Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

A Homossexualidade é PREJUDICIAL à nossa sociedade

Iniciado por klaicon em 26/06/2008 · 22 mensagens

klaicon#1
Na história do Ocidente cristão, e talvez da humanidade, pela primeira vez a sociedade presencia não apenas grupos dispersos de homossexuais influentes, mas um movimento organizado, visível, de homossexuais declarados que ostentam seus hábitos, e também se unem numa tentativa de impor sua ideologia à sociedade. Constituem o movimento homossexual, uma vasta rede de organizações, grupos de pressão, intelectuais e ativistas radicais que se esforçam para impor mudanças nas leis, costumes, moralidade e mentalidades, para que a homossexualidade seja aceita como boa e normal. Daí os ativistas do movimento pressionarem a sociedade para legalizar tanto a prática quanto as manifestações públicas da homossexualidade, como o “casamento” homossexual, ao mesmo tempo que implacavelmente injuriam os que defendem a moralidade tradicional.

Revolução sexual – movimento homossexual

Para entender adequadamente a atual revolução homossexual, é preciso vê-la dentro do quadro mais amplo da revolução sexual, por meio da qual a castidade, a modéstia e a temperança — sinais distintivos da Civilização Cristã — cederam espaço a uma desbragada procura de prazer carnal e a uma inimaginável exibição do corpo humano.

A revolução sexual dos anos 60 foi preparada por um século de desenvolvimentos culturais em que o sentimento foi desvinculado da razão. No seu cerne está uma revolta contra todas as normas da moralidade que mitigam ou restringem as paixões desordenadas do homem. De fato, numa sociedade em que “é proibido proibir”, a moralidade não tem lugar e os instintos descontrolados se tornam a norma de conduta. Os hippies resumiram sua filosofia hedonística numa expressão: “Se você gosta, faça-o”.
klaicon#2
Essa obsessão pelo sexual impregna nossa cultura. Literatura, modas, entretenimento, propaganda ou simplesmente a conversa comum e o comportamento, quase tudo hoje está maculado com esse sinal erótico. O mundo hipersexualizado de hoje tornou-se um perfeito canteiro para o cultivo de todas as formas de aberração sexual.

Alguns expoentes do movimento homossexual

Harry Hay, homossexual e comunista, foi um dos ativistas americanos que mais contribuiu para o avanço do movimento homossexual. Em 1948, ele formulou princípios e teorias aplicando a dialética marxista à causa homossexual, e apresentando os homossexuais como uma “minoria cultural” oprimida pela maioria heterossexual dominante. Este foi um conceito-chave para apresentar o movimento homossexual ao público, e era a contribuição de que Hay mais se orgulhava.

Com esse conceito estratégico, velhos preconceitos foram sepultados sob novos rótulos. O uso dessa tática produziu resultado em duas frentes: começou a diminuir a aversão de muitas pessoas sentimentais aos homossexuais; e o número de aliados se multiplicou, a partir do momento em que os esquerdistas na mídia, no mundo acadêmico e no religioso começaram a olhá-los como mais uma “minoria” a ser promovida.

Dois outros ativistas, Marshall Kirk e Hunter Madsen, escreveram o livro After the Ball (Depois do Baile) [ver quadro abaixo], tornando claro que a revolução homossexual move uma “guerra de propaganda”, cujas táticas descreve; e identifica os americanos cristãos de centro como seu alvo.
klaicon#3
Técnicas de mentira e de propaganda

Um dos artifícios usados pelos ativistas tem como objetivo apresentar o número de homossexuais como muito maior do que a realidade. Falava-se habitualmente em 10% de homossexuais na população em geral. Essa porcentagem grosseiramente exagerada estava baseada em pesquisa realizada pelo zoologista e especialista em taxonomia Alfred C. Kinsey, publicada em 1948 sob o título Sexual Behavior in the Human Male (Comportamento Sexual Masculino), conhecido como Relatório Kinsey.

Entre as conclusões do Relatório Kinsey está a idéia de que 10% dos homens são mais ou menos exclusivamente homossexuais, e 4% dos homens brancos são exclusivamente homossexuais ao longo da vida. No entanto, ficou provado que os resultados do Relatório Kinsey eram viciados. A amostragem de 5.300 homens, por exemplo, “incluía várias centenas de prostitutas, 1.200 condenados por crimes sexuais, grande número de pedófilos e exibicionistas, e a quarta parte eram presidiários, que são desproporcionalmente homossexuais”. Apesar disso, o movimento homossexual serviu-se desse mito dos 10% para sua guerra de propaganda.

