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O impacto do cristianismo no sexo e na família

Iniciado por klaicon em 27/06/2008 · 23 mensagens

klaicon#1
O texto a seguir foi extraído do livro "E se Jesus não tivesse nascido" de James Kennedy, ex-líder da Coral Ridge Presbyterian Church (http://www.crpc.org/) , em Fort Lauderdale, Flórida, EUA. Autor de mais de cinqüenta livros, foi reitor do Knox Theological Seminary e fundador do Center for Christian Statesmanship, em Washington, D.C., EUA. Foi também um dos representates da Direita Cristã que incentivou a participação política da igreja. O livro é uma leitura quase obrigatória para os direitistas cristãos.
klaicon#2
A Beleza da Sexualidade"O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúteros" (Hb 13:4)

No romance histórico Os últimos dias de Pompéia, um personagem diz ao outro: "Ione tem somente um vício - ela é casta". [Sir Edward G. E. Bulwer-Lytton, trad. rev. e adaptada pelo Departamento de W. M. Jackson Ive, São Paulo: W. M. Jackson, 1959. ] Essa expressão de um personagem fictício resume bem a postura em realação ao sexo antes da vinda de Jesus. Essa também é a postura adotada por muitos nos dias de hoje, com o surgimento do neopaganismo.

O imapacto do cristianismo sobre o sexo foi positivo ou negativo, dependendo de para quem se pergunta. O hedonista - antigo ou moderno - lhe dirá que a fé cristã teve um desempenho terrível na questão do sexo. Uma placa de protesto atual resume bem: "Não pense na Bíblia quando fazemos amor!". Mas a partir de uma perspectiva cristã, o sexo é sagrado no contexto do casamento. Qualquer desvio disso é errado. Embora a igreja tenha tido alguns problemas há um bom tempo com algumas heresias em realação ao sexo, até mesmo com líderes importantes que, aparentemente, eram contra o sexo (com exceção do sexo para a procriação), os antecedentes gerais da igreja são extremamente positivos.

O cristianismo ajudou a preservar a família como uniade básica da sociedade. Impediu que milões de pessoas fossem contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis e evitou muita infelicidade por parte daquueles que obedecem aos ensinamentos bíblicos. Ainda é isto o que acontece hoje: muitos cristãos (quem dera fossem em maior número) têm preservado a virginidade até o casamento e são poupados de todos os tipos de doenças e aflições. Hoje, no rastro da revolução sexual, com a grande disseminação de doenças sexualmente transmissíveis muitas pessoas estão começando a ver que a Bíblia estava certa desde o começo.
klaicon#3
Nossa "Era Liberal"

É lógico que muitas pessoas nos dias de hoje não partilham dessa visão da sexualidade. Muitos pensam que se houver "amor", praticamente tudo é permitido. Para eles, é como se finalmente a humanidade tivesse despertado para a luz brilhante e empolgante da liberdade sexual, despertado da escravidão dos tabus sexuais. É algo tão novo quanto a ciência moderna, tão original e vibrante quanto o foguete que levou os astronautas à lua. Faz parte da era moderna. Será mesmo? Bem, há um escritor que não está muito impressionado. Ele diz:

A anarquia sexual assumiu formas externas e espalhou-se por grande parte da população. Lado a lado com o aumento da perversão sexual, uma vergonhosa promiscuidade sexual também aumentou muito. A sedução de membros da mesma família, como relação entre pai e filha [...] filho e mãe [...] já não são desconhecidas. Os autores [contemporãneos] enfatizam de forma especial casos como o relacionamento sexual de um homem com duas irmãs ou com mãe e filha. [ O adultério, o estupro e a prostituição aumentaram significativamente] [...] o amor homossexual passou a fazer parte do costume das pessoas. Os autores contemporâneos parecem deleitar-se sadicamente ao enumerar uma infinidade de torpezas e perversões sexuais. Descrevem todas as aberrações do erotismo mórbido, com a despudorada serenidade do descaso: estupro, relações sexuais anormais, tortura e sodomia. [Pitirim A. SOROKIN, The american sex revolution, Boston: Poter Sargent Publisher, 1956, p. 93.]

Soa familiar, não é mesmo? Mais atual do que o musical Thoroughly modern Millie. Contudo, esse texto foi redigido por um escritor quando o reino do antigo Egito estava se desmoronando, há 4.500 anos. Novo? Moderno? Tolice! É tão velho quanto o pecado e tão fatal quanto.
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Lembro-me de ter ouvido um debate na televisão a respeito de problemas sexuais, casamento, divórcio e temas do gênero. Vários especialistas foram entrevistados, e a pergunta feita era: "Não existem mais padrões morais no que diz respeito a sexo?". Um dos especialistas disse que não, e isso foi aceito sem discussão. Todos os bons costumes foram jogados fora. Vivemos em uma nova sociedade livre, em que tudo é aceito. Em meu coração havia um clamor: "E quanto a Deus?". Deus está morto? Aquele que nos criou não tem o direito de nos governar? E quanto aos mandamentos morais de Deus? Não importa quantos milhões de pesssoas se unam para conspirar contra os mandamentos de Deus, tudo que podemos fazer é nos opor. Deus dá tempo para o arrpendimento antes que chegue o julgamento, mas inevitavelmente ele virá. Os padrões morais continuam os mesmos.

