O que é isso pessoal... O Koran é uma religião MUITO tolerante....
1) Tolerante com a mulheres...
Koran 4:34
Quanto àquelas, de quem suspeitais rebeldia, admoestai-as (na primeira vez), abandonai os seus leitos (na segunda vez) e castigai-as (na terceira vez)
2) Tolerante com outras religiões...
Koran 9:5
Matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os;
Koran 9:29
Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final
Koran 9:30
Os judeus dizem: Ezra é filho de Deus; os cristãos dizem: O Messias é filho de Deus. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Deus os combata! Como se desviam!
Koran 2:193
E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos.
Uma coisa que me causa espécie nessas "críticas" feitas ao Islã: é que os ditos cristãos, ao apontarem as inconsistências ou malignidades do Corão, usam dos mesmos artifícios sofísticos que são sobejamente manejados pelos ateus-militantes contra o próprio Cristianismo.
Um exemplo é a questão dos textos revelados. O que o pessoal cristão faz: pega um verso qualquer do Corão, tira-o do contexto, e aplica ao mesmo a mais rasa e grosseira das interpretações literais.
O que os ateus-mlitantes fazem com os textos do AT e do NT? A mesmíssima coisa! Pegam um versículo qualquer da Bíblia, tiram do contexto, e se refestelam numa unilateral e reducionista literalidade do mesmo.
Não estou aqui defendendo o Islã, pois meus conhecimentos sobre o assunto são pífios. Nem estou censurando ninguém.
Mas dou um aviso aos cristãos: quem com ferro fere com ferro será ferido. Depois não reclamem quando o ateísmo militante fizer o mesmo com a Bíblia Sagrada.
Davi contou o povo (1 Cr 21:4-5) e Deus não gostou e feriu ao povo de Israel (1 Cr 21:7). Deus deu uma chance a Davi para arrepender do seu erro (1 Cr 21:9-12), mas a peste já estava determinada. Reza a sabedoria que um rei não pode revogar seu edito. Porém, como Deus é o Rei dos Reis, Ele pode revogar Seu. Somente depois que Davi se arrependeu (1 Cr 21:13), Deus deu ordem ao Seu anjo para que parasse de disseminar a doença. E em seguida, Deus perdoa a Davi e sua resposta se dá através do holocausto feito: "o fogo do céu" (1 Cr 21:26:27).
Amigos, cuidado com as manipulações. Não sou tão culto quanto a maioria de vocês, mas não pude aceitar este erro de interpretação bíblica. Quanto ao Alcorão, fico na minha, pois o desconheço.
Daher, vai ter de pagar 200 Ave-Marias e 500 Pai-Nossos!
Meu caro, eu sou cristão. Estudo diariamente a Bíblia Sagrada e a patrística. Acredito que o Cristianismo é tão belo que ele não precisa de ataques mentirosos e sem fundamentos às outras religiões para se defender. Prefiro utilizar a honestidade intelectual dos Santos e teóforos padres, demonstrar a beleza de cousas como a Escada de São João Clímaco e assim por diante.
Enquanto você fica estudando e lendo milhares de cristãos são perseguidos e mortos pelos muçulmanos sem que ninguém erga uma palha para defendê-los. Suas leituras são realmente boas e recomendáveis, mas tudo isso que você aprende com boas leituras devem ter reflexo nas tuas atitudes. Até onde eu sei o Alex tem feito alguma coisa para defender os cristãos e, se ele atacar o Islam e seu profeta Maomé, é de seu inteiro direito. Cristão quando é martirizado pela fé não é notícia, virou fato corriqueiro e sem importância. Quando um cristão faz críticas ao Islam é advertido por outro cristão. Isso tem que acabar.
Nessa guerra ou disputa de civilizações, também chamada de guerra (ou disputa) cultural, eu já tomei partido. Espero que os cristãos e as pessoas de boa vontade façam o mesmo.
Teus post não merecem nenhuma consideração, pois o pessoal aqui não usa desses recursos. Podem até ter limitações intelectuais, e eu muito mais que a maioria, mas má fé e malícia não monta casinha nessa comunidade.
Não tenho conhecimento histórico da evolução do islamismo como religião, mas uma religião que consegue criar, no mundo atual, inúmeras facções extremistas e terroristas movidas pela fé (Hamas, Jihad Islâmica, Brigada dos Mártires de Al-Aqsa, Hezbollah, etc.). Não tem e nunca vai ter aceitação por parte de um cristão honesto ou que tenha amor pela própria pele ou pela de seus irmãos.