O movimento homossexual faz também amplo uso de palavras e conceitos tendenciosos, como armas semânticas para mudar as pessoas e a sociedade. Conceitos como compaixão destinam-se a gerar aceitação, enquanto outros como homofobia visam inibir e mesmo paralisar reações. Ao fixar sobre os opositores o rótulo de homófobos, o movimento procura intimidá-los e desqualificá-los, descartando como “temores irracionais” seus argumentos baseados na reta razão (ver quadro abaixo).

Desfazendo argumentos tendenciosos

Os argumentos e slogans de cunho científico ou religioso e filosófico dos ativistas homossexuais podem ser dissecados e refutados exaustivamente. Assim, por exemplo:

• “Eu nasci assim!” – o “gene homossexual”
klaicon#4
O argumento de que os homossexuais “nasceram assim”, ou que “isso está nos genes”, levou a uma procura de um “gene homossexual”. Três pesquisas foram de modo geral mal interpretadas, para sustentar aquela conclusão: as do Dr. Simon LeVay; dos Drs. . Michael Bailey e Richard C. Pillard; e do Dr. Dean Hamer. A Associação Médica Católica assim resume os resultados dessas pesquisas, no estudo Homosexuality and Hope (Homossexualidade e Esperança): “Alguns pesquisadores procuraram encontrar uma causa biológica para a atração homossexual. A mídia promoveu a idéia de que um ‘gene homossexual’ já havia sido descoberto, [...] mas, apesar de várias tentativas, nenhum dos mais divulgados estudos [...] pôde ser cientificamente repetido. Alguns autores reviram cuidadosamente esses estudos e concluíram que não só eles não comprovam uma base genética para a atração homossexual, como nem mesmo contêm essas alegações. [...] Se a atração pelo mesmo sexo fosse determinada geneticamente, dever-se-ia esperar que gêmeos idênticos fossem também idênticos nas suas atrações sexuais. Há no entanto numerosos relatórios de gêmeos idênticos que não são idênticos nas suas atrações sexuais”.

Muitas pessoas acreditam erroneamente que o Dr. Dean H. Hamer descobriu o “gene homossexual”. A pesquisa que ele fez no DNA focalizou uma pequena extensão do cromossoma X na posição Xq28. Depois de analisar essa seqüência de DNA em 40 pares de irmãos homossexuais, concluiu que os mesmos marcadores genéticos existiam em 83% deles. Suas descobertas foram mal interpretadas, no sentido de que a homossexualidade é genética e hereditária. Contudo, o próprio Dr. Hamer afirma: “A hereditariedade falhou em produzir aquilo que originalmente esperávamos encontrar: uma herança mendeliana simples. De fato, nunca encontramos uma única família em que a homossexualidade estivesse distribuída no padrão evidente que Mendel observou nas suas ervilhas”.
klaicon#5
• “Eu não posso mudar!”

Nada é mais devastador para a agenda homossexual do que a afirmação de que a homossexualidade pode ser curada. De fato, se a homossexualidade fosse genética, dominante e irreversível, ninguém seria responsável por atos sexuais desviados, pois eles não poderiam ser evitados ou mudados, mesmo querendo. No entanto, o fato incontestável é que, ao mudar um arraigado comportamento homossexual, a psicoterapia obteve êxito em diminuir — e em muitos casos eliminar — atrações homossexuais indesejadas. Baseado em sua experiência profissional, o Dr. Lawrence Hatterer afirmou: “Eu já ‘curei’ muitos homossexuais. [...] Qualquer outro pesquisador pode examinar o meu trabalho, que está registrado em 10 anos de fitas gravadas. Muitos desses pacientes ‘curados’ (prefiro usar a palavra ‘mudados’) se casaram, tiveram filhos e vivem felizes. Afirmar ‘uma vez homossexual, sempre homossexual’ é um mito destrutivo”. Diante da evidência, até mesmo o Dr. Robert L. Spitzer, que conduziu na Associação Psiquiátrica Americana a campanha para deixar de relacionar a homossexualidade como distúrbio psiquiátrico, mudou seu ponto de vista: “Como a maioria dos psiquiatras, eu pensava que o comportamento homossexual podia ser evitado, mas que a orientação homossexual não podia ser mudada. Agora eu creio que isso é errado. Algumas pessoas podem mudar, e de fato mudam”.

