O presidente da França, Nicolas Sarkozy, pediu neste sábado que prossiga o processo de ratificação do Tratado de Lisboa, para que o "incidente" da rejeição do acordo por parte da Irlanda não se transforme em uma "crise".
É preciso "mudar nossa forma de fazer a Europa" para responder às preocupações dos cidadãos, afirmou Sarkozy, em entrevista coletiva com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Os eleitores irlandeses rejeitaram o Tratado de Lisboa --que tem como objetivo reformar a União Européia-- em votação popular realizada na quinta-feira (12) no país. Os resultados oficiais divulgados pelo governo da Irlanda informam que o texto do tratado foi rejeitado com 53,4% dos votos a favor do "não" e 46,6% a favor do "sim".
O Tratado de Lisboa substitui a Constituição Européia, rejeitada pelos eleitores de França e Holanda em 2005. A Irlanda foi o único dos 27 países do bloco a submeter a referendo o tratado criado para substituir a Constituição.
Entre as reformas propostas pelo tratado estão a criação de uma Presidência do Conselho de Ministros da UE com longo mandato, um chefe de política exterior mais poderoso e a remoção do poder de veto de países em um número maior de áreas de decisão. A derrota do tratado na Irlanda poderá representar, segundo analistas, uma crise política da União Européia.
É preciso "mudar nossa forma de fazer a Europa" para responder às preocupações dos cidadãos, afirmou Sarkozy, em entrevista coletiva com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Os eleitores irlandeses rejeitaram o Tratado de Lisboa --que tem como objetivo reformar a União Européia-- em votação popular realizada na quinta-feira (12) no país. Os resultados oficiais divulgados pelo governo da Irlanda informam que o texto do tratado foi rejeitado com 53,4% dos votos a favor do "não" e 46,6% a favor do "sim".
O Tratado de Lisboa substitui a Constituição Européia, rejeitada pelos eleitores de França e Holanda em 2005. A Irlanda foi o único dos 27 países do bloco a submeter a referendo o tratado criado para substituir a Constituição.
Entre as reformas propostas pelo tratado estão a criação de uma Presidência do Conselho de Ministros da UE com longo mandato, um chefe de política exterior mais poderoso e a remoção do poder de veto de países em um número maior de áreas de decisão. A derrota do tratado na Irlanda poderá representar, segundo analistas, uma crise política da União Européia.