A Bíblia mostra o sexo como sagrado somente dentro do casamento; e até mesmo a concepção de vida deve ser santa. Essa ética, portanto, condena o sexo antes do casamento (fornicação), o adultério, o estupro, a homossexualidade, a bestialidade, o incesto e a pornografia. Esses padrões foram dados pelo Criador deste universo, o Criador de todos nós. Ignoramos esses padrões para o nosso próprio risco, temporal e eterno.

As mentiras de Satanás

Satanás sempre diz à humanidade: "Façam do meu jeito e alcançarão plenitude de vida, prazer, satisfação, realização e alegria". Foi assim desde o início. Satanás disse, com efeito, para Eva: "Não dê ouvidos a Deus. ele não está na moda. Ora, ele tem uma visão limitada e mesquinha e tornará sua vida frustrada e miserável! Se você quer realmente ter uma vida plena, dê uma pequena mordida por minha conta e seus olhos serão abertos". Aquilo soava bom, então ela aceitou. Comeu e, em vez do prometido, encontrou vergonha, humilhação, culpa, enfermidade e morte. E houve muitas risadas, como Satanás prometera, mas foram no inferno, dos demônios. Ao longo dos tempos, eles têm continuamente enganado as pessoas da mesma forma.
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As pessoas sempre foram levadas a acreditar que as orientações bíblicas sobre sexo definitivamente não as fariam ser felizes. Há cinqüenta anos ouvimos, de toda sorte de "especialistas", que se você não soltar as rédeas, acabará destruindo seu filho. Você não quer que seus filhos se tornem inibidos, "deixe que coloquem tudo para fora" - permissividade é o nome do jogo da paternidade. Assim, apoiado por citações de muitas autoridades e consagrado nos escritos do dr. Spock, o conceito da permissividade foi vitorioso. E o que aconteceu? Produzimos toda uma geração de monstrinhos permissivos bem-sucedidos em fazer com que o povo se encolhesse de medo por t´ras de portas e janelas trancadas. As pessoas tâm medo de sair à noite nas cidades grandes, porque existem algumas pessoas que simplesmente não sabem conter seus impulsos. Caso sintam um impulso de estuprar, estupram; caso sintam um impulso de matar ou molestar, o fazem.

Lições da História

Os historiadores nos dizem que toda grande civilização, ao longo da hisória, passou por duas fases. Primeiro, vem a fase de ascensão até alcançar o auge do poder, em que permanecerá por um curto periódo. A seguir, começa a fase da decadência, e por fim um mergulho no esquecimento. Isso inclui reinos como o do Antigo Egito, o médio Egito, a Babilônia, a Assíria, o Império Medo-Persa, o Império Grego, o Império Romano e mais tarde o Sacro Imério Romano. Todos passaram por essas fases - como, a propósito, aconteceu com Império Britâncio. Embora se fale muito mal da era vitoriana, esta aconteceu no auge do poder e da influência britânica no mundo.

Os historiadores dizem que, durante os períodos de ascensão, cada uma dessas nações e reinos observou um período de rigor moral. Havia uma reprovação social à promiscuidade sexual e até mesmo leis que a refreavam. Por causa do rígido código moral da população, esta crescia firme e a nação prosperava.
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Após alcançar prosperidade e sucesso, o código moral era relaxado, ignorado e por fim abolido. O povo começavam a introduzir expressões sexuais, atrevimentos, imoralidade e promiscuidade, e as nações mergulhavam em um mar de esquecimento. Isso aconteceu com cada nação da antiguidade, uma após a outra, sem exceção.

O grande historiador Edward Gibbon, deixou isso claro em sua significante obra "The decline and fall of the Roman Empire, quando disse que uma das principais razões da desintegração do Império Romano foi a dissolução das famílias dentro dele. Não é apenas um aforismo dizermos que a família é o elemento formador da nação. Como os romanos logo descobriram, a destruição das famílias não era apenas uma questão de assunto particular. Na verdade, quando os godos, os visigodos e todos os bárbaros assolaram, como uma onda, o Imério Romano, matando, saquando, mutilando, massacrando, estuprando e roubando, o povo romano descobriu que, afinal de contas, o casamento é um assunto de grande interesse público. A nação é um reflexo do lar.