· “Atos homossexuais consentidos entre adultos não prejudicam ninguém!”

O consentimento não legitima necessariamente um ato. A moralidade de um ato não depende somente da intenção e do consentimento dos que o praticam, mas deve também conformar-se à lei moral. Portanto, o mútuo consentimento dos parceiros homossexuais nunca pode legitimar atos homossexuais, que são desvios antinaturais do ato sexual em relação ao seu objetivo verdadeiro e natural. Além disso, de fato, os atos homossexuais consentidos são prejudiciais à sociedade.
klaicon#6
A disseminação da homossexualidade solapa a moralidade pública e a família. Ela prejudica o bem comum e a perpetuação da espécie humana.

· “É injusto não permitir aos homossexuais casarem-se um com outro, forçando-os a praticar a castidade contra a vontade!”

Como São Paulo ensina, quem não é casto não entrará no Reino dos Céus. Todos são obrigados a praticar a castidade de acordo com o seu estado de vida. Essa obrigação procede da ética natural e da moral revelada, e a Igreja não pode mudá-la. Os esposos devem viver castamente, na observância da fidelidade matrimonial, e os não-casados devem viver castamente, abstendo-se totalmente do ato sexual. Se uma pessoa não tem as condições físicas, psicológicas ou outras para contrair matrimônio, deve praticar a perfeita castidade no celibato. Não somente há glória em escolher o celibato por amor ao Reino dos Céus, mas há também mérito em aceitar a castidade que as circunstâncias impõem, como meio de submeter-nos à santa vontade de Deus.

• “Se animais praticam atos homossexuais, isso deve ser natural”

Cônscios da fraqueza científica das suas posições, os ativistas homossexuais usam com freqüência um argumento baseado no comportamento animal: “O comportamento homossexual é observável em animais. Ora, os animais seguem os seus instintos, de acordo com a própria natureza. Portanto, a homossexualidade está de acordo com a natureza animal. Como o homem é também animal, então a homossexualidade deve também estar de acordo com a natureza humana”.

Essa linha de raciocínio homossexual é insustentável. Os que a aplicam a atos que, entre os animais, parecem ser homossexuais, deveriam também aplicá-la a outras formas de comportamento animal, como a morte de filhotes pelos pais ou o canibalismo animal, comportamentos que estariam também de acordo com a natureza animal. Aplicando ao homem o mesmo raciocínio, isso os levaria à aceitação da absurda conclusão de que o filicídio e o canibalismo estão igualmente de acordo com a natureza humana.
klaicon#7
No entanto, qualquer pessoa que se aplique à mais elementar observação dos animais é forçada a concluir que a “homossexualidade”, o filicídio e o canibalismo são exceções no comportamento normal dos animais. Conseqüentemente, não se pode falar deles como instintos da natureza animal. Essas formas observáveis e excepcionais do comportamento animal resultam de outros fatores que não os instintos animais.

Para se compreender a causa desses comportamentos aberrantes, a primeira observação a ser feita é a de que os instintos animais não são regulados pelo absoluto determinismo das leis físicas que governam o mundo mineral. Em vários graus, todos os seres vivos podem adaptar-se em algo às circunstâncias. Eles respondem a estímulos internos ou externos.

Em segundo lugar, o conhecimento animal é puramente sensorial, limitado aos sons, odores, tato, sabores e imagens. Portanto eles não têm a precisão e clareza do conhecimento intelectual humano. Daí não ser raro que os animais confundam uma sensação com outra ou um objeto com outro.

Os instintos orientam um animal em relação a um objetivo que seja de acordo com a sua natureza. No entanto, o ímpeto espontâneo do impulso instintivo pode sofrer modificações no seu decurso, pois outras imagens sensoriais, percepções ou lembranças podem intercorrer como novos estímulos que afetam o comportamento animal. Também o conflito de dois ou mais instintos pode por vezes modificar o impulso original.

No homem, quando duas reações instintivas se chocam, o intelecto determina a melhor posição a adotar.

