Julio Severo
Não é só a violência que está fora de controle no Rio. Agora, aparentemente até a natureza se voltou contra o Rio, onde uma epidemia de dengue vem atingindo a população, matando principalmente crianças.
Epidemias de dengue e malária não são hoje incomuns no Brasil. A culpa toda, dizem os ambientalistas, está no aquecimento global.
No entanto, o Dr. Donald Roberts diz no site ICIS que o ressurgimento de grandes doenças como a malária e a dengue é na verdade a maior conseqüência da proibição ao DDT. Ele observa que no Brasil durante a década de 1970, quando esse pesticida era amplamente utilizado, não havia quase nenhum risco de dengue e por muitos anos, menos de 100 mil casos de malária foram diagnosticados no Brasil.
Depois que se proibiu o DDT, essas doenças retornaram. Em 2007, o Brasil registrou quase 500 mil casos de dengue, e centenas de milhares de casos de malária, diz Roberts.
“Epidemias de dengue eram comuns durante a 2ª Guerra Mundial, mas então os mosquitos foram eliminados pelo DDT e a dengue desapareceu. Hoje as pessoas não usam mais o DDT, de modo que os mosquitos estão aí de novo. A dengue ressurgiu e o número de pessoas com dengue está aumentando exponencialmente”, disse Paul Herrling, presidente do Instituto Novartis de Doenças Tropicais.
O Dr. Walter Williams, professor de economia na Universidade George Mason, comenta: “No Sri Lanka, em 1948 ocorreram quase três milhões de casos de malaria e sete mil e trezentas mortes. Com a utilização extensiva do DDT, os casos de malaria caíram para 17, sem nenhuma incidência de morte, em 1963. Depois que a utilização do DDT foi suspensa, os casos de malária no Sri Lanka saltaram para dois milhões e meio nos anos de 1968 e 1969, e até hoje essa doença continua matando nesse país”.
Desde que o DDT foi proibido, por pressão dos ecologistas, aproximadamente um milhão de pessoas morre de malária anualmente. A maior parte das vítimas está na África, e a maioria são crianças.
Não é só a violência que está fora de controle no Rio. Agora, aparentemente até a natureza se voltou contra o Rio, onde uma epidemia de dengue vem atingindo a população, matando principalmente crianças.
Epidemias de dengue e malária não são hoje incomuns no Brasil. A culpa toda, dizem os ambientalistas, está no aquecimento global.
No entanto, o Dr. Donald Roberts diz no site ICIS que o ressurgimento de grandes doenças como a malária e a dengue é na verdade a maior conseqüência da proibição ao DDT. Ele observa que no Brasil durante a década de 1970, quando esse pesticida era amplamente utilizado, não havia quase nenhum risco de dengue e por muitos anos, menos de 100 mil casos de malária foram diagnosticados no Brasil.
Depois que se proibiu o DDT, essas doenças retornaram. Em 2007, o Brasil registrou quase 500 mil casos de dengue, e centenas de milhares de casos de malária, diz Roberts.
“Epidemias de dengue eram comuns durante a 2ª Guerra Mundial, mas então os mosquitos foram eliminados pelo DDT e a dengue desapareceu. Hoje as pessoas não usam mais o DDT, de modo que os mosquitos estão aí de novo. A dengue ressurgiu e o número de pessoas com dengue está aumentando exponencialmente”, disse Paul Herrling, presidente do Instituto Novartis de Doenças Tropicais.
O Dr. Walter Williams, professor de economia na Universidade George Mason, comenta: “No Sri Lanka, em 1948 ocorreram quase três milhões de casos de malaria e sete mil e trezentas mortes. Com a utilização extensiva do DDT, os casos de malaria caíram para 17, sem nenhuma incidência de morte, em 1963. Depois que a utilização do DDT foi suspensa, os casos de malária no Sri Lanka saltaram para dois milhões e meio nos anos de 1968 e 1969, e até hoje essa doença continua matando nesse país”.
Desde que o DDT foi proibido, por pressão dos ecologistas, aproximadamente um milhão de pessoas morre de malária anualmente. A maior parte das vítimas está na África, e a maioria são crianças.