico pode ser usado para manter a posição contrária à utilização de embriões na pesquisa das células-tronco?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira:
Vários:
a - a única linhagem de células-tronco embrionárias humanas (CTEH) obtidas pelo coreano Woo Hwang (veterinário) não se conseguiu ainda serem reproduzidas até mesmo pelo próprio pesquisador; surgiu por acaso.
Esta linhagem foi obtida de 30 embriões humanos pela transferência nuclear de núcleos das células cúmulos do próprio ovário para os mais de 200 óvulos de suas respectivas doadoras. Obviamente estes 30 embriões humanos tiveram de ser mortos para se obter as suas células, sendo que cada um deles fornece entorno de 150 células. É um número irrisório para um transplante, visto que no auto-transplante de CTadultas obtidas da medula óssea utiliza-se em torno de um bilhão de CTs por mililitro, injetando-se 40 mililitros de um concentrado destas células na região lesada através de uma sonda/cateter introduzido na artéria femural,no caso de infarto do miocárdio (Dr. Dohmman, HospitalPró-Cardíaco - RJ) ou doença de Chagas (Dr. Ricardo Ribeiro dos Santos,Bahia).
b - o grupo do Dr. Murdoch, da Universidade de Newcastle, Reino Unido, que é uma das 5 equipes de pesquisa a receberem aprovação para pesquisar em as CTEHs, no trabalho publicado agora em setembro (Reproduction - 2004 Sep:128 (3), 259-67) afirmam:
- a cultura contínua das CTEHs num estado indiferenciado requer a presença de camada de células de roedores e de hormônios de crescimento liberados pelas mesmas,havendo o risco de transferência de patógenos (vírus ou bactérias causadores de doenças). Caso contrário elas começam a se diferenciar descontroladamente, gerando uma mistura de diferentes tecidos, perdendo a sua propalada característica de pluripotência.
- as CTEHs demonstram grande instabilidade genômica e durante o crescimento a longo tempo apresentam modificações funcionais inesperadas. - as CTHEs quando injetadas nas patas posteriores de roedores imunossuprimidos geram tumores embrionários (teratomas) em 50% dos animais. Estas " descoberta" mostram que este pesquisadores não entendem nada de Biologia Celular, pois nós, que pesquisamos na área há 15 anos com cultura de células, já evidenciamos todos estes problemas com as chamadas células de linhagem, obtidas de tumores ou desdiferenciadas e eternalizadas.
Qual o objetivo do manifesto contra a utilização de embriões humanos em pesquisa?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: Preservar a dignidade do ser humano. O ser humano não pode ser utilizado como meio de pesquisa. Como diz o Prof. Alberto Oliva:-"A crescente transformação do conhecimento científico aponta para o risco de as biotecnologias virem a tratar o homem não como um fim em si mesmo, mas como meio". O utilitarismo traz de volta o mote romano: "A tua morte é minha vida". Existe alternativa que vem sendo utilizada com relativo sucesso que é autotransplate de CT adultas obtidas da medula óssea do próprio paciente ou as CTs adultas do cordão umbelical-placenta.
Há poucos dias a lei de biossegurança liberou a pesquisa com embriões congelados. E agora, o que pode ser feito pelos grupos contrários à pesquisa? Há alguma providência em andamento?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: As CTEHs dos embriões congelados não servem para se fazer terapia celular por duas razões:
à medida que as células se diferenciam começam a apresentar um complexo proteico - MHC- responsável pela resposta imune de tal maneira que serão rejeitadas pelo paciente. Não haverá pega do transplante e surgirá um processo inflamatório tão intenso que o levaria a morte. Assim seria necessária a utilização por toda vida de imunodepressores, nos casos de compatibilidade parcial.
o pior, no entanto, é a metilação descontrolada e não identificável do DNA e das histonas, nos cromossomos. Como diz a Dra. Lygia Pereira, trata-se de células detonadas. Infelizmente tais embriões humanos, tão maltratados pelo congelamento, podem gerar monstros.
