Monumento a vítimas homossexuais do nazismo omite a existência de muitos homossexuais nazistas
Michael Baggot
BERLIM, Alemanha (LifeSiteNews. com) — Berlim inaugurou em 27 de maio de 2008 um monumento para honrar os homossexuais como vítimas de perseguição nazista, apesar do crescente volume de pesquisas indicando que muitas autoridades nazistas proeminentes, inclusive Adolf Hitler, eram homossexuais ativos.
Uma notícia de 27 de maio da Associated Press acerca do novo monumento de concreto em Berlim, o qual retrata dois homens se beijando, afirmava que até 15.000 homossexuais ativos foram assassinados em campos de concentração nazistas.
“Isso representa uma sociedade… que não aboliu os veredictos injustos, mas parcialmente continuou a implementá-los; uma sociedade que não reconhecia um grupo de pessoas como vítimas, só porque escolheram outro estilo de vida”, disse o prefeito de Berlim Klaus Wowereit, que é um homossexual ativo.
A campanha mais recente para pintar os homossexuais ativos como vítimas de sistemático ataque nazista contrastou com o volume crescente de evidências indicando que, em grande escala, os nazistas adotavam o homossexualismo.
Em seu estudo de 2006 “The Pink Swastika as Holocaust Revisionist History” (A suástica rosa e a história revisionista do Holocausto), Judith A. Reisman, especialista renomada em questões homossexuais do Instituto de Educação da Mídia, revelou que o livro de 1995 “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” escrito por Scott Lively e Kevin Abrams demonstra que muitos dos principais líderes nazistas eram homossexuais ativos e protegeram muitos indivíduos homossexuais de perseguição.
“Lively e Abrams… documentam o movimento homossexual como os agentes que sustentavam o Nacional Socialismo (o partido nazista) e Adolf Hitler, assim precipitando um holocausto que afundou a Europa inteira”, escreveu Reisman.
Michael Baggot
BERLIM, Alemanha (LifeSiteNews. com) — Berlim inaugurou em 27 de maio de 2008 um monumento para honrar os homossexuais como vítimas de perseguição nazista, apesar do crescente volume de pesquisas indicando que muitas autoridades nazistas proeminentes, inclusive Adolf Hitler, eram homossexuais ativos.
Uma notícia de 27 de maio da Associated Press acerca do novo monumento de concreto em Berlim, o qual retrata dois homens se beijando, afirmava que até 15.000 homossexuais ativos foram assassinados em campos de concentração nazistas.
“Isso representa uma sociedade… que não aboliu os veredictos injustos, mas parcialmente continuou a implementá-los; uma sociedade que não reconhecia um grupo de pessoas como vítimas, só porque escolheram outro estilo de vida”, disse o prefeito de Berlim Klaus Wowereit, que é um homossexual ativo.
A campanha mais recente para pintar os homossexuais ativos como vítimas de sistemático ataque nazista contrastou com o volume crescente de evidências indicando que, em grande escala, os nazistas adotavam o homossexualismo.
Em seu estudo de 2006 “The Pink Swastika as Holocaust Revisionist History” (A suástica rosa e a história revisionista do Holocausto), Judith A. Reisman, especialista renomada em questões homossexuais do Instituto de Educação da Mídia, revelou que o livro de 1995 “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” escrito por Scott Lively e Kevin Abrams demonstra que muitos dos principais líderes nazistas eram homossexuais ativos e protegeram muitos indivíduos homossexuais de perseguição.
“Lively e Abrams… documentam o movimento homossexual como os agentes que sustentavam o Nacional Socialismo (o partido nazista) e Adolf Hitler, assim precipitando um holocausto que afundou a Europa inteira”, escreveu Reisman.