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O perfil do jovem religioso pós-moderno

Iniciado por klaicon em 27/06/2008 · 17 mensagens

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O jovem brasileiro dá mais valor à fé do que às igrejas. Ele escolhe professar uma determinada religião por iniciativa própria, não por orientação familiar ou costume. E tem uma relação de intimidade com Deus, sem o temor e a distância tão presentes nas gerações anteriores. Essas são as principais tendências observadas por respeitados especialistas do País, comprovadas por estudos recentes - ainda inéditos e aos quais ISTOÉ teve acesso.

Esses estudos revelam que o perfil religioso da população está sofrendo alterações significativas e definitivas. Mais: isso ocorre acima de tudo por conta da atitude religiosa manifestada pela juventude do que pela filiação dela a qualquer religião.

Um dos dados mais reveladores é o da pesquisa do teólogo Jorge Claudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC)), de São Paulo. Ele ouviu 520 universitários de 17 a 25 anos e, com os resultados, acaba de concluir o livro Religiosidade jovem, ainda na esteira do lançamento. No estudo, a categoria "jovens sem religião" soma 32% dos entrevistados - um percentual infinitamente superior aos números do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indicam 7,3% da população. Desse total, 12,2% se dizem agnósticos ou ateus e 19,8%, crentes sem religião.

É esta última categoria, dos crentes sem religião, que está revolucionando a maneira como o brasileiro se relaciona com suas crenças. "O espírito buscador do jovem não procura uma instituição religiosa que o enquadre, mas uma doutrina onde ele se encontre", diz a antropóloga Regina Novaes, pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Para a juventude, explica, a fé está em alta; a religião, não.

Uma das maiores autoridades no assunto, Regina assina - junto com o sociólogo Alexandre Brasil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - um dos artigos no estudo Juventudes: outros olhares sobre a diversidade, uma extensa e criteriosa publicação elaborada em parceria com a Unesco e o Ministério da Educação (MEC).
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Confeccionado a partir de uma pesquisa da Unesco que ouviu dez mil pessoas de 15 a 29 anos em 26 Estados brasileiros, ele coloca uma luz sobre o comportamento de católicos, evangélicos, espíritas, adeptos da umbanda e do candomblé e dos não religiosos.

Sem dogmas e com camisinha

Umbandista atuante há quatro anos, o paulista André Aguirre Rocha, 23 anos, carrega preservativo na carteira desde os 13 anos e afirma que nunca transou sem camisinha. Segundo a pesquisa Perfil da Juventude Brasileira, de 2004, os adeptos das religiões afro (candomblé e umbanda) são os que mais afirmam ter usado camisinha na última relação sexual (71%). Estudante do curso de teologia umbandista, ele conta que sua religião prega o uso do preservativo como forma de prevenção. "Não existe dogmatismo. A umbanda não nega nada a ninguém", diz.

Crente e sem religião, a paulista Andrea Bahni, 22 anos, diz acreditar na existência de um Deus, mas critica a orientação do catolicismo contra o aborto e o uso de preservativos e abomina a prática evangélica de arrecadação de dinheiro por meio de cartão de crédito e débito. Por tudo isso, mantém-se distante de qualquer filiação religiosa, mesmo tendo experimentado várias doutrinas nesse universo de pluralidade que se apresenta nos dias de hoje.