Na sua opinião, quais os riscos que a pesquisa com embriões pode trazer para a sociedade?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: Nos EUA oferecem 400 dólares por óvulo humano. Seria uma sedução para mulheres pobres. A Science 18 jun 2004 vol.304, 1742, Diane Schaub diz que estamos frente a nova forma de escravidão, com o espectro da criação de embriões humanos para a pesquisa e interesses dos mais ricos.
A senhora acredita que a ciência será capaz de responder às expectativas criadas em relação aos benefícios das células-tronco?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: Não é questão de fé, mas de muito estudo. Existem CTs em todos os tecidos e o que se precisa é investir no conhecimento sobre a sinalização celular. Talvez não será necessário fazer auto-transplante de CTs se soubermos como fazer as CTs locais se multiplicarem mais e se transformarem nas células necessárias para reparar as regiões lesadas. Sobre este conhecimento repousa também a bioengenharia tecidual. Aqui na UNIFESP o casal Mônica e Silvio Duailibi já está conseguindo produzir dentes com CTs adultas incorporadas num biopolímero com forma de dente.
Acredita que a liberação das pesquisas com embriões pode levar à clonagem e à bioindustria?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: Não só isto. É uma brecha para se tornar legal o aborto no Brasil
Acha que o Brasil pode chegar em um consenso de legislação e de bioética para regulamentar essas pesquisas?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: Primeiro é necessário separar a clonagem terapêutica dos transgênicos. Da maneira que se apresenta caracteriza o que nossos parlamentares chamam de "carona legislativa". A introdução de clonagem terapêutica e utilização de embriões humanos congelados em pesquisa ocorreu aqui na UNIFESP,em 16 de dezembro de 2002, numa reunião da CTNBio, apesar dos protestos da advogada Dra. Maria Celeste. Segundo, do ponto de vista ético, trata-se de se afirmar que o embrião humano é um ser humano. Utiliza-se um argumento estranho aos biólogos afirmando que o embrião humano não tem vida. Se não tem vida qual a sua utilidade para pesquisa biológica?
Como a senhora vê a participação da sociedade nesta questão dos embriões?
Prof.ª Alice Teixeira Ferreira: A sociedade vem sendo desinformada pela mídia. Entrevistas que eu tenho dado só aparecem no canal universitário. Os artigos que tentamos publicar são barrados na imprensa. Na semana passada o JN da Globo apresenta um caso de auto-transplante de CTs adultas com sucesso e imediatamente surge a clonagem terapêutica, sugerindo como se tivesse sido o tratamento utilizado. E clonagem terapêutica em humanos não existe um caso publicado no mundo!!!
Esta confusão ocorreu até na Revista da APM-548, pois sob o título de clonagem terapêutica apresentaram um paciente tratado com CTs adultas por Dr. Júlio Voltarelli. Ernesto Paglia, da Globo, gravou uma reportagem com Dr. Júlio onde o paciente com esclerose múltipla, que se encontrava em cadeiras de roda, teve tal melhora que demonstrou o fato subindo quatro lances de escada. Até agora tal reportagem não foi mostrada. Os pesquisadores estrangeiros que são favoráveis à clonagem terapêutica estão preocupados com a propaganda da mídia no exterior, pois não estão seguros de terem resultados a curto ou médio prazo. Para conseguir fundos públicos para suas pesquisas exacerbaram nas promessas que estão percebendo não ser possível cumprir.
(9 NATURE Vol 430, 2004, 817).
Segundo Reinaldo Azevedo (o pseudo-conservador da Veja), não. Tá tudo pela ordem com a Mayana Zatz.
Foi bastante triste e lamentável ver o Reinaldo puxando o saco da Mayana Zatz. Reinaldo Azevedo é mais um daqueles que no máximo podem ser considerados anti-petistas, nunca conservadores. No mais, o Reinaldo Azevedo escreve na Veja, notória por sua visão "secularista iluminada". Gosto dele, mas não é, e nunca será, uma referência intelectual de porte.