Um grupo extremista (não seitas malucas, que se auto-destroem) que promove assassinatos e terrorismo em nome de Cristo e viro ateu na mesma hora. Ou muçulmano se preferirem.
Não é ato terrorista ou atentado contra a vida dos outros. É auto-entrega e sacrificio pessoal para uma boa causa, para um perdão ou para receber uma graça.
O Cristianismo só passou a existir na época moderna?
É claro que não. Mas o impacto cultural do cristianismo existe até hoje, assim como o islamismo. Cotejando as duas religiões não fica difícil verificar qual é mais benéfica para o ocidente. Se eu fosse árabe talvez dissesse o contrário. Uma coisa que não podemos negar, nem refutar e muito menos combater são nossas origens civilizatórias. O avanço do islamismo no mundo pode significar uma lenta e agônica destruição do cristianismo. Não sei se é o que você quer ou caso não queira já tenha refletido sobre as conseqüencias disso.
Não precisa me ensinar, com bom gosto eu vou pesquisar. Mas acredito que essa ordem, bem como a Santa Inquisição, As Cruzadas, etc. São momentos históricos muito complexos, e com isso não quero dizer que os cristão tinham razão sempre, mas para dizer que eles agiram mal ou bem não podemos fazer isso sem um estudo aprofundado, imparcial e desgastante. No geral só se fala mal com pouco conhecimento, por isso me abstenho de comentar, defender ou acusar a Igreja sobre o que eu não estou preparado.
Foi um momento extremamente difícil para a humanidade e, de certa forma, perigoso para a unidade da Igreja Católica e sua influência sobre a sociedade. Quem não morreu ficou meio louco. A heresia e a blasfêmia eram a ordem do dia. O hedonismo virou regra. Houve muito mais exemplos de anticristianismo do que de fé cristã. A muito custo se superou essa dificuldade e a Igreja Católica teve papel um decisivo para reorganizar as sociedades meio que destruidas em nas bases de fé. Antes de ver os erros é bom também ver os acertos. Por não termos essa coerência cometemos muitas injustiças. O ser humano é falível e a Igreja e o cristianismo paga pelas nossas limitações. Ainda assim é atacada, não é respeitada, antes pelo contrário, querem a nossa aniquilação. Coisa que nem a peste negra conseguiu no passado. Hoje eu não teria a mesma certeza, no caso de uma desgraça como aquela se abatesse sobre humanidade.
Tens razão. Só tenho analisado o que meus olhos vêem. É uma visão estreita e atualizada e, provavelmente, também mal informada. Não estou aqui para debater o islamismo. Não tenho conhecimento do assunto e nem interesse e, acima de tudo temp para estudá-lo.
Acredito que a forma hipócrita de luta escolhida pelos palestinos (atentados suicidas, escudos humanos, etc) não venha de uma instrução fornecida pela religião islâmica, mas de uma situação específica da política local, que não tem porque ser repetida por todos os islâmicos.
A meu ver, essa forma de luta só subsiste unicamente pela extrema ingenuidade dos observadores ocidentais (Carter et caterva), que no fundo acham que os palestinos e os israelenses precisam "aprender" a tolerar-se mutuamente, da mesma forma como aprenderam no Ocidente, desde o século XVIII.
(em outros termos, querem menos conflito com a fórmula única de cada vez menos religião).
Só que garanto que israelenses e palestinos sabem mais de tolerância do que qualquer um desses professores ocidentais, até pelo fato de saberem quais interesses são compatíveis ou não em um mesmo ambiente.
E esses interesses não tem origem em religião, obviamente, o que é um alento para gerações futuras.
Por exemplo, Israel atacou o Hezbolah no Líbano, em uma guerra que não teve aquele resultado retumbante das campanhas de 1956, 1967, 1973 ou 1982. Para alguns, foi até derrota parcial de Israel.
Contudo, era a primeira vez que Israel vinha com apoio diplomático de várias nações árabes, a começar pelo próprio Líbano e a Arábia Saudita, visando reduzir a influência da Síria.
Até o resultado foi muito conveniente.
Acredito que a forma hipócrita de luta escolhida pelos palestinos (atentados suicidas, escudos humanos, etc) não venha de uma instrução fornecida pela religião islâmica, mas de uma situação específica da política local, que não tem porque ser repetida por todos os islâmicos.