O desinteresse dos homossexuais pela “monogamia”

Para fazer com que a homossexualidade seja aceita como normal, é preciso que ela seja apresentada o mais parecida possível com a heterossexualidade. Por isso, o movimento homossexual cria o mito da “monogamia” homossexual, em que duplas estáveis mantêm uma “fidelidade” matrimonial semelhante à do casamento verdadeiro.
klaicon#8
No entanto, uma relação baseada em sentimentos e tendências desviados não pode criar condições para a fidelidade própria do casamento monogâmico. Os poucos pares homossexuais que mantêm vínculos estáveis são exceções. Além disso, a estabilidade no mundo homossexual não significa fidelidade.

De fato, o mito da “monogamia” vai em sentido contrário ao da experiência homossexual. Em um estudo sobre jovens homossexuais holandeses, a Dra. Maria Xiridou, do Serviço de Saúde Municipal de Amsterdã, relatou que tais relações duram em média de 12 a 18 meses. Relatou também que cada homossexual tinha em média oito outros parceiros por ano além do “estável”.

O fato é que muitos homossexuais não apreciam a “monogamia”. Dr. Barry Adam, professor homossexual na Universidade Windsor, no Canadá, apresentou os resultados do seu estudo sobre setenta pares homossexuais, em conferência na Associação Sociológica Americana, em agosto de 2003: “Escassos 25% de [homossexuais] entrevistados afirmaram ser monógamos”, afirmou o Dr. Adam.

A ativista lésbica Brenda Schumacher afirma que “nem todas as lésbicas estão interessadas em monogamia nem monogamia em série”. E o psicólogo Gerard van den Aardweg afirma: “A inquietação homossexual não pode ser apaziguada, e menos ainda pela existência de um único parceiro, porque essas pessoas são impelidas por um anseio insaciável em relação a uma fantasia inatingível”.

Nem poderia ser de outro modo num relacionamento baseado numa paixão da carne desordenada e antinatural, pois São Paulo ensina: “As obras da carne são evidentes: imoralidade, impureza, licenciosidade, idolatria, feitiçaria, ódios, rivalidades, ciúme, acessos de fúria, orgias e outros do gênero” (Gal. 5 19-21).

Kirk e Madsen dão uma idéia de quão bem se aplicam ao mundo homossexual as palavras de São Paulo: “O bar homossexual é a arena da competição sexual, e expõe tudo o que há de mais repugnante na natureza humana.
klaicon#9
Ali, despidos da aparência de cortesia e camaradagem, os homossexuais se revelam em toda a sua nudez como predadores sexuais determinados e egoístas, [...] encenam atos de desprezo e crueldade que fariam o Marquês de Sade parecer uma enfermeira da Cruz Vermelha”.

Inferno de promiscuidade nos meios homossexuais

A promiscuidade do estilo de vida homossexual beira o inimaginável. Estatísticas, memórias e biografias de homossexuais apontam sempre para a promiscuidade, com abissais conseqüências sociais e de saúde pública. Os problemas começam com a falta de percepção. Os homossexuais simplesmente não vêem a promiscuidade como perigosa. Nas palavras do escritor homossexual Lars Eighner: “Não vejo nada de errado na promiscuidade homossexual. Acho um dos aspectos mais positivos da vida homossexual o fato de que pessoas de condições muito diferentes possam atingir a intimidade rapidamente”.

Thomas E. Schmidt, diretor do Instituto Westminster em Santa Barbara, observa: “A promiscuidade entre homens homossexuais não é um simples estereótipo, nem é simplesmente a experiência da maioria – é virtualmente a única experiência”.

Os cientistas sociais Robert T. Michael, Edward O. Laumann, John H. Gagnon e a jornalista científica Gina Kolata conduziram uma extensa pesquisa sobre o comportamento sexual americano e publicaram seu trabalho em 1994. Comentam sobre as investigações feitas pelos Centros para Controle e Prevenção de Doenças em 1982, quando a AIDS surgiu, e concluem: “Homossexuais masculinos com AIDS, entrevistados no início da década de 1980, relataram que tinham uma média de 1.100 parceiros durante a vida, e muitos tiveram muito mais”.