Pra mim, para mim o Tio Rei foi o mais sensato. Pelo que eu vi aqui, as opiniões aqui são típicas de fundamentalistas religiosos... Chegaram ao cúmulo que chamar de 'genocídio' as experiências com as ditas células tronco!
Eu acho que muitos não sabem do que se trata a lei que trata de tais experiências, que diz somente embriões ditos "inviáveis", ou seja, que nunca se transformarão em seres humanos ainda que inseridos dentro de um útero, e com o consentimento dos pais...
Eu acho essa lei, do jeito que está, não precisa mudar. Se tais pesquisas, ainda que possam dar em nada, representam alguma esperança para cura de diversos, não vejo porque proibí-las.
Além disso, não creio que exista alma dentro de um embrião congelado, que muito provavelmente nunca se transformará em um ser humano. Será que Deus manteria alguém nestas condições?
Eu refuto a inviabilidade dos embriões, pra começo de conversa.
Quero saber quais são os padrões para declarar essa "inviabilidade" .
The first pregnancy from a frozen/thawed human embryo was reported in 1983, and a birth from this source occurred the following year. Of 99,629 cases of Assisted Reproductive Technology (ART)* in the United States in 2000, about 16% of cases (16,194) used frozen/thawed embryos. In 2000, live birth rates per thaw cycle were 18.3% versus 26.6% from fresh embryo transfer. At GRS, the ongoing pregnancy rate for IVF using frozen/thawed embryos is currently 52%.
Vão me desculpar, mas essa inviabilidade é um dado inconfiável. Diz quem, quem declara a condição de inviabilidade?
Techniques of controlled-rate freezing are utilized that slowly cool embryos in cryoprotectant fluid ("anti-freeze" solution) from body temperature down to -196°C, at which temperature they are stored in containers of liquid nitrogen called dewars. The embryos are actually contained within special indelibly labeled plastic vials, or straws, that are sealed prior to freezing. Once frozen, they are placed inside labeled tubes attached to aluminum canes and stored in numbered canisters within the liquid nitrogen dewar. Site and label designations are stored in three separate file systems to avoid confusion and misidentification of cryopreserved embryos. When it comes time to thaw the embryos, all available identifiers of the stored specimen must match and be confirmed before thawing commences. The embryos are thawed out at room temperature, which takes about one to two minutes. However, the most critical element of the thaw procedure is not the timing but the careful dilution of the cryoprotectant fluid to return the embryo to its favored culture medium. This permits resumed growth and development in vitro. Once this is done, the embryo is assessed for cryodamage to determine if it is suitable for transfer. Experience has shown that if the embryo survives 50% or more intact, it is worthwhile to replace it. Embryos can accommodate such levels of cellular damage and still establish healthy pregnancies. All thawed embryos routinely undergo assisted hatching prior to transfer. The zona pellucida, which surrounds the embryo, has been shown to suffer a certain amount of hardening during cryopreservation. This can be overcome by artificially making an opening in the outer embryo shell.
O problema é que vocês acreditam em literalmente qualquer coisa que lhes seja dita, sabem. É só chegar alguém usando um jargão que pronto. Todo mundo acha que é "verdade".
Para os abortistas frenéticos, que pretendem fazer dos embriões uma indústria muitíssimo rentável, qualquer embrião vai ser "inviável". Ninguém vai jamais perguntar sequer por que, pelo menos nesta patetice deftepaíf. Duvido que vá. E, se perguntarem, vão lhes dar uma resposta qualquer, desvinculada da realidade. E ninguém vai contestar porra nenhuma.
E é genocídio, sim senhor. Matar milhões de inocentes indefesos é GENOCÍDIO, com todas as letras. Nem tente "novilíngua" comigo, que chamo as coisas por seus nomes corretos. E também não sou fundamentalista religiosa, e estou aqui sem ter citado NEM UMA ÚNICA VEZ SEQUER UM PRINCÍPIO RELIGIOSO. Já disse que SEI que não adiantaria. Mas é ruim querer me tapear com manipulações pseudo-científicas.
