Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Associação Americana de Psiquiatria Ñ é confiável

Iniciado por klaicon em 30/06/2008 · 8 mensagens

klaicon#1
Por Dr. Joseph Nicolosi

Dr Nicolosi é profissional com renome internacional, reconhecido em razão das terapias que promovem ajustamento heterossexual. É o presidente da National Association for Research and Therapy of Homossexualyty (http://www.narth.com/) a mais importante associação nacional de psiquiatras, psicólogos e terapeutas profissionais dedicada a fornecer ajuda e tratamento profissional a indivíduos que lutam com a atração indesejada pelo mesmo sexo, que sofrem em razão das desordens de identidade de gênero e de outras questões comportamentais homossexuais.

Em desacordo com o profissional especializado, psicólogos, psiquiatras e outros

Hoje a mídia, de modo geral, transmite a mensagem de que homens devem ser encorajados a descobrir sua identidade homossexual ou bissexual. "A diversidade sexual não é maravilhosa?", perguntam. Certo número de produtores de TV e de filme de cinema (alguns dos quais são gays) tentam persuadir-nos com histórias idealizadas sobre o revelar sua identidade homossexual, ou o "sair do armário", como dizem. Cremos que seus esforços são tentativas mal-orientadas de incentivar a situação real, mas desafortunada, na qual um grande número de nossos jovens se encontra.

É claro que, ao tornar esse ponto de vista, eu (Joseph) estou muitas vezes em desacordo com membros de minha própria profissão. Aqueles que se opõem a mim dizem que a decisão de 1973 da Associação Americana de Psiquiatria (APA) de tirar a homossexualidade do Diagnostic and Statistical Manual (DSM) já resolve a questão: a homossexualidade é normal. Mas aquela decisão de 1973 foi tomada (como, até mesmo, alguns ativistas gays observam) sob a pressão política incisiva de ativistas gays. [3]
klaicon#2
A remoção da homossexualidade do [manual] DSM teve o efeito de desencorajar o tratamento e a pesquisa. Quando passou a ser "do conhecimento geral" que a homossexualidade "não era um problema", clínicos foram desencorajados - e em muitos casos - proibidos - de expressar opiniões contrárias ou de apresentar trabalhos em reuniões profissionais. Logo, as publicações científicas, em sua grande maioria, silenciaram-se sobre a homossexualidade como expressão de um problema de desenvolvimento.

A Associação Americana de Psiquiatria recusa-se a cooperar de todas as maneiras com a Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (NARTH), porque eles discordam com o ponto de vida da NARTH, ou seja, de que a condição é uma desordem de desenvolvimento. E mais, acreditam que uma posição científica desta sorte "contribui ao clima de preconceito e discriminação a que gays, lésbicas e bissexuais estão sujeitos. [4] Com efeito, a Associação Americana de Psiquiatria procura adiar o debate sobre o assunto.

Esse silêncio entre pesquisadores não foi causado por novas evidências científicas que demonstrassem que a homossexualidade é uma variante saudável da sexualidade humana. Ao contrário, tornou-se elegante simplesmente não discutir mais a condição como um problema. A homossexualidade foi relatada e discutida da mesma maneira como se relata o noticiário da noite - como algo que "é assim", como o clima do dia seguinte.

Ronald Bayer, um pesquisador da Hastings Center for Ethics em Nova York, resumiu todo o processo. Ele declarou: "A Associação Americana de Psiquiatria caíra vítima da desordem de uma era tumultuada, quando elementos de rompimento ameaçavam politizar todo aspecto da vida social americana. Um furioso igualitarismo [...] compelia psiquiatras peritos a negociar a condição de patologia da homossexualidade com os próprios homossexuais."
klaicon#3
O resultado - a retirada da homossexualidade do manual de desordens - aconteceu não por intermédio de um processo racional de arrazoamento científico, "mas, em vez disso, foi uma ação exigida pelo teor ideológico dos tempos". [5]

Prevenção: uma necessidade crescente

Antes que a decisão da Associação Americana de Psiquiatria de 1973 fosse tomada, a prática aceita era tentar evitar a homossexualidade. A condição era considerada uma desordem, e o desenvolvimento da identidade sexual alterada deveria ser evitado sempre que possível. Hoje, cremos que já é hora dessa idéia de prevenção ser revista.

Poucos livros, foram escritos para os pais, a não ser o clássico Growing Up Straight, de Peter e Barbara Wyden. Depois que a homossexualidade foi retirada do manual de diagnóstico, o único livro escrito por um clínico sobre a prevenção foi o livro do dr. George Rekers, Growing Up Straight: What Every Family Should Know About Homosexuality (Chicago: Moody Press, 1982), que oferece, para conselheiros pastorais experientes, idéias de sabedoria prática fundamentais na ciência.