Dos 13 aos 17 anos, Andrea foi adepta da religião wicca (também chamada de bruxaria). Considerava a existência do Deus Sol e do Deus Lua, até que, ao assistir a um culto evangélico, passou a acreditar em Jesus Cristo. A nova crença, no entanto, não a impede de aceitar o fato de haver vida após a morte e reencarnação, preceitos difundidos pelo espiritismo. Universitária do curso de moda, Andrea já tomou passe em centro espírita, mas, hoje, manifesta sua religiosidade em uma igreja católica perto de sua casa, que freqüenta vez ou outra, ou em conversas diárias com o "Papai do Céu" dentro de casa.
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A existência de bricolagens religiosas como a de Andrea e a ausência de vínculos religiosos só são possíveis porque a convicção de que a fé só poderia ser vivida dentro de uma religião, como ocorria em gerações anteriores, não existe mais. Por meio de um questionário, o teólogo Ribeiro verificou a adesão e a rejeição do jovem a algumas crenças. Ele rejeita, por exemplo, o fato de que as pessoas devam ter só uma religião e seguir as orientações dela e está de acordo com a idéia de que ter fé é mais importante do que seguir doutrinas rígidas. "A juventude tem fé não porque é bonito, mas porque precisa, ajuda a propor projetos e avançar na vida", diz o professor da PUC.

20 minutos diários com Deus

Andrea Bahni não acredita na história de Adão e Eva, mas lê a Bíblia e conversa com Deus por cerca de 20 minutos todos os dias. Estudante de moda de 22 anos, ela já foi da religião wicca (bruxaria), freqüentou o espiritismo e a igreja evangélica e, hoje, se diz uma crente sem religião. "Evangélicos já quiseram me converter. Diziam que eu não podia fumar, que balada é lugar do demônio", conta. "As igrejas induzem os fiéis a pensar como eles querem." Para o teólogo Ribeiro, os jovens têm um certo respeito pelas religiões e uma crítica às ações das igrejas.

A fé da juventude, portanto, é algo prático, mais antropológico e menos teologal. Religiosidade jovem, que será lançado este ano, mostra que apenas 19,9% das pessoas freqüentam algum ritual religioso pelo menos uma vez por semana, 30,5% nunca participaram e 33% o fazem só em ocasiões especiais, como batizados, casamentos ou missas de sétimo dia.
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Isso ocorre porque o jovem da atualidade busca uma crença mais como um indivíduo emancipado e menos como o filho que segue a tradição familiar. Assim como vai atrás de um lugar no mundo, ele procura algo em que acredite profundamente. "A juventude não trata a religião como costume, cultura, mas como algo que tem a ver com escolha", diz a antropóloga Regina. Foi por vontade própria que Aparecida Luiza da Silva decidiu ser católica praticante. Ainda pequena, aprendeu com a mãe a rezar o Pai Nosso e a Ave Maria, mas nunca tinha sido levada por ela à missa. Aos 11 anos, foi a uma igreja acompanhada de vizinhos e, desde então, passou a pedir para a mãe levá-la à missa todo final de semana.

Virgem sim. Beata não

Ela lê a Bíblia todos os dias, vai à missa três vezes por semana, mas não se diz beata. Católica praticante há 11 anos, Aparecida Luiza da Silva, 24, freqüenta baladas e barzinhos e gosta de dançar forró, mas, mesmo nesses lugares, não deixa de testemunhar sua fé por meio de sua atitude e entusiasmo. Ela se diz de acordo com todas as orientações sexuais do catolicismo. "Tudo que é bom é para ser vivido, mas no momento certo. Quero casar virgem", diz ela.

Hoje, aos 24 anos, Aparecida trabalha no Santuário de São Judas Tadeu, em São Paulo, participa do coral da igreja, sai à rua visitando casas para dar seu testemunho cristão e segue as orientações sexuais da doutrina católica. "Não sou beata. Freqüento barzinho, danço forró em casas noturnas e já tive namorados", diz ela. "Mas não sou a favor de 'ficar', não quero ser objeto de prazer de ninguém. Vou casar virgem, sexo só depois do casamento." Segundo uma recente pesquisa feita pela socióloga Silvia Fernandes, professora do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), apenas 26,1% dos jovens católicos pensam como Aparecida em relação à castidade.
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O estudo denominado Juventude, religião e política na Baixada Fluminense levantou, entre outras questões, o que jovens católicos e evangélicos freqüentadores de igrejas da Baixada Fluminense pensam sobre o sexo antes do casamento. Apresentado em um congresso em Birminghan (Inglaterra) e ainda inédito no Brasil, ele mostra que, entre as mil pessoas ouvidas, os evangélicos são mais conservadores - 88,9% são contrários à prática. Seguidora da doutrina batista, a paulista Fernanda Almeida Freire, 17 anos, afirma que pretende se iniciar sexualmente apenas depois de trocar alianças. A adolescente, que se converteu aos 12 anos por vontade própria, vai à igreja todo final de semana, faz parte de dois ministérios e já preteriu uma viagem à Disney por um acampamento de jovens de sua crença. "Leio a Bíblia e acredito no que está escrito. Por isso, sigo os ensinamentos do Senhor", diz ela.

