Mulheres indiciadas por aborto no MS não devem ser punidasAgência Brasil
CAMPO GRANDE - As mulheres que fizeram aborto, em Campo Grande (MS), não deveriam ser “castigadas” por meio de pena alternativa e nem presas. A opinião é da socióloga e gerente de projetos da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Elizabeth Saar.
O Ministério Público do Estado do Mato Grosso do Sul investiga cerca de 10 mil mulheres que teriam praticado aborto em uma clínica em Campo Grande, nos últimos 20 anos. De acordo com o promotor responsável pelo caso, Paulo César dos Passos, a todas as mulheres que forem indiciadas será oferecido o benefício da suspensão condicional do processo, pelo qual a ação será extinta depois de dois anos mediante o cumprimento de algumas condições como a prestação de serviços comunitários ligados a crianças e a permanência na cidade.
-O Ministério Público não quer nenhuma dessas pessoas na cadeia. O que existe é a aplicação da lei dentro do princípio de razoabilidade e bom senso”, disse o promotor.
CAMPO GRANDE - As mulheres que fizeram aborto, em Campo Grande (MS), não deveriam ser “castigadas” por meio de pena alternativa e nem presas. A opinião é da socióloga e gerente de projetos da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Elizabeth Saar.
O Ministério Público do Estado do Mato Grosso do Sul investiga cerca de 10 mil mulheres que teriam praticado aborto em uma clínica em Campo Grande, nos últimos 20 anos. De acordo com o promotor responsável pelo caso, Paulo César dos Passos, a todas as mulheres que forem indiciadas será oferecido o benefício da suspensão condicional do processo, pelo qual a ação será extinta depois de dois anos mediante o cumprimento de algumas condições como a prestação de serviços comunitários ligados a crianças e a permanência na cidade.
-O Ministério Público não quer nenhuma dessas pessoas na cadeia. O que existe é a aplicação da lei dentro do princípio de razoabilidade e bom senso”, disse o promotor.