Um pecado que brada aos Céus por vingança

A homossexualidade está classificada entre os “pecados que bradam aos céus por vingança”. A Sagrada Escritura o afirma explicitamente quando os anjos dizem a Lot: “Vamos destruir este lugar, pois é tão grande o clamor diante do Senhor contra os da cidade, que Ele nos enviou para destruí-la” (Gen. 19, 13).
klaicon#10
Na sua Segunda Epístola, São Pedro mostra como a punição de Sodoma e Gomorra permanece como advertência aos que praticam o mal: “[Deus] condenou à destruição e reduziu a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra para servir de exemplo para os ímpios do porvir” (II, 2, 6).

Portanto, fica claro que, embora os habitantes de Sodoma e Gomorra tenham cometido vários pecados relacionados entre si, o pecado de homossexualidade foi a causa do castigo divino. Tal é a interpretação unânime dos Padres da Igreja e de todos os exegetas tradicionais. Explanações contrárias a essa Tradição violentam os textos sagrados.

O Apóstolo São Paulo não deixa margem a ambigüidade. Define especificamente essa desonra dos próprios corpos como a prática da homossexualidade, e acentua o seu caráter antinatural: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario” (Rom., 1, 26-27).

Luminares da igreja condenam a homossexualidade

O maior dos Padres do Ocidente e um dos grandes Doutores da Igreja, Santo Agostinho, lançou os fundamentos da teologia católica. Nas suas famosas Confissões, ele assim condena a homossexualidade: “Aquelas ofensas que são contrárias à natureza devem ser detestadas e punidas em todo o tempo e lugar. Assim aconteceu com os sodomitas, e todas as nações que as cometerem deveriam ser igualmente culpadas do mesmo crime ante a lei divina, pois Deus não fez os homens de tal modo que possam abusar um do outro daquele modo. Pois a amizade que deve existir entre Deus e nós é violada quando a própria natureza da qual Ele é autor é poluída pela perversão da luxúria”.
gustavo_15#11
Um texto desse - ótimo por sinal - infelizmente não adianta absolutamente nada perto de uma chamada do "Globo on-line" falando que os "católicos e protestantes" são contra a "lei que pune o preconceito".

O movimento gay é a ponta de lança deles... E não estamos sabendo lidar direito com isso.
klaicon#12
Nos seus famosos Diálogos, escritos como se ditados pelo próprio Deus, a grande mística Santa Catarina de Siena afirma: “Mas eles [os homossexuais] agem de modo contrário, [...] cheios não apenas daquela impureza para a qual todos estais inclinados devido à fraqueza da vossa natureza (embora a razão, quando a vontade livre permite, possa aquietar a rebelião da natureza). Esses desgraçados não só não refreiam essa fragilidade, mas fazem pior, cometendo aquele maldito pecado contra a natureza. Como cegos e insensatos, com a luz do seu intelecto obscurecida, não reconhecem o mau odor e a miséria em que se encontram. Não apenas porque esse pecado tem mau odor diante de mim, que sou a suprema e eterna Verdade, mas de fato ele me desagrada a tal ponto, e eu o tenho em tanta abominação, que por causa apenas dele Eu queimei cinco cidades por punição divina, pois a minha justiça divina não mais podia suportá-lo. Esse pecado desagrada não apenas a mim, como já disse, mas também aos próprios demônios que esses desgraçados tornaram seus senhores. Não que esse mal os desagrade [aos demônios], pois não gostam de nada que seja bom, mas porque a natureza deles, que foi originalmente angélica, provoca-lhes repugnância ao ver cometer tão enorme pecado”.

São Bernardino de Siena foi um famoso pregador, célebre por sua doutrina e santidade. Sobre a homossexualidade, ele afirma: “Nenhum pecado no mundo prende tanto a alma como a maldita sodomia, que sempre foi detestada por todos os que vivem de acordo com Deus. [...] A paixão desviada é próxima à loucura; esse vício transtorna o intelecto, destrói a elevação e generosidade da alma, rebaixa a mente dos grandes pensamentos para os mais baixos, torna a pessoa preguiçosa, irascível, obstinada e endurecida, servil e relaxada e incapaz de qualquer coisa; além do mais, agitada por uma ânsia insaciável de prazer, a pessoa não obedece à razão, e sim ao delírio. [...]
klaicon#13
Tornam-se cegos, e enquanto seus pensamentos deveriam elevar-se para coisas altas e grandes, são despedaçados e reduzidos a coisas vis, inúteis e pútridas, que nunca podem torná-los felizes. [...] Da mesma forma que as pessoas participam na glória de Deus em diversos graus, também no inferno alguns sofrem mais que outros. Quem viveu com esse vício da sodomia sofre mais do que outros, pois este é o maior pecado”.

