PLC 122/06: Governo Lula tenta anular impacto das ligações feitas ao Senado
Depois de classificar de doentes perversos todos os que se opõem, pelos mais diferentes motivos, ao PLC 122/06, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou clara não só a posição favorável do seu governo ao projeto, mas também declarou que fará tudo o que for possível para que a chamada “homofobia” seja criminalizada.
Pelo visto, não basta incriminar de antemão quem pensa diferente do governo. É preciso manipular dados, desprezar a opinião pública, iludi-la e transformar a máquina estatal em instrumento de conquista de “corações e mentes”. Bem, no caso dos ativistas gays, “corações, mentes”… e algo mais.
Governo desesperado com reação popular
Uma avalanche de ligações para o serviço de atendimento “Alô Senado” rejeitando o PLC 122/06, durante um ano, deixou governo Lula e militantes homossexuais desesperados, levando a direção do Senado a fazer um levantamento nacional pelo seu instituto de pesquisa, o DataSenado, para tentar minimizar a mobilização daqueles que procuram, de forma democrática, se fazer ouvir pelos senadores da República.
Nos últimos 12 meses, o Alô Senado recebeu 140 mil ligações de pessoas se manifestando sobre esse assunto, número recorde nos últimos cinco anos. Do total de ligações e mensagens eletrônicas enviadas, 73% se manifestaram contrários ao projeto de lei e só 13% defenderam. Essa movimentação democrática do público aconteceu depois que o projeto, que já foi aprovado na Câmara, chegou ao Senado.
Pesquisa do governo versus mobilização popular
Contudo, o levantamento feito pelo DataSenado entre apenas 1.122 pessoas, nos dias 6 e 16 de junho ― exatamente depois da Parada do Orgulho Gay que pedia a criminalização da homofobia (no dia 25/05) ― mostra o contrário: 70% dos entrevistados concordaram com a aprovação da lei que pune atos de discriminação ou preconceito contra os homossexuais
Depois de classificar de doentes perversos todos os que se opõem, pelos mais diferentes motivos, ao PLC 122/06, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou clara não só a posição favorável do seu governo ao projeto, mas também declarou que fará tudo o que for possível para que a chamada “homofobia” seja criminalizada.
Pelo visto, não basta incriminar de antemão quem pensa diferente do governo. É preciso manipular dados, desprezar a opinião pública, iludi-la e transformar a máquina estatal em instrumento de conquista de “corações e mentes”. Bem, no caso dos ativistas gays, “corações, mentes”… e algo mais.
Governo desesperado com reação popular
Uma avalanche de ligações para o serviço de atendimento “Alô Senado” rejeitando o PLC 122/06, durante um ano, deixou governo Lula e militantes homossexuais desesperados, levando a direção do Senado a fazer um levantamento nacional pelo seu instituto de pesquisa, o DataSenado, para tentar minimizar a mobilização daqueles que procuram, de forma democrática, se fazer ouvir pelos senadores da República.
Nos últimos 12 meses, o Alô Senado recebeu 140 mil ligações de pessoas se manifestando sobre esse assunto, número recorde nos últimos cinco anos. Do total de ligações e mensagens eletrônicas enviadas, 73% se manifestaram contrários ao projeto de lei e só 13% defenderam. Essa movimentação democrática do público aconteceu depois que o projeto, que já foi aprovado na Câmara, chegou ao Senado.
Pesquisa do governo versus mobilização popular
Contudo, o levantamento feito pelo DataSenado entre apenas 1.122 pessoas, nos dias 6 e 16 de junho ― exatamente depois da Parada do Orgulho Gay que pedia a criminalização da homofobia (no dia 25/05) ― mostra o contrário: 70% dos entrevistados concordaram com a aprovação da lei que pune atos de discriminação ou preconceito contra os homossexuais