Pode ser que sim, pode ser que não, mas temos que levar em conta que os atentados suicidas e todas as operações terrorristas tem que ter autorização oficial e quem dá essa autorização?... É o lider político, que no caso do Islamismo, via de regra, é também lider religioso. Nesse caso os atentados suicidas, escudos humanos e assassínios tem a aprovação religiosa. Os islamicos vão fazer o que seu lider religioso mandar, e somente quem estiver capacitado, treinado e pronto para morrer é aceito em uma operação dessas. Os ataques dos judeus aos alvos palestinos é uma questão de sobrevivência o ataque ao WTC, uma insanidade religiosa (destruir o Grande Satã, o Império do Mal), sem nenhuma finalidade estratégico militar.
A resposta foi dada com a foto. Os israelenses tem seus alvos militares fora das cidades e ataques a eles vitimam apenas soldados. Os palestinos fazem questão de colocar seus alvos no meio de aglomerados humanos, onde estão civis, velhos e crianças. Isso tem dois motivos: fazer os israelenses hesitarem em bombardear tais alvos e, caso venham fazer, o número de vítimas inocentes abrem bons espaços na mídia, para acusar Israel quando os culpados são os palestinos.
É o lider político, que no caso do Islamismo, via de regra, é também lider religioso. Nesse caso os atentados suicidas, escudos humanos e assassínios tem a aprovação religiosa.
Não, como o Turk já disse, os políticos muçulmanos são apenas isso; políticos. Até mesmo a participação ativa dos Ayatullahis no Irã é discutida pelos próprios muçulmanos. Ayatullah Sistani é um dos críticos, para ele deve haver uma distinção entre o regime sacro e profano, com os Imames se retirando da atuação política prática. Claro que isso não invalidaria o norteamento do direito civil pelo direito islâmico.
Ayatullah Sistani é um dos críticos, para ele deve haver uma distinção entre o regime sacro e profano
Isso é prova que essa distinção não existe, e alguns mulçulmanos reconhecem isso. Eu nunca vou duvidar da bondade de um muçulmano para com as pessoas, mas os maiores ódios vindos de autoridades políticas e religiosas contra o ocidente que se vê todos os dias, tem fundo religioso. Não é possível mover as massas muçulmanas contra o ocidente sem buscar razões no Corão. Os cristãos poderiam fazer o mesmo sem dificuldade para indispor os cristãos contra os islamitas usando o Evangelho, mas não fazem.
Vou ser um pouco simplista, mas no meu pouco entendimento os muçulmanos viraram bárbaros e os cristão vítimas de barbarismo. O ocidente está sendo massacrado culturalmente por essa cultura alienígena, por advenas. É como disse o رفاءيل: "Não é questão de querer ou não: ou as civilizações cristãs de facto voltam a existir ou serão esmagadas pelo islam".
Seguindo esse mesmo raciocínio, poderíamos dizer que os cristão estão fraquejando e o mais fraco acaba sendo subjugado pelo mais forte. Isso é um lei do processo civilizatório. A supremacia do mal (islamismo) passa pela falta de falta reação do bem (cristianismo).
O lider religioso mais carismático do Sec. XX foi na minha opinião Aiatolá Khomeini (um muçulmano), do lado cristão temos o Papa João VI. O primeiro fez um revolução no Irã por controle remoto, o segundo teve papel decisivo na queda dos regimes comunista no leste europeu e europa. Mas como lider espiritual arrigementador de fiés, os cristão estão carentes a séculos.
As lideranças cristãs de maior destaque, embora sem merecimento, mas que os meios de comunicação ouvem e difundem suas palavras são da linha cristã progresista, que, se formalmente não se alinham aos muçulmanos, prestam grandes serviços a eles. Um agente infiltrado, se é que não são, poderia se orgulhar de sabotagem tão bem sucedida.
É algo muito simples. O declínio da religiosidade no Ocidente tornou a consciência coletiva muito fraca quando se trata da fé. Nos países islâmicos a vivência da religião é forte e latente, conseqüentemente há consciência coletiva nesse tocante. É justamente isso que faz com que os políticos muçulmanos usem a bandeira religiosa como norte. Se o Ocidente não estivesse em decadência, você teria a mesma situação por aqui. Se no islam isso propicia o fundamentalismo, aí é outra história, no caso entramos numa discussão sobre a noção de ortodoxia islâmica, assunto muito saturado por sinal.
O declínio da religiosidade no Ocidente tornou a consciência coletiva muito fraca quando se trata da fé.