A condenação de 2003 do Vaticano

Embora alguns comentaristas interpretem que o Concílio Vaticano II liberalizou as normas da Igreja sobre a moral sexual no matrimônio, mediante a distinção entre os fins primário e secundário do ato sexual, inúmeros teólogos conceituados afirmam o contrário (ver quadro abaixo). Reiterando no entanto a posição tradicional da Igreja sobre o assunto, a Santa Sé lançou um documento condenando a homossexualidade e convocando os católicos a se oporem à legalização de uniões homossexuais. Com o título Considerações sobre Propostas para Conceder Reconhecimento Legal a Uniões entre Pessoas Homossexuais, o documento foi publicado em 31 de julho de 2003 pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e assinado pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito, e pelo Arcebispo Angelo Amato, Secretário:

“Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que ‘as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural’. Os atos homossexuais, de fato, ‘fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar’.
klaicon#14
Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais ‘são condenadas como graves depravações. [...] (cf. Rom 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados’. Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos, e é unanimemente aceito pela Tradição católica”.

O reconhecimento legal promove a homossexualidade

O movimento homossexual levanta freqüentemente uma objeção, segundo a qual a lei permitindo uniões homossexuais não impõe nada e não fere o bem comum. O documento da Santa Sé refuta essa objeção:

“A tal propósito convém refletir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenômeno privado e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar uma das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenômeno não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. ‘Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume’. As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial”.
klaicon#15
A redefinição do casamento destruirá a sociedade

O documento da Santa Sé insiste em que a sobrevivência da sociedade está vinculada a uma família florescente, firmemente estabelecida sobre o matrimônio. Acentua também as graves conseqüências para a sociedade se uniões homossexuais forem legalizadas:

“A conseqüência imediata e inevitável do reconhecimento legal das uniões homossexuais seria a redefinição do matrimônio, o qual se converteria numa instituição que, na sua essência legalmente reconhecida, perderia a referência essencial aos fatores ligados à heterossexualidade, como são, por exemplo, as funções procriadora e educadora. Se, do ponto de vista legal, o matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente for considerado apenas como um dos matrimônios possíveis, o conceito de matrimônio sofrerá uma alteração radical, com grave prejuízo para o bem comum. Colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do matrimônio ou da família, o Estado comporta-se de modo arbitrário e entra em contradição com os próprios deveres”.

(FONTE: Catolicismo)
joshenrique#16
Modus Vivendis

GGB lança Termo de Conduta para orientar homossexuais a se comportarem de forma adequada em ambientes de paquera
Modus Vivendis
Dicas de como se comportar bem em saunas e similares

1) Lugar de sacanagem não é lugar de encontro de comadres. É local de sexo entre homens, em especial saunas, quartos - escuros, sex bar. Não é lugar para bate-papo, geralmente esses lugares têm áreas especiais para essa finalidade de terapia, inclusive para fumar cigarro.

2) Se você vai para a sacanagem, quarto - escuro, sauna, pista, ruas não se esqueça de levar camisinha, gel lubrificante e talvez um lencinho de pano, caso precise se limpar.

3) Em quartos escuros coletivos de boates, saunas e sex bar (queens) não leve celular, se levar não ouse tirar do bolso, primeiro alguém pode ser roubado e depois a luz incomoda aos demais. Você não ta esperando uma ligação do Presidente Lula, que você não possa deixar o celular no carro ou no guarda volume do estabelecimento, seja racional.

4) Jamais bote a luz do celular no pau e na cara de uma pessoa que ta na pegação do quarto escuro, nunca. Você pode sofrer um ataque de violência que outros podem adorar ter acontecido isso com você. É muito desagradável! Quem dá a você esse direito?

5) Se você chega nesses ambientes procure ser discreto, meio que invisível, não se preocupe porque todos que já estavam no ambiente já sentiram a sua chegada. Então, pegue uma bebida e comece a fazer a psicologia do lugar.
6) Evite ficar de papo, especialmente falando alto para todos ouvirem a sua voz, sobre tudo em espaços pequenos. Isso é muito desagradável, mostra que você é mal educado e pior desconcentra quem ta fazendo, sacou?

