Brasília - Mais uma vez, foi marcado por intensa polêmica o debate sobre descriminalização do aborto, em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ), realizada ontem (2).
Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite.
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Laycer Tomaz Debatedores pró e contra aborto expõem suas opiniões na CCJ A audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania que discutiu a possibilidade de descriminalização do aborto repetiu a polêmica dos debates anteriores. A audiência discutiu o Projeto de Lei 1135/91, dos ex-deputados Eduardo Jorge e Sandra Starling, que suprime o artigo do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) que define como crime o aborto provocado pela gestante ou com o seu consentimento.
Vários deputados pediram vista do relatório, adiando sua votação. Até lá, a Comissão de Constituição e Justiça tem marcada, pelo menos, mais uma audiência pública sobre o assunto. O debate está marcado para esta quinta-feira (3).
Como a proposta ainda aguarda votação pela comissão, cada lado do debate buscou sensibilizar os parlamentares com números e argumentos científicos e jurídicos. Com quatro convidados favoráveis e quatro contrários à descriminalização do aborto, a audiência também foi acompanhada por militantes dos dois lados, que reagiram com palmas e gritos de apoio a cada fala.
Dos 16 deputados que se manifestaram, 11 afirmaram ser contrários à liberação do aborto e cinco foram favoráveis. Já o presidente da comissão e relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), releu seu relatório que considera inconstitucional a proposta, pelo fato de a Constituição assegurar a inviolabilidade do direito à vida.
Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite.
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Laycer Tomaz Debatedores pró e contra aborto expõem suas opiniões na CCJ A audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania que discutiu a possibilidade de descriminalização do aborto repetiu a polêmica dos debates anteriores. A audiência discutiu o Projeto de Lei 1135/91, dos ex-deputados Eduardo Jorge e Sandra Starling, que suprime o artigo do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) que define como crime o aborto provocado pela gestante ou com o seu consentimento.
Vários deputados pediram vista do relatório, adiando sua votação. Até lá, a Comissão de Constituição e Justiça tem marcada, pelo menos, mais uma audiência pública sobre o assunto. O debate está marcado para esta quinta-feira (3).
Como a proposta ainda aguarda votação pela comissão, cada lado do debate buscou sensibilizar os parlamentares com números e argumentos científicos e jurídicos. Com quatro convidados favoráveis e quatro contrários à descriminalização do aborto, a audiência também foi acompanhada por militantes dos dois lados, que reagiram com palmas e gritos de apoio a cada fala.
Dos 16 deputados que se manifestaram, 11 afirmaram ser contrários à liberação do aborto e cinco foram favoráveis. Já o presidente da comissão e relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), releu seu relatório que considera inconstitucional a proposta, pelo fato de a Constituição assegurar a inviolabilidade do direito à vida.