Hormônios domados e muita conversa

Equilibrar as orientações religiosas e os hormônios à flor da pele é uma busca diária do carioca David Bessa, 23 anos. Consultor de uma importadora de cervejas e freqüentador da igreja Bola de Neve, ele convenceu a noiva a abdicar da vida sexual que tinham em nome da fé. "Percebo que estamos acabando com os problemas pela conversa, em vez de tentar resolvê-los na cama", conta ele, que é contra a legalização do aborto. Pentecostais como David são os menos favoráveis à descriminalização do aborto, segundo a pesquisa Perfil da Juventude Brasileira (12%).

Entre os católicos, pontua Silvia, a identidade religiosa está se dissociando de uma necessária obediência doutrinal. Reflexo, em parte, da crise moral pela qual a Igreja Católica passa por reafirmar tradições antigas e não avançar no discurso em relação a novos desafios da modernidade, como célula- tronco, pílula anticoncepcional e uso de preservativo. "O papa esteve no Brasil e veio falar em castidade. Intrometer- se na vida sexual do jovem é um pouco demais!
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O catolicismo está há décadas de distância da prática real", reclama o teólogo Ribeiro.

Em suas pesquisas com universitários, ele verificou que os pais de seus entrevistados eram mais católicos que os filhos. Enquanto 42,5% dos jovens se diziam católicos, 57,7% dos pais e 60,6% das mães afirmaram o mesmo. Essa crise na transferência geracional da fé, no entanto, não faz do ateísmo (a negação de Deus) o grande beneficiado. São os crentes sem religião que crescem: 19,8% dos entrevistados estão nessa categoria, enquanto pais e mães somam 12,3% e 6,7%, respectivamente.

Amar ao próximo. Do mesmo sexo

Suellen Rodrigues Róbias se tornou kardecista aos nove anos. Hoje, aos 21, é coordenadora de evangelização de 120 crianças no Centro Espírita André Luiz, em Brasília, e participa de mesas de orações para curar os males dos enfermos. Ela, que tem amigos homossexuais, se diz totalmente favorável à legalização da união de pessoas do mesmo sexo, com casamento no cartório. "Quando Jesus falou em amar o próximo, significa amar também a pessoa do mesmo sexo." Os kardecistas são os que mais aprovam a legalização desse tipo de relacionamento (73%), de acordo com a pesquisa Perfil da Juventude Brasileira, de 2004.

É fato que no campo religioso, hoje, há muitas outras formas não institucionais de espiritualidade, como esotéricas, holísticas, nova era, e não raro se encontram em uma mesma família quatro, cinco religiões presentes. Os símbolos religiosos, antes difundidos na igreja e no âmbito familiar, circulam mais por outras áreas de domínio público, como em blogs sobre religião, nas camisetas dos jogadores de futebol e em feirinhas. Até na moda. Tudo isso facilita o espírito buscador do jovem e sua adesão ao estado de "religioso sem religião".