7) Evite ficar parado conversando em locais do tipo corredores de circulação comum a todos. É desagradável, não pense que as pessoas gostam de passar roçando em você, porque não gostam.
joshenrique#17
8) Se você ocupou uma cabine para descansar ou mesmo para expor a sua figura, se o ambiente estiver lotado e aparecendo um casal, ofereça o local, seja generoso.

9) Se você usar o banheiro cuide para que pareça limpo após sua saída especialmente se você fez chuca. Jogue o papel usado no balde, não urine no chão e nem na tampa do vaso. A pessoa que vai usar depois merece essa gentileza, seja ela qual for.

10) Cuide para não deixar as torneiras dos banheiros abertas, seja por raiva ou por desleixo. Água é um bem precioso e é dever de todos zelar por essa preciosidade. Se você faz isso para onerar a conta do proprietário do estabelecimento, ta enganando você mesmo.

11) Em sauna, evite ficar fazendo sacanagem com o parceiro em baixo do chuveiro. Primeiro porque gasta água desnecessariamente, se quer transar, vá para uma cabine, quarto escuro, mas não em baixo do chuveiro. É constrangedor para os demais ficarem aguardando você, linda! Terminar a putaria para tomar banho.

12) Se você encontra nesse ambiente um global, um famoso o ignore, porque ele ta ali fazendo o mesmo que você. Não tem nada mais constrangedor você chamar essa pessoa pelo nome, puxar conversa, falar dos filmes das novelas. O cara ta ali na sauna, ou em qualquer outro lugar a fim de se divertir, sacou. Nada de papo, só função. Não seja desagradável, se você tem tesão, aproveite e se disponha. Quem sabe? Uma criatura relata ter feito um ator de americano em uma sauna gay em Paris.

13) Se você quer bater papo, não quer ficar na função, procure local adequado, áreas livres, ou reservadas para isso.

14) Procure não fumar, muita gente não gosta da fumaça do cigarro. Isso pode causar problemas quando ao retorno para casa, cheiro de cigarro é revelador.
joshenrique#18
15) Se você sai para pegação, exclusivamente para isso procure usar roupas leves e que sejam tiradas de forma fácil e rápida. Roupas adequadas são shorts, bermudas com bolso para gel e preservativos em abundancia, camisetas de manga e machão. Procure usar roupas de cores mais fechadas, preto, azul, marrom. As cores claras provocam um choque na visão, especialmente se o ambiente for iluminado com luz néon, branco, por exemplo, salta aos olhos.

16) Em quarto - escuro qualquer coisa que produza luminosidade é péssimo para quem ta lá dentro.

17) Não deprede o ambiente, não seja maldoso, não estrague por estragar os ambientes de sociabilidade homossexual de sua cidade.

18) Não leve as revistas, desodorantes, aparelhos de barbear, papel higiênico, torneira de pia, lâmpadas elétricas e outros objetos.

19) Não faça necessidades fisiológicas na piscina e nem nos ambientes de sauna seca e vapor. Se precisar fazer vá até o banheiro, não se esquecendo de deixar limpo para que vá usar após você.
20) Valorize a crítica construtiva e não detone e nem fale mal do estabelecimento só por falar, por inveja e tirania. Se você tem uma reclamação deixe por escrito e cobre depois dos proprietários.

21) Respeite as diferenças do ambiente que você freqüenta. O mundo é feito de pessoas diferentes. Procure não ser leviano criticando quem não é igual a você. Se você não gosta sexualmente de negros, gordos, passivos e magros fique na sua, não externe essa postura porque ela é muito deselegante. Sexo tem etiqueta e elegância é uma delas.
http://www.ggb.org.br/modus_vivendis.html
klaicon#19
A realidade do "submundo" gay só confrima a Palavra de Deus. A homossexualidade é "ato indecente", "paixão infame", "torpeza", "imundícia" (Rm 1:26-32), é abominação (Lv 18:22).
joshenrique#20
Sobe.
joshenrique#21
Alguém sabe quais são as suras do Corão que condenam o homossexualismo?
joshenrique#22
Obrigado pela atenção, Caio.
Mas deve haver outras passagens em que se condena o homossexualismo com mais contundência.
Alguém sabe se há alguma sura que os condene ao mármore do inferno?

‹ Voltar para a lista de tópicos