Eu já estou misturando os fóruns em que estou, neste momento, debatendo a mesma questão. Desculpem, eu não estou neste há tanto tempo assim. E aqui eu sei que poderia, sim, falar de princípios religiosos. Me confundi, e achei que estava em um dos outros. Pra vocês verem que luta! !
Isso não sei dizer pq não sou geneticista, mas deve haver alguma técnica que indica se um embrião pode se tornar um feto, e daí um ser humano. O fato é que a probabilidade de um embrião congelado se fixar no útero é menor do que em uma fecundação natural.
Alguém viu o jornal nassionáu de hoje? Teve uma reportagem de seis minutos sobre a maravilhosa-ciência-libertadora-da-humanidade contra os monstros das trevas.
Segundo o ministro da çaúdi José Gomes Temporão, impedir as pesquisas trará um "período de grave retrocesso e de trevas";
O grande líder Luifináfio, o meu ídolo, disse que é a favor das pesquisas que, segundo ele, "salvarão a humanidade";
Segundo a reportagem, os cientistas "acreditam" que os embriões sejam seres vivos, "mas não são seres humanos". De acordo com pesquisadores, "a existência de um sistema nervoso caracteriza o ser humano".
Bom, se a existência de um sistema nervoso caracteriza o ser humano, então meu cachorro é humano. Foi a ciência que disse. Também são "humanos" os peixes, as aves, as antas (algumas entraram no grupo Católicas pelo Direito de Matar), os jacarés, os ratos, as cobras (têm um monte na política), meu hamster de estimação também era humano, os morcegos, os caracóis...
Seguindo o mesmo argumento, o que caracteriza um cachorro como cachorro, um gato como gato, um elefante como elefante seria a existência de um sistema nervoso?
Fiquei acordado até agora, vendo um médico falando sobre CT embrionárias na TVE. Pela primeira vez na mídia alguém contrário ao uso de embriões humanos em pesquisas foi ouvido (pena que foi na véspera do julgamento do STF).
A priscila chamou a atenção para um ponto fundamental, que por acaso foi mencionado pelo médico: dizer que um embrião é "inviável" e portanto pode ser destruído é uma balela. Ninguém pode afirmar categoricamente que um embrião congelado há três anos é inviável, e citou como exemplo casos na literatura médica onde embriões humanos congelados há CINCO E ATÉ DOZE ANOS foram implantados num útero e se transformaram num bebê normal.
Curiosamente o médico causou espanto quando afirmou que a vida humana começa no momento da fecundação, citando os tratados médicos de embriologia (num mundo sensato isso não seria necessário). Muitos refutam esta tese dizendo que se um embrião não for implantado no útero não viverá. Mas a objeção nada prova, porque a implantação do embrião no útero (nidação) não é condição de surgimento da vida, mas sim de manutenção desta - que evidentemente surgiu antes - e desenvolvimento. A nidação não dá "origem" à vida do embrião, este já era um ser vivo a partir do momento da fecundação.
Não me surpreende o Reinaldo defender as pesquisas com céluas tronco embrionárias por seu conservadorismo. Acho perfeitamente legítimo que um conservador defenda tal posição, enquanto conservador.
Todavia, se antes não me causasse imensa estranheza ver um católico honesto fazendo esse tipo de apologia, o que me surpreende, de fato, é um homem inteligente, culto, lúcido e sensato defendendo tais posições.
Evitei ressaltar o fato de ele ser cristão para não parecer que isso é matéria religiosa, teológica, que somente religiosos pensam assim. Ou todo ateu é a favor de legalizar o homicídio? Claro que não. Há diversos ateus (conheço pessoalmente um) contra essas pesquisas.
Não há qualquer argumento válido a favor das pesquisas, tampouco, e principalmente, qualquer tese aceitável que legitime a morte de embriões em pról do que quer que seja. De resto o papo é na base do "eu quero"/"eu acho"/"eu deixo", sem saber o porquê. É legítimo, embora pavoroso, no plano das conversas públicas, mas está longe de ser respeitável enquanto juízo lúcido de valor.
