Jimmy Carter tem se encontrado com os líderes do Hamas durante anos.
Ele tem sua própria política externa, mas ninguém sabe o que ele espera conseguir conversando com o Hamas - um inimigo auto-proclamado dos Estados Unidos e aliado e protegido dos mullahs do Irã.
Carter conseguiu ser o pior presidente da história americana e agora conseguiu ser o pior ex-presidente também. Quando ele foi presidente, os EUA tinham 2 aliados em potencial no Oriente Médio - aliados no sentido em que esses países tinham objetivos comuns e um consenso aceitável do que o Oriente Médio deveria ser, não "aliados" no sentido dos déspotas Sauditas e de outros países exportadores de petróleo.
Esses aliados eram os secularistas turcos, a timocracia militar que o Mustapha Kemal deixou no poder a fim de proteger a Turquia dos jihadistas islâmicos; e o Shah do Irà. Carter odiava ambos. Ele ajudou a derrubar o Shah (com a ajuda até da mídia, como Barbara Walters que não resistiu a fazer a Imperatriz de idiota quando o Sha e a Revolução Branca estavam em equilíbrio precário). Carter não se importava com os turcos secularistas tampouco. Parece que Carter fica do lado de quem quer que se oponha aos secularistas, não importa o quão doentio seja o religioso.
Outro aliado em potencial foi o governo de coalizão do Líbano, mas este também foi sabotado por Carter e pouco compreendido por Reagan. Parte do problema também foi o Departamento de Estado e seu Serviço Internacional - estruturados pela máquina burocrática do Partido Democrata. Além deles, as interferências do Congresso que exigem que os oficiais do Serviço Internacional participem das embaixadas mesmo que todos eles odiassem Reagan e jamais representaram sua visão.
Ele tem sua própria política externa, mas ninguém sabe o que ele espera conseguir conversando com o Hamas - um inimigo auto-proclamado dos Estados Unidos e aliado e protegido dos mullahs do Irã.
Carter conseguiu ser o pior presidente da história americana e agora conseguiu ser o pior ex-presidente também. Quando ele foi presidente, os EUA tinham 2 aliados em potencial no Oriente Médio - aliados no sentido em que esses países tinham objetivos comuns e um consenso aceitável do que o Oriente Médio deveria ser, não "aliados" no sentido dos déspotas Sauditas e de outros países exportadores de petróleo.
Esses aliados eram os secularistas turcos, a timocracia militar que o Mustapha Kemal deixou no poder a fim de proteger a Turquia dos jihadistas islâmicos; e o Shah do Irà. Carter odiava ambos. Ele ajudou a derrubar o Shah (com a ajuda até da mídia, como Barbara Walters que não resistiu a fazer a Imperatriz de idiota quando o Sha e a Revolução Branca estavam em equilíbrio precário). Carter não se importava com os turcos secularistas tampouco. Parece que Carter fica do lado de quem quer que se oponha aos secularistas, não importa o quão doentio seja o religioso.
Outro aliado em potencial foi o governo de coalizão do Líbano, mas este também foi sabotado por Carter e pouco compreendido por Reagan. Parte do problema também foi o Departamento de Estado e seu Serviço Internacional - estruturados pela máquina burocrática do Partido Democrata. Além deles, as interferências do Congresso que exigem que os oficiais do Serviço Internacional participem das embaixadas mesmo que todos eles odiassem Reagan e jamais representaram sua visão.