Parece que o Brasil se tornou credor líquido recentemente e acabou de ter seu status de risco promovido.
Desde 2002, o índice do Bovespa cresceu mais de 5 vezes e o PIB, 4.8%.
No momento, a "nota" atribuída aos títulos brasileiros é BB+ e há indicações de que serão promovidos à AA- (investment grade) até o fim do ano.
Os juros pagos pelos títulos brasileiros já estão menores do que os juros de dívida de empresas AA- como, por exemplo, a Goldman Sachs (indicando que o Brasil teria um menor risco do que as AA-).
Por causa da alta das commodities, o Brasil já passou a China (que é consumidora) na participação do índice de mercados emergentes do Morgan Stanley.
Também, os demais países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) parecem estar supervalorizados, com valorização do lucro estimado em 40 vezes o preço para a China e 22 para a Índia, comparados a apenas 13 vezes para o Brasil - isso aumentaria a percepção dos investidores estrangeiros de que o mercado brasileiro ainda está barato.
É de se esperar que isso favoreça o PT nos próximos anos, já que o povo vota de acordo com a situação econômica.
Parece que a única ameaça exclusivamente econômica seria uma crise de energia elétrica ou que o estouro da bolha de crédito afete a demanda pelas commodities.
Desde 2002, o índice do Bovespa cresceu mais de 5 vezes e o PIB, 4.8%.
No momento, a "nota" atribuída aos títulos brasileiros é BB+ e há indicações de que serão promovidos à AA- (investment grade) até o fim do ano.
Os juros pagos pelos títulos brasileiros já estão menores do que os juros de dívida de empresas AA- como, por exemplo, a Goldman Sachs (indicando que o Brasil teria um menor risco do que as AA-).
Por causa da alta das commodities, o Brasil já passou a China (que é consumidora) na participação do índice de mercados emergentes do Morgan Stanley.
Também, os demais países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) parecem estar supervalorizados, com valorização do lucro estimado em 40 vezes o preço para a China e 22 para a Índia, comparados a apenas 13 vezes para o Brasil - isso aumentaria a percepção dos investidores estrangeiros de que o mercado brasileiro ainda está barato.
É de se esperar que isso favoreça o PT nos próximos anos, já que o povo vota de acordo com a situação econômica.
Parece que a única ameaça exclusivamente econômica seria uma crise de energia elétrica ou que o estouro da bolha de crédito afete a demanda pelas commodities.