Pois é, quanto a isso parece não haver solução. رفاءيل concorda com você, eu vou acabar concordando também: "Como sou pessimista, faço como o sambista ao ver sua saudosa maloca sendo destruída sento e aprecio a demoliçao".
E fumo pro meio da rua
Preciá a demolição.
Seja como for, esse não é um fenômeno desse século, nem do século passado, suas raízes vem do iluminismo. O mesmo iluminismo que ao mesmo tempo que corrompeu a fé cristã dividiu o ocidente e agora abre as portas para seus (nossos) inimigos. Como o mundo islamico não caiu nessa empulhação deu no que deu. Ou vai dar.
Eu não vejo qual a dificuldade para um cristão rejeitar o islam sem apelar para imposturas intelectuais. Ele pode rejeitá-lo baseado na leitura da Bíblia, no Magistério da Igreja, nos comentários dos Santos e Doutores da Igreja. Agora, a partir do momento que ele elabora argumentos que facilmente poderão ser levantados contra a sua própria tradição, ele sempre perderá o debate.
A participação de Daher foi magnífica neste tópico. Foi o melhor tópico dele que eu já vi. Os comentários foram precisos, o humor foi impecável. E não desceu o nível um só instante, mas manteve o tom do sarcasmo. Parabéns, Turk!
Será possível o ocidente se revigorar sem a unidade necessária que o cristianismo proporciona?... Pode ser que sim, mas por um mecanismo muito mais temível que o islamismo: A Nova Ordem Mundial, concebida e executada pela ONU, infinitamente mais atéia de tudo o mais que já se viu em tempos modernos, só rivaliza com a Revolução Francesa no seu auge.
A saída para o Ocidente não passa por criticar o islam. Pode-se criticar infindavelmente o islam sem se tornar, por isso, mais cristão. O Ocidente deve restaurar em primeiro lugar a Filosofia Natural cristã, de inspiração escolástica, onde a Natureza aparece como manifestação visível de realidades espirituais. Depois, deve reabilitar o conteúdo intelectual da teologia natural e revelada, a ponto de trazê-la novamente a sua antiga pujança. E neste meio tempo deve aprofundar sua consciência religiosa, e reconstituir o sentido sacro da arte, devolvendo à sensibilidade éstética os temas artísticos da Cristandade Ocidental.
Concordo com você, embora creia que a Nova Ordem Mundial avançará até os limites do mundo. Não vai se contentar em ser uma nova ordem ocidental, apenas.
Pedro,
Individualmente, cabe a cada um o aprofundamento da sua consciência religiosa. E este aprofundamento só pode ser levado a cabo plenamente, mediante a transfiguração da sensibilidade estética e da racionalidade pelo contato com o influxo de uma tradição viva como o cristianismo latino.
Ele pode rejeitá-lo baseado na leitura da Bíblia, no Magistério da Igreja, nos comentários dos Santos e Doutores da Igreja.
Sem dúvida, mas entrou em discussão não a rejeição do islamismo e sim como combatê-lo no Ocidente. Que rejeitamos, não há duvida, mas a preocupação é a fragmentação do cristianismo dentro do próprio ocidente que abre brechas sedutoras para a invasão islâmicas. Creio que nenhum muçulmano esperava uma situação tão favorável para agir aqui (no ocidente). A culpa não é deles, pois não seria difícil mantê-los afastados se o ocidente agisse, apenas agisse. Como não agiu, agora tem que reagir. Um problema e tanto.
Concordo com você, embora creia que a Nova Ordem Mundial avançará até os limites do mundo. Não vai se contentar em ser uma nova ordem ocidental, apenas.
Por isso eu vejo como uma possibilidade de a Nova Ordem Mundial engolir o movimento islâmico até dentro de suas fronteiras históricas. Um quadro dantesco tanto para islâmicos como para os cristãos.
apesar de existirem imãs a frente de movimentos islâmicos (óbvio), isso não quer dizer que a essência daquilo que chamamos de "fundamentalismo islâmico" (ou integrismo, como dizem os franceses) seja mais religiosa que outras visões mais pacíficas, majoritárias entre os islâmicos independente da corrente.
Todas essas instruções terríficas do Alcorão (mais algumas páginas reais da história que os islâmicos agora querem esconder) são mais ou menos entendidas como fatos antigos ou especificas para situações que não se repetem no presente. Ou seja, até podem estar presentes no Alcorão, mas não servem para a situação presente, que tem outras motivações.