Entendam, a VEJA não é nem nunca foi conservadora. Ela é liberal (libertária), pró-capitalista, profundamente anti-marxista, globalista e, por vezes, chega a ser, não laica, mas atéia. Nesse sentido, é de direita. Acho até, por vezes, que é progressista de direita.
Mas acho uma revista boa, temos que prestigiar, mesmo, é a melhor que temos. Sào divergências limpas. Só não pode mentir, distorcer, manipular em pról de agendas obscuras vinculadas ao liberalismo ateísta, ao anti-religiosismo, ao abortismo, aos movimentos políticos gayzistas, e ao anti-cristianismo. Aí não dá! Dar voz a essa Sra. Katz que mente, distorce, em nome dos rios de dólares que seu laboratório vai receber com essa liberação, isso não dá Veja, não mesmo.
Católico defendendo uso de embriões não dá em excomunhão latae sententiae - aquela em que o fiel incorre no momento que comete a falta previamente condenada pela religião?
Sendo assim, se ele defende essa posição, então ele está fora da Igreja.
Os embriões excedentes são, sobretudo, oriundos de clínicas de terapias de fertilização para casais que querem ter filhos mas não conseguem procriar por vias naturais.
As clínicas promovem dezenas de terapias, com a mulher, com o homem ou com ambos, dependendo dos diagnósticos acerca da causa da infertilidade daquele casal.
Em alguns desses tratamentos, ocorre a chamada "fertilização in vitro". Os óvulos são fertilizados no laboratório, fora do útero, a partir do óvulo da mãe e do material genético do pai. É um tratamento, por exemplo, indicado para mulheres que não possuem fixação adequada na parede do útero para possibilitar a fertilização.
Desses óvulos, embriões agora, apenas alguns são implantados no útero da mulher, cerca de 3 a 5. Isso porque esta mulher possui dificuldade de fixação e possui baixa probabilidade de manter os óvulos, mesmo fertilizados. Quanto mais embriões implantados, mais chances de gravidez. Mas há um risco, se todos "vingarem", a mulher teria uma gravidez múltipla insuportável. Não raro, mulheres que passam por esse procedimento apresentam gravidez dupla, tripla, ou até com 4 bebês. Por isso esse número, sempre abaixo de 10 embriões. Não foi outro o caso, por exemplo, da jornalista Fátima Bernardes, famosa por seus trigêmeos, à epóca de sua gravidez. Em geral, a mulher fixa apenas 1, sendo os outros perdidos naturalmente, o que não constitui crime, já que aquela mulher sempre os perdera desta forma. Entretanto, nem sempre a gravidez ocorre, sendo necessária uma nova implementação. Por isso não é vantajoso fertilizar apenas um único óvulo, vários são fertilizados e alguns implantados. Ademais, o processo de fertilização de um óvulo humano não é tão simples, ficando muito difícil fertilizar apenas aqueles que serão utilizados.
Bem, mas o que ocorre com os outros óvulos fertilizados, já que de muitos, foram utilizados apenas alguns?!
São os "restos", como a imprensa chama. Raramente um casal os chama dessa forma. A manutenção desses embriões é paga pela família, no ato do tratamento, e mantido pela clínica indefinidamente. Se a mulher quiser engravidar uma segunda vez, não precisaria fertilizar mais óvulos.
Uma coisa que pouco está sendo abordada, é a seguinte: quem tem direito legítimo sobre os embriões são as famílias, não as clínicas!! Que família vai querer doar seus embriões aos pesquisadores??
O que esses pesquisadores farão, COM CERTEZA!!!, será fertilizar óvulos a partir de bancos de óvulos e de sêmen (existentes em qualquer lugar, inclusive nas grandes cidades brasileiras, há até bancos públicos), vão gerar novos embriões, especialmente para servir aos seus objetivos. Ou seja, esse papo de "resto", "excedente" é BALELA!. Após a aprovação das pesquisas, não será difícil conseguir licença para isso: gerar para matar.