Eros na Antigüidade

O mundo antigo, pré-cristão, era permeado pela imoralidade e pela perversão sexual. Recentemente ganhei um grande livro de ilustrações intitulado Eros in antiquity - eros, o amor sexual na antigüidade. Todas as páginas trazem figuras de pinturas antigas, de estátuas de mármore de todos os tipos e vasos adornados com figuras antigas. São totalmente obscenas, e o órgão sexual masculino é um tema constante.
Fornicação, adultério, sexo em grupo, homossexualidade, lesbianismo, sodomia, bestialidade e todo tipo concebível de imoralidade e perversão estavam desenfreados no mundo antigo, com o aborto e o infanticídio.
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Encontramos culturas da antigüidade com toda sorte de perversões sexuais, muito anteriores aos gregos e aos romanos. O arqueólogo bíblibo Joseph Free diz que nos templos dos antigos cananeus - o povo a quem Deus mandou os israelitas expulsar e destruir por causa da depravação - praticava-se a "adoração do sexo degradante", o que resultava em sacrifício de crianças. Seus templos eram "locais de depravação". [ Archaeology and bible history, Wheaton: Scripture Press, 1969, p. 122. ] O eminente arqueólogo W. F. Albright concorda:

em país algum se encontrou um número tão elevado de estuetas de divindades da fertilidade nuas, sendo algumas particularmente obscenas. Em nenhum lugar o culto de serpentes aparece tão fortemente. As duas deusas, Astarote (Ashtaroth) e Anate (Anath), são chamadas de as grandes deusas que concebem, mas não dão à luz! Prostitutas sagradas e sacerdotes eunucos eram extremamente comuns. O sacrifício humano era notório [...] os aspectos eróticos de seu culto devem ter penetrado nas mais sórdidas profundezas da degradação social. [ Apud Merrill Unger, Archaeology and the Old Testament, Grand Rapids: Zondervan, 1979, p.75. ]

Na Antigüidade, antes dos gregos, os cananeus não eram únicos, quanto á perversão. Os sírios e os fenícios tinham uma deusa cuja adoração envolvia a "prostituição sagrada de ambos os sexos". [Ibid., p.173] Os antigos egípcios praticavam o homossexualismo, também como parte de sua religião:

Como parte de sua cerimônia de culto à deusa Isis, os "sacerdotes" egípcios (na verdade eram apenas prostitutos) tinham realações sexuais com os homens que vinham "adorar". Essa forma pervertida de "adoração" era encontrada ao longo de toda região do Mediterrâneo, onde essa deusa era conhecida também como Ishtar, Mylitta, Afrodite e Vênus. [S. I. McCILLEN, e David STERN, None of these diseases, Old Tappan: Fleming H. Revell Company, 1984, p. 86. ]
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Os gregos são conhecidos por sua aprovação e prática do homossexualismo. Eles também tinham prostitutos homossexuais, como parte de seus acostumes religiosos. Em uma via principal de Éfeso (Rua de Mármore) o caminho até o bordel estava demarcado no chão. O templo de Diana, também em Éfeso, era curiosamente uma das sete maravilhas do mundo; o culto a Diana era "um contínuo festival de depravação". [ HALLEY, Manual bíblico, p. 327. ] Considere da mesma forma, o templo de Afrodite em Corinto, que também tinha as prostitutas do templo.

John Boswell, professor de história em Yale, escreveu uma simpatica história da homossexualidade. No que se refere à questão da homossexualidade na Grécia antiga, ele diz:

Muitos gregos retratavam o amor homossexual como a única forma de erotismo duradoura, pura e verdadeiramente espiritual [...] O legislador ático Solon considerava o erotismo homossexual demasiadamente sublime para os escravos, e o proibiu a eles. No mundo utópico dos romances helenísticos, os homossexuais figuravam destacadamente como amantes proibidos, cujas paixões não eram menos duradouras ou espirituais do que as de seus amigos heterossexuais. [ Christianity, social tolerance, and homosexuality: gay people in western Europe from the beginning of the Christian era to the fourteenth century, Chicago: The University of Chicago Press, 1980, p.27. ]

A Roma antiga também é conhecida pelo delito sexual desenfreado. O historiador Will Durant escreveu: "A prostituição florescia. O homossexualismo era estimulado pelo contato com a Grécia e com a Ásia. Muitos homens ricos pagavam um talento (3.600 dólares) por um homem favorito. Cato queixava-se de que um belo jovem custasse mais do que uma fazenda". [ Caesar and Christ, p. 89. ]
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Durant diz que a prostituição era tão comum na Roma antiga, que algumas vezes, os votos dos políticos tinham de ser reolhidos no collegium lupanariorum, que era a "associação de defensores dos bordéis"! [Ibid., p.134.] Durant acrescenta: "O adultério era tão comum que atraía pouc atenção, a não ser quando era praticado por motivos políticos; e praticamente toda mulher abastada divorciava-se pelo menos uma vez". [Ibid] Ele escreve mais: " Os romanos, como os gregos, toleravam de bom grado os locais onde se concentravam os prostitutos. A profissão era legalizada e restrita [...] O velho Sêneca adotava o amplo adultério entre as mulheres romanas". [Ibid., p. 369.]

Mas de todas as cidades da Antigüidade, não havia nenhuma que fosse mais depravada que Pompéia. Na verdade, em Eros in antiquity, mais fotos foram tiradas dos vários objetos promíscuos das ruínas de Poméia - repentinamente envolvida por cinzas vulcânicas e preservada - do que de qualquer outra cidade. Por exemplo: era comum que um símbolo fálico adornasse o lado de fora das casas. Sendo a cidade mais pervertida na época de maior imoralidade, Pompéia foi rápida e repentinamente destruída em 24 de agosto de 79 d.C. - como Sodoma e Gomorra antes disso.