Agora esperamos que o nosso livro Homossexualidade: um guia de orientação aos pais para a formação da criança (http://www.vidanova.com.br/ecommerce/produtos_descri…_produto=567) continue a responder à necessidade crescente. A maioria dos pais de crianças pré-homossexuais que vêm a nós em busca de ajuda são pessoas de fé religiosa - católicos, protestantes, mórmons, judeus -, mas alguns, também, são secularistas que intuitivamente sentem que a humanidade é projetada para ser heterossexual. Nós podemos sentir empatia com a preocupação desses pais, por que compartilhamos sua visão de mundo.
klaicon#4
Contudo alguns ativistas gay (a maioria dentro de círculos acadêmicos)m certamente, condenar-nos-ão por assumirmos essa posição. Quem somos nós para levantar a questão sobre a identidade sexual de alguém, para ajudar uma criança a evitá-la ou um adulto homossexual a mudá-la? Mas assumimos nossa posição com a história e com a maioria da população que acha sexo do mesmo gênero algo que fere, que traz prejuízo as pessoas.

Incluímos os testemunhos de muitos clientes para ilustrar no livro. Naturalmente, nomes, lugares e quaisquer detalhes identificadores foram mudados para proteger a privacidade deles. Mas esteja certo de que as histórias são verídicas.

O enfoque do livro, o papel dos pais, não tem a intenção de culpar, mas sim de educar. Nenhum dos pais com quem trabalhei desejava influenciar seu filho a ponto de lançar a base para a homossexualidade futura - nem mesmo de deixar de intervir quanto a intervenção fosse necessária. Mas, a despeito da melhor das intenções, muitos ficaram presos em hábitos de família que foram prejudiciais. Em na verdade, muitos estavam tristemente mal-informados, crendo que nada podia ser feito para influenciar o desenvolvimento da identidade sexual de uma criança. As razões para essa vergonhosa falta de informação correta dos profissionais especializados, psicólogos, psiquiatras e outros, são discutidas no capítulo 8, "As políticas de tratamento".

É com muita gratidão que vemos que os pais, assim que recebem um aconselhamento apropriado, rapidamente fazem mudanças e passam com entusiasmo a ajudar seus filhos a desenvolverem uma identidade de gênero sadia. Um pai reconheceu que em seu "íntimo" sabia que algo estava errado e, realmente, sentiu o que devia fazer, mas só ouviu avisos de professores e conselheiros para não "traumatizar seu filho", a fim de aceitá-lo "como ele é".
klaicon#5
Mas quando os pais consultam um psicoterapeuta que confirma e valida seu desejo de heterossexualidade em seu filho, e que oferece direcionamento específico para aquilo que eles sabem intuitivamente que devem fazer em resposta a confusão de gênero do menino, há a esperança de uma saída heterossexual. Uma vez que encontraram apoio profissional para sua intuição de progenitores, essas mães e esses pais captam imediatamente o plano de tratamento de seu terapeuta. Estão mais do que dispostos a começar a aplicar as estratégias positivas e afirmadoras que foram esquematizadas para eles. O livro contém muitas dessas mesmas estratégias de intervenção.

Dr. George Rekers, um perito em desordens sexuais, conhecido em toda a nação, escreve que a "não-conformidade de gênero na infância pode ser o único fator observável mais comum associado com homossexualidade". E há considerável evidência, afirma ele, de que a criança que tem problema de identidade de gênero pode resolver a dificuldade - com ou sem intervenção psiquiátrica. Rekers relata: "Em um bom número de casos, [...] a desordem de identidade de gênero se resolve completamente".

Embora fatores biológicos tenham, sim, um efeito de predisposição em algumas crianças, dr. Rekers crê que a mudança é possível porque a família e as influências sociais parecem ser um fator fundamental e poderoso no desenvolvimento da homossexualidade. Ele observa: "A maioria dos pais espera por heterossexualidade para seus filhos, e o terapeuta não deve dirigir o curso do tratamento para operar contra os valores dos pais". [6]

E mais, dr. Rekers crê que quando o terapeuta trabalha com um adolescente, ele deve esclarecer alguns pontos importantes:

- Há riscos de saúde, que ameaçam a vida, ligados ao estilo de vida gay.
- Um ajustamento ao estilo de vida gay é difícil e socialmente controverso.
- Atividade sexual prematura é psicologicamente arriscada.
- O cliente será muito mais capaz de fazer escolhas sábias na vida adulta sobre sua sexualidade.
klaicon#6
O maior volume de pesquisa sobre identidade de gênero foi feito com meninos e com rapazes. Homossexualidade masculina é, de fato, minha especialidade clínica; portanto, a maior parte do aconselhamento do livro é sobre meninos. Esperamos que outro escritor leve nosso trabalho adiante para investigar mais completamente o lesbianismo e sua prevenção.