Nesse universo, é socialmente possível - algo impensável em épocas passadas - um jovem ir à missa de manhã e meditar em um templo budista à noite. "Na juventude é o momento de se experimentar. E, hoje, também se experimenta religião", enfatiza a pesquisadora Regina.
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O QUE ELES PENSAM SOBRE:Pena de morte:Os católicos são os que mais se dizem a favor

Católicos – 50%
Espíritas Kardecistas – 47%
Crentes sem religião – 47%
Candomblé / Umbanda – 45%
Evangélicos não-pentecostais – 43%
Evangélicos pentecostais – 41%

União homoafetiva:Os espíritas são os que mais aprovam a legalização deste tipo de relacionamento

Espíritas Kardecistas – 73%
Crentes sem religião – 53%
Católicos – 46%
Evangélicos não-pentecostais – 37%
Candomblé / Umbanda – 36%
Evangélicos pentecostais – 26%

Sexo antes do casamento:

Evangélicos – 88,9%
Católicos – 26,1%

Uso de camisinha:59% dos jovens pesquisados disseram ter usado camisinha na última relação

Candomblé / Umbanda – 71%
Evangélicos não-pentecostais – 70%
Crentes sem religião – 66%
Evangélicos pentecostais – 46%
Espíritas Kardecistas – 43%
Católicos – 40%

Legalização do aborto:Os espíritas são os mais favoráveis à legalização. Os pentecostais, menos

Espíritas Kardecistas – 31%
Candomblé / Umbanda – 26%
Crentes sem religião – 22%
Evangélicos não-pentecostais – 21%
Católicos – 19%
Evangélicos pentecostais – 12%

Raio X:

Quanto menor a escolaridade, menor a diversidade religiosa: católicos estão mais presentes entre os analfabetos e os de baixa escolaridade;

Maior é a diversidade entre os que possuem nível superior: espíritas sãocinco vezes mais presentes neste grupo

O namoro é o habito da juventude menos proibido pelos pais e dirigir sem carteira de habilitação, a mais. Os espíritas tem pais mais permissivos e os evangélicos, menos;

O espírita e o evangélico são os que mais conversam sobre religião com os pais;

Ateus confiam menos no catolicismo do que no protestantismo;

Reunir-se com os amigos é a atividade preferida fora de casa. Os espíritas optam mais por ir a bares; os evangélicos, ir à igreja.
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A religião que seguem:73,5% dos brasileiros se dizem católicos. Entre os jovens, o índice é menor.

Católicos – 66,2%
Evangélicos – 18,8%
É religioso mas não segue nenhuma (crente sem religião) – 7,9%
Ateu, não tem religião – 4,0%
Espíritas kardecistas – 1,4%
Candomblé / Umbanda – 0,7%
Budismo / Islamismo – 0,2%
Outras – 1,4%
Não sabe / não opinou – 0,3%

Fonte: Extraído da Revista Isto É
matheus_4#9
Me embrulhou o estômago esse texto.
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A matéria veiculada pela Revista Isto É sob o título “A fé da juventude“, que reuniu alguns estudos feitos no Brasil sobre o perfil religioso do jovem brasileiro, é mais uma comprovação de que a religiosidade, compreendida como a ligação entre o físico e o metafísico, curvou-se de maneira irrestrita aos pressupostos descabidos dos tempos pós-modernos.

Pelo fato das pesquisas terem sidos feitas com uma quantidade pequena de amostragem, elas somente sinalizam a perspectiva da juventude brasileira no que tange à espiritualidade, porém, e apesar disso, é possível perceber nitidamente algumas características comuns impingidas ao pensamento global, servindo como alerta ao jovem cristão inserido nesse contexto.

Eis algumas características do perfil do jovem religioso brasileiro constatado pelas pesquisas:

- O jovem escolhe professar uma determinada religião por iniciativa própria, não por orientação familiar ou costume;

- Crescimento dos crentes sem religião (ou crentes sem igreja);

- A fé é mais antropológica do que teologal;

- A religião é escolhida por uma questão de gosto;

- Aversão às instituições religiosas formais;

- Prática ecumênica;

- Ausência de valores morais;

- Ausência de compromisso.


Portanto, vê-se claramente por esses estudos, que a religião é considerada mais como uma questão de conveniência do que de Verdade, onde as instituições formais da religião são cada vez mais relegadas.