Por isso é que acredito que seja um antiamericanismo político que os leve a decisões fanáticas ou suicidas, e não uma inclinação religiosa do islamismo pelo martírio. Por exemplo, os homens-bomba não foram uma invenção dos islâmicos, e sim dos separatistas tamis, que seguem o marxismo-leninismo (ateus, portanto).
O islamismo só tem como perigo a sua junção com a política, que acaba dando um tom antiamericano à própria religião, em alguns ambientes.
Também por isso, não há apenas islâmicos religiosos nos movimentos radicais, mas também islâmicos secularistas, como as brigadas de mártires de Al-Aqsa, que são ligadas a Fatah e, portanto, próximas às origens de Arafat junto ao movimento comunista internacional.
Al-Zarqaui, o imolador da Al-Qaeda no Iraque, não praticava a religião quando era um jovem arruaceiro em Amã. Só se tornou praticante quando viu que a religião se juntava com a política para permitir a ele fazer atrocidades tanto contra ocidentais quanto contra islâmicos que colaboravam com o Ocidente.
Mas, no fundo, era um sádico e não um religioso.
* cuidado para não disseminarmos o dawkinismo aqui!
e voces saberão que o Islan é uma cobra que come o proprio rabo....
Só um retardado mental pode pensar que uma sociedade que faz com 50% da sua população o que os mussulmanos fazem com suas mulheres e que ainda dá a essa parcela da população a incubencia de criar suas crianças pode ter algum futuro...
O Islã não tem saida nem como religião e nem como sociedade... Por isso tem tanto mussulmano em paises catolicos.... fujindo dessa desgraça.... Dizem que são mussulmanos e engordam as estatisticas porque têm medo de serem mortos por seus proprios familiares.
O Vudu tem muito mais futuro do que essa bosta.....
Nunca ouvi falar de um seguidor do Vudo ou da Umbanda usar seus entes queridos (supondo que filhos sejam considerados entes queridos para eles) como escudos humanos....
Só um retardado mental pode pensar que uma sociedade que faz com 50% da sua população o que os mussulmanos fazem com suas mulheres
O que "o islam" faz com as mulheres?
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Só para constar, essa relação que fez do islamismo com a umbanda/vudu foi muito, mais muito ignorante. Mostra não só sua tapadice sobre o que é o islam, mas um total desconhecimento a respeito do legado artístico, filosófico e literário da civilização muçulmana.
Isso é relativo. A sociedade tuaregue (que é muçulmana) é matriarcal. O mulher escolhe o companheiro e pode despachá-lo se ele der mostras de não prestar e trocar por outro.
Católicos filipinos se crucificam na Paixão, protestantes milenaristas criam seitas apocalípticas, seria o catolicismo/protestantismo a força motriz de tais atitudes? O que acho interessante é que sempre fazem a acusação em relação "ao islam".
Não precisa tanto ódio, até tá parecendo um muçulmano fundamentalista!
Eu quero saber o que o islam faz com as mulheres. Poderia explicar, e fundamentar, claro!
Hm, interessante, quer dizer agora que filosofia se reduz aos gregos?!
Eu nem vou dizer como chegou até nós os clássicos da filosofia, vai que daqui a pouco o menino aí acha que Aristóteles não presta mais!?
Os (maus) cristão também maltratam as mulheres. O fato de a religião islâmica e suas leis ampararem isso nas sociedades muçulmanas é realmente revoltante. Acontece que não é assunto nosso (cristão). Só podemos rezar por essas mulheres, não podemos interferir diretamente, a menos que eles queiram fazer isso com as nossas.
Concordo em gênero, número e grau com que vc disse. A grande tarefa dos verdadeiros intelectuais cristãos - ainda existem? - seria a de recuperar a visão cirstã, simbólico-analógica, da natureza; sem isso é impossível uma visão cristã da sociedade - com o resultado funesto de termos de suportar essa grossa impostura da democracia, da soberania popular, do estado laico etc., ou seja, todos os símbolos políticos da modernidade.
Sobre o Islã, o que parece às vezes é aquele fenômeno do bode expiatório (r. girard). Todos os ressentimentos, culpas, ódios, medos, frustrações são jogados sobre o Islã: é uma espécie de catalizador das culpas coletivas.
Sinceramente, não me interessa se o Islã tem um pendor jihadista ou não. A questão é que o Ocidente cristão tem de se defender, como sempre fez. A pergunta é: defender o que?; ainda existe Ocidente cristão?