Talvez você esteja preocupado com o desenvolvimento sexual de seu filho ou de sua filha. Talvez seu filho u sua filha diga coisas como: "Devo ser gay", ou: "Sou bissexual". Você encontrou algum material pornográfico com pessoas do mesmo sexo no quarto dele. Achou, na agenda ou diário da filha, escritos íntimos sobre outra menina. A mensagem mais importante que podemos oferecer é que não existe uma "criança gay" ou um "adolescente gay". somos todos projetados para sermos heterossexuais. Confusão de gênero é, antes de tudo, uma condição psicológica e, até certo ponto, pode ser modificada.

Achamos que você considerará as informações do livro animadoras e afirmadoras. Ao ler essas histórias, talvez você veja algo de seu filho ou de sua filha e seja motivado (a) a afirmar mais fortemente o desenvolvimento sadio, apropriado ao desenvolvimento do sexo daquela criança.

Para terminar, desejamos reiterar que temos fortes diferenças filosóficas com a Associação de Psicologia Americana (APA) da qual sou membro. Eles, em anos recentes, optaram por uma posição unilateral afirmadora do gay, ao apoiar uma filosofia política que promove ativamente o casamento gay, a adoção de filhos por gays e a normalização do homossexualismo e, ao mesmo tempo, ao estigmatizar valores tradicionais, corroendo o modelo da família nuclear. As posições da Associação Americana de Psiquiatria não são puramente científicas. Visto que nenhuma delas é matéria estritamente científica, elas representam as opiniões político-filosóficas da Associação Americana de Psiquiatria e de seus valores de liberalismo sexual.
klaicon#7
O controle político da Associação Americana de Psiquiatria em relação ao livre fluxo das idéias, de fato, tornou-se tão opressivo em anos recentes que nós não deveríamos mais chamá-la de um grupo científico, mas de uma corporação comercial profissional, cujo alvo é avançar uma agenda política liberal dentro de nossa sociedade. O fato é que, em um raro artigo de censura publicado em um importante revista profissional, um psicólogo, crítico e corajoso, acusou que a falta de respeito da Associação Americana de Psiquiatria pela diversidade de pontos de vista realmente "faz com que a pesquisa passe a ser tendenciosa em relação às questões sociais, prejudica a credibilidade da psicologia com os formadores de opinião e o público, impede de servir a clientes conservadores, resulta em discriminação real contra estudantes e estudiosos conservadores e tem um efeito de perpetuação a educação liberal". [7]

Notas:

[3] - Charles W. Socarides, Homosexuality: A Freedom Too Far (Phoenix, Adam Margrave, 1995), p. 52; Joseph Nicolosi, Reparative Therapy of Male Homosexuality: A New Clinical Approach (Jason Aronson 1991), xv-xvi.

[4] - E. Abelin, "Some Further Observations and Comments on the Earlies Role of the Father", International Journal of Psychoanalysis 56 (1975): 293-302.; R Grenson, "Dis-Identifying from Mother: Its Special Importance for the Boy," International Journal of Psychoanalysis 49 (1968:370-74; I. Bieber et al., Homosexuality: A Psychoanalytic Study of Male Homosexuals (New York: Basic Books, 1952); R.J. Stolles, "Boyhood Gender Aberrations: Treatment Issues". Journal of the American Psychoanalytic Association 27 (1979): 837-866; C. W. Socarides, "Abdicating Fathers, Homosexual Sons: Psychoanalytic Observations on the Contribution of the Father to the Development of Male Homosexuality", em Father and Child Developmental and Clinical Perspectives, ed. S. H. Cath (Boston: Little, Brown, 1982), pp. 509-21;
klaicon#8
S. M. Wolfe, "Psychopathology and Psychodynamics of Parents of Boys with a Gender Identity Disorder of Childhood" (Ph. D. diss., City University of New York, 1990); Richard Green, The "Sissy Boy Syndrome" and the Development of Homosexuality (New Haven, CT: Yale University Press, 1987); Lawrence Hatterer, Changing Homosexuality in the Male (New York: McGraw-Hill, 1960); j. Fischhoff, "Preoedipal Influences in a Boy's Determination to Be 'Feminine' During the Oedipal Period, " Journal of the American Academy of Child Psychiatry 3 (1964): 273-86.

[5] - Nem todos os meninos com não-conformidade de gênero são meninos especialmente bonitos, mas Richard Green percebeu uma ligação e concluiu que quanto mais belo o menino tanto mais os pais permitiam e animavam sua feminilidade (Green, "Sissy Boy Sindrome", pp. 64-68)

[6] - Ver também G. A. Rekers et al., "Family Correlates of Male Childhood Gender Disturbance," Journal of Genetic Psychology 142 (1983), 31-42.

[7] - P. A. Tyson, "Developmental Line of Gender Identity, Gender Role and Choice of Love Object, " Journal of the American Psychoanalytic Association 30 (1982): 61-68

‹ Voltar para a lista de tópicos