As características acima apontadas são próprias desse contexto, onde os presságios da pós-modernidade adentraram ao âmbito da teologia. Silas Daniel, em A Sedução das Novas Teologias (CPAD), denomina esse fato de “demandas” da pós-modernidade, com os seguintes aspectos:
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(1) a “necessidade” de relativar os dogmas; (2) a “necessidade”de romper com as instituições; a “necessidade”de desconstruir sistemas e (4) a “necessidade do prazer como sentido da vida.

Segundo ele “entorpecidos por essas falsas necessidades que nos são impostas, muitos cristãos no Ocidente estão flexibilizando sua fé, mudando sua mentalidade em relação à Bíblia, à Igreja e a Deus, e isso, infelizmente, já está acontecendo também no Brasil. Esses cristãos, cujo número cresce cada vez mais, são os seguidores do que denominamos teologias pós-modernas, que nada mais são do que tentativas de adaptar o evangelho a essas ditas “demandas”, ou seja, aos princípios da pós-modernidade.

Outro ponto abordado por Silas Daniel no livro acima mencionado e que ficou evidente nas pesquisas é a aversão de alguns religiosos às instituições formais, fato esse compreendido pela teologia como “Igreja Emergente”. Como escreve Silas “Igreja Emergente ou Igreja Pós-moderna, como também é chamada, é um movimento nascido no meio evangélico e que procura atrair cristãos influenciados pela pós-modernidade, principalmente aqueles cristãos sem igreja ou que se definem como desiludidos ou insatisfeitos com sua igrejas ou com todas as igrejas. Gente que se diz cansada ou frustrada com a organização e a tradição de suas denominações (o que chamam invariavelmente de “legalismo”, termo que também tem outros sentidos para os emergentes) e com o “sistema” e “jeito de ser” do meio evangélico”.

Basicamente, vislumbra-se a tentativa de uma libertação do “homem religioso” para que esse professe sua fé de acordo que aquilo que acha melhor para a sua vida “espiritual”, afastando-se dia-após-dia dos dogmas da religião e do compromisso. Ocorre que com isso, como disse meu amigo Marcos Antônio Magalhães, cria-se um espécie de anarquismo dentro da religião, onde a pessoa professa determinada fé sem que haja qualquer tipo de regra a ser seguida ou autoridade a ser respeitada.
klaicon#12
Em suma, baseado nessa idéia, a religião passou a ser simplesmente um clube social espiritual, cujo foco principal não é Deus , mas sim o próprio homem, onde se reúnem somente para buscarem algo metafísico, sem que lhe seja cobrado algo posteriormente.

http://comoviveremos.com/2008/06/24/o-perfil-do-jove…pos-moderno/
klaicon#13
Graças a Cristo não me identifico com esses jovens pós-modernos! Crentes liberais me dão nojo!
joozinho#14
"Ela, que tem amigos homossexuais, se diz totalmente favorável à legalização da união de pessoas do mesmo sexo, com casamento no cartório. "Quando Jesus falou em amar o próximo, significa amar também a pessoa do mesmo sexo."


...esse tipo de entendimento da Palavra é "fast food" teológico, estão brincando.....

...dá um sanduba de espiritismo com umbandismo, faix favoire....
cristiano_9#15
Resta saber quem são os donos da revista Isto É...
rafael_33#16
escreveram pra dizer duas coisas:
1-Que este negócio de religião esta ultrapassado e que os jovens já estão mostrando isto
2-Pra dizer que a Igreja católica deve liberalizar sua doutrina por que senão vai continuar a perder fiéis !!!

O que é uma contradição pois as igrejas evangélicas pentecostais que são ultraconservadoras só aumentam!!!!

Desde quando uma amostragem estatística como esta serve paa alguma coisa ?
marcelo_18#17
"Eis algumas características do perfil do jovem religioso brasileiro constatado pelas pesquisas:

- Ausência de valores morais;"

Boooooaa... vamos longe assim.

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