Jesus nasceu neste mundo pervertido

Neste mundo corrupto, Cristo nasceu, e os apóstolos levaram adiante a mensagem transformadora. Eles chegaram; declararam que Deus era santo - uma idéia totalmente desconhecidade, pois certamente os deuses pagãos não eram santos. Ests não apenas deixavam de proibir ou restringir a perversão e a maldade, mas ainda encorajavam essas coisas, com a prática da prostituição no templo. E nesse momento, o apóstolo Paulo entra em seu mundo gentio com a mensagem de que Deus é santo e de que ele nos chamou para sermos santos como ele é santo - uma mensagem absolutamente revolucionária.

O hedonismo moderno deleita-se em dizer que o cristianismo reprime a sexualidade. O que eles querem realmente dizer é que ele reprime a imoralidade, e nisso estão certos.
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A santidade do sexo

Quando Deus estabeleceu o mandamento de não cometer adultério, ele estava protegendo a santidade do sexo. Imediatamente após ter dado o mandamento que protegia a santidade e a inviolabilidade da própria vida, Deus agiu para proteger e guardar a santidade do mais elevado relacionamento na face da terra: o realacionamento entre o marido e sua esposa, que nos foi dado para purificar e proteger a procriação da vida. Uma vez que o casamento é o mais básico de todos os relacionamentos humanos, é essencial que seja zelosamente protegido contra toda forma de ataque, pois a partir dele todas as outras instituições, como a Igreja ou o Estado, são formadas. Em nossa época, a instituição do casamento está sob rigoroso
estado de sítio.

O mandamento é enfático! É simples, irrestrito, irrevogável e negativo: "Não adulterarás". Não há uma justificação anexada; razão alguma é dada. O pecado envolvido é tão destrutivo, nocivo e condenável, que não é necessário nenhuma explicação.

Quando Jesus veio, ampliou a dimensão desse mandamento. Não apenas o ato do adultério era pecado, mas também cometê-lo no coração. Ele disse: "Mas eu lhe digo: Qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração", pois é do coração que procede todo o tipo de iniqüidade, e Deus nos convoca a guardar nosso coração e nossa mente.

O efeito da ética cristã

Que impacto Jesus teve no perverso mundo antigo? A igreja primtiva, via de regra, se destacava como um farol na terra escura. Em meio ao caos moral descrito acima, os cristãos eram geralmente puros em um mundo impuro. O emértio Historiador cristão Kenneth Scott Latourette escreveu:
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O intercurso sexual fora do casamento era estritamente proibido, e dentro do casamento era praticado somente para procriação. O divórcio não era permitido, a não ser quando um dos cônjuges quebrava o pacto nupcial. Os delitos sexuais não eram de forma alguma desconhecidos entre os cristãos, mas eles eram inflexíveis na exclusão do transgressor. Tempos depois, como observamos, a reabilitação era admitida após o devido arrpendimento e castigo. [A history of Christianity, p. 248]

Em 125 d.C., o cristão Aristides, um filósofo ateniense, escreveu uma defesa da fé cristã para o imperador Adriano. Eis o que ele disse a respeito de questões sexuais:

Eles não cometem adultério ou imoralidades [...] Suas esposas, ó rei, são tão puras quanto as virgens, e suas filhas são castas. Seus homens se abstêm de contatos sexuais ilícitos e da imundícia, na esperança de uma recompensa que deverá vir no outro mundo. [ Apud Wirt, The social conscience of the evangelical, p.29. ]

Will Durant, ao falar sobre as práticas sexuais dos primeiros cristãos, diz o seguinte:

No geral, o cristianimo manteve e exagerou o rigor moral dos valentes judeus. O celibato e a virginidade eram considerados ideais; o casmento era tolerado somente como um controle contra a promiscuidade [...] e as práticas homssexuais eram condenadas com uma seriedade rara na antiguidade. [ Caesar and Christ, p. 598 ]

As heresias anti-sexuais

Durante a história cristã, a igreja teve de pelejar com heresias contra o sexo. Surgiram seitas que condenavam o sexo propriamente dito - mesmo dentro do casamento. Os encratistas, os cátaros (também conhecidos como albigenses) e os naiqueístas são alguns exemplos. A igreja primtiva realmente teve de combater algumas heresias contra o sexo. Esses falsos ensinamentos surgiram muito provavelmente como uma reação ao nível de devassidão, em que a sociedade ao redor deles tinha mergulhado. Michael A. Smith comenta que:
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Com os excessos sexuais que os cercavam, é provável que alguns cristãos tenham reagido contra o sexo já nos primórdios. Entretanto, isso não era expresso formalmente nem era um motivo especial de oração [...] Já no século III, o celibato começou a ser valorizado como marca de santidade. Mesmo assim, os excessos eram condenados. Orígenes foi muito criticado por ter se tornado eunuco, pois acreditava que isso fosse ordenado nos evangelhos. [Apud Dowley, A lion handbook: the history of Christianity, p. 222. ]

C. S. Lewis certa vez disse: "O Diabo está sempre tentando nos induzir aos extremos". Esse seguramente parece ser o caso da história do sexo. O pêndulo parece balançar, de século a século, da total devassidão para a total abstinência (mesmo para casais casados). Nennhum dos dois extremos é bíblico.

