Estudos na universidade da Yale , Dr Chang, publicado na Nature, 2004, em estatisitca genealogica, e outros mais, em busca de ancestralidade comum, como da eva mitocondrial, de datação ficticia com "base" (ver aspas) de intervalos regulares de mutações, demonstram a ancestralidade comum em humanos , e o fato de termos ancestrais comuns a todos vivos e mortos, implica em avistar em uma certa época, um numero populacional reduzido, com todos os problema geneticos que hoje avistamos
Esse retorno com cada vez menor numero populacional nos desafia a encontrar hipóteses não uniformistas sobre a capacidade de nossos poucos ancestrais comuns nos descenderem, sem que os levasse a extinção.
II-Baixa VG,doenças genéticas e extinção
Pequenas populações apresentam em geral (não sempre) baixa VG, estas apresentam muitas doenças, fragilidades e deformidades, e estão quase sempre condenadas a extinção quanto maior for a taxa de cruzamentos endogamicos
"Para uma Espécie poder se reproduzir e viver em um meio é necessario um número mínimo de éspecies genéticamente diferentes. Sem essa variabilidade, mudanças no meio são fatais e ainda começam aparecer problemas de deformações e doenças consideradas raras pelo seu caráter recessivo, semelhante ao ocorrido em cruzamentos com pais e filho (caso bovino) ou entre primos(com os humanos) Por isso uma espécie é considerada oficialmente extinta quando o número de individuos é inferior a um número mínimo ,em média 25.
Por isso animais como a ararinha azul, e a subspécie chinesa dos tigres apesar de ainda terem exemplares vivos em cativeiro e na natureza, são consideradas extintas.
"Deve-se ressaltar que a variabilidade genética é a base da perpetuação de todos os seres vivos" 1
http://www.cib.org.br/faq.php?id=4