No Estadão:
A Corte Constitucional colombiana decidiu ontem não revisar sua resolução que validou o processo de aprovação da emenda constitucional que permitiu a reeleição, em 2006, do presidente Álvaro Uribe. No dia 26, a Suprema Corte havia pedido uma investigação sobre a votação dessa emenda no Congresso em 2004 - o que, segundo analistas, poderia pôr em risco a legitimidade do segundo mandato de Álvaro Uribe. O ponto de partida do inquérito seria a confissão da ex-congressista Yidis Medina de que, na época, ela mudou seu voto na última hora porque autoridades do governo lhes ofereceram, em troca, cargos públicos.
O voto de Yidis foi decisivo para a aprovação da emenda, que passou por 19 votos a 17. No fim de semana, Yidis foi condenada a 47 meses de prisão domiciliar por aceitar suborno.
Na Corte Constitucional, a decisão de não rever o processo de aprovação da emenda foi aprovada por 8 votos a 1. O argumento dos magistrados da Corte Constitucional é que esse tribunal "não revisa nem reverte as próprias decisões". Eduardo Carreño, vice-presidente da Ordem de Advogados da Colômbia, qualificou a decisão de "lamentável". "Foi um voto de apoio ao presidente", afirmou Carreño.
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/07/colm…-deciso.html
A Corte Constitucional colombiana decidiu ontem não revisar sua resolução que validou o processo de aprovação da emenda constitucional que permitiu a reeleição, em 2006, do presidente Álvaro Uribe. No dia 26, a Suprema Corte havia pedido uma investigação sobre a votação dessa emenda no Congresso em 2004 - o que, segundo analistas, poderia pôr em risco a legitimidade do segundo mandato de Álvaro Uribe. O ponto de partida do inquérito seria a confissão da ex-congressista Yidis Medina de que, na época, ela mudou seu voto na última hora porque autoridades do governo lhes ofereceram, em troca, cargos públicos.
O voto de Yidis foi decisivo para a aprovação da emenda, que passou por 19 votos a 17. No fim de semana, Yidis foi condenada a 47 meses de prisão domiciliar por aceitar suborno.
Na Corte Constitucional, a decisão de não rever o processo de aprovação da emenda foi aprovada por 8 votos a 1. O argumento dos magistrados da Corte Constitucional é que esse tribunal "não revisa nem reverte as próprias decisões". Eduardo Carreño, vice-presidente da Ordem de Advogados da Colômbia, qualificou a decisão de "lamentável". "Foi um voto de apoio ao presidente", afirmou Carreño.
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/07/colm…-deciso.html