Certamente houve aqueles - dentro e fora da igreja - que olharam para o sexo como algo errado. Essa postura ainda pode ser encontrada atualmente. Mas os que pensam assim esqueceram que foi Deus, em primeiro lugar, quem criou o sexo e ele disse que sua criação é boa. Essas pessoas olham para o sexo como algo imundo, diabólico e repugnante, e moças e rapazes de bem nem mesmo falam ou pensam sobre isso.

Muitos maridos me contam que suas esposas têm exatamente essa atitude. O que elas nã percebem, é que enquanto pensam ter adotado uma atitude cristã, na verdade simplesmente trocaram uma atitude pagã em realação ao sexo - a deficação do sexo - por outra atitude pagã em relação ao sexo - a difamação do sexo.
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Uma antiga visão pagã do sexo, encontrada entre os maniqueístas e outros, derivou da crença de que a matéria era má. Assim, o corpo era mau, e especialmente o sexo era mau. Eles consideravam a atividade sexual da humanidade desprezível e nojenta. Na igreja primtiva, havia alguns que não aceitavam a visão bíblica, por ignorância ou por uma compreensão falha. e eles realmente adotaram uma visão pagã, tal como a encontrada entre os platonistas, de que o corpo era essencialmente mau e basicamente uma tumba para a alma; todas as funções sexuais eram consideradas diabólicas e uma fonte de embaraço e confusão.

Hoje as pessoas partiram para o outro extremo e vêem o corpo não como uma tumba, mas como uma taberna para todo tipo de anarquia o ente tudo é permitido. Na verdade, a Bíblia não mostra o corpo nem como uma tumba, nem como uma taberna, mas como templo do Espírito Santo. Lutero, com muita perspicácia, observou que o corpo evidentemente não é diabólico, pois Jesus Cristo, que foi a única pessoa sem pecado que já viveu, possuía um corpo, e Satanás, o mais perverso personagem que já existiu, não tinha nenhum. A tragédia desses cristãos professos, que se opõem ao sexo, é que ao manter tal atitude ajudam aos pervertedores da sexualidade bíblica - por exemplo os pornógrafos - e produzem um dano imensurável às suas famílias.

Durante a era vitoriana, no século XIX, o sexo havia se tornado absolutamente secreto. Algo sobre o qual não se falava, que devia ser ignorado e jamais discutido na sociedade refinada. As pessoas tinham de adquirir conhecimento sobre o assunto onde pudessem.
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No século XX, vimos o pêndulo pender para o outro extremo. O clamor agora é pela abertura e pelo livre debate, e não somente debate, mas também todo tipo de imagens em livros e revistas, filmes e televisão. Qual é a solução? Algumas pessoas diriam que deveríamos voltar à era vitoriana. Eu acho que não! Se você ler a Bíblia, verá que as Escrituras são bastantes abertas e francas sobre sexo. É importante notar que Deus não está nem um pouco envergonhado daquilo que criou. A sexualidade dos homens e das mulheres faz parte da sua criação. Deus os fez macho e fêmea, e isso foi muito bom. Leia o livro de Cântico dos Cãnticos. de Salomão, e veja que o sexo é uma coisa sagrada. O que importa para Deus é que o sexo seja sagrado, pois o leito conjugal não deve ser profanado (Hb 13:4).

A visão cristã do sexo é repressiva?

Hoje em dia difundiu-se que os ensinamentos bíblicos levam à frustração, às inibições, às ansiedades e à perturbação mental. As pessoas deviam, sim, "se soltar" e ficar livres de suas frustrações.

Fala-se que pessoas não casadas, que se mantêm castas, passarão por toda sorte de traumas psicológicos. As pessoas são orientadas a satisfazerem todos os seus desejos. Certo homem me disse que jamais havia beijado uma mulher até beijar sua noiva. Outra mulher me disse que tinha mantido realações sexuais freqüentes com várias pessoas. Você logo poderia concluir que o homem era alguém que fora trancado em uma enfermaria psicopática em algum lugar, após ter entrado em colapso pela frustração de toda a situação, e que a mulher era evidentemente um exemplo primoroso de mulher liberada, com mente e corpo sadios. Na verdade, conheci a mulher na ala psiquiátrica de um hospital, e o homem se chama Billy Graham.
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O dr. Francis Braceland, ex-presidente da American Osychiatric Association e editor do American Journal of Psychiatry (de modo algum uma organização cristã), escreveu: "Relações sexuais pré-maritais, que brotam da suposta nova moralidade, têm aumentado significativamente o número de pessoas jovens em hospitais psiquiátricos". [Apud Tan, Encyclopedia of 7700 illustrations, p. 793.] Longe de mante a pessoa afastada de um hospital psiquiátrico, tal satisfação dos desejos sexuais pode mais provavelmente colocá-la lá dentro. Ele continua dizendo: "Uma atitude mais liberal no meio universitário, a respeito de realações sexuais pré-maritais, impôs sobre algumas mulheres uma tal pressão, a ponto de causa colapso emocional". [Ibid.]

