Me perdoem de antemão meus nobres colegas baianos, mas a Bahia com toda sua cultura africana pervertida, é certamente o câncer do Brasil.
Não perdôo. Essa cultura africana pervertida é recente, surgiu na década de 80. Antes os negros mantinham seus laços culturais de forma natural, levando em consideração o processo civilizatório e o contato com outras culturas. Havia candomblé? Óbvio que havia, mas não existia uma glamourização da religião afro-brasileira. Na verdade a banalização do candomblé gerou muita divisão. Muitas mães-de-santo não concordam com a utilização de cantos sagrados em músicas de axé, por exemplo. Você poderia falar da cultura sexista, mas isso é latente tanto aqui quanto no Rio. Falar assim da cultura negra é uma absurdo, é desconhecer as belíssimas e tradicionais confrarias católicas do meu Estado, com uma história secular, em sua maioria formadas de escravos libertos.
Nobre colega Pedro, não estou preso a emocionalidades passageiras de feitos históricos; tampouco tenho respeito por qualquer cultura que seja, para mim a Verdade está acima de cultura! Esse papo de respeito à cultura, é coisa de politicamente correto.
Ham?
Cultura africana é pervertida em sua essência mesmo, não tem o que discutir. rsrsrs
Também não sei. Um exemplo, todo final de ano a Bahia Marina faz uma festa de Réveillon, uma das melhores do Brasil. Vem um bando de paulista e carioca. Os baianos que vão ficam sem jeito e incomodados, é tanto homem barbado se beijando que o povo fica assustado. A mesma coisa com o bloco Crocodilo, de Daniela Mercury, nenhum baiano sai mais porque sabe que virou antro de homossexuais sulistas (a não ser os gays daqui, que devem adorar).
[...]6. A presença de homossexuais escondidos em todas as camadas sociais não é suficiente para descartar a proposta de concessão de cotas para gays, travestis e transgêneros pois a própria manutenção destes homossexuais na clandestinidade é uma imposição cruel da ideologia heterossexista, assimilada pelos próprios homossexuais, que seguramente viriam a sofrer algum tipo de discriminação ou preconceito caso viessem a sair do armário. Strictu sensu, só deveria ser chamado e considerado "gay" ou " lésbica o homossexual assumido ou identitário, aquele que tem identidade e afirmação homossexual e é reconhecido enquanto tal, e por isto discriminado, pela sociedade global [...]
[...]Assim sendo, as cotas deveriam beneficiar tão somente aqueles gays e lésbicas assumidos, obviamente também os/as transgêneros (travestis e transexuais), que exatamente por serem publicamente reconhecidos como "desviados, seja por se declararem enquanto tal, seja por seu estilo de vida ou papel de gênero peculiar, sofrem, sofreram ou sofreriam, algum tipo de exclusão causada pela preconceito homofóbico[...]
E os gays recalcitrantes estão f........., que pena. Nas cotas do Seu Luiz Mott. As bichas enrustidas não merecem consideração.
Em primeiro lugar, a cultura africana que temos aqui na Bahia não corresponde a cultura africana originária, que possivelmente possuía características bem diversas da atual. Em segundo lugar, você até agora não deu mostras de ser um conhecedor desta cultura para afirmar que ela não presta.
Um clichê, uma figura de retórica apenas, mas de fato como alguém disse aqui o que parece ser apenas brincadeira na verdade é uma como sonda que se lança na sociedade para ver como vai ser a reação, ou em outras palavras: brincando, brincando o cachorrinho come a mãe.
O que a cultura africana ofereceu de relevante para o mundo, Ricardo?
As mulatas do Carnaval Carioca, sucesso no mundo inteiro. Carnaval também é cultura, dizem. Mas falando sério a pergunta é interessante. A cultura da africa em estado puro ficou restrita ao seu continente e não teve nenhuma penetração importante em outras regiões do mundo. Isso não desmerece os valores culturais africanos, mas é fato.
Ainda assim a sociedade brasileira reverencia a cultura negra sem saber porque. Os negros brasileiros talvez sejam a etnia mais identidade racial entre todas que formaram nosso povo.
Esquimó é moreno, índio, mas sou a favor das cotas para gays se elas forem para os negros, porque cotas só para negros? Tem outras minorias bem discriminadas no Brasil como obesos, tímidos e etc... que inclusive muitos negros discriminam também.
Pára!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pára o Brasil que eu quero descer!!!!!
Não dá mais!
Daqui a pouco pouca vergonha vai render troféu!
Quero estar longe quando isso virar rotina!
Bom.... cotas gays são uma coisa totalmente desnecessária.
Sabemos que existe uma superdosagem de homossexuais no meio universitário e artístico, bem maior que sua proporção na sociedade comum. Talvez seja certo até pensar em exigir uma cota para heterosexuais na rede Globo. Que acham?
Contudo, não tem qualquer lógica atribuir essa provação de Luiz Mott a uma "baianidade", apesar dele ser de lá, e muito menos à influência dos africanos sobre a cultura ou a religião.
Segundo o Gylberto Freyre, os africanos tinha mais pudor e fidelidade que os portugueses.
Contudo, era uma opinião pessoal dele, que fechou os olhos aos "lundus".
Na prática, não existe a diferença de raça.
Em todas as sociedades, são sempre os mais jovens que gostam de se abrir a experiências precoces, inclusive com outros que não tenham relacionamento. Já os mais velhos querem mais fidelidade, estabilidade ou compromisso, cujo resultado é sempre a moral, comum em todas as sociedades.
Como sempre a religião (que vem do conhecimento, experiência) pertence aos mais velhos, essa sempre evita a imoralidade, ao passo que os mais novos, que sempre são o centro das festas, tentam dominar as manifestações culturais.
Isso deve ser separado, mas Freyre não conseguiu ver isso.
Não podemos repetir isso. Bahia e alguns baianos...
Era um vez um microempresário. Fez as contas, e viu que não dava: teria que demitir um dos 4 funcionário.
Reuniu-os e contou os fatos. Esperava que isso facilitasse a decisão.
Um a um, eles argumentaram:
- Eu sou o único negro da empresa! Se me despedir, te processo por racismo!
- Eu sou a única mulher! A legislação protege o mercado de trabalho feminino, seu sexista!
- Tudo bem que já tenho 60 anos Mas o estatuto do Idoso veda a discriminação por idade!
E então olharam para o 4º funcionário: jovem, branco e sadio:
O Brasil é o campeão mundial de assassinatos de homossexuais. A constatação é do antropólogo e presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott. Em entrevista à Rádio Nacional, ele disse que são mais de 100 casos por ano o que, na média da organização, resulta em um homossexual ou travesti assassinado a cada três dias. Em 2007, foram 122. "Vivemos um verdadeiro ''homocausto"
100 casos por ano... E pensar que apenas no Estado do Rio de Janeiro, apenas no mês de maio de 2007, 466 pessoas foram assassinadas, sendo ainda no mesmo mês foram registradas 365 tentativas de homicídio. (Fonte: Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Ano XXXIII, n. 171, Parte I, pág. 9).
Só falta o Luiz Mott afirmar que estas vítimas no Rio de Janeiro eram todas gays... A propósito, cabe ao movimento gay provar que todas as 122 vítimas de 2007 foram mortas por motivos homofóbicos.