Estudos mostram repetidamente que casais que tiveram vida comum antes do casamento acabam tendo uma incidência maior de divórcio. Além do mais, essas pessoas também são muito infiéis durante a realaçõa matrimonial, antes do rompimento. Tudo isso por outra mentira.

Já me disseram várias e várias vezes que pessoas que se abstiveram do sexo antes do casamento não seriam realmente equilibradas emocionalmente, Um psicólogo e seus colegas decidiram testar essa teoria e, assim, administraram um teste chamado Minnesota Multiphasic Personality Inventory, um teste padrão de saúde mental utilizado por todo o país, a um grupo de pessoas sexualmente ativas - jovens envolvidos em sexo antes do casamento. [Charles A. SALTER e Carlota D. SALTER, Myths about free sex, Signs of the times, janeiro de 1987, p. 26. ]

Descobriram que cerca de metade das pessoas demonstrou níveis raros de depressão, introversão, superatividade e raciocínio ilusório. A outra metade teve uma pontuação muito baixa nos aspectos de veracidade das respostas, revelando que provavelmente nem disseram a verdade sobre suas vidas. De modo que realmente não temos uma visão total.
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Não podemos dizer o que veio primeiro, se o ovo ou a galinha, mas podemos ver que não são as pessoas saudáveis, íntegras e maduras que se envolvem nesse tipo de atividade, como tantos jovens ouvem por aí. Já chega dessa outra mentira do Diabo.

O adultério não é meramente um "assunto particular"

O adultério é um pecado contra o espírito humano e contra a vida espiritual que produz resultados traumáticos. É, também, um pecado contra a família, que é a unidade básica da sociedade. É o rompimento do juramento nupcial "Prometo amar-te, respeitar-te...". É um pecado contra os filhos. Sendo uma das mais inflamadas causas de divórcio, o adultério já produziu milhões de ciranças que cresceram sem um pai e uma mãe perto delas, criando enromes problemas na vida dessas crianças. O adultério, e suas conseqüências maléficas, é um pecado contra a nação e a sociedade. A maioria dos países é baseada na unidade familiar, e sempre que a família é destruída, a nação fica mais fraca.

Para uma melhor compreensão sobre os efeitos nocivos do divórcio sobre os filhos, leia Divorce and kids: the evidence is in, de Barbara Dafore Whitehead, na Reader's Digest de julho de 1993.

Homossexualidade

O que podemos dizer sobre a revolução gay? Em primeiro lugar: Deus diz que o homossexualismo é errado. Algumas pessoas atualmente torcem as Escrituras para tentar dizer que não é. Dizem que Jesus nunca condenou o homossexualismio, mas ignoram o fato de que Jesus não veio destruir a Lei de Deus - que condena expressamente a homossexualidade - mas cumpri-la (Mt 5:17).
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Também dizem que a Bíblia condena a lascívia homossexual, mas não o amor homossexual. Mas não é isso o que a Bíblia diz. Lemos, em Romanos, que as mulheres alteraram o uso natural, no que é contrário à natureza, e não diz nada a respeito de lascívia. Na passagem seguinte de Romanos, lemos sobre a lascívia dos homens, inflamando-se de paixão uns pelos outros (Rm 1:24-32). Devemos lembrar, entretanto, que a Bíblia condena tanto a lascívia do adultério quando a do fornicador. Fornicação refere-se às realações sexuais antes do casamento, com alguém que não é casado.

A Bíblia diz que nenhum adúltero, fornicador ou homossexual entrará no Reino dos céus. Em 1 Coríntios 6:9, 10, Paulo diz: "Não se deixem enganar...", mencionando adúteros, imorais, ladrões, assassinos, homossexuais e sodomitas. Ele não fala nada sobre postura ou lascívia. Condena o ato e aqueles que o praticam. Fala claramente que não herdarão o Reino dos céus. Não se deixem enganar!

Outras passagens que proíbem o homossexualismo podem ser encontradas em Gênesis 19, Levíticos 18:22 e 1 Timóteo 1:10. Mas assim como um adútero pode ser perdoado e liberto de seu pecado, o homossexual também pode, O Evangelho de Jesus Cristo realmente muda o coração. Milhares de pessoas nos nossos dias testemunham sobre isso, pois ele já fez o mesmo por milhões ao longo dos séculos.

Segundo: gay é um nome impróprio. Se há algo que uma pessoa gay (Essa palavra significa "alegre". (N. do E.)) não é, é alegre - foi um termo maliciosamente escolhido. Eis aí novamente a mentira do enganador, pois essas pessoas são consideradas por aconselhadores, como estando entr os mais miseráveis seres humanos. Aprisionados, sentem-se totalmente condenados pela sociedade. Tentam desesperadamente alcançar alguma satisfação e, apesar de bem no íntimo odiarem-se a si mesmos, tentam demasiadamente justificar suas vidas como corretas.
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Um dos principais argumentos por meio do qual o homossexual se empenha em justificar suas ações é o de que nasceu assim. Muitos psicólogos, bastante familiarizados com toda a literatura psicológica sobre o assunto, negam que haja qualquer evidência disso. Por exemplo: a dra. Elizabeth Moberly, da Grã-Bretanha diz: "As pessoas não nascem dessa forma, elas podem mudar. Existem muitas indicações de dificuldades nos primeiros relacionamentos. O propósito da terapia é corrigir essas dificuldades". [Transcritos de um especial da TV CRM, AIDS: Anatomy of a crisis (Ft. Lauderdale, julho de 1988), que ganhou a medalha de prata do International Film and TV Festival of New York de 1988, o melhor em sua categoria neste ano.]

O psicólogo dr. Joseph Nicolosi, de Encino, na Califórnia, concorda. Ele diz que nenhuma das evidências alegadas de que os homossexuais nascem assim é conclusiva, mas que, ao contrário, a pesquisa é falha. O dr. Nicolosi é odiado pela comunidade gay, de tão bem-sucedido que tem sido no auxílio de homossexuais a se tornarem heterossexuais , no que ele chama de "terapia corretiva" (ele escreveu suas descobertas no livro Reparative therapy of male homosexuality. O sucesso do seu trabalho refuta algumas das teorias sagradas - de que a pessoa nasce desse jeito e não tem como mudar - logo eles o odeiam. O dr. Nicolosi diz que o sucesso do seu trabalho e de outros terapeutas que auxiliam homossexuais a se tornarem heterossxuais desmorona a ordem gay, que proclama: "Uma vez gay, sempre gay". Até mesmo uma pessoa que altere sua orientação nessa área, lança por terra essa teoria. Felizmente, existem milhares de homossexuais que mudaram sua orientação sexual nos dias de hoje.
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[Se você, ou alguém que você conhecer, precisar de ajuda nessa área, contate a Exodus Internacional, uma coalizão de ministérios cristãos que estão ajudando gays a serem libertos desse tipo de vida por intermédio de Jesus Cristo. Para mais informações, acesse http://www.exodus.org.br/., ou Caixa Postal 8011, CEP 86010-980, Londrina, PR.]

Todos os esforços dos "liberalistas gays" para formar igrejas em uma tentativa de encontrar alguma forma de justificação e aceitação da parte de Deus, enquanto continuam a praticar seu pecado, é vã e fútil, pois nenhum homossexual praticante entrará no Reino dos céus. "Igrejas gays" são reminiscências dos templos pagãos, que endeusavam o adultério e faziam da prostituição religiosa o espetáculo do dia, transformando a verdade de Deus em mentira. "Não se deixem enganar."

Então qual devia ser a atitude dos cristãos? A mesma que a de Deus. Deus ama o homossexual. Você pode odiá-lo, mas Deus o ama. E, se você é cristão, deve amá-lo da mesma forma que ama um adúltero ou um ladrão. Isso não significa que você ame ou tolere seus atos; você o ceita, mas não suas ações. Os homossexuas se sentem desesperadamente aprisionados, pois percebem que não há escapatória e que não são aceitos, Devemos aceitá-los e fazê-los ter consciência do nosso amor e preocupação para com eles, Precisamos nos empenhar em conduzi-los ao poder de Jesus Cristo, que transforma vidas. Isso necessariamente envolve arrpendimento, pois Jesus disse: "... se não se arrpenderem, todos vocês também perecerão" (Lc 13:3).
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Os frutos da Revolução Sexual

O que a revolução sexual nos trouxe, com sua aceitação do homossexualismo e promoção da promiscuidade?Além dos danos psicológicos e sociologicos discutidos acima, existem atualmente 26 doenças sexualmente trasmissiveis (DST), epidemicas, nessa população. Na verdade, um entre cada cinco habitantes dos EUA, possui algum tipo de DST virótica. De acordo com um estudo recente realizado pelo Instituto Alan Guttmacher, 56 milhões de americanos estão "infectados com uma doença virótica sexualmente transmissível, como herpes ou hepatite B" [Miami Herald, 1/4/1993]. Em 2001, o Ministério da Saúde dos Estados Unidos, David Satcher informou que cerca de 12 milhões de americanos são infectados a cada ano com doenças sexualmente transmissíveis.[Satcher urges respect on sex values, Washington Post, 28/6/2001,]

Em todo o mundo, são mais de 100 milões de casos só de gonorréia. Além dela, existe a sífilis, a clamidíase, o herpes (milhões de pessoas possuem), bem como a temida AIDS e mais outras 21 horríveis doenças sexualmente transimíssveis.

Foi comprovado que existem pessoas andando pelas ruas, que não têm apenas AIDS, mas, também três ou cinco dessas outras doenças. A pesoa tem de ser louca para adotar tais práticas que a infectam dessa forma, em uma época como esta em que vivemos.

A AIDS devastou grande parte da comunidade homossexual. O homossexualismo reduz quase pela metade a expectativa de vida dos homens. Essa é a conseqüência trágica e natural de seus atos anormais que Deus nos disse claramente para evitar.

Assim, talvez Deus não seja um bicho-papão apesar de tudo. E talvez toda a dádiva boa e perfeita venha de cima, e não de baixo com um anzol cravado nela e Satanás na outra ponta da linha.
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Talvez a mentira básica de Satanás, dissimulada em todos os seus engodos, é de que as leis de Deus restringirão, limitarão e diminuirão a vida de alguém. Quantas pessoas aprendem, de forma lamentável, que a verdade é exatamente o contrário. Quando seus corpos já foram enfraquecidos por doenças venéreas, e suas mentes embaralhadas por várias psicoses ou neuroses induzidas pela culpa, descobriram, epnas tarde demais, que se tivessem seguido o caminho de Deus, suas vidas teriam sido enriquecidas e enobrecidas?

O problema é que atualmente temos confundido amor com lascívia, que são quase que antagonicamente opostos. A essência da lascívia é o desejo de obter algo de outra pessoa. O amor é ao contrário. "Por que Deus tanto amou o mundo que deu..." (Jo 3:16). O princípio do amor que opera no casamento, funciona da seguinte forma: produz um intenso desejo de fazer a vida da outra pessoa ser a melhor experiência possível. Você ama seu marido? Sua esposa? Se ama, então você deseja conscientemente a cada dia tornar a vida dela ou dele a melhor experiência possível, em todas as esferas, em todas as áreas. Muitos casais poderão comprovar que suas melhores experiências sexuais acontecem quando estão concentrados em dar prazer ao seu parceiro.

Deus quer o melhor para nós

Deus quer que tenhamos o melhor. Mas como temos visto, os modernos e esclarecidos secularistas acreditam que as pessoas religiosas, os cristãos, são reprimidos, pois não têm liberdade sexual e não desfrutam o lado sexual de suas vidas. Assim, devem é se livrar do Senhor e de seu caminho.
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A revitsa Redbook conduziu uma pesquisa sobre sexo, no moderno e liberado Estados Unidos. [Susan SADD e Carol TAVRIS, The redbook report on female sexuality, New York: Delacorte, 1977, p. 97-106.] Eles listaram perguntas que deveriam ser respondias por mulheres. Para seu espanto, 100 mil leitoras responderam! Eles nunca alcançaram uma receptividade igual, nem próximo dsso. A maior pesquisa sexual já realizada, e 100 mil mulheres dos EUA responderam a uma revista secular, que expôs suas vidas sexuais.

O que a pesquisa revelou? Mais espantoso que o número de mulheres foram os resultados. Eles descobriram que as mulheres sexualmente liberadas - as feministas, as mulheres modernas e livres - são as mais insatisfeitas sexualmente. As mulheres mais descontentes são as ninfomaníacas (que a maioria dos homens considera as mulheres mais atraentes sexualmente), pois são tão sexualmente frustradas, que correm de um lado para o outro, tentando encontrar algum prazer que, infelizmente, nunca encontram.

Mas as mulheres mais religiosas indicaram ter mais satisfação sexual. A categoria muito religiosa (as mulheres deviam decidir a importância da religião em suas vidas - ou seja, se eram muito religiosas, religiosas ou menos religiosas), a respeito de quem o homem médio, esclarecido, ouve o diabo dizer que são sexualmente reprimidas, eram as mulheres que mais tinham orgasmo no país. E isso faz muita diferença.

Você acreditou nessa mentira de que os cristãos são reprimidos? Milhões de pessoas acreditam. Quem realmente se importa com a sua felicidade? O diabo? Ora, o diabo adoraria que você (leitora) tivesse clamidíase, herpes e AIDS, tudo ao mesmo tempo, e ficasse grávida com 16 anos de idade. Ou Deus? Sua bandeira sobre nós é o amor. Seu caminho é o caminho da plenitude, e não o caminho da repressão.
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O nosso foco neste capítulo foi a santidade do leito matrimonial, mas poderíamos dizer muito mais a respeito de outras contribuições do cristianismo para a família. Acima de tudo, adotar um modo de vida cristão faz maravilhas pela vida familiar - como milhões de famílias podem comprovar. Os princípios de Deus para um lar feliz, como expressos na Bíblia, são uma receita para uma família amorosa. Tire Jesus desses lares, e muitos deles se desfarão. Muitos casamentos, em primeiro lugar, são curados por um comprometimento com Jesus e, em segundo lugar, por um comprometimento um com o outro.

O auxílio cristão para as famílias toma muitas formas ao longo dos séculos. O psicólogo James Dobson ajuda milhões de pessoas a resolver seus problemas familiares, em seu programa de rádio diário: Focus on the family. Além disso, seu ministério "responde até cinqüenta mil cartas por semana e oferece aconselhamento e orientação profissional, com uma rede de 1.200 terapeutas". [Who we are and what we stand for, Focus on the family: Colorado Springs, agosto de 1993, p.10.] O dr. Dobson é um cristão comprometido, que realiza sua obra pela família como um serviço para Jesus Cristo. Tire Jesus e você teria, sem qualquer oposição ou restrição, o rápido declínio da família.

Conclusão

Se Jesus não tivesse vindo, muito mais pessoas continuariam agindo como os pagãos - muitos dos quais sem qualquer controle sobre seus impulsos. O que teria acontecido com a raça humana, se as doenças sexuais tivessem varrido desenfreadamente um grande segmento da população? Resumindo, se Jesus Cristo não tivesse nascido, você também não teria nascido.

Fonte: KENNEDY, D. James. E se Jesus não tivesse nascido? São Paulo: Vida, 2